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            <dc:title>Alergia alimentar</dc:title>
            <dc:creator>Mara Morelo Rocha Felix</dc:creator><dc:creator>Gil Simões Batista</dc:creator>
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            <dc:title>O jovem pediatra e a publicação científica</dc:title>
            <dc:creator>Gil Simões Batista</dc:creator>
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            <dc:title>Como ler e escrever artigos científicos</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator><dc:creator>Marcia Alves Galvão</dc:creator>
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            <dc:title>A importância da atenção primária em saúde na formação do pediatra</dc:title>
            <dc:creator>Kaliny C. T. Souza</dc:creator><dc:creator>Ana C. P. M. L. C. Martins</dc:creator><dc:creator>Glaucia M. Lima</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;Objetivos:&lt;/strong&gt; Identificar as instituições com programa de residência médica em pediatria no Rio de Janeiro e verificar se o treinamento em atenção primária em saúde(APS) nesses programas está de acordo com as necessidades da população e com as políticas públicas de saúde. &lt;strong&gt;Métodos:&lt;/strong&gt; Estudo transversal. Os serviços de residência médica foram identificados através de informação das sociedades médicas. A inserção da APS foi descrita baseando-se no conteúdo dos programas de residência e em entrevistas com residentes de pediatria. &lt;strong&gt;Resultados:&lt;/strong&gt; Há 30 instituições com serviços de residência pediátrica. Cinco de 18 instituições avaliadas ofereciam treinamento prático em APS aos residentes. &lt;strong&gt;Discussão:&lt;/strong&gt; Embora as agências governamentais sejam responsáveis pela maioria dos custos dos serviços de residência medica, há um descompasso com as necessidades da população, das políticas públicas de saúde e o tipo de treinamento que tais instituições oferecem. Até o presente as mudanças na educação médica e a participação no desenvolvimento do Sistema Único de Saúde não parecem ser prioridade na definição dos programas de residência medica. Os cuidados terciários continuam a ser predominantes nos programas de treinamento de pediatras.</dc:description>
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            <dc:title>A sociedade brasileira tem um novo Código de Ética Médica</dc:title>
            <dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Foco no sinal de alarme: dor abdominal crônica na pediatria - Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Larissa Trevisan Carvalho</dc:creator><dc:creator>Elizete Aparecida Lomazi</dc:creator><dc:creator>Daniel Lahan Martins</dc:creator><dc:creator>Denise Barbieri Marmo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; a dor abdominal crônica (DAC) tem alta prevalência na população pediátrica e apresenta desafio na prática clínica devido à variedade de diagnósticos relacionados, sendo, em sua maioria, distúrbios funcionais. O objetivo na descrição deste caso é atentar para a importância de observar os sinais de alarme durante a investigação do quadro, a fim de não atrasar o diagnóstico de doenças orgânicas. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; menino escolar com queixa de DAC em que o diagnóstico definitivo foi retardado em 2 anos devido à interpretação da dor como decorrente de constipação intestinal funcional. O diagnóstico foi considerado apesar da presença de desnutrição e anemia. Após a correção cirúrgica com procedimento de Ladd, apresentou melhora dos sintomas. O caso descrito serve de alerta para que os sinais de alarme sejam sempre levados em consideração durante a investigação de DAC.&lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;COMENTÁRIOS:&lt;/strong&gt; os autores abordam a fisiopatologia da dor abdominal que acompanha a constipação intestinal funcional e sugerem um algoritmo de investigação da dor abdominal crônica em pediatria.&lt;/p&gt;</dc:description>
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            <dc:title>Perspectivas de pais e provedores de cuidados sobre desfechos de curto prazo de crianças gravemente doentes ventiladas</dc:title>
            <dc:creator>Bruna Corrêa Pinto da Rocha</dc:creator><dc:creator>Roberta Esteves Vieira de Castro</dc:creator>
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            <dc:title>Revisão de testes de rastreio traduzidos e validados para o Português Brasileiro para condições do neurodesenvolvimento e psiquiátricas em crianças</dc:title>
            <dc:creator>Vanessa Pacini Inaba Fernandes</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Transtornos do neurodesenvolvimento e psiquiátricos em crianças estão aumentando alarmantemente em todo o mundo e poucos são os profissionais especializados nessa área. O objetivo deste estudo foi identificar testes de rastreio traduzidos e validados para o português brasileiro e auxiliar os pediatras a fazerem encaminhamentos mais assertivos.&lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;COLETA DE DADOS:&lt;/strong&gt; testes de rastreio traduzidos e validados para o português brasileiro foram selecionados nos &lt;em&gt;sites&lt;/em&gt; do Pubmed, SciELO e Google.&lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;SÍNTESE DOS DADOS:&lt;/strong&gt; Foram identificados pelo menos um teste de rastreio traduzido e validado para o português para cada condição. Para Transtorno do espectro autista, foi identificado &quot;&lt;em&gt;Modified Checklist for autism in toddlers, revised with follow up&lt;/em&gt;&quot; para menores de 24 meses, e &quot;&lt;em&gt;Autism Behavior Checklist&lt;/em&gt;&quot; para menores de 6 anos; para Transtorno do déficit de atenção/hiperatividade foi identificado &quot;&lt;em&gt;Swanson, Nolan and Pelham, version IV&lt;/em&gt;&quot; para crianças acima de 5 anos; para avaliar o sucesso da terapia em crianças com deficiência intelectual, foi identificado &quot;&lt;em&gt;Aberrant Behavior Checklist&lt;/em&gt;&quot;; para avaliação de dificuldade de aprendizagem, foi identificado &quot;Teste de Desempenho escolar II&quot; para estudantes de primeiro a nono anos; para sintomas depressivos, foi identificado &quot;&lt;em&gt;Childrens Depression Inventory&lt;/em&gt;&quot; para crianças de 7 a 17 anos; finalmente, para sintomas de ansiedade, foi identificado &quot;&lt;em&gt;Screen for child anxiety related emotional disorders - child version&lt;/em&gt;&quot;. Todos os testes, exceto um, são gratuitos e podem ser baixados da internet. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Testes de rastreio são ferramentas úteis para aprimorar a suspeita diagnóstica e encaminhamento precoce pelo pediatra para um profissional especializado em transtornos do neurodesenvolvimento e psiquiátricos.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Tuberculose osteoarticular em criança imunocompetente: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Lis de Souza Martinelli</dc:creator><dc:creator>Isabela Flebbe Strapazzon</dc:creator><dc:creator>Sofia de Miranda Caçote</dc:creator><dc:creator>Isadora Durieux Lopes Destri</dc:creator><dc:creator>Guido Tasca Petroski</dc:creator><dc:creator>Franciso de Souza Santos</dc:creator><dc:creator>Carolina Resende Markiewicz Pastre</dc:creator><dc:creator>Emanuela da Rocha Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/b&gt; A tuberculose (TB) é um importante problema de saúde pública no Brasil, sendo classificada atualmente como a principal causa de morte por agente infeccioso no mundo. Em crianças e adolescentes, a doença apresenta desafios diagnósticos, especialmente nas formas extrapulmonares. A TB óssea, embora rara, apresenta clínica inespecífica e, frequentemente, afeta a coluna e grandes articulações.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;OBJETIVOS:&lt;/b&gt; Descrever o caso de paciente imunocompetente com TB osteoarticular, assim como suas intercorrências e o seu desfecho.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;RELATO DE CASO:&lt;/b&gt; Este relato descreve o caso de uma paciente de quatro anos e quatro meses, com quadro de monoartrite por &lt;i&gt;Mycobacterium tuberculosis&lt;/i&gt; em joelho direito de evolução insidiosa, sem sintomas extra-articulares, e sem história de contato prévio com TB. À ressonância magnética, apresentou lesão sugestiva de osteomielite femoral distal, associada à linfonodomegalia poplítea. A paciente recebeu antibioticoterapia para germes comuns e abordagem cirúrgica da articulação, sem resposta clínica. A cultura e pesquisa de bacilo álcool-ácido resistente (BAAR) foram negativas e a confirmação do diagnóstico etiológico foi feita através da identificação do complexo &lt;i&gt;M. tuberculosis&lt;/i&gt; no teste rápido molecular. O tratamento foi realizado com fármacos antituberculose, o que resultou em evolução clínica e radiográfica satisfatórias, levando à cura da paciente.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;CONCLUSÃO:&lt;/b&gt; O caso expõe a TB osteoarticular como diagnóstico diferencial necessário e desafiador durante a condução de casos de artrite na população pediátrica, sendo o domínio dos métodos diagnósticos essencial para orientar a investigação adequada.&lt;/p&gt;</dc:description>
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            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
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            <dc:title>Trombose venosa cerebral pós-celulite orbitária em adolescente</dc:title>
            <dc:creator>Adriane Vianna Carbone</dc:creator><dc:creator>Maitê Bastos Gomes</dc:creator><dc:creator>Maria Antônia Félix dos-Santos</dc:creator><dc:creator>Pedro Massaroni Peçanha</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A trombose séptica do seio cavernoso é uma complicação encefálica rara, frequentemente decorre da disseminação de infecções orbitárias ou de seios paranasais. Seu diagnóstico é desafiador, pois depende de uma boa análise clínica e exames complementares. A sintomatologia típica se apresenta com febre, vômitos, edema periorbital, cefaleia, ptose e paralisia dos músculos oculares. Nesse contexto, faz-se necessária uma intervenção terapêutica precoce para reduzir os desfechos negativos. Este trabalho relata um caso clínico de um paciente pediátrico que apresentou trombose do seio cavernoso secundária à celulite orbitária, e evoluiu com abscesso cerebral e óbito. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Relatar o caso da complicação rara de trombose de seio cavernoso secundária à celulite orbitária com desfecho óbito. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Revisão de prontuário de paciente com trombose do seio cavernoso secundária à celulite orbitária atendido em hospital. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Paciente adolescente, previamente hígido, deu entrada no serviço com quadro de hiperemia e edema em face após extração manual de lesão acneica em fronte esquerda. Foram realizados exames laboratoriais e de imagem, que confirmaram o diagnóstico de trombose do seio cavernoso. Optou-se por iniciar antibioticoterapia e posteriormente realizar microcirurgia de drenagem de abscesso. Paciente evoluiu com óbito. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O caso relatado trouxe a evidencia um evento raro de infecção cerebral grave secundária à celulite orbitária. Dessa forma, espera-se o melhor entendimento da evolução do quadro, a antecipação dos riscos associados e a prevenção do desfecho ocorrido em outros pacientes com a mesma clínica.&lt;/p&gt;</dc:description>
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            <dc:date>2026-08-11</dc:date>
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            <dc:title>Desafios impostos pelo isolamento social na pandemia de COVID-19 ao acompanhamento de diabéticos e expostos ou infectados por HIV em um hospital universitário pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Ana Lúcia Ferreira</dc:creator><dc:creator>Angela Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Amanda Venturino Estorque</dc:creator><dc:creator>Isabela Hacar V M Julião</dc:creator><dc:creator>Sofia Luz C B Lobo</dc:creator><dc:creator>Marcia Gonçalves Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Luiza Maria Calvano</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Identificar fatores que possam ter influenciado no acompanhamento de pacientes com diabetes mellitus tipo 1 e infecção ou exposição ao vírus da imunodeficiência humana em um hospital universitário pediátrico durante a pandemia de COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo descritivo e transversal; foram entrevistados responsáveis pelos pacientes dos ambulatórios de diabetes e doenças infectoparasitárias-imuno (DPI-imuno) com consultas agendadas durante o período de isolamento social no município do Rio de Janeiro. Questionário com perguntas diretas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram entrevistados 88 responsáveis (59 diabetes e 29 DIP-Imuno), na maioria mães (79,7% e 44,8%, respectivamente). Discreta predominância do sexo feminino, maior parte adolescentes. Maioria dos responsáveis compareceu ao agendamento (95% e 72,4%, respectivamente), cerca de metade utilizando dois ou mais transportes públicos. Pacientes compareceram em função de consulta marcada (53,6% e 95,2%, respectivamente). Os motivos para o responsável não ter levado o paciente ao ambulatório de diabetes foram para evitar a exposição à COVID-19 e orientação médica prévia para ir sozinho. No ambulatório de DIP-imuno, o motivo foi por ser somente a verificação de resultado de exame. A pandemia interferiu na doença em 59,3% e 41,4%, respectivamente. Foram apontados: medo de adoecer, da aglomeração, alterações comportamentais nos pacientes, mudanças na rotina da família e problemas financeiros.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Fatores relacionados à pandemia influenciaram o acompanhamento dos pacientes, com destaque para a insegurança de sua exposição. Apesar das dificuldades, o cuidado foi mantido, pois a maioria dos responsáveis e a equipe de saúde do hospital encontraram uma forma intermediária de atuação sem exposição direta do paciente com doença crônica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Eficácia da cetamina na sedoanalgesia pediátrica para a intubação orotraqueal: uma revisão sistemática</dc:title>
            <dc:creator>Isabelle Cadore Galli</dc:creator><dc:creator>Juliana Vidotti de Jesus</dc:creator><dc:creator>Carlos Roberto Calil Anunciação</dc:creator><dc:creator>Gelson Felisberto Miranda Junior</dc:creator><dc:creator>Jonathan Monteiro Martins de Mello</dc:creator><dc:creator>Luisa Fontes Cury Roder</dc:creator><dc:creator>Mariana Vidotti de Jesus</dc:creator><dc:creator>Priscila Analu da Silva Previato</dc:creator><dc:creator>Raul José do Nascimento Moreira</dc:creator><dc:creator>Ruan Silva Barros</dc:creator><dc:creator>Victor Nahuel Carruesco</dc:creator>
            <dc:description>OBJETIVO: Comparar a eficácia e os efeitos da administração de cetamina com outros fármacos para sedoanalgesia durante a intubação orotraqueal em pacientes pediátricos hospitalizados.
MÉTODO: Revisão sistemática em inglês e português, utilizando as bases de dados PubMed/MEDLINE e LILACS. Foram empregados os descritores “Ketamine” AND “Fentanyl” AND “Propofol” AND “Midazolam” AND “Children”. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 114 artigos foram inicialmente selecionados para análise, resultando na inclusão de 11 artigos para a extração dos dados.
RESULTADO: O estudo compreendeu 7.868 indivíduos de 0 a 18 anos. Observou-se que a administração intranasal de cetamina é uma excelente alternativa em situações de contraindicação ao uso de opioides. Comparando com o sevoflurano para prevenção de agitações, verificou-se que o sevoflurano não é seguro, enquanto a combinação de cetamina intranasal com midazolam apresentou melhores efeitos na indução anestésica e na recuperação. Ademais, um dos estudos revelou que a associação de cetamina com fentanil elevou a pressão arterial e o risco relativo até 30 minutos após a inserção da máscara laríngea, embora tenha proporcionado parâmetros hemodinâmicos mais estáveis e efeitos vantajosos na recuperação dos pacientes.
CONCLUSÃO: A eficácia da cetamina pode variar conforme a via de administração e a dosagem utilizada, com a forma nebulizada nas doses entre 1,5mg/kg e 2mg/kg demonstrando maior eficácia. Dessa forma, a cetamina se configura como uma opção eficaz, segura e versátil para procedimentos de intubação orotraqueal em pediatria, representando uma alternativa não opioide viável e com perfil de segurança favorável.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Torção de testículo perinatal diagnosticada na sala de parto: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Cristina Ortiz Sobrinho Valete</dc:creator><dc:creator>Marina Ragonezzi Gallucci Bianco</dc:creator><dc:creator>Luciano Barboza Sampaio</dc:creator><dc:creator>Francielle Valle Batistão</dc:creator><dc:creator>Aline Matos Paiva</dc:creator>
            <dc:description>INTRODUÇÃO: A torção testicular perinatal (PTT) é uma condição rara e ocorre mais frequentemente no pré-natal. As manifestações clínicas são caracterizadas por anormalidades na consistência testicular, cor ou presença de massa na virilha. Existem controvérsias quanto à melhor abordagem cirúrgica. O objetivo do presente relato de caso foi descrever um caso de torção testicular perinatal abordado eletivamente.
RELATO DE CASO: Relatamos um caso de torção testicular perinatal diagnosticada na sala de parto. O neonato foi submetido à cirurgia eletiva no terceiro dia de vida. Foi realizada orquiectomia com orquiopexia contralateral.
CONCLUSÃO: Neste relato de caso, o neonato foi tratado por abordagem cirúrgica eletiva, com boa evolução. Estudos futuros são necessários para determinar o melhor manejo dos casos de PTT.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/1820/torcao-de-testiculo-perinatal-diagnosticada-na-sala-de-parto-um-relato-de-caso</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2026-1402</dc:identifier>
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            <dc:title>Conhecimento dos pediatras sobre a obstrução congênita das vias lacrimais</dc:title>
            <dc:creator>Lívia Mendonça Ferreira</dc:creator><dc:creator>Silvana Artioli Schellini</dc:creator><dc:creator>Alicia Galindo-Ferreiro</dc:creator><dc:creator>Denise de Cássia Moreira Zornoff</dc:creator><dc:creator>Joelma Gonçalves Martin</dc:creator><dc:creator>Roberta Lilian Fernandes de Sousa Meneghim</dc:creator><dc:creator>Carlos Roberto Padovani</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Avaliar o conhecimento entre pediatras gerais sobre obstrução nasolacrimal congênita (ONLC) e seu tratamento para esta condição.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Este estudo observacional utilizou um questionário desenvolvido pelos autores para avaliar a atenção primária da ONLC realizada pelos pediatras e suas percepções sobre a condição.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Cento e trinta e dois pediatras responderam ao questionário. A maioria (94,2%) das crianças com ONLC tinha menos de 6 meses quando foram avaliadas por um pediatra. A resolução espontânea foi observada em 56 (78,9%) crianças. Setenta e oito (97,5%) pediatras recomendaram massagem como tratamento para ONLC. Sessenta e sete (50,7%) pediatras indicaram seu conhecimento limitado na etiologia da ONLC. No entanto, 74 (56,1%) pediatras consideraram que tinham bons conhecimentos para o diagnóstico. Noventa e sete por cento dos pediatras responderam que é necessário mais treinamento em ONLC.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A maioria dos pacientes com ONLC avaliados por pediatras tem menos de 6 meses e a massagem pode resultar em resolução espontânea da obstrução em 78,9% dos pacientes. A maioria dos pediatras indica que é necessária mais informação sobre ONLC durante o treinamento médico ou especializado. ONLC pode ser diagnosticada corretamente e o tratamento recomendado é a massagem ocular.</dc:description>
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            <dc:title>Enfisema lobar congênito em lactente diagnosticado durante bronquiolite viral aguda: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Mariana Fialho Araujo da Silva</dc:creator><dc:creator>Pedro Henrique Sant’Anna Antunes</dc:creator><dc:creator>Leonardo Matheus Cardoso de Souza</dc:creator><dc:creator>Dayane Figueiredo Fialho Rocha</dc:creator><dc:creator>Michely Pinheiro Mascarenhas</dc:creator><dc:creator>Rafaela Baroni Aurilio</dc:creator>
            <dc:description>O enfisema lobar congênito (ELC) é uma doença rara do desenvolvimento pulmonar, caracterizada por hiperinsuflação de um ou mais lobos pulmonares, apresentando maior predileção pelo lobo superior esquerdo. Habitualmente diagnosticado nos primeiros meses de vida, pode estar associado a desvio contralateral do mediastino e, em alguns casos, a malformações cardiovasculares e geniturinárias. O diagnóstico é clínico, confirmado por exames de imagem, como radiografia e tomografia computadorizada, sendo a broncoscopia útil para identificar alterações brônquicas. O tratamento tradicionalmente envolve lobectomia, entretanto, o manejo conservador pode ser considerado em casos assintomáticos. Este estudo tem como objetivo relatar o caso de um lactente diagnosticado com ELC após a resolução de um quadro de bronquiolite viral aguda.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
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            <dc:title>Esteatose hepática em crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade</dc:title>
            <dc:creator>Marcos Antonio da Silva Cristovam</dc:creator><dc:creator>Maysa dos Santos</dc:creator><dc:creator>Adriana Chassot Bresolin</dc:creator><dc:creator>Gleice Fernanda Costa Pinto Gabriel</dc:creator><dc:creator>Fabiano Sandrini</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Identificar a presença de esteatose hepática em um grupo de crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo descritivo e transversal, com 30 pacientes analisados, com idade entre 5 a 18 anos, no período entre janeiro/2016 e janeiro/2017. Sobrepeso e obesidade foram definidos como índice de massa corporal ≥ p85 e ≥ p97 para idade e sexo, respectivamente. Foram analisadas as variáveis: sexo; idade; peso; estatura; circunferência abdominal; e pressão arterial. A avaliação bioquímica consistiu de perfl lipídico (colesterol total, LDL-c, HDL-c e triglicerídeos), ALT e glicemia de jejum. A esteatose hepática, avaliada por ultrassonografia, foi classificada em leve, moderada e grave.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A esteatose hepática foi diagnosticada em 53,4% dos pacientes e observou-se maior frequência do grau leve (46,7%), seguida de moderada (6,7%). Dos pacientes com esteatose hepática, 56,3% eram do sexo masculino e 43,7% do sexo feminino, sendo que 62,5% apresentavam 12 anos ou mais. Esteatose hepática foi detectada em 18,7% dos pacientes com sobrepeso e 81,3% dos pacientes com obesidade. Hipertensão arterial foi identificada em 10% dos participantes e 60% estavam com a pressão arterial limítrofe. A circunferência abdominal estava aumentada em 90% dos participantes. Na avaliação bioquímica foi encontrada ALT elevada em 6,7%, hipercolesterolemia em 30%, LDL-c elevado em 6,7%, hipertrigliceridemia em 43,3%, HDL-c baixo em 46,7% e hiperglicemia de jejum foi encontrada em 6,7% dos participantes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A frequência de esteatose hepática foi elevada em pacientes com sobrepeso e obesidade. Portanto, a sua triagem nos pacientes com fatores de risco está indicada.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Avaliação da adequação do uso de hemocomponentes em pacientes pediátricos não críticos</dc:title>
            <dc:creator>Vivian Henriques do Amaral</dc:creator><dc:creator>Maria Cristina Pessoa dos Santos</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; O objetivo desse estudo retrospectivo descritivo é expor as características epidemiológicas dos receptores de hemocomponentes e as características técnicas dos produtos utilizados nos pacientes não críticos de um hospital pediátrico terciário, além de avaliar a adequação das transfusões de hemocomponentes em conformidade com as diretrizes apresentadas pelo &lt;em&gt;British Committee for Standards in Hematology&lt;/em&gt; (BCSH). &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foi realizado um levantamento de todas as transfusões realizadas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2015, seguido da revisão dos respectivos prontuários e coleta de dados epidemiológicos. Posteriormente, as transfusões foram e classificadas em apropriadas e inapropriadas conforme suas indicações clínicas e de acordo com as diretrizes já citadas. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram estudados 49 eventos transfusionais no período do estudo, em unidades não intensivas clínicas e cirúrgicas, sendo 63,3% transfusão de concentrados de hemácias, seguidos pelos concentrados de plaquetas (32,6%) e plasma fresco congelado (4,1%). Após avaliação, foi encontrado um percentual de inadequação de 55,1% nas indicações de hemotransfusão, contrastando com a literatura vigente, que apresenta taxas menores de divergências nas indicações transfusionais. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os dados obtidos no presente estudo indicam a necessidade de intervenções para a implementação efetiva das diretrizes apresentadas pelo BCSH, melhorando assim a prática transfusional nesse grupo de pacientes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Conhecimento e práticas de médicos da atenção básica e pediatras no manejo da obesidade infantil em Porto Velho, Rondônia: desafios e estratégias na atenção primária no Norte do Brasil</dc:title>
            <dc:creator>Cristiano Almeida Pereira</dc:creator>
            <dc:description>OBJETIVO: Avaliar o conhecimento de pediatras e médicos da atenção básica sobre obesidade infantil, considerando prevenção, diagnóstico, fatores de risco e barreiras no manejo clínico, a fim de subsidiar estratégias de capacitação profissional e aprimoramento da assistência.
MÉTODOS: Estudo transversal quantitativo, realizado em Porto Velho, Rondônia, Brasil, com 188 médicos (54 da atenção básica e 134 pediatras). O protocolo de pesquisa foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa do Centro Universitário São Lucas Ji-Paraná (Parecer nº 6.161.849, CAAE: 70403123.3.0000.5297). Os dados foram coletados por meio de questionário eletrônico estruturado e analisados no software SPSS 21.0, utilizando testes estatísticos como Qui-quadrado de Pearson. O nível de significância adotado foi a = 0,05.
RESULTADOS: A maioria dos pediatras (93,5%) realizava pesagem infantil, enquanto apenas 18,5% dos médicos da atenção básica o faziam (p&lt;0,001). O cálculo do IMC foi registrado por 54,3% dos pediatras, mas apenas 18,5% dos médicos da atenção básica (p&lt;0,001). A resistência dos pais ao diagnóstico foi relatada por 33,3% dos médicos da atenção básica, contra 6,5% dos pediatras (p&lt;0,001).
CONCLUSÕES: Identificaram-se lacunas no conhecimento e na prática clínica, especialmente na atenção básica, evidenciando a necessidade de capacitação contínua e protocolos clínicos padronizados. Barreiras como tempo reduzido de consulta, falta de treinamento adequado e resistência familiar impactam a abordagem da obesidade infantil. A adoção de estratégias educativas, ampliação de equipes multiprofissionais e integração de tecnologias podem melhorar o manejo da obesidade, promovendo prevenção e tratamento mais eficazes.</dc:description>
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            <dc:title>Esporotricose com envolvimento do sistema nervoso em paciente pediátrico imunocompetente: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Barbara de Miranda Schmitz</dc:creator><dc:creator>Rafaela Gomes Dadda</dc:creator><dc:creator>Raphaela Maintinguer</dc:creator><dc:creator>Bruna Cararo Machado</dc:creator><dc:creator>Bruna da Costa</dc:creator><dc:creator>Carine Machado Pereira</dc:creator><dc:creator>Carolina Galhós de Aguiar</dc:creator><dc:creator>Elson Julius Shockness</dc:creator><dc:creator>Andrew Bonifácio Ferreira</dc:creator><dc:creator>Melina Moré Bertotti</dc:creator><dc:creator>Emanuela da Rocha Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>Um pré-escolar do sexo masculino previamente saudável foi encaminhado a um hospital pediátrico com suspeita de meningite e hipertensão intracraniana após apresentar dor de cabeça, vômitos e tontura. Ele estava afebril. Uma tomografia craniana confirmou hidrocefalia, e a análise do líquido cefalorraquidiano sugeriu tuberculose meníngea. Uma derivação ventriculoperitoneal foi realizada e o tratamento para tuberculose foi iniciado. O paciente retornou com obstrução do cateter, dor abdominal e febre. Uma tomografia abdominal mostrou um cisto do líquido cefalorraquidiano, que foi drenado e enviado para análise, identificando Sporothrix. A sorologia para HIV foi negativa. A mãe confirmou posteriormente o contato com gatos. O tratamento para tuberculose foi interrompido e o paciente recebeu anfotericina B por 6 semanas, seguido de itraconazol por 12 meses. A hospitalização foi prolongada devido a múltiplas revisões de derivação e endocardite infecciosa causada por Streptococcus oralis devido à má saúde bucal.</dc:description>
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            <dc:title>Direitos do médico</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo Machado Filho</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Esclerose tuberosa associada à taquicardia atrial de difícil controle como manifestação inicial em lactente: Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Marianne Fernanda de Melo Duarte</dc:creator><dc:creator>Gessianni Claire Alves de Souza</dc:creator><dc:creator>Fernanda Pessa Valente</dc:creator><dc:creator>Ana Luiza Magalhães de Andrade Lima</dc:creator><dc:creator>Fabiana Gomes Aragão Magalhães Feitosa</dc:creator><dc:creator>Liliane Gomes da Rocha</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;Tumores cardíacos são entidades raras na pediatria. Podem ser neoplasias benignas ou malignas que surgem principalmente no revestimento interno, na camada muscular ou no pericárdio circundante do coração. Podem ser primários ou metastáticos. Além de raros, tumores primários têm alta chance de benignidade nessa população. O mixoma é o tumor cardíaco primário mais comum em adultos, entretanto, em crianças, os rabdomiomas são os mais frequentes. Uma vez diagnosticados, devem-se investigar outros sítios pela possibilidade de Esclerose Tuberosa. Esses tumores podem causar obstrução da valva ou da via de entrada e saída ventricular, tromboembolia, arritmias ou doenças pericárdicas. O diagnóstico é por ecocardiografia e frequentemente RM cardíaca. O tratamento dos tumores benignos geralmente é a ressecção cirúrgica; entretanto, sua recorrência é incomum. No caso apresentado, relata-se a associação desses dois tipos de tumores com a apresentação grave em uma lactente jovem: arritmia cardíaca.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-05-22</dc:date>
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            <dc:title>Uma criança com rash e artrite: qual o seu diagnóstico?</dc:title>
            <dc:creator>Marianna Caruso M. Bloise</dc:creator><dc:creator>Thamiris Rosa E. Auad</dc:creator><dc:creator>Verônica Oliveira</dc:creator><dc:creator>Bruno Rocha</dc:creator><dc:creator>Adriana Mesquita</dc:creator><dc:creator>Andrea Valentim Goldenzon</dc:creator><dc:creator>Sandra Mara Amaral</dc:creator><dc:creator>Patricia Fernandes Barreto Costa</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A relação entre as medidas antropométricas e a qualidade de vida em alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio</dc:title>
            <dc:creator>Hector Fonseca Chaves De Oliveira</dc:creator><dc:creator>Carlos Rocha Oliveira</dc:creator><dc:creator>Maysa Alves Rodrigues Brandão Range</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;A obesidade na adolescência tem se consolidado como uma epidemia global, com impactos adversos significativos sobre o desenvolvimento físico, mental e social. Estudos recentes apontam um aumento progressivo da prevalência da obesidade entre adolescentes, acompanhado de uma elevação nos diagnósticos de transtornos psiquiátricos, como depressão e ansiedade. Esse cenário é preocupante, uma vez que a obesidade está associada a diversas comorbidades e à redução da expectativa de vida. Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre obesidade e qualidade de vida em adolescentes, considerando aspectos antropométricos, interpessoais e sociais. A pesquisa foi conduzida com uma amostra de 65 estudantes, de ambos os sexos, matriculados no 9º ano do Ensino Fundamental e nos três anos do Ensino Médio na cidade de São José dos Campos, São Paulo, Brasil. Foram coletadas medidas antropométricas e aplicados questionários padronizados para avaliar a qualidade de vida e bem-estar dos participantes. Espera-se que os achados desta investigação contribuam para uma melhor compreensão dos impactos da obesidade sobre a saúde global dos adolescentes, fornecendo subsídios para o desenvolvimento de estratégias de intervenção voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças associadas ao excesso de peso. Além disso, os resultados poderão auxiliar na formulação de políticas públicas voltadas ao bem-estar da população jovem, mitigando os efeitos negativos da obesidade na vida adulta.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-06-17</dc:date>
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            <dc:title>Trombo atrial em pré-escolar com síndrome nefrótica: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Simone Sodré Latorraca</dc:creator><dc:creator>Nathalie Jeanne Magioli Bravo-Valenzuela</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A síndrome nefrótica envolve proteinúria, hipoalbuminemia, edema e hiperlipidemia, sendo associada a tromboembolismo por perda urinária de anticoagulantes. Trombos intracardíacos são raros, porém graves, e requerem diferenciação de tumores cardíacos via ecocardiograma. O tratamento inclui anticoagulação, trombólise ou cirurgia.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar um caso de trombo atrial em criança pré-escolar com síndrome nefrótica, enfatizando sua relevância para pediatras e especialistas.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Relato de caso baseado na revisão de prontuário de paciente acompanhada em hospital universitário.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Paciente feminina, 3 anos, com síndrome nefrótica descompensada. Tomografia revelou imagem hipodensa na auriculeta/átrio direito, sugerindo trombo. Ecocardiograma evidenciou imagem hiperrefringente de 1,7 x 3,2 cm, móvel, sem obstrução ao fluxo. Paciente assintomática do ponto de vista cardiológico. Foi iniciada anticoagulação com heparina de baixo peso molecular. Ressonância magnética confirmou o diagnóstico. Ecocardiogramas seriados foram realizados para seguimento.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; Crianças com síndrome nefrótica apresentam risco elevado de trombose por perda de proteínas anticoagulantes. Trombo atrial, embora raro, pode levar a complicações graves. O manejo exige monitoramento contínuo da função renal e cardíaca, além de ajuste criterioso da anticoagulação para evitar hemorragias. A abordagem multidisciplinar é fundamental para otimizar o tratamento e reduzir riscos.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-06-17</dc:date>
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            <dc:title>Lactente com histiocitose de células de Langerhans em mastoide</dc:title>
            <dc:creator>Liara Paranaíba Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Juliana Mara Silva</dc:creator><dc:creator>Jussara Silva Lima</dc:creator>
            <dc:description>A histiocitose de células de Langerhans é uma doença rara que resulta de proliferação monoclonal das células de Langerhans, possui etiopatogenia desconhecida. O relato é referente a uma lactente de 7 meses com doença em osso mastoide, considerado um sítio especial. O diagnóstico foi suspeitado após tratamento para mastoidite sem resposta. O interesse em relatar o caso é resultante da miscelânea na apresentação da doença, de forma a atentar para o possível diagnóstico.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
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            <dc:title>Origem anômala da artéria coronária esquerda a partir da artéria pulmonar - Relato de Caso</dc:title>
            <dc:creator>Angélica Luciana Nau</dc:creator><dc:creator>Alan Fernandes Strapasson</dc:creator><dc:creator>Guilherme da Silva Martins</dc:creator><dc:creator>Cristiane Nogueira Binotto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Origem anômala da artéria coronária esquerda (ALCAPA) é defeito cardíaco raro, que provoca isquemia do miocárdio e cardiomiopatia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DO CASO:&lt;/strong&gt; lactente masculino, 7 meses, déficit pôndero-estatural, palidez, sudorese e irritabilidade, além de sopro sistólico em área mitral. Ecocardiograma revelou origem anômala da coronária esquerda a partir da pulmonar, e cateterismo cardíaco corroborou o diagnóstico. Foi submetido a correção cirúrgica, com boa evolução pós-operatória.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; ALCAPA tem difícil diagnóstico. Normalmente, se manifesta até 2 meses de idade, mas os sintomas podem ser mal interpretados e a doença subdiagnosticada. O eletrocardiograma pode mostrar alterações no segmento ST ou onda Q, sugestivos de infarto agudo do miocárdio. Diagnóstico pode ser feito por ecocardiograma bidimensional, com visualização direta da origem anormal da artéria coronária esquerda, associado ao estudo hemodinâmico. Tratamento é cirúrgico, com reimplante da artéria coronária na aorta e, em geral, a evolução é satisfatória.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Nevo melanocítico congênito gigante em lactente: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Iuli Ferro da Silva Krieck</dc:creator><dc:creator>Vanessa Borges Platt</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; descrever uma condição rara de doença dermatológica na população pediátrica com taxa de ocorrência de aproximadamente 1 em cada 20.000 a 1 em cada 500.000 nascimentos.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; lactente de 4 meses de idade, sem comorbidades e com antropometria e desenvolvimento neuropsicomotor adequados para a idade, apresentava múltiplos nevos circulares, acastanhados, de diâmetros e distribuições variáveis na face, couro cabeludo, tronco, nádegas, membros superiores e inferiores, mãos e pés, com o maior nevo medindo mais de 20cm de diâmetro, caraterizado como tipo “calção de banho”.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; o diagnóstico é clínico, e se destaca a importância de utilizar a classificação da “Regra dos 6B” para medir o tamanho das lesões em casos de nevo melanocítico congênito gigante. Há recomendação a respeito da realização de exames de imagem do sistema nervoso central em idade apropriada para descartar envolvimento neurológico. Neste caso específico, o paciente ainda não realizou tais exames, o que reforça a necessidade de seguimento e monitoramento contínuo.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Resenha de artigo - Melhorando a prevenção de suicídios por meio de estratégias baseadas em evidência: uma revisão sistemática</dc:title>
            <dc:creator>Cecilia Novelli Mendes</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-06-17</dc:date>
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            <dc:title>A anamnese e o exame físico</dc:title>
            <dc:creator>Marcia Alves Galvão</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Cuidados paliativos em erros inatos do metabolismo - o que o pediatra deve saber?</dc:title>
            <dc:creator>Gustavo Marquezani Spolador</dc:creator><dc:creator>Silvia Maria de Macedo Barbosa</dc:creator>
            <dc:description>Os erros inatos do metabolismo correspondem a um grupo de doenças individualmente raras, mas coletivamente numerosas, que acometem os mecanismos de quebra e renovação do corpo por meio de enzimas. De acordo com o mecanismo fisiopatológico são classificados em três grupos, os quais apresentam sinais e sintomas heterogêneos que podem ser agudos ou crônicos. O reconhecimento desses achados favorece o diagnóstico precoce e, consequentemente, a abordagem terapêutica adequada; contudo, por se tratarem de condições crônicas de saúde ameaçadoras ou limitantes de vida, os erros inatos do metabolismo preenchem critérios para o emprego de cuidados paliativos à suspeita diagnóstica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Prevalência do excesso de peso e fatores de risco associados à obesidade e síndrome metabólica entre adolescentes em um hospital terciário do Distrito Federal</dc:title>
            <dc:creator>Ana Carolina Sales Jreige</dc:creator><dc:creator>Marilucia Rocha de Almeida Picanço</dc:creator><dc:creator>Wesley Soares Pires</dc:creator><dc:creator>Tiago da Rocha Araújo</dc:creator>
            <dc:description>OBJETIVO: Verificar a prevalência da obesidade e síndrome metabólica e seus respectivos fatores de risco em adolescentes de um serviçode referência noDistritoFederal.
MÉTODO:A amostra constitui-se de 47 adolescentes de 10 a 17 anos de idade.A classificação do estado nutricional foi realizada por meio do índice demassa corporal,por idade estabelecida pela Organização Mundialde Saúde.
RESULTADOS: O espaço amostral foi de 47 adolescentes, sendo 23 (48,94%) eutróficos, 12 (25,53%) com sobrepeso, 8 (17,02%) obesos e 4 (8,51%) magreza. Dentre esses, 21,28% apresentaram obesidade abdominal e 38,30% hipertensão arterial. Dentre os 32 adolescentes que realizaram os exames laboratoriais, destacam-se as seguintes médias obtidas: glicemia de 87,27 mg/dL, colesterol total de154,09 mg/dL,HDL de47,87 mg/dL etriglicerídeos de71,52mg/dL. Asíndromemetabólica não foi diagnosticada em nenhum dos analisados, mas a obesidade e outros fatores de risco foram identificados, como o aumento da cintura abdominal e hipertensão arterial. Todos os adolescentes obesos tinham pelo menos um fator de risco presente.
CONCLUSÃO: Não se encontrou paciente com síndrome metabólica na população estudada dado os critérios estabelecidos. Porém, destaca-se que o tamanho amostral pode ter sido fator importante para os resultados. Portanto, faz-se necessários outros estudos com a ampliação da amostra.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>15 Milhões de Acessos: Uma Trajetória de Excelência e Compromisso</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino</dc:creator><dc:creator>Clemax Sant&apos;Anna</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Adolescente com pneumonias recorrentes</dc:title>
            <dc:creator>Sandra Mara Amaral</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Disfagia lusória por artéria subclávia aberrante em paciente de 6 anos de idade: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Cauê Fedrigo Loyola Batista</dc:creator><dc:creator>Fernanda Carolina Ribeiro Godoy</dc:creator><dc:creator>Rafael Forti Maschietto</dc:creator><dc:creator>Ricardo Antônio Bertachi Uvo</dc:creator><dc:creator>Marina Possenti Frizzarin</dc:creator><dc:creator>Isabella Carrapato Assis</dc:creator><dc:creator>Natália Estorino da Costa</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;A disfagia lusória é uma condição congênita rara causada pela compressão extrínseca do esôfago por uma artéria subclávia direita aberrante (ASDA), variação anatômica presente em até 1,8% da população. A ASDA origina-se abaixo da artéria subclávia esquerda e segue para a direita, cruzando posteriormente o esôfago em até 80% dos casos. Embora a maioria dos pacientes seja assintomática, sintomas podem ocorrer em até 33% dos casos, mais comumente na faixa etária adulta e pouco frequente em crianças. Na idade pediátrica, a identificação precoce é fundamental para prevenir complicações como dificuldades no ganho de peso, doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonias aspirativas. O diagnóstico é confirmado por exames de imagem, como esofagograma, tomografia e ressonância magnética. No caso descrito, paciente de 6 anos de idade foi diagnosticada com disfagia após apresentar dificuldade para deglutir alimentos sólidos e um episódio importante de engasgo. Exames mostraram DRGE e compressão esofágica causada por ASDA. O manejo da disfagia lusória pode ser conservador ou exigir cirurgia, dependendo da gravidade dos sintomas. No caso em questão, o tratamento inicial foi conservador, optando-se pela introdução de medicação para controle da DRGE e uso de pró-cinéticos, resultando em melhoria completa dos sintomas após três meses de acompanhamento.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
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            <dc:title>Olhares que renovam: novas vozes na construção da revista Residência Pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Bruna Brasil Seixas Bruno</dc:creator><dc:creator>Lorrane de Souza Saluzi Albuquerque</dc:creator><dc:creator>Amanda de Sousa Lima Strafacci</dc:creator><dc:creator>Cristina Ortiz Sobrinho Valete</dc:creator><dc:creator>Jandrei Rogério Markus</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Benefícios da amamentação na redução do risco cardiovascular em crianças a médio e longo prazo: uma revisão sistemática</dc:title>
            <dc:creator>Ronaldi Gonçalves dos Santos</dc:creator><dc:creator>Tarcila Antunes de Oliveira Banagouro</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Revisar qual é a influência da amamentação com leite materno na saúde cardiovascular a médio e longo prazo.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Foi realizada a busca sistemática da literatura em inglês, português e espanhol nas seguintes bases de dados: PubMed/MEDLINE, Embase, Cochrane e Scopus. Os principais descritores em ciência da saúde buscados em português e inglês foram: &quot;breastfeeding&quot; e &quot;risk cardiovascular&quot;.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADO:&lt;/strong&gt; Este estudo revisou 5.936 pacientes que foram avaliados quanto a fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e a influência da amamentação com leite materno. Dentre os ensaios observou-se uma leve prevalência do sexo masculino em relação ao feminino. A idade média dos estudos variou entre 13,2 e 71 anos. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A amamentação exclusiva por pelo menos 3-6 meses com leite materno pode estar relacionada à redução do risco cardiovascular por redução de fatores de risco como a reposta endotelial, espessura médio-intimal, chance de desenvolvimento de placas aterosclerótica, colesterol total, pressão arterial e razão LDL/HDL. Também foi observada redução de hemoglobina glicada em pacientes não diabéticos. Além disso, a soma dessas variáveis pode refletir em uma saúde cardiovascular favorável. No entanto, não foi observada diferença estatística em relação ao índice de massa corporal, triglicerídeos e glicemia.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Inovação e Progresso: novidades na revista Residência Pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino</dc:creator><dc:creator>Clemax Sant’Anna</dc:creator><dc:creator>Edson Liberal</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O impacto do vegetarianismo frente ao crescimento e desenvolvimento das crianças durante o período de 0 a 2 anos de idade</dc:title>
            <dc:creator>Nathalye Emanuelle Souza de Sá Lemos</dc:creator><dc:creator>Lucas Mendes Linard Arrais</dc:creator>
            <dc:description>Este trabalho é uma revisão integrativa da literatura que busca investigar seus impactos em crianças desde o nascimento até dois anos de idade completos de uma dieta vegetariana. O vegetarianismo está crescendo a cada dia que passa, e os profissionais de saúde não estão preparados para atender às necessidades e demandas dessa população pediátrica, haja visto a escassez de pesquisas feitas sobre o assunto. Nos últimos 10 anos, o vegetarianismo tem crescido nas sociedades ocidentais, estima-se que o número de veganos cresceu 350% na última década. Porém, os trabalhos científicos e o conhecimento médico quanto à nutrição da população pediátrica com esse hábito alimentar ainda são escassos, e é preciso estudar as peculiaridades dessa dieta para que possamos dar uma melhor assistência aos nossos pacientes. A pesquisa, realizada em novembro de 2023,  foi baseada nos resultados encontrados que evidenciaram que a adoção de um padrão alimentar vegetariano consegue suprir as necessidades calóricas e de macronutrientes mesmo nos períodos de grande importância para o crescimento e desenvolvimento na infância, ainda que a dieta vegetariana, no geral, ofereça nutrientes em menor quantidade e biodisponibilidade e recomenda-&amp;not;se atenção contínua no planejamento da alimentação para evitar tais déficits nutricionais.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Avaliação de conteúdos da consulta pediátrica pré-natal pela técnica Delphi</dc:title>
            <dc:creator>Caroline Helena Vetromille Jarque</dc:creator><dc:creator>Renata Artimos de Oliveira Vianna</dc:creator><dc:creator>Adauto Dutra Moraes Barbosa</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Avaliar os conteúdos necessários ao pediatra para auxílio à consulta pré-natal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo prospectivo, quali-quantitativo, exploratório, descritivo, com emprego da técnica Delphi, em duas rodadas, com aplicação de dois questionários &lt;em&gt;online&lt;/em&gt; a um painel de pediatras/neonatologistas. Na primeira rodada, aplicou-se um questionário para identificar o perfil sociodemográfico dos participantes e listar os conteúdos que consideravam necessários para a consulta. Os conteúdos listados inicialmente foram levados para apuração do painel na segunda rodada, em que os especialistas assinalaram o grau de concordância (escala de Likert de cinco pontos). O consenso para manter ou excluir o item da relação de conteúdos foi pré-estabelecido em 70%. Foi feita também a análise comparativa da avaliação de pediatras neonatologistas e não neonatologistas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foi obtida uma relação com 33 itens listados. Não houve diferença significativa entre as respostas de pediatras neonatologistas e não neonatologistas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os itens finais listados corroboram as recomendações da literatura já existentes sobre a consulta e a apresentação dessa relação de conteúdos instrumentaliza o pediatra para essa atuação.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Resenha de artigo: O uso da ecocardiografia rápida na beira do leito é possível no choque séptico?</dc:title>
            <dc:creator>Raianne Souza Silva</dc:creator><dc:creator>Michele Alves Medeiros</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Repercussões biopsicossociais do desmame precoce</dc:title>
            <dc:creator>Laiana de Jesus Vieira</dc:creator><dc:creator>Mateus Teixeira do Amaral Rocha</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O aleitamento materno apresenta benefícios biológicos, emocionais e econômicos, sendo considerado, portanto, um alimento crucial para o crescimento e desenvolvimento adequado do lactente. Porém, a retirada desse nutriente da criança, por vezes, tem acontecido antes do período preconizado. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Em vista disso, a presente pesquisa tem como objetivo estudar os motivos e as consequências do desmame precoce nas crianças em idade inferior a seis meses de vida. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Foi realizado um trabalho básico, exploratório e com uma abordagem qualitativa, no intuito de agregar e familiarizar os leitores acerca do tema que tem como base um questionário semiestruturado. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Após análise dos dados, observou-se que a queixa de pouco leite, problemas nas mamas e dificuldade de ganho de peso da criança foram os principais fatores associados à ablactação. Ao passo que, bronquite asmática, atopia e problemas intestinais foram as principais complicações. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O presente trabalho ratificou a importância do aleitamento materno exclusivo, com aspectos positivos para a criança e para lactante.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/1730/repercussoes-biopsicossociais-do-desmame-precoce</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2025.v15n2-1274</dc:identifier>
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            <dc:title>Distúrbios do sono em adolescentes: uma avaliação crítica da influência dos dispositivos eletrônicos - revisão de literatura</dc:title>
            <dc:creator>Arthur Almeida dos Santos Lisboa</dc:creator><dc:creator>Magda Lahorgue Nunes</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Apresentar uma revisão narrativa da literatura sobre o impacto do uso excessivo de aparelhos eletrônicos por adolescentes na qualidade do sono.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;FONTES DE DADOS:&lt;/strong&gt; Foram revisados artigos listados nos repositórios do PubMed e National Library of Medicine, utilizando os termos de busca sono, adolescência, celulares, mídias eletrônicas, assim como livros e referências diversas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;SÍNTESE DE DADOS:&lt;/strong&gt; A adolescência é uma fase marcada por mudanças profundas, afetando o bem-estar dos jovens. O sono é crucial, mas tem sido afetado pelo uso intenso de mídias sociais e eletrônicos, resultando em desafios para o aprendizado, equilíbrio emocional e saúde física e mental.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os dispositivos eletrônicos impactam negativamente o sono dos adolescentes de várias formas, seja pela emissão de luz azul, pela influência das mídias sociais ou por fatores externos. Portanto, é crucial adotar estratégias abrangentes para promover hábitos saudáveis de sono e, assim, melhorar a qualidade e a duração do sono nessa faixa etária.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Agenesia renal: Diagnóstico precoce de síndrome rara e assintomática</dc:title>
            <dc:creator>Alice de Mora Vogt</dc:creator><dc:creator>Rafael Rocha</dc:creator><dc:creator>Priscila Coelho Amaral</dc:creator>
            <dc:description>A partir da agenesia renal, surgiu suspeita de síndrome Herlyn-Werner-Wunderlich (SHWW ). Assintomática e com achados inespecíficos, decidiu-se por uma abordagem expectante.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Precepção dos profissionais de saúde em um hospital escola sobre cuidados paliativos em pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Fernanda Queiroz Xavier</dc:creator><dc:creator>Juliana Queiroz Xavier</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt; A filosofia do cuidado paliativo diz respeito a maximizar a qualidade de vida de uma pessoa. Através de suporte físico, social, psicológico, espiritual e familiar, de uma forma significativa e efetiva, é permitido ao paciente a possibilidade de ser ele mesmo em um momento de dificuldade. Trata-se de uma pesquisa quanti-qualitativa, que utilizou de técnicas de entrevista estruturada e semiestruturada, realizada em Goiânia, com uma amostra de 30 profissionais de saúde, que estavam ativamente trabalhando em setores do Departamento de Pediatria do Hospital das Clínicas de Goiás - EBSERH. A média de idade dos participantes foi de 30,97 anos, com predominância do sexo feminino. Aproximadamente 56,7% eram solteiros e os(as) médicos(as) foram os mais prevalentes no estudo. Em relação aos questionários, a maioria afirmou sentir insegurança ao falar sobre cuidados paliativos, além de afirmar que não acredita no preparo da equipe frente a essa temática. Os resultados da entrevista semiestruturada foram dispostos em tópicos, sendo que os mais prevalentes foram capacitação, cuidado e comunicação. Há a necessidade de se ampliar a discussão acerca dos CPP, para melhor aplicação de seus princípios.</dc:description>
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            <dc:title>Apresentação de neuroblastoma neonatal como paralisia facial e de corda vocal: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Raimundo Diego Ferreira Amorim</dc:creator><dc:creator>Alex Monteiro de Sousa</dc:creator><dc:creator>Marcus Vinicius Oliveira de Mello</dc:creator><dc:creator>Ticiana Quixada Fontenele</dc:creator><dc:creator>Carlos Artur da Costa Moraes</dc:creator>
            <dc:description>O neuroblastoma é a neoplasia maligna mais comum no primeiro ano de vida. Pode ocorrer em qualquer gânglio da cadeia simpática paraespinhal, porém sua principal localização ocorre nas glândulas adrenais. Pode evoluir desde uma doença localizada a um tumor metastático e altamente agressivo, ou, em alguns casos, pode regredir espontaneamente. A sua apresentação clínica é variável e depende da localização inicial do tumor, da presença de metástases e de síndromes paraneoplásicas. A ocorrência de paralisia facial ou de corda vocal é um achado raro, sendo justificado pela infiltração tumoral primária, metastática ou como sequela da ressecção tumoral. Relatamos o caso de um recém-nascido com neuroblastoma, cujos achados clínicos iniciais foram de uma paralisia facial e de corda vocal ao nascimento. Além disso, não havia nos exames de estadiamento indícios de infiltração metastática em topografias que justificassem tal sintomatologia. A descrição de paralisia facial e de cordas vocais concomitantes como quadro clínico inicial é ainda mais rara. A relevância do relato deste caso está em permitir o reconhecimento de uma forma rara de apresentação desta doença, aumentando o índice de suspeição mesmo em contextos atípicos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Transposição corrigida de grandes artérias em rotina de alojamento conjunto: Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Bruno Dias Queiroz</dc:creator><dc:creator>Vinicius Dorighetto Ardisson</dc:creator><dc:creator>Sônia Maria Alves Andrade</dc:creator><dc:creator>Priascila de Castro Soares Barreto</dc:creator><dc:creator>Andrea Lube Antunes de S Thiago Pereira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Reportamos um caso de uma recém-nascida portadora de Transposição Corrigida de Grandes Artérias, cardiopatia congênita associada à atresia pulmonar, comunicação interatrial, comunicação interventricular e situs inversus. Submetida à cirurgia de Blalock-Taussig-Thomas modificado com sucesso. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever sobre a Transposição Corrigida de Grandes Artérias, revendo a anatomia, elucidando os exames complementares confirmatórios e a conduta em um atendimento emergencial diante de cardiopatia congênita dependente de canal arterial. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Recém-nascido termo, adequado para idade gestacional, sexo feminino, nascido de parto normal sem necessidade de reanimação neonatal. A mãe realizou pré-natal regular, sem intercorrências. Na visita de rotina em alojamento conjunto, paciente apresentava cianose importante, sem alteração no exame físico que explicasse clínica. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Reforça-se a importância dos ultrassons durante pré-natal em busca do diagnóstico precoce de anomalias congênitas e presença de equipe multidisciplinar preparada para identificar sinais clínicos indicativos de cardiopatia cianótica crítica, permitindo atendimento rápido e assertivo fundamentais para um desfecho favorável para o recém-nascido.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Tromboembolismo venoso pediátrico intra-hospitalar</dc:title>
            <dc:creator>Leonardo Rodrigues Campos</dc:creator>
            <dc:description>O tromboembolismo venoso (TEV) no contexto intra-hospitalar é considerado o segundo fator contribuinte para dano nos pacientes internados, só perdendo para as infecções relacionadas ao cateter. Na população pediátrica, diversos estudos mostram o aumento da incidência de TEV intra-hospitalar atribuído ao aumento da sobrevida dos pacientes críticos e ao uso de cateteres intravenosos. Estes, por sua vez, são considerados os principais fatores de risco para TEV nas crianças, enquanto que, na população adulta, o câncer recebe maior destaque.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O pediatra e as mídias sociais</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo Machado Filho</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O Código de Ética Médica, conectado à bioética, acompanha os avanços sociais e da medicina</dc:title>
            <dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Aplasia pura de células brancas em crianças: relato de dois casos</dc:title>
            <dc:creator>Fernanda Daher Pereira</dc:creator><dc:creator>Luciana Balestrero de Oliveira Perim</dc:creator>
            <dc:description>A aplasia pura de células brancas é uma rara inibição da granulopoiese, com megacariopoiese e eritropoiese normais, apresentando-se como uma neutropenia grave. O mecanismo patológico e as causas ainda são pouco conhecidas. Infecção recorrente é a complicação mais frequente dessa doença, sendo a sepse a principal causa de óbito. Este é o primeiro relato de caso de aplasia pura de células brancas em crianças, apresentando dois casos de pacientes pediátricos com manifestações semelhantes, mas desfechos diferentes, tendo por objetivo contribuir para um diagnóstico precoce e manejo clínico adequado dos pacientes acometidos, com a discussão de possíveis complicações da doença.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O podcast da revista Residência Pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Hemopneumotórax por acidente com arraia de água doce na região amazônica</dc:title>
            <dc:creator>Lucas Santiago Santos do Carmo</dc:creator><dc:creator>Alline Oliveira das Neves Mota</dc:creator><dc:creator>Cecilia Adrião Ferreira Manoel</dc:creator>
            <dc:description>Traumas torácicos na infância são ocorrências graves e potencialmente fatais. Assim, este artigo tem como objetivo relatar um caso de hemopneumotórax causado por ferroada de arraia de água doce na região amazônica e fazer uma breve revisão da literatura. Concluiu-se que ferroadas de arraias são comuns na região amazônica, porém raramente são associadas a traumas torácicos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Perfil de crianças falcêmicas internadas em crise</dc:title>
            <dc:creator>Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes Neta</dc:creator><dc:creator>Claudia Maria de Carvalho Cardozo Cendon</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever o perfil de pacientes com doença falciforme e crise álgica internados no bloco pediátrico de unidade hospitalar entre janeiro de 2014 e outubro de 2016.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo descritivo, retrospectivo, com análise e coleta de dados de prontuários. Critérios de inclusão: CID na admissão de anemia falciforme COM crise (D57.0) e de exclusão: CID de anemia falciforme SEM crise (D57.1).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Houve 99 internações de 42 pacientes, 42,9% do sexo feminino e 57,1% do sexo masculino; idade entre 1 e 17 anos, sendo 45,2% entre 6 e 12 anos; em 47,6% dos casos, o diagnóstico foi no período neonatal; 91% das internações foram por crises álgicas; em 55,5% dos casos, a crise envolveu mais de um sítio de dor simultaneamente e em 44,5%, dor em sítio único: 14% dor abdominal, 15% em membros inferiores, 5% em membros superiores, 4,5% cefaleia, 3% dor torácica, 1% dorsalgia, 1% lombalgia e 1% cervicalgia; 85,7% dos pacientes apresentaram internações prévias, por crises álgicas e infecções; 59,5% fez uso de opioide (morfina); 31% fazia uso de hidroxiureia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Leve predomínio do sexo masculino, maioria dos pacientes em idade escolar e com diagnóstico no período neonatal. Crise álgica foi a principal causa de internação e dor em mais de uma localização simultânea a mais prevalente.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Dermatoses na infância: perfil dos pacientes atendidos no mutirão de Dermatologia Pediátrica 2016</dc:title>
            <dc:creator>Renata Rolim Sakiyama da Silva</dc:creator><dc:creator>Kerstin Taniguchi Abagge</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Traçar um perfil dos pacientes encaminhados aos centros especializados de Dermatologia Pediátrica e atendidos no mutirão realizado em 2016.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo retrospectivo, transversal, observacional e analítico. Os dados foram coletados a partir das fichas dos pacientes atendidos, sendo incluídas as crianças e adolescentes de zero a 16 anos atendidas no mutirão. Os dados avaliados foram: idade, sexo, tempo de evolução da doença, tratamentos prévios, comorbidades, hipóteses diagnósticas, condutas e desfechos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dos 261 pacientes, 59% eram do sexo feminino, 13,8% lactentes, 31,4% pré-escolares, 31,8% escolares e 22,9% adolescentes. 62,5% não apresentava comorbidades e, entre as que apresentavam, observou-se um predomínio de doenças atópicas: rinite em 22,6% dos casos e asma em 15%. A maioria, 63,2%, já havia recebido algum tipo de tratamento. O grupo das doenças eczematosas foi o mais prevalente (37,2%), seguido pelas infecciosas (21%) e hiperplasias e neoplasmas benignos (15,7%). Dermatite atópica ocorreu em 19,9% dos pacientes. Entre as infecções, as virais ocorreram em maior número (11,8%), principalmente nos grupos pré-escolar e escolar. Dentro das desordens glandulares, a acne foi a mais frequente (11,5%), tendo maior prevalência no grupo de adolescentes. Mais da metade dos pacientes recebeu alta, 32,6% foram encaminhados para a Dermatologia Pediátrica e 9,6% orientados a manter o acompanhamento na Unidade de Saúde.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; As doenças eczematosas foram as mais frequentes, seguidas pelas infecciosas e pelo grupo das hiperplasias e neoplasmas benignos. A dermatite atópica foi a doença mais prevalente entre os pacientes atendidos.</dc:description>
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            <dc:title>Perfil epidemiológico de prematuros abaixo de 1500g, portadores de persistência do canal arterial</dc:title>
            <dc:creator>Anelise Maria Fonseca Pinheiro</dc:creator><dc:creator>Anna Christina do Nascimento Granjeiro Barreto</dc:creator><dc:creator>Melina Tertulino de Lima</dc:creator><dc:creator>Fernanda Priscila Soares da Costa Menezes</dc:creator><dc:creator>Márcia Silva Moisés Filgueira de Negreiros</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever o perfil epidemiolgicgico dos recém-nascidos muito baixo peso ao nascer, com diagngicstico de persistência do canal arterial (PCA), na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) em maternidade escola, no ano de 2015.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo transversal. Foi realizada coleta de informações de banco de dados, em qual constavam todos os bebês que estiveram internados na UTI neonatal e que foram avaliados pela cardiologia pediátrica em 2015. A amostra consistiu em todos os bebês que tiveram peso ao nascer menor que 1500 gramas e diagngicstico de PCA, com avaliação de informações do pré-natal, características epidemiolgicgicas, morbidades no período neonatal e tratamento. A análise estatística descritiva foi realizada com o programa PSPP 1.0.1.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra final consistiu em 28 recém-nascidos. Dos bebês com PCA, 67,8% tinham peso ao nascimento menor que 1000g. O PCA foi tratado com ibuprofeno em 25% dos recém-nascidos. A sepse tardia foi observada em 89,3%. A ventilação mecânica esteve presente em 89,3% dos bebês e 64,2% eram dependentes de oxigênio aos 28 dias de vida.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; A maioria dos pacientes estudados utilizaram ventilação mecânica e a maior parte deles eram dependentes de O2 aos 28 dias de vida; a prevalência de PCA é maior em prematuros extremo baixo peso ao nascer; o tratamento medicamentoso foi necessário em poucos pacientes; a sepse foi uma afecção frequente nos pacientes com PCA. São necessários mais estudos com amostras maiores e prospectivos no intuito de melhor avaliar fatores de risco, tratamento e morbidade em curto e longo prazo relacionadas a PCA.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Pesquisa de Streptococcus pyogenes em orofaringe de indígenas em uma aldeia do Oeste do Paraná</dc:title>
            <dc:creator>Lilian Ferreira Shikasho</dc:creator><dc:creator>Luzia Neri Cosmo Machado</dc:creator><dc:creator>Milene de Moraes Sedrez Rover</dc:creator><dc:creator>Marcos Antonio da Silva Cristovam</dc:creator><dc:creator>Nereida Mello da Rosa Gioppo</dc:creator><dc:creator>Lana Rubia Backes Rosseto</dc:creator><dc:creator>Mary Anne Pompeu Smarczenski</dc:creator><dc:creator>Adriana Chassot Bresolin</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Realizar cultura de secreção de orofaringe de indígenas da aldeia Tekohá Jevy, localizada no município de Guaíra, Paraná, visando determinar a presença de Streptococcus pyogenes. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo observacional do tipo transversal, no qual foram coletadas 127 amostras de secreção da orofaringe de indígenas através de swab estéril, semeadas em ágar sangue de carneiro 5% e incubadas de 24 a 48 horas. As colônias com padrão de beta-hemólise foram submetidas à teste de sensibilidade a sulfametoxazoltrimetoprima, bacitracina, catalase e teste rápido da L-Pyrrolidonyl-Beta-Naphytylamide (PYR). As seguintes variáveis também foram avaliadas: sexo, idade e presença de secreção purulenta em orofaringe no momento da coleta. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; O maior número de coletas foi obtido em crianças de quatro a 11 anos de idade (45,7%) e do sexo feminino (58,3%). Nenhum participante apresentou sinais de faringoamigdalite no momento da coleta do material e nenhuma amostra teve cultura compatível com a bactéria pesquisada. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Não houve a presença de S. pyogenes na população estudada, o que pode significar menor taxa de contaminação e disseminação da bactéria em populações isoladas.</dc:description>
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            <dc:title>Perfil de crianças e adolescentes internados por distúrbios neurológicos</dc:title>
            <dc:creator>Laura Reis Vilela</dc:creator><dc:creator>Luiza Valle de Oliveira Brízida</dc:creator><dc:creator>Marina de Freitas Pádua</dc:creator><dc:creator>Bruna Mathias Silva</dc:creator><dc:creator>Lisiane Seguti Ferreira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; O levantamento teve como objetivo compreender melhor o perfil clínico e demográfico dos pacientes pediátricos hospitalizados por causas neurológicas ou portadores de doença neurológica, internados por intercorrências clínicas no Hospital Universitário de Brasília.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Consiste em um estudo observacional descritivo retrospectivo realizado no Hospital Universitário de Brasília (HUB) de levantamento de dados sobre pacientes internados no período de janeiro de 2015 a maio de 2018. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital Universitário de Brasília.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A principal causa de internação no HUB no grupo estudado é crise epiléptica. A faixa etária mais afetada é entre um e cinco anos de idade. O tempo médio de internação é prolongado, aumentando os riscos, inclusive de infecção hospitalar. Metade dos pacientes internados, ao receberem alta, continuam em acompanhamento ambulatorial no HUB.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Os dados obtidos podem servir como base para elaborar medidas de prevenção à saúde e auxiliar na análise crítica quanto à real necessidade de internação desses pacientes, a fim de garantir uma melhor assistência pediátrica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Pneumonias comunitárias não complicadas em crianças imunocompetentes</dc:title>
            <dc:creator>Stephanie Schafer</dc:creator><dc:creator>Valentina Chakr</dc:creator><dc:creator>Gabriela Petitot</dc:creator>
            <dc:description>A pneumonia é uma das principais causas de mortalidade em crianças fora do período neonatal. Sua prevalência tem diminuído nos últimos anos principalmente devido à implementação de vacinas contra &lt;em&gt;S. pneumoniae&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;H. influenzae&lt;/em&gt; tipo b. Os principais patógenos causadores variam conforme a faixa etária, sendo o pneumococo um agente prevalente em crianças a partir dos 2 meses de idade. Não há sintomas específicos e sinais radiológicos patognomônicos de pneumonia. Quadros iniciais podem apresentar radiografia de tórax normal e a presença de alterações não diferencia causas bacterianas de virais. Exames de imagem devem ser realizados em pacientes hospitalizados, sendo dispensáveis para pacientes atendidos ambulatorialmente. Outros exames de imagem têm surgido como opção para auxílio diagnóstico, como ecografia torácica e ressonância magnética pulmonar. Assim como os exames de imagem, os exames laboratoriais devem se restringir ao ambiente hospitalar e seu resultado deve ser interpretado dentro do contexto clínico e de demais exames complementares. O isolamento do agente etiológico é útil no manejo terapêutico, para garantir o uso correto de antibioticoterapia, reduzindo as taxas de resistência bacteriana. Entretanto, a sensibilidade destes exames continua baixa, sendo necessário iniciar tratamento conforme o germe mais prevalente para a faixa etária e conforme o estado vacinal do paciente. Os principais antimicrobianos utilizados em ambiente hospitalar e ambulatorial são penicilina e amoxicilina, respectivamente. Em caso de suspeita de pneumonia atípica, deve-se fazer uso de macrolídeos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/420/pneumonias-comunitarias-nao-complicadas-em-criancas-imunocompetentes</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2019.v9n3-12</dc:identifier>
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            <dc:title>Lista de Revisores de 2019</dc:title>
            
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Linfangiectasia intestinal congênita: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Giuliana Balluz da Cunha Santos Aroso</dc:creator><dc:creator>Maria Neusa Sousa Cavalcante</dc:creator><dc:creator>Ivana de Melo Almeida Ferro</dc:creator>
            <dc:description>A linfangiectasia intestinal congênita é uma doença rara, de etiologia desconhecida, que faz parte do grupo das enteropatias perdedoras de proteínas. Consiste na ectasia dos vasos linfáticos digestivos, podendo provocar ruptura com enteropatia exsudativa. As principais manifestações clínicas são edema, vômitos, dor abdominal, diarreia, anorexia e até mesmo derrames cavitários. O diagnóstico é feito por endoscopia digestiva alta seguida de biópsias intestinais. O pilar do tratamento é compensar a perda entérica de proteínas, através de uma dieta hiperproteica e rica em triglicerídeos de cadeia média. O objetivo desse estudo é relatar o caso clínico de uma criança do sexo feminino, com diagnóstico de linfangiectasia intestinal congênita durante sua internação que respondeu positivamente à terapia nutricional.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A face oculta da mononucleose: Relato de 2 casos atípicos envolvendo a síndrome clínica</dc:title>
            <dc:creator>Mariana Isadora Ribeiro Vieira</dc:creator><dc:creator>Sidnei Delailson Silva</dc:creator>
            <dc:description>O vírus Epstein Barr (EBV) é um agente infeccioso comum na população pediátrica e responsável por infecções pouco sintomáticas e autolimitadas. Contudo, em algumas situações, o vírus se apresenta com manifestações atípicas e desfechos graves. Por isso, relatamos um caso de hepatite e outro de linfo-histiocitose hemofagocítica, ambos relacionados à infecção por EBV, acompanhados na Unidade Pediátrica do Hospital São Lucas do Grupo Santa Casa de Belo Horizonte, seguido de uma revisão bibliográfica sobre os temas, a fim de alertar o pediatra acerca da importância do reconhecimento precoce dessas condições clínicas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Periodontite causada por Actinomyces spp. em criança com Ascaris lumbricoides e Trichocephalus trichiurus: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Nathália Rayane Silva Wanderley</dc:creator><dc:creator>Maria Antonia Ferreira Gomes</dc:creator><dc:creator>Lana Lira Cantidio de Medeiros</dc:creator><dc:creator>Fernanda Paula Dantas Lobo</dc:creator><dc:creator>Luiz Guilherme dos Santos Pinheiro</dc:creator><dc:creator>Tácito do Nascimento Jácome</dc:creator><dc:creator>Maria Goretti Lins Monteiro</dc:creator><dc:creator>Kleber Giovanni Luz</dc:creator>
            <dc:description>Actinomyces spp. é uma bactéria anaeróbia facultativa gram-positiva, normal na flora endógena da cavidade oral. Infecções causadas por Actinomyces spp., especialmente actinomicose cervicofacial, são raras em crianças. Este artigo tem como objetivo apresentar um caso de periodontite causada por Actinomyces spp. em uma criança de 03 anos de idade multi-parasitada e discutir a interação eosinofilica e a resposta imune aos parasitos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Diagnóstico clínico de síndrome de Goltz pré-natal: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Fernanda Sousa Nascimento Chiang</dc:creator><dc:creator>Graziela Paronetto Machado Antonialli</dc:creator><dc:creator>Cristina Touguinha Neves Medina</dc:creator><dc:creator>Lorena de Melo Gama</dc:creator><dc:creator>David Uchoa Cavalcante</dc:creator><dc:creator>Karolyne Michele Moura Raftopoulos</dc:creator>
            <dc:description>Este relato de caso descreve o acompanhamento de uma criança com Síndrome de Goltz, uma rara displasia mesoectodérmica, desde o diagnóstico pré-natal até os cuidados médicos atuais. O diagnóstico da paciente e de sua mãe foram estabelecidos durante a gestação, com base em lesões cutâneas apresentadas pela mãe e ecografias que revelaram deformidades esqueléticas, onfalocele e outras características típicas da síndrome. O acompanhamento médico pós-nascimento incluiu uma série de exames complementares, como radiografias e ressonâncias magnéticas, que forneceram uma avaliação detalhada das anomalias neurológicas associadas à síndrome. Além disso, o relato destaca a importância do acompanhamento genético e da abordagem multidisciplinar para garantir o melhor manejo e qualidade de vida para pacientes com condições raras.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Aleitamento materno no alojamento conjunto de um hospital público amigo da criança do sul do Brasil e fatores que o influenciam</dc:title>
            <dc:creator>Natália de Pinho</dc:creator><dc:creator>Suely Grosseman</dc:creator><dc:creator>Denise Neves Pereira</dc:creator><dc:creator>Afonso Alberto Fernandes Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Analisar a taxa de aleitamento materno exclusivo no alojamento conjunto e os fatores que a influenciaram.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Realizado estudo transversal e descritivo, cujos dados foram coletados por entrevista presencial, entre outubro de 2021 e setembro de 2022, com 551 puérperas no alojamento conjunto de uma maternidade pública catarinense. As variáveis incluíram dados sociodemográficos e sobre aleitamento materno, gestação, parto e características dos recém-nascidos. A análise incluiu estatística descritiva e os testes t-Student e Qui-Quadrado.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Entre os 559 recém-nascidos, 1,5% dos partos foram gemelares, 80,5% dos recém-nascidos estavam sendo amamentados exclusivamente ao seio, 58,0% mamaram na primeira hora de vida e a mediana do APGAR foi oito no primeiro minuto e nove no quinto. A idade média das puérperas foi de 28,8 anos (DP=±6,7), 32,1% planejaram a gravidez, 2,9% usaram bico de silicone, 16,9%, dedo de luva e 12,5% fizeram translactação. Maiores taxas de aleitamento materno exclusivo associaram-se a cor autodeclarada negra/parda, amamentação na primeira hora de vida, aleitamento anterior, maior idade gestacional e maior peso e comprimento ao nascer. Taxas mais baixas associaram-se a gestação planejada, primiparidade, gemelaridade, intercorrências com o recém-nascido no parto, prótese de silicone, uso de bico de silicone, dedo de luva e translactação.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Enquanto cor autodeclarada, amamentação na primeira hora de vida ou anteriormente, maior idade gestacional, peso e comprimento ao nascer aumentaram a probabilidade de amamentar no alojamento conjunto; gemelaridade, intercorrências no parto com o recém-nascido, gestação planejada, ter prótese de silicone, primiparidade e usar algo para ajudar na amamentação a diminuiu.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Doença de Kawasaki: a importância do seu reconhecimento precoce</dc:title>
            <dc:creator>Rafaela Cristina Brito Gonçalves</dc:creator><dc:creator>Sidnei Delailson da Silva</dc:creator>
            <dc:description>A doença de Kawasaki (DK) é uma vasculite autolimitada de etiologia ainda desconhecida que acomete predominantemente crianças abaixo de 5 anos de idade. Estudos evidenciam alguns fatores de risco, mas ainda sem nenhuma confirmação. O diagnóstico baseia-se em critérios clínicos e o prognóstico a longo prazo é determinado pelo envolvimento das artérias coronárias.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever os casos de pacientes internados na ala de Pediatria Geral do Grupo Santa Casa de Belo Horizonte com diagnóstico de doença de Kawasaki. Métodos: Foram selecionados os pacientes internados no período de janeiro de 2015 a dezembro de 2017 que receberam alta com hipótese diagnóstica de doença de Kawasaki. Foi realizado estudo descritivo através da análise dos prontuários desses pacientes. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram analisados 11 casos, a idade média foi de 3,1 anos. Sete pacientes receberam o diagnóstico de doença de Kawasaki na admissão, juntamente com outras hipóteses. O tempo de febre variou de 6 a 30 dias. Oito pacientes preencheram critérios para o diagnóstico de DK, os demais enquadraram no diagnóstico de DK incompleta. Sete crianças receberam imunoglobulina, cinco ficaram afebris após o uso da medicação. Todos esses também iniciaram o uso de ácido acetil salicílico (AAS). Todos os pacientes realizaram ecocardiograma, sendo que quatro deles apresentaram alteração no exame.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O diagnóstico de doença de Kawasaki ainda é dado de forma tardia e muitas vezes confundido com outras doenças mais comuns da infância, causando retardo no tratamento, o que pode favorecer ao aumento do risco das complicações cardíacas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/415/doenca-de-kawasaki-a-importancia-do-seu-reconhecimento-precoce</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2019.v9n3-05</dc:identifier>
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            <dc:title>Relato de caso: infecção cutânea por &lt;em&gt;Rhizopus sp&lt;/em&gt; em paciente pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Aline Mara da Silva Alves</dc:creator><dc:creator>Bruna Luiza Guerrer</dc:creator><dc:creator>Adriana Prazeres da Silva</dc:creator><dc:creator>Haroldo Luiz Lins e Silva</dc:creator><dc:creator>Mara Luci Goncalves Galiz Lacerda</dc:creator><dc:creator>Murilo da Silva Alves</dc:creator>
            <dc:description>Os autores descrevem o caso de uma criança do sexo feminino, 7 meses, portadora de amiotrofia muscular espinhal que evoluiu com lesões cutâneas pelo agente &lt;em&gt;Rhizopus sp&lt;/em&gt; em região de fixação da sonda orogástrica, não responsiva aos antibióticos e curativos. O fungo do gênero &lt;em&gt;Rhizopus sp&lt;/em&gt;, ordem Mucorales, é responsável por infecções oportunistas graves em pacientes com deficiência na capacidade de resposta imune. Este estudo tem por finalidade relatar uma infecção cutânea agressiva (mucormicose/zigomicose) causada por esse fungo, com resolução por completo das lesões após terapêutica adequada e prolongada. Por fim, o artigo pretende abordar a importância de mais estudos já que, por se tratar de infecção incomum, não há na literatura tratamento padronizado.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/406/relato-de-caso-infeccao-cutanea-por-rhizopus-sp-em-paciente-pediatrico</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2019.v9n3-18</dc:identifier>
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            <dc:title>Manejo conservador de aplasia cútis congênita com exposição meníngea: relato de caso com tratamento tópico à base de ácidos graxos essenciais, copaíba e melaleuca</dc:title>
            <dc:creator>Iohana Falcão Rebouças Assayag</dc:creator><dc:creator>Ana Rosana Alencar Guedes Mont’alverne</dc:creator><dc:creator>Fernando Antônio Barbosa Benevides</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/b&gt; Aplasia Cútis Congênita (ACC) é uma condição neonatal rara, caracterizada pela ausência congênita da pele, geralmente envolvendo o couro cabeludo. Quando há lesões extensas e exposição meníngea, o risco de complicações — sobretudo infecções e hemorragias — aumenta significativamente. As abordagens de tratamento variam desde medidas tópicas até procedimentos cirúrgicos.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;RELATO DE CASO:&lt;/b&gt; Descreve-se a experiência de um caso envolvendo um neonato com ACC, apresentando grande área de couro cabeludo sem pele e exposição parcial da dura-máter. A paciente desenvolveu sepse neonatal, conduzida com múltiplos esquemas de antibióticos. Optou-se por um manejo conservador de feridas, empregando gazes embebidas em ácidos graxos essenciais, óleo de copaíba e óleo de melaleuca, cujas propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas são descritas na literatura. Esta estratégia não invasiva teve como objetivo minimizar riscos cirúrgicos e favorecer a estabilização da lesão. Observou-se melhora clínica progressiva, com cobertura gradativa da área exposta por tecido de granulação.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;CONCLUSÕES:&lt;/b&gt; Nesta experiência isolada, o uso tópico de ácidos graxos essenciais, óleo de copaíba e óleo de melaleuca associou-se ao controle local de infecção e à regeneração tecidual, sem necessidade de intervenção cirúrgica imediata. Embora promissora, esta abordagem requer investigação adicional, com possíveis estudos multicêntricos ou séries de casos para validar segurança, eficácia e desfechos de longo prazo. Ressalta-se a importância da individualização da conduta e do monitoramento rigoroso em neonatos com essa condição rara.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
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            <dc:title>Obstáculos no tratamento da dor pediátrica: visão dos profissionais de saúde de um hospital universitário</dc:title>
            <dc:creator>Poliana Cristina Carmona Molinari</dc:creator><dc:creator>Gabriela Camila Ramos Alvarenga</dc:creator><dc:creator>Lais Fernandes Swenson</dc:creator><dc:creator>Esther Angelica Luiz Ferreira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O tratamento da dor na criança é considerado essencial no cuidado à sua saúde, devendo ser realizado através de uma excelente avaliação e planejamento terapêutico. Nesse cenário, ainda existem dificuldades na assistência e lacunas no conhecimento.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Verificar quais são as barreiras para o tratamento da dor na visão dos profissionais de saúde que trabalham em um hospital universitário.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo observacional, descritivo e transversal, do tipo survey, com profissionais de saúde dos diversos setores pediátricos do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Resultados: Foram 56 profissionais da saúde, média de 41 anos, 91,1% do sexo feminino, 80,4% com graduação em medicina e tempo médio de formação de 15 anos. Em torno de 65% utilizam escalas de avaliação de dor na rotina e 50% relataram que não há um protocolo para tratamento de dor infantil em seu setor de trabalho. Aproximadamente 83% acreditam que a dor é subdiagnosticada e/ou subtratada e 26,8% tiveram um bom aprendizado em dor durante a graduação. Em torno de 34% expressaram medo em prescrever opioides; em relação à morfina, 17,9% concordaram que ela é utilizada apenas em situações extremas e para pacientes em cuidados paliativos e 26,8% não se sentem confortáveis em prescrevê-la. Para melhorar o tratamento da dor, 67,5% sugerem a educação e treinamento, e quase 40%, a elaboração de protocolos institucionais.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; As principais barreiras para o tratamento da dor foram: falta de treinamento/aprendizado em dor, ausência de protocolo institucional e falta de conhecimento para prescrição e manejo dos opioides.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Otimização do procedimento de intubação traqueal de urgência em pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Michelle Toscan</dc:creator><dc:creator>Jefferson Pedro Piva</dc:creator><dc:creator>Patricia Miranda Lago</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A intubação traqueal (IT) é um procedimento importante na manutenção da patência das vias aéreas ou no controle crítico da ventilação. Um elevado número de tentativas de intubação está associado a um risco aumentado de eventos adversos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Avaliar os fatores associados ao sucesso e complicações do procedimento de IT realizado no Serviço de Emergência e Medicina Intensiva Pediátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;METODOLOGIA:&lt;/strong&gt; Estudo transversal contemporâneo envolvendo todas as intubações realizadas durante oito meses. Os dados do procedimento foram obtidos por meio de entrevista com o médico que realizou a IT e coleta direta no prontuário. Entre os dados avaliados, os principais fatores incluem o número de tentativas, adesão ao protocolo, experiência e características clínicas e demográficas da amostra.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram avaliados 130 procedimentos. A sequência rápida de intubação foi empregada sempre que indicada. As IT foram classificadas como difíceis em 18,5% dos casos. A média de tentativas por procedimento foi de 1,7±1,3. Foram necessárias três ou mais tentativas em 68,1% dos casos com alterações anatômicas faciais ou de vias aéreas (p&amp;lt;0,001). O acesso às vias aéreas foi alcançado em 100% dos pacientes. O maior sucesso no procedimento esteve associado à experiência do profissional envolvido.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; A IT é um procedimento seguro quando realizado por médicos qualificados e treinados. A adesão ao protocolo de sequência rápida, aliada a um plano de ações e alternativas bem definido diante das dificuldades, garante maior segurança em situações críticas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Retinopatia da prematuridade e a sua relação com oxigenoterapia:uma revisão integrativa</dc:title>
            <dc:creator>Ed Cleso Pereira de Souza Filho</dc:creator><dc:creator>Manoela Cardoso de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Milena Veiga Wiggers</dc:creator><dc:creator>Nathalia Camargo</dc:creator><dc:creator>Tabatha Paegle Beltrão Souza</dc:creator><dc:creator>Carolina Helena Haveroth Lara</dc:creator><dc:creator>Maria Julia Doin-Vieira</dc:creator><dc:creator>Gabrielly Fernanda de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Scheila Siebeneicher</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Retinopatia da prematuridade (ROP) trata-se de uma doença caracterizada por angiogênese anormal da retina ainda imatura. Uma das principais causas é a inadequada e má administração de oxigênio em salas de parto e/ ou unidades de cuidados intensivos neonatais.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Levantar evidências científicas a respeito da ROP e uso de oxigenoterapia, assim como compreender sua fisiopatologia e possíveis fatores de prevenção.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Trata-se de uma revisão integrativa. Foram utilizadas base de dados PubMed, Medline, ScienceDirect, SciELO e Cochrane, sendo pesquisados termos relacionados à ROP nos idiomas inglês, francês ou português.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A retinopatia da prematuridade trata-se de uma doença vasoproliferativa grave que ocorre em recém-nascidos prematuros, que, se não tratada em tempo hábil, pode levar ao descolamento da retina e deficiência visual. Fisiopatologicamente o desenvolvimento vascular retiniano completo, que ocorre entre a 40ª e a 44ª semana de idade pós-menstrual, é interrompido devido à prematuridade. Atualmente, a principal causa de ROP é o mal uso da oxigenoterapia em recém-nascidos; no entanto, há outros fatores como cardiopatias congênitas e anencefalia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os avanços em cuidados neonatais permitiram uma elevação na taxa de sobrevivência em prematuros e a incidência de ROP acompanhou esse aumento. Visto isso, como a principal causa está relacionada ao uso inadequado de oxigenoterapia, englobando hiperóxia e flutuações nos níveis de saturação de oxigênio, manter o controle dessa técnica terapêutica mostra-se um grande artifício contra a ocorrência de ROP. Entretanto, é necessário cautela ao diminuir os níveis de saturação de oxigênio, já que essa redução pode aumentar a mortalidade dos neonatos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Hipoglicemia hiperinsulinêmica da infância refratária ao uso de diazóxido em lactente: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Ana Beatriz Charantola Beloni</dc:creator><dc:creator>Ana Clara Charantola Beloni</dc:creator><dc:creator>Mila Pontes Ramos Cunha</dc:creator><dc:creator>Fabio Roberto Amar</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A hipoglicemia hiperinsulinêmica da infância é uma patologia rara, grave, porém é a etiologia mais comum de hipoglicemia persistente em crianças e neonatos. Pode ser congênita, secundária, associada a doenças metabólicas e síndromes genéticas, como a Beckwith-Wiedmann.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar o caso de hipoglicemia refratária ao uso de diazóxido e descrever a importância do diagnóstico e da terapêutica. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Lactente do sexo feminino em investigação de hiperinsulinismo congênito não responsivo a diazóxido, com imagem sólido-cística em topografia de pâncreas. Foi realizada pancreatectomia caudal, porém paciente continuou com episódios de hipoglicemia e evoluiu com distensão abdominal e intolerância à dieta enteral. Nova tomografia computadorizada de abdome mostrou sinais de ressecção da cauda pancreática com alças intestinais, sem sinais de tumoração, diagnosticando como nesidioblastose. Paciente manteve quadro de hipoglicemia mesmo com uso de octreotide, sendo encaminhada à cirurgia para pancreatectomia subtotal com exérese de tumor retroperitoneal. Após estabilização do quadro em unidade de terapia intensiva, recebeu alta para seguimento em ambulatório de endocrinologia pediátrica e investigação para a síndrome de Beckwith-Wiedmann. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O diagnóstico é clínico e a terapêutica consiste no uso de diazóxido via oral, visando prevenir crises hipoglicêmicas e evitar repercussões sistêmicas. Pelo potencial de gravidade, a demora para o diagnóstico e tratamento corretos pode levar a complicações para toda a vida, como danos neurológicos graves.&lt;br/&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Anemia em prematuros no primeiro ano</dc:title>
            <dc:creator>Gabriela Miranda Mendes</dc:creator><dc:creator>Luana Antunes Silqueira</dc:creator><dc:creator>Luciana Pimenta de Paula</dc:creator><dc:creator>Priscila Cardoso Ramos e Ferreira</dc:creator><dc:creator>Letícia Santos Dias Norberto Ferreira</dc:creator><dc:creator>Amanda Rocha Soares Almeida</dc:creator><dc:creator>Cyntia Ferreira dos Reis</dc:creator><dc:creator>Flávia Sabioni De Battisti Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Brunnella Alcantara Chagas de Freitas</dc:creator><dc:creator>Angelica Souza Toledo Andrade</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Analisar os níveis de hemoglobina de prematuros em seu primeiro ano e fatores associados.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo transversal de dados de prematuros acompanhados em centro de referência (n = 93) entre setembro de 2010 e dezembro de 2015. Desfecho: níveis de hemoglobina no primeiro ano. Realizaram-se análise descritiva, testes de comparações e regressão linear múltipla, visando estimar a influência de fatores socioeconômicos, perinatais e do período de acompanhamento ambulatorial sobre os níveis de hemoglobina.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A baixa escolaridade materna se associou a menores níveis de hemoglobina, contribuindo com 8,7% da sua variação. A anemia ocorreu em 25,8% dos prematuros, com hemoglobina mediana de 10,2g/dL (9,4-10,6). 37,8% das mães tinha baixa escolaridade. Estavam em aleitamento materno na primeira consulta 82,8% dos prematuros, cuja duração mediana foi 5 meses. 64,6% dos prematuros usaram leite de vaca &lt;em&gt;in natura&lt;/em&gt; no primeiro ano.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Os menores níveis de hemoglobina entre os prematuros se associaram em parte à menor escolaridade materna. A prevalência de anemia entre os prematuros foi relevante e também se destacaram o curto tempo de aleitamento materno e o uso de leite de vaca no primeiro ano. Os resultados subsidiarão estratégias voltadas para as mães de menor escolaridade, estimulando o aleitamento materno, a alimentação complementar adequada e a suplementação de ferro e desencorajando a utilização do leite de vaca no primeiro ano.</dc:description>
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            <dc:title>Treze milhões de acessos!</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator><dc:creator>Clemax Sant’Anna</dc:creator>
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            <dc:title>Miastenia Gravis Transitória Neonatal: um relato de caso pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Ana Alice Broering Eller</dc:creator><dc:creator>Natália Merheb Haddad</dc:creator><dc:creator>Catarina Pfitzer</dc:creator><dc:creator>Raiane Suzana Gaiki</dc:creator><dc:creator>Emanuelli Rudolf</dc:creator><dc:creator>Matheus Mariotti Daniel</dc:creator><dc:creator>Sandra Mara Witkowski</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar a evolução de um recém-nascido com quadro de miastenia gravis neonatal transitória nos primeiros dias de vida, de mãe portadora de miastenia gravis.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Recém-nascido, feminino, Apgar 7/9, peso ao nascer de 2.490g, Capurro de 36 semanas e 2 dias, mãe portadora de miastenia gravis. Apresentou, ao nascimento, choro fraco e hipotonia leve. Foi encaminhada para unidade de terapia intensiva neonatal devido a desconforto respiratório, com tiragem intercostal baixa e dificuldade de manter saturação acima de 90%. Houve a resolução do quadro respiratório em 8 horas com uso de pressão contínua de vias aéreas (CPAP). Ao exame físico das 12 horas de vida, foi percebido hipotonicidade, mímica perioral diminuída e ausência de sucção, sendo iniciado Piridostigmina como teste terapêutico. Após dois dias do uso da medicação, apresentou melhora dos sintomas. No quinto dia de vida, apresentava-se com boa sucção ao seio materno e ganho de peso adequado, com posterior alta hospitalar usando Piridostigmina e acompanhamento ambulatorial.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIOS:&lt;/strong&gt; Miastenia gravis (MG) neonatal transitória é uma doença rara, que afeta cerca de 12% a 20% dos recém-nascidos de mães portadoras de miastenia gravis. Essa patologia ocorre por transferência placentária de anticorpos da imunoglobulina G na gestação. A miastenia gravis neonatal transitória é um diagnóstico clínico, apresenta-se nas primeiras 12 a 72 horas de vida e geralmente não exige tratamento. Nesse caso, a menor apresentou o diagnóstico clínico nas primeiras 24 horas de vida, e boa resposta à piridostigmina. Aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa sob CAAE 81212524.8.0000.0120.</dc:description>
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            <dc:title>Apresentação atípica de Leishmaniose Visceral com acometimento pulmonar: relato de casos</dc:title>
            <dc:creator>Raabe de Jesus Souza</dc:creator><dc:creator>François Loiola Ponte Souza</dc:creator><dc:creator>Robério Dias Leite</dc:creator><dc:creator>Raimundo Diego Ferreira Amorim</dc:creator><dc:creator>Yasmin Saboia Moreira</dc:creator><dc:creator>Gabriella Fidelis Sá</dc:creator>
            <dc:description>A leishmaniose visceral (LV) é uma doença grave e muitas vezes fatal, endêmica no Brasil, principalmente no Nordeste. Pode apresentar sintomas variados, incluindo hepatoesplenomegalia e pancitopenia, dificultando o diagnóstico diferencial com condições hematológicas. Este artigo relata dois casos pediátricos que apresentaram envolvimento pulmonar atípico associado à LV, destacando-se o potencial de diagnóstico incorreto e subdiagnóstico. Ambos os pacientes apresentaram alterações radiológicas, apesar da ausência de correlação clínico-radiológica clara. O tratamento levou a desfechos clínicos favoráveis, sugerindo que as complicações pulmonares na LV podem ser reversíveis. Os resultados enfatizam a necessidade de maior conhecimento e suspeição diagnóstica do envolvimento respiratório em casos de LV.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Resenha do artigo - Limitações do Exame POCUS: Atenção ao Sobrediagnóstico e Subtratamento</dc:title>
            <dc:creator>Ligia Febraro</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Situação vacinal de crianças e adolescentes internados nas enfermarias de um hospital universitário pediátrico</dc:title>
            <dc:creator>Luiza Maria Calvano</dc:creator><dc:creator>Ana Lúcia Ferreira</dc:creator><dc:creator>Bruna Camille Maciel de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Carolina Costa Felgueiras</dc:creator><dc:creator>Esther Nepomuceno de Souza Oliveira</dc:creator><dc:creator>Louise do Valle Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Victória Regina Santos Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O Brasil oferece todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde e foi pioneiro na incorporação de diversas vacinas, mas a alta taxa de cobertura vacinal caiu de forma preocupante.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo transversal, descritivo, quantitativo. Entrevistados responsáveis por crianças e adolescentes internados nas enfermarias de um hospital universitário pediátrico para identificar a situação do cartão vacinal em relação ao recomendado pelo Ministério da Saúde. Alunos de Medicina aplicaram os questionários e verificaram os cartões de vacina. Perguntas diretas caracterizaram o perfil do paciente e a situação vacinal. Em caso de atraso de vacina(s), foi feita pergunta aberta para identificar o(s) motivo(s).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Entrevistados 55 responsáveis, maioria mães (81,8%). Entre os pacientes, predominaram: meninos (58,2%), lactentes (45,5%), hospitalização menor que 1 semana (47,3%) e como motivo de internação, afecções respiratórias (40,0%). Apresentavam outros problemas de saúde 58,1% dos pacientes. Na percepção dos responsáveis, 49,1% tinham atraso vacinal. Entretanto, 74,5% estavam com cartão atrasado, predominando a vacina contra a doença do coronavírus (61%). Como motivos alegados, foram mais frequentes as internações prolongadas ou repetidas (29,2%). Todos os pacientes com internação de 1 mês ou mais tinham vacina(s) atrasada(s).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Percentual expressivo de pacientes internados apresentaram atraso vacinal, sendo a percepção dos responsáveis bem abaixo do que foi constatado com a verificação dos cartões. Checagem e atualização vacinal precisam ser realizadas durante internação (hospitalizações de longa duração) ou na alta hospitalar (hospitalizações de curta duração).</dc:description>
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            <dc:title>Prevalência de defeitos no desenvolvimento do esmalte em recém-nascidos prematuros de muito baixo peso</dc:title>
            <dc:creator>Simone Cristina Susin</dc:creator><dc:creator>Michelle Toscan</dc:creator><dc:creator>Vandréa Carla de Souza</dc:creator>
            <dc:description>A prematuridade tem sido identificada como uma das principais causas de defeitos do esmalte desde a década de 1930. Esses defeitos variam de modificações de cor a anomalias dentárias mais graves. Apesar do reconhecimento de longa data dessa correlação, há dados contemporâneos limitados sobre a prevalência de Defeitos do Desenvolvimento do Esmalte (DDE) na dentição decídua de crianças nascidas com muito baixo peso ao nascer (MBP). Este estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de DED na dentição decídua de crianças de 12 a 60 meses que nasceram com MBP. Um estudo transversal foi conduzido com 93 crianças acompanhadas em um ambulatório de referência para recém-nascidos prematuros em um centro universitário. Um exame físico intraoral foi realizado por um único examinador usando o Índice de Defeitos do Desenvolvimento do Esmalte Modificado. A prevalência (IC 95%) de DDE foi de 67% (57 a 76), sendo a hipoplasia do esmalte o defeito mais frequente, afetando predominantemente os incisivos superiores. Os resultados deste estudo destacam a prevalência significativa de DED em crianças nascidas com MBPN, ressaltando a necessidade de cuidados odontológicos direcionados e medidas preventivas nesse grupo de alto risco. A identificação e a intervenção precoces são cruciais para mitigar os desafios de saúde bucal a longo prazo enfrentados por essas crianças.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Distrofia Muscular Congênita Tipo Megaconial: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Maria Luiza de Andrade Correia</dc:creator><dc:creator>Eugenio Grillo</dc:creator><dc:creator>Raphaela Maintinguer</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever um caso de Distrofia Muscular Congênita tipo Megaconial. As distrofias musculares congênitas pertencem a um grupo de doenças crônicas que se manifestam com fraqueza muscular e hipotonia. Essas condições podem surgir desde o nascimento ou nos primeiros meses de vida, impactando o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança. A Distrofia Muscular Congênita tipo Megaconial é uma doença rara, causada por mutação no gene CHKB que, além das manifestações típicas de distrofia muscular, pode apresentar deficiência intelectual, cardiomiopatia dilatada, comportamentos autistas, problemas de linguagem e alterações cutâneas semelhantes à ictiose.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Paciente do sexo masculino, 1 ano e 6 meses de idade, com atraso no desenvolvimento motor, hipotonia generalizada, arreflexia e lesões cutâneas. A análise genética revelou miopatia de herança autossômica recessiva com mutação nonsense em homozigose no gene CHKB, cuja variante está ausente em aproximadamente 140 mil indivíduos da população mundial e nunca foi previamente descrita na literatura médica.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Este relato de caso reforça a necessidade de ampliar o conhecimento sobre as distrofias musculares congênitas como diagnóstico diferencial na pediatria, especialmente em pacientes com atraso no desenvolvimento motor. Além disso, destaca a importância da realização de painel genético para a identificação de possíveis novas variantes.</dc:description>
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            <dc:title>Lesões anulares em pré-adolescente com leucemia</dc:title>
            <dc:creator>Letícia Cioni Barbosa</dc:creator><dc:creator>Adriana da Silva Diaz André</dc:creator><dc:creator>Simone Saintive</dc:creator><dc:creator>Tullia Cuzzi</dc:creator><dc:creator>Danielle Quintella</dc:creator><dc:creator>Gabriel Castro Tavares</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A importância de ressignificar o cuidado pediátrico para além dos protocolos clínicos</dc:title>
            <dc:creator>Cristina Ortiz Sobrinho Valete</dc:creator>
            <dc:description>Embora os indicadores de mortalidade infantil venham melhorando, o cuidado pediátrico precisa evoluir de forma a considerar a criança e adolescente como pacientes, participantes ativos e centrais no seu cuidado. O processo de adoecimento e hospitalização deixa marcas indeléveis na vida das pessoas, em todas as idades. Nesse cenário, há que se olhar de forma mais gentil, respeitando os direitos da criança, devendo esse olhar ser implementado por pediatras, cuidadores, educadores, pesquisadores e gestores da área da saúde.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/1743/a-importancia-de-ressignificar-o-cuidado-pediatrico-para-alem-dos-protocolos-clinicos</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2025.v15n3-1467</dc:identifier>
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            <dc:title>Osteomielite de arco costal no pós-operatório de um lactente com enfisema lobar congênito: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Rachel Versiani de Sena</dc:creator><dc:creator>Márcio Fernandes Nehab</dc:creator>
            <dc:description>A osteomielite é uma das infecções invasivas mais prevalentes na pediatria, porém a de arco costal é extremamente rara, correspondendo a somente 1% dos casos. As principais etiologias são consequência de traumas, infecções adjacentes ou via hematogênica. O Staphylococcus aureus é o agente mais comum, sendo necessário o início de antibioticoterapia empírica para todos os pacientes com suspeita de osteomielite. Os sintomas e alterações laboratoriais são inespecíficos e a radiografia pode não detectar alteração de imediato. A ressonância magnética é considerada o exame de imagem padrão-ouro para o diagnóstico, pois consegue detectar alterações mais precocemente. Descrevemos neste estudo um caso clínico de um lactente com diagnóstico de enfisema lobar congênito que evoluiu com osteomielite de arco costal no pós-operatório tardio de uma lobectomia. Este caso ilustra a importância da suspeita e do diagnóstico precoce desta patologia, além de seu tratamento efetivo para diminuir a morbidade e a mortalidade associadas a esta condição.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Perfil das infecções de origem tardia em uma unidade de terapia intensiva neonatal</dc:title>
            <dc:creator>Patricia Fabiane Monteiro Laranjeira</dc:creator><dc:creator>Ana Clara Monteiro Laranjeira</dc:creator><dc:creator>Renata Perches</dc:creator><dc:creator>Mércia Lisieux da Costa Mascarenhas</dc:creator><dc:creator>Patricia Fabiane Monteiro Laranjeira</dc:creator>
            <dc:description>Trata-se de um estudo retrospectivo onde foram analisados os prontuários de 93 recém- nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Maternidade Escola Santa Mônica, entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2010, com o objetivo de definir o perfil etiológico, priorizar medidas de controle dos casos, avaliar as estratégias implementadas e reduzir as taxas de mortalidade no serviço. As variáveis estudadas foram Idade gestacional, peso ao nascimento, cateteres vasculares, ventilação mecânica; hospitalização prolongada e uso de antibióticos. Os critérios de exclusão foram as infecções neonatais que ocorreram até 48 horas de vida ou 48 horas de hospitalização. O resultado da análise estatística realizada com o teste qui-quadrado foi de 35%, com precisão de 10 e nível de significância de 5%. A incidência média de infecção relacionada à assistência a saúde, de origem tardia, na UTI neonatal ano de 2010 foi de 36% na amostra estudada. Conclusão: o melhor método para o controle das infecções neonatais consiste na identificação do perfil etiológico e na intensificação da vigilância para o desenvolvimento de estratégias específicas para a redução da sua incidência, das taxas de mortalidade e dos custos hospitalares.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Artrite de Poncet, manifestação rara de tuberculose: relato de caso em adolescente</dc:title>
            <dc:creator>Douglas Castanheira Coelho</dc:creator><dc:creator>Igor Soares Trindade</dc:creator><dc:creator>Maria Clara de Leonardo Motta</dc:creator><dc:creator>João Lucas Martins Pillar</dc:creator><dc:creator>Leonardo Rodrigues Campos</dc:creator><dc:creator>Katia Lino</dc:creator><dc:creator>Claudete Araújo Cardoso</dc:creator><dc:creator>Christiane Mello Schmidt</dc:creator>
            <dc:description>A tuberculose (TB) acompanha a humanidade há anos e ainda é um problema de saúde pública. Em algumas situações, representa um desafio diagnóstico. O principal agente etiológico é o Mycobacterium tuberculosis (Mtb), que pode causar infecção latente (ILTB), doença pulmonar, extrapulmonar e manifestações clínicas relacionadas à hipersensibilidade, como a artrite de Poncet (AP). Este relato descreve o caso de um adolescente de 14 anos com artrite em quadril, joelho, tornozelo e articulação metatarsofalangeana (AMTF) do hálux, acompanhada de febre, sudorese noturna, perda ponderal, contato com TB e prova tuberculínica (PT) positiva, cujo diagnóstico final foi AP. A AP foi diagnosticada com base nos critérios de Sharma e Pinto. Ressalta-se a importância de considerar a história clínica e a TB como diagnóstico diferencial em manifestações articulares em regiões endêmicas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Impacto da atividade física na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos: revisão narrativa</dc:title>
            <dc:creator>Gabrielli Garcia Pereira</dc:creator><dc:creator>Mariane Bezerra Santos Silva</dc:creator><dc:creator>Mariana Mazzuca Reimberg</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A asma é uma doença respiratória crônica comum na infância, marcada por inflamação brônquica. A prática de atividade física é importante para controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida. O Pediatric Asthma Quality of Life Questionnaire (PAQLQ) avalia a qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Verificar a influência da reabilitação pulmonar na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Revisão bibliográfica de literatura através das bases de dados: LILACS, PEDro, PubMed e SciELO. Foram utilizados os descritores “Asthma”, “Quality of Life”, “Exercises” e “Children”, com o operador booleano “AND”. Os critérios de inclusão foram ensaios clínicos randomizados em inglês e português dos últimos dez anos que utilizaram o PAQLQ em população de 6 a 18 anos. Foram excluídos artigos de revisão sistemática e artigos não disponíveis na íntegra.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Resultados:&lt;/strong&gt; Foram encontrados nove artigos, sendo seis incluídos. Um estudo realizou treinamento aeróbio, observando aumento nos escores do PAQLQ, com diminuição dos sintomas e melhora da função pulmonar. Outro estudo utilizou o treinamento aeróbio e demonstrou diminuição dos marcadores inflamatórios, com aumento nos escores do PAQLQ. Um ensaio com treinamento indoor melhorou a qualidade de vida, função pulmonar e capacidade física. Em contrapartida, três artigos utilizaram intervenções como exercícios combinados, programa multifatorial e treinamento intervalado de alta intensidade, não apresentaram alterações significativas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A reabilitação pulmonar, através do treinamento físico, demonstrou ser capaz de melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos, com resultados positivos no PAQLQ.</dc:description>
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            <dc:title>Pulmão hiperlucente unilateral - Qual é o diagnóstico?</dc:title>
            <dc:creator>Thamyris Pessoa</dc:creator><dc:creator>Valeska Pieve</dc:creator><dc:creator>Izabel Cristina Drummond</dc:creator><dc:creator>Rafaela Baroni Aurilio</dc:creator><dc:creator>Cláudia Renata Penna</dc:creator><dc:creator>Sandra Mara Amaral</dc:creator><dc:creator>Patrícia Fernandes Barreto Costa</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Análise de casos de enterocolite necrosante do Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus no período de janeiro 2015 a outubro 2017</dc:title>
            <dc:creator>Micheli Nery Santos</dc:creator><dc:creator>Jose Roberto Lutti-Filho</dc:creator><dc:creator>Priscila Guerra</dc:creator><dc:creator>Camila Otta Murbach</dc:creator><dc:creator>Julia Maria Lopes</dc:creator><dc:creator>Tatiana Respondovesk</dc:creator><dc:creator>Melissa Yuri Mizukami</dc:creator>
            <dc:description>A enterocolite necrosante (ECN) é a emergência cirúrgica mais frequente no período neonatal e com grande taxa de mortalidade. Ela é caracterizada por sinais e sintomas gastrointestinais e sistêmicos de intensidade variável e progressiva, de uma patologia multifatorial resultante da interação entre a perda da integridade da mucosa intestinal e da resposta do hospedeiro a esse dano. O presente artigo trata-se de um estudo retrospectivo em que a população do estudo foi constituída pelos recém-nascidos admitidos em unidade de terapia intensiva neonatal com diagnóstico de enterocolite necrosante perfurada que nasceram no Hospital Universitário São Francisco na Providência de Deus, no período de janeiro de 2015 a outubro de 2017. Pesquisou-se as várias formas de apresentação clínica e evolutiva da ECN e foram avaliados os fatores associados à doença, a fim de buscar um maior conhecimento em relação a essa patologia pelos profissionais atuantes nas unidades de terapia intensiva neonatal, bem como o manejo adequado do paciente na tentativa de redução da sua incidência e complicações associadas. Quanto à prevenção da ECN, poucas foram as estratégias comprovadamente eficazes; todas as tentativas de minimizar a frequência e gravidade da doença foram dirigidas à erradicação dos fatores de risco em causa.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Agenesia unilateral de artéria pulmonar associada à hipoplasia pulmonar e sequestro pulmonar: relato de dois casos pediátricos</dc:title>
            <dc:creator>Milka Eugenia Monsalves Nilo</dc:creator><dc:creator>Ângela Elizabeth de Holanda Araújo Freitas</dc:creator><dc:creator>José Holanda Maia Filho</dc:creator><dc:creator>David Freire Maia Vieira</dc:creator><dc:creator>Vivianne Calheiros Chaves Gomes</dc:creator><dc:creator>Ana Julia Velozo Ribeiro</dc:creator>
            <dc:description>A agenesia isolada da artéria pulmonar direita ou esquerda é uma anomalia congênita rara, decorrente da malformação do sexto arco aórtico do lado afetado durante a embriogênese. São relatados dois casos pediátricos de agenesia da artéria pulmonar direita: o primeiro corresponde a um quadro isolado de agenesia de artéria pulmonar com hipoplasia pulmonar; o segundo também apresenta hipoplasia pulmonar e está associado a sequestro pulmonar. Ambos os casos foram avaliados por meio de exames de imagem e acompanhados ambulatorialmente. A apresentação clínica pode variar desde quadros assintomáticos até manifestações graves, como hipertensão pulmonar, hemoptise e insuficiência cardíaca congestiva. A suspeita e o diagnóstico precoce são fundamentais para o manejo adequado. O presente relato visa contribuir para o reconhecimento dessa condição rara e suas possíveis associações anatômicas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Nós estamos ouvindo as famílias? Estamos conseguindo ser parceiros destas famílias com crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista?</dc:title>
            <dc:creator>Marina Moreira de Moura</dc:creator><dc:creator>Márcia Cortez Bellotti de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Eliane Maria Garcez Oliveira da Fonseca</dc:creator><dc:creator>Juliana da Cunha Ferreira</dc:creator><dc:creator>Dália Balassiano Strosberg</dc:creator><dc:creator>Milena Franklin Felipe de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>Apesar da prevalência dos Transtornos do Espectro Autista (TEA) ser alta e o tema ser relevante, a literatura brasileira sobre o assunto é escassa.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Caracterizar aspectos relacionados ao diagnóstico de TEA em crianças e adolescentes atendidos no ambulatório de Pediatria de uma unidade básica de saúde.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo retrospectivo, descritivo de caráter exploratório, com dados coletados em prontuários de crianças/adolescentes atendidos em uma instituição de ensino médico do Rio de Janeiro, parceira do Sistema Único de Saúde no período de 01 de fevereiro de 2023 a 30 de junho de 2024.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra é composta por prontuários de 291 crianças e adolescentes. A idade média foi de 82,5 ± 43,9 meses (21-206). Os cuidadores/família suspeitaram de TEA em 84% (199/237) e a creche/escola em 28,5% (83/128). O motivo mais frequente da primeira consulta foram queixas clínicas/rotina em 32,5% (94/289), seguido de suspeita de TEA/Autismo em 15,6% (45/289). Os sintomas mais frequentemente relatados foram aqueles relacionadas ao comportamento em 10,4% (30/289). A idade do início dos sintomas foi de 29,5 ± 21,9 meses. A idade do diagnóstico foi de 63,2 ± 39,7 meses. Em 33,7% (97/288) não havia um diagnóstico prévio.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A lacuna existente entre a percepção dos primeiros sintomas pelos cuidadores e a idade do diagnóstico sublinham a importância da triagem para TEA. Além disso, como muitos cuidadores suspeitam de TEA e não expressam suas preocupações, é essencial melhorar a educação profissional sobre empatia e construção de confiança entre as famílias e os pediatras.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Linfangiectasia renal bilateral: Um caso associado a derrame pleural, ascite e policitemia</dc:title>
            <dc:creator>Nathalia Gravina Bottino</dc:creator><dc:creator>Marcio Fernandes Nehab</dc:creator>
            <dc:description>A linfangiectasia renal é uma desordem do sistema linfático renal rara e benigna, relatada tanto em adultos como em crianças, podendo ser congênita ou adquirida. O conhecimento desta condição é baseado em relato de casos isolados. A apresentação é variada, podendo ser sintomática ou não. Relatamos o caso de um paciente de 13 anos com linfangiectasia renal bilateral associada a policitemia, derrame pleural e ascite durante sua internação na enfermaria de Pediatria.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Resenha do artigo - Seguindo em frente após uma “boa morte”: cuidados de fim de vida centrados na criança e na família em terapia intensiva pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Michele Alves Medeiros</dc:creator><dc:creator>Ligia Febraro</dc:creator><dc:creator>Raianne Cristina de Souza e Silva</dc:creator><dc:creator>Suzana Beta Bittar</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Lista de Revisores de 2018</dc:title>
            
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            <dc:title>Aleitamento materno após internação em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Sul de Santa Catarina</dc:title>
            <dc:creator>Bárbara Massih de Oliveira</dc:creator><dc:creator>João Victor Fernandes de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Fernando Dal Bó Michels</dc:creator><dc:creator>Karla Dal Bó Michels</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Alguns bebês apresentam intercorrências no período perinatal, necessitando, muitas vezes, de internação em unidade de cuidados intensivos neonatais. Este estudo teve como objetivo conhecer a prevalência de aleitamento materno exclusivo ou misto 30 dias após a alta hospitalar de bebês internados em uma unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) em um Hospital do sul de Santa Catarina. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;METODOLOGIA:&lt;/strong&gt; Estudo de delineamento coorte prospectivo. Realizado por meio de um questionário na alta da UTIN, e 30 dias após por ligação telefônica, incluiu todos os binômios — mãe e recém-nascido — admitidos na UTIN entre outubro de 2023 e março de 2024, excluindo mães menores de 18 anos, não alfabetizadas e aquelas que não atenderam a ligação.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dos 62 questionários analisados, 58,1% apresentaram aleitamento exclusivo logo após a alta da UTIN e 19,4% adotaram o aleitamento misto. O baixo peso ao nascimento e a idade gestacional pré-termo mostraram impacto significativo no período de amamentação. A maioria das mães que ofereciam leite materno após a UTIN trabalhavam fora de casa, com 14,3% migrando para uso de fórmula. O desejo materno de amamentar foi evidenciado em todos os participantes. No entanto, 15,4% do grupo não amamentado não receberam orientações sobre o aleitamento materno por profissionais da saúde.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os resultados confirmam a importância do aleitamento materno após a internação na UTIN e destacam os desafios enfrentados pelos binômios para alcançá-lo. Não há conflito de interesse e não possui incentivo financeiro na sua realização.</dc:description>
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            <dc:title>Lupus neonatal: relato de caso com achados exuberantes</dc:title>
            <dc:creator>Karina Camillozzi Nogueira Freire</dc:creator><dc:creator>Hannah Cade Guimarães</dc:creator><dc:creator>Cristiane Aparecida Mendes</dc:creator><dc:creator>Helena Arantes Fiorilo Pelegrine</dc:creator><dc:creator>Priscila Tavares Andrade Dutra</dc:creator><dc:creator>Paulo Sérgio Emerich Nogueira</dc:creator><dc:creator>Andrea Lube Antunes de S Thiago Pereira</dc:creator><dc:creator>Christine Chambô Pignaton</dc:creator>
            <dc:description>O lúpus eritematoso neonatal (LEN) é uma doença imunológica, caracterizada pela presença de anticorpos maternos IgG específicos anti-Ro, anti-La e anti-U1RNP, capazes de atravessar a barreira placentária e causar lesões nos neonatos. Manifesta-se por alterações cardíacas, cutâneas, hepáticas ou hematológicas. O bloqueio atrioventricular é a manifestação mais frequente, grave e permanente. As manifestações não cardíacas são transitórias e desaparecem até aos 6 ou 8 meses de vida. O diagnóstico é realizado, principalmente, por meio da clínica e presença de anticorpos específicos na circulação materna e fetal. O prognóstico e o tratamento dependerão das manifestações apresentadas e do grau de acometimento sistêmico. A maioria das manifestações requer conduta expectante, visto que são autorresolutivas, sendo o grau de envolvimento cardíaco o fator mais importante de mortalidade do LEN.</dc:description>
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            <dc:title>Identificação dos fatores de risco referentes ao estresse tóxico em crianças de 0 a 6 anos em dois centros de saúde escola da cidade de Botucatu/SP</dc:title>
            <dc:creator>Breno Salles Guazzone</dc:creator><dc:creator>Alice Y. Prearo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Considerando os impactos do estresse tóxico no desenvolvimento infantil, com prejuízos social, econômico, biológico, identificar seus fatores de risco é fundamental. Deve-se avaliar objetivamente o contexto em que se inserem as crianças brasileiras.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Diagnóstico epidemiológico de exposição ao estresse tóxico em crianças de 0 a 6 anos no Centro de Saúde Escola (CSE) em Botucatu/São Paulo, e avaliar condicionantes socioeconômicos correlacionados ao estresse tóxico.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MATERIAIS E MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo Transversal analítico populacional. Excluídas crianças fora da faixa etária de 0 a 6 anos e fora da abrangência do CSE. Aplicado questionário de formulação própria. Levantados dados socioeconômicos, acesso à saúde, e exposições de risco ao estresse tóxico. Realizada análise quantitativa, seguida de estatística de regressão linear com resposta Poisson ajustada por blocos para explicar alterações de comportamento em crianças entre 2 a 6 anos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Amostra final de 70 questionários (N=70). 78,9% estavam eutróficas; 91,2% em seguimento de puericultura e vacinação adequada. 74,4% das famílias apresentaram renda até 3 salários mínimos. Encontrou-se razão de prevalência (RP) de alterações de comportamento em crianças de 2 a 6 anos que já faziam seguimento em ambulatórios de especialidades (RP 4,69 IC95% 0,47-47,14 p=0,189) e em seguimento de saúde mental (RP 2,6 IC95% 0,94-7,15 p=0,64). A união de genitores foi fator protetor (RP 0,48 IC95% 0,17-1,33 p=0,159).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Obtido panorama da população estudada, dados sem compilação prévia, auxiliando adequações na assistência. Evidenciou-se a relevância da união de genitores no estresse tóxico. Com maior amostra pode-se obter novas correlações. Não houve financiamentos ou conflitos de interesse.</dc:description>
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            <dc:title>Resenha</dc:title>
            <dc:creator>Isabel Rey Madeira</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O pediatra e a promoção do desenvolvimento infantil: otimizando a consulta</dc:title>
            <dc:creator>Clarissa Noer</dc:creator><dc:creator>Ricardo Halpern</dc:creator>
            <dc:description>O presente artigo tem como objetivo abordar a avaliação do desenvolvimento infantil no consultório pediátrico. Em torno de 15-20% da população pediátrica apresentará algum desafio em relação ao neurodesenvolvimento. Se a intervenção é instituída antes da entrada no jardim de infância, muitos problemas podem ser prevenidos, e a grande maioria amenizada. É necessário que o pediatra se aproprie dos novos paradigmas na área do desenvolvimento infantil e, por meio de conhecimentos baseados em evidências, desconstrua mitos e proporcione ao seu paciente uma abordagem atual e efetiva. Apresentamos neste artigo uma revisão de como o pediatra pode pensar no desenvolvimento infantil de modo a incluí-lo na sua observação contínua e crítica nas consultas rotineiras de saúde e doença, evitando assim a perda de oportunidades de intervenção. Serão abordadas estratégias de otimização da consulta e apresentados instrumentos de vigilância, triagem e avaliação que podem ser ferramentas úteis para que o pediatra possa objetivamente avaliar e quantificar, mesmo quando aplicados a uma rotina ocupada de consultório pediátrico.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Polipose adenomatosa familiar: Relato de caso em duas irmãs em hospital universitário no Rio de Janeiro</dc:title>
            <dc:creator>Carlos Enrique Crismatt Rodríguez</dc:creator><dc:creator>Mariana Tschoepke Aires</dc:creator><dc:creator>Silvio da Rocha Carvalho</dc:creator><dc:creator>Marcia Angelica Bonilha Valladares</dc:creator><dc:creator>Mariana Troccoli de Souza</dc:creator><dc:creator>Cássia Freire Vaz</dc:creator>
            <dc:description>A Polipose Adenomatosa Familiar (PAF) é uma doença autossômica dominante causada por uma mutação no gene Adenomatous Polyposis Coli (APC). Seus principais sintomas são hematoquezia, alteração do hábito intestinal e dor abdominal. O diagnóstico é baseado na presença de múltiplos adenomas colônicos (geralmente &gt;100 na forma clássica), história familiar sugestiva e confirmação genética. A proctocolectomia é o tratamento de eleição em pacientes com grande acometimento para reduzir o risco de câncer colorretal, mas o tempo para sua realização deve ser individualizado. Relatamos o caso de duas irmãs, de 8 e 11 anos, com queixa de dor epigástrica, sem sangramento. História familiar materna positiva para PAF, com múltiplos casos ao longo de três gerações (bisavó, avó e mãe). Foi efetuado painel de câncer colorretal hereditário e identificada a variante em heterozigose do gene APC. Foi realizada colonoscopia com resultado macroscópico de pólipos sésseis colônicos (0-Is) e efetuada polipectomia. O exame histopatológico revelou adenoma tubular com displasia de baixo grau, com exceção de um pólipo hiperplásico no cólon transverso na irmã 2. A PAF é uma doença familiar que se apresenta com sintomas específicos, sendo que a história familiar é fundamental para o rastreio diagnóstico. A colonoscopia é obrigatória, com múltiplas biópsias após a polipectomia. Para diagnóstico também deve ser efetuado teste genético. A maioria dos pacientes com PAF requer colectomia profilática para prevenir a progressão para câncer colorretal.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>“Crescimento constante” - esse é o lema da revista Residência Pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator>
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            <dc:title>Relação médico-paciente</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo de Souza Machado e Silva Filho</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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