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Vol. 2 nº 1 - Jan. / Abr.  de 2012

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Páginas 17 a 21

Millennium Development Targets and Childhood Health: progress and chalenges



Objetivos de desenvolvimento do milênio e a saúde da criança: avanços e desafios

Autores: Silvia Reis dos Santos1; Ana Lúcia Ferreira2; Antonio José Ledo Alves da Cunha3

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Keywords: child advocacy, child mortality, infant mortality.

Descriptores: defesa da criança e do adolescente, mortalidade infantil, mortalidade na infância.

Abstract:
Substantial social progress has been observed in the whole world in the last decades, with decrease of poverty and improvements in education. This progress, though, was not uniform in the various countries and the immense majority of deaths in children still occur in less developed countries. One of the Millennium Development targets was to reduce by two thirds, between 1990 and 2015, the under-five mortality rate. Between 1990 and 2009 the global infant mortality rate decreased 33%, but the highest rates of child mortality continue to be found in sub-Saharan, where the target will not be met unless urgent measures take place. Globally, the top causes of deaths among children under five are: pneumonia, diarrhoea, preterm birth and birth asphyxia, but malnutrition is the underlying cause of many of these deaths. In Brazil, under-five mortality rate decreased 60% between 1990 the 2008 and our country will achieve the target before 2015; this reduction was mainly due to the decrease of mortality due to infectious diseases. Neonatal deaths account for most deaths in the first year of life, and although they are associated to mothers' low socioeconomic status, they are strongly influenced by the coverage and quality of health care during pregnancy and at birth. In Brazil, the next challenge is to reduce neonatal deaths and mortality due to external causes, which are the leading cause of death in children from 1 to 5 years, followed by respiratory problems.

Resumo:
O progresso social observado em todo o mundo nas últimas décadas, com diminuição da pobreza e melhorias na educação, não foi uniforme nos diversos países e a imensa maioria de óbitos em crianças ainda ocorre nos países menos desenvolvidos. Na Cúpula do Milênio foi traçada a meta de reduzir em dois terços a mortalidade em menores de 5 anos, entre 1990 e 2015. No período de 1990 a 2009, a mortalidade na infância diminuiu 33% no mundo, mas as maiores taxas de mortalidade ainda estão na África subsaariana, que não deverá atingir a meta proposta se não forem tomadas medidas urgentes. Globalmente as doenças que mais matam crianças são: pneumonia, diarréia, complicações da prematuridade e asfixia perinatal, sendo a desnutrição causa subjacente de grande parte destes óbitos. No Brasil, a mortalidade em menores de 5 anos caiu quase 60% no período de 1990 a 2008, e devemos atingir a meta traçada antes do prazo estabelecido; esta queda se deu principalmente pela redução da mortalidade por doenças infecciosas. As afecções perinatais constituem a principal causa de mortalidade em menores de um ano em nosso meio. Embora estejam associadas ao baixo nível socioeconômico das mães, são fortemente influenciadas pelas condições de assistência à mulher durante a gestação e o parto, e aos cuidados com o recém-nascido durante e após o parto. Em nosso país, o próximo desafio será diminuir os óbitos por afecções perinatais e aqueles por causas externas, primeira causa de morte em crianças de 1 a 5 anos, seguida pelas doenças do aparelho respiratório.

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