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            <dc:title>O jovem pediatra e a publicação científica</dc:title>
            <dc:creator>Gil Simões Batista</dc:creator>
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            <dc:title>Síndrome PRES em dengue hemorrágico; relato de caso em adolescente</dc:title>
            <dc:creator>Marlos Pacca</dc:creator><dc:creator>Marlos Martins</dc:creator>
            <dc:description>Os autores apresentam o caso de adolescente de 11 anos com dengue hemorrágico que desenvolveu a síndrome PRES (Posterior Reversible Encephalopathy Syndrome). O paciente evoluiu com grave comprometimento neurológico (convulsões, amaurose) e hemodinâmico. A tomografia computadorizada de crânio evidenciou imagens hipodensas em região parieto-occipital posterior. Necessitou cuidados de terapia intensiva. A evolução final foi favorável com regressão total do quadro clínico.</dc:description>
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            <dc:title>A sociedade brasileira tem um novo Código de Ética Médica</dc:title>
            <dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Exacerbação pulmonar de fibrose cística por Brevibacterium sp. em criança: relato de caso e revisão de literatura</dc:title>
            <dc:creator>Davi Shunji Yahiro</dc:creator><dc:creator>Tayná Bastos Mourão Viana</dc:creator><dc:creator>Gustavo Duque Yecker</dc:creator><dc:creator>Matheus Freire de Lima</dc:creator><dc:creator>Renata Novellino da Rosário Azzi</dc:creator><dc:creator>Maria Izabel Muller de Campos Dutra e Silva de Andrade</dc:creator><dc:creator>Lisandra Leite de Mattos Alcântara</dc:creator><dc:creator>Heitor Vasconcelos Bazilio Pereira</dc:creator><dc:creator>Eduarda Raunheitti Giesteira</dc:creator><dc:creator>Sofia Leite Quintão</dc:creator><dc:creator>Marcos Vinícius Aguado de Moraes</dc:creator><dc:creator>Matheus dos Santos Moura</dc:creator><dc:creator>Andre Ricardo da Silva Araújo</dc:creator>
            <dc:description>A fibrose cística (FC) é uma doença autossômica recessiva que afeta principalmente o sistema respiratório, resultando em infecções crônicas e deterioração da função pulmonar, além de comumente afetar o sistema digestivo e o pâncreas. Neste relato de caso, descrevemos uma criança do sexo feminino de 8 anos com FC, colonizada por Pseudomonas aeruginosa, que desenvolveu exacerbação pulmonar não responsiva ao tratamento empírico inicial de amplo espectro direcionado contra os agentes de colonização prévia. Brevibacterium sp. foi detectado em cultura de lavado broncoalveolar coletada em broncoscopia. O esquema antimicrobiano foi mudado para meropenem e amicacina com melhora clínica e radiológica após 23 dias de tratamento, recebendo alta após 30 dias de internação para seguimento ambulatorial. É fundamental que os profissionais de saúde considerem a possibilidade de germes atípicos em casos de exacerbação pulmonar em pacientes com fibrose cística, principalmente em crianças sem resposta clínica inicial ao tratamento instituído empírico de amplo espectro.</dc:description>
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            <dc:title>Complicações respiratórias na criança com mucopolissacaridose</dc:title>
            <dc:creator>Larissa Camargo Boaron</dc:creator><dc:creator>Debora Carla Chong-Silva</dc:creator><dc:creator>Rafael Luiz Pinto</dc:creator><dc:creator>Vitória Luiza Locatelli Winkeler</dc:creator><dc:creator>Monik Bordin</dc:creator><dc:creator>Rafaella do Rosário Tacla</dc:creator><dc:creator>João Gabriel Peixoto Lopes</dc:creator><dc:creator>Bruna Rodrigues Cremonese</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Realizar uma revisão da literatura atual sobre as doenças e complicações respiratórias na criança com mucopolissacaridose.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foram revisados artigos originais e artigos de revisões sobre o tema mucopolissacaridose e sobre as complicações respiratórias comuns nesta doença, especialmente na população pediátrica. Foi realizada busca nas bases de dados Medline e PubMed, utilizando os descritores: criança, doenças respiratórias e mucopolissacaridose. Os artigos selecionados datam desde 1988 até 2017.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A mucopolissacaridose (MPS) consiste em um erro inato do metabolismo, gerando depósitos lisossomais por falha na degradação de glicosaminoglicanos (GAGs) e, consequentemente, disfunção celular. A incidência da mucopolissacaridose (MPS) estimada é de 1:29.000 nascidos vivos, sendo os subtipos I e III os mais frequentes e o VII, o mais raro. No Brasil, a MPS responde a 32% dos erros inatos do metabolismo e a 54% das doenças lisossomais de depósito. Em nosso país há um predomínio dos subtipos I, II e VI. O sistema musculoesquelético é o mais afetado pela doença e o acometimento do trato respiratório, abordado nessa revisão, é uma importante causa de morbimortalidade e inclui obstrução de vias aéreas, infeções de repetição e doença pulmonar restritiva. O manejo depende da causa do acometimento respiratório, podendo incluir tratamento e prevenção de infecções, remoção cirúrgica das tonsilas, uso de CPAP ou BiPAP, suplementação de oxigênio e até traqueostomia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Estima-se que 64 crianças nasçam com a doença no Brasil a cada ano (Datasus). Destaca-se, assim, a importância do conhecimento das particularidades do trato respiratório dessas crianças pelo médico generalista.</dc:description>
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            <dc:title>Síndrome de fosfoinositídeo 3-quinase-d ativada - mutação PIK3CD: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Lorena Bonotto Horvatich</dc:creator><dc:creator>Herberto José Chong-Neto</dc:creator><dc:creator>Carlos Antônio Riedi</dc:creator><dc:creator>Nelson Augusto Rosario-Filho</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome de fosfoinositídeo 3-quinase d (APDS) ativada é uma imunodeficiência primária autossômica dominante causada por mutações de ganho de função (GOF) em PIK3CD, que codifica a subunidade catalítica p110d do fosfoinositídeo 3-quinase d (PI3Kd). A imagem é de uma imunodeficiência primária caracterizada pela ocorrência precoce de infecções do trato respiratório superior, desenvolvimento de linfoproliferação benigna crônica e outras características da desregulação imune, com manifestações gastrintestinais e citopenias autoimunes. G.S.O., masculino, 14 anos, em acompanhamento no HC-UFPR desde seis anos de idade, história de três internações por pneumonia; episódio de meningite por &lt;em&gt;Listeria monocytogenes&lt;/em&gt;; cinco episódios de otite média aguda supurada; infecção por EBV; retocolite ulcerativa crônica (RCU). O diagnóstico de mutação heterozigótica no gene PIK3CD (c.3061G&amp;gt;A) foi confirmado por teste genético em Seattle Childrens Hospital. Imunofenotipagem mostrou linfopenia de células B e TCD4+; TAC de tórax: bronquiectasias nos terços inferiores dos pulmões à direita. Paciente encontra-se assintomático, em uso contínuo de azatioprina há 2 anos para controle da RCU, imunoglobulina endovenosa 400mg/kg/mês e profilaxia para infecção fúngica e &lt;em&gt;Pneumocystis jirovecii&lt;/em&gt;. APDS é uma imunodeficiência combinada e tem fenótipo variável. O número crescente de pacientes identificados desde a descrição inicial de APDS, em 2013, sugere que deva ser considerada em pacientes que apresentem deficiência de anticorpos, bronquiectasias, infecções graves por herpes e linfoma. Pela gravidade das complicações e a alta taxa de mortalidade, considera-se transplante de medula óssea em pacientes jovens, bem como ensaios clínicos de inibidores seletivos de PI3Kd para essa condição.</dc:description>
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            <dc:title>Fatores determinantes de evolução grave e crítica da COVID-19 em crianças: revisão sistemática e metanálise</dc:title>
            <dc:creator>Vinícius da Silva Oliveira</dc:creator><dc:creator>Lara Gonzaga Oliveira</dc:creator><dc:creator>Gabriela Santos Bastos</dc:creator><dc:creator>Lara Araújo Dias</dc:creator><dc:creator>Renata Machado Pinto</dc:creator><dc:creator>Cristiane Simões Bento de Souza</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Realizar revisão sistemática de fatores associados à evolução da infecção pelo SARS-CoV-2 para casos graves e críticos e hospitalização em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na população pediátrica.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Pesquisa de artigos publicados em português, espanhol e inglês nas bases de dados SCOPUS em 2019/2020 e no Portal Regional da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) em 2020 até quatro e seis de julho de 2020, respectivamente. Utilizou-se os termos “COVID-19” and (“&lt;em&gt;child&lt;/em&gt;” or “&lt;em&gt;infant&lt;/em&gt;” or “&lt;em&gt;newborns&lt;/em&gt;” or “&lt;em&gt;preschool&lt;/em&gt;”). Para avaliar a qualidade dos estudos utilizou-se a escala de New Castle-Otawa e na análise estatística, o cálculo da &lt;em&gt;Odds Ratio&lt;/em&gt; para os artigos e do valor médio pelos métodos de Mantel-Haenszel e de DerSimonian e Laird.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dos 1.141 artigos iniciais, 13 foram selecionados para revisão sistemática e três para metanálise. O sexo masculino foi predominante. Prematuridade, doenças congênitas, comorbidades e predisposição genética foram descritas na evolução para quadros graves/críticos e internação em UTI e a idade inferior a um ano considerada fator de risco significante (OR=4,324 e IC=2,160; 8,656).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A evolução da COVID-19 para casos graves/críticos e a necessidade de internação em UTI é pouco frequente em crianças e em geral está associada à prematuridade, comorbidades, idade inferior a um ano e condições presentes ao nascimento.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Dermatite factícia na infância: estudo retrospectivo de uma série de casos</dc:title>
            <dc:creator>Claudia Santos Oliveira</dc:creator><dc:creator>Vânia Oliveira de Carvalho</dc:creator><dc:creator>Renata Robl Imoto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever uma série de casos das características dos pacientes com dermatite factícia (DF) avaliados em um serviço de atendimento médico terciário brasileiro.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo retrospectivo e descritivo com coleta de dados dos prontuários de pacientes com DF, menores de 16 anos, atendidos em um serviço de Dermatologia Pediátrica no período de 2007 a 2017. Para análise estatística utilizou-se teste-t independente e teste Qui-quadrado de Pearson, considerado nível de significância de 5%.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra constituiu-se de 50 pacientes e 35 (70%) eram do sexo feminino. A média de idade de início dos sintomas foi de 9,8 ± 3,0 anos e a mediana de tempo até a procura de atendimento foi de 6,5 meses (3 dias a 8 anos). Vinte e um (42%) pacientes apresentavam algum tipo de dificuldade de aprendizagem. Treze (26%) pacientes com história pessoal de doenças psiquiátricas. Todos os pacientes tinham mais de um tipo de lesão cutânea e em 33 (66%) havia placa eritemato-descamativa. Os membros superiores foram a região mais acometida. Treze (26%) pacientes apresentavam doenças psiquiátricas. Entre os pacientes que apresentaram melhora clínica, 13 (65%) estavam em acompanhamento psicológico e recidiva da doença ocorreu em 14 (28%) pacientes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A DF acomete mais frequentemente o sexo feminino e apresenta-se com lesões variadas e em áreas de fácil alcance. O diagnóstico deve ser suspeitado frente a uma história evolutiva vaga associada a lesões polimórficas e simétricas. Acompanhamento psicológico e psiquiátrico são fundamentais, além do dermatológico, pois há risco de evolução com comorbidades psiquiátricas.</dc:description>
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            <dc:title>Perfil dos recém-nascidos que necessitaram de oxigênio em maternidade terciária de alto risco em Fortaleza</dc:title>
            <dc:creator>Marina Sad Navarro</dc:creator><dc:creator>Thânia Maria Rodrigues Figueiredo</dc:creator><dc:creator>Ana Nery Melo Cavalcante</dc:creator><dc:creator>Geraldo Bezerra da Silva Junior</dc:creator><dc:creator>Maria Alix Leite Araujo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/b&gt; O oxigênio (O2) é uma das terapias mais utilizadas em Unidades de Cuidados Neonatais. Quando necessário, é essencial para manter a integridade biofisiológica do recém-nascido (RN), mas seu uso deve ser criterioso devido ao seu alto potencial de complicações, como lesões cerebrais, pulmonares, oculares, intestinais e até óbito. &lt;b&gt;OBJETIVO:&lt;/b&gt; Analisar a prevalência e o perfil dos RN que necessitaram de oxigenoterapia/suporte ventilatório. &lt;b&gt;MATERIAIS E MÉTODOS:&lt;/b&gt; Estudo transversal e retrospectivo, no período de julho de 2022 a junho de 2024, no qual foram analisados RN que necessitaram de internação e que fizeram uso de O2, em maternidade terciária de alto risco. &lt;b&gt;RESULTADOS:&lt;/b&gt; 1004 RN foram analisados, com média de idade gestacional (IG) de 32,22 semanas (±3,02) e a mediana de peso ao nascimento de 1.840 g (400g-4320g). 674 (67,1%) evoluíram com síndrome do desconforto respiratório (SDR) e 316 (31,5%) com taquipneia transitória do RN (TTRN). Foi realizado corticoide antenatal em 602 (59,96%) gestantes e surfactante exógeno em 194 (19,3%) RN. Fizeram uso de CPAP nasal 537 (53,5%) e 331 (33%) de VMI. A média do tempo total de uso de O2 foi de 6,34 dias (1-82) e a mediana do tempo de ventilação mecânica foi de 5 dias (1-76). Do total da amostra, 26 (2,6%) evoluíram para enterocolite necrotizante e 85 (8,46%) com ROP.&lt;br&gt;
  &lt;b&gt;CONCLUSÃO:&lt;/b&gt; Observou-se alta prevalência de uso do oxigenioterapia, principalmente nos RN prematuros, mas a monitorização da saturação-alvo durante a hospitalização não foi realizada, aumentando os riscos de complicações do uso do O2.&lt;/p&gt;</dc:description>
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            <dc:date>2026-05-04</dc:date>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/1827/perfil-dos-recem-nascidos-que-necessitaram-de-oxigenio-em-maternidade-terciaria-de-alto-risco-em-fortaleza</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2026-1396</dc:identifier>
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            <dc:title>Manejo conservador de aplasia cútis congênita com exposição meníngea: relato de caso com tratamento tópico à base de ácidos graxos essenciais, copaíba e melaleuca</dc:title>
            <dc:creator>Iohana Falcão Rebouças Assayag</dc:creator><dc:creator>Ana Rosana Alencar Guedes Mont’alverne</dc:creator><dc:creator>Fernando Antônio Barbosa Benevides</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/b&gt; Aplasia Cútis Congênita (ACC) é uma condição neonatal rara, caracterizada pela ausência congênita da pele, geralmente envolvendo o couro cabeludo. Quando há lesões extensas e exposição meníngea, o risco de complicações — sobretudo infecções e hemorragias — aumenta significativamente. As abordagens de tratamento variam desde medidas tópicas até procedimentos cirúrgicos.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;RELATO DE CASO:&lt;/b&gt; Descreve-se a experiência de um caso envolvendo um neonato com ACC, apresentando grande área de couro cabeludo sem pele e exposição parcial da dura-máter. A paciente desenvolveu sepse neonatal, conduzida com múltiplos esquemas de antibióticos. Optou-se por um manejo conservador de feridas, empregando gazes embebidas em ácidos graxos essenciais, óleo de copaíba e óleo de melaleuca, cujas propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas são descritas na literatura. Esta estratégia não invasiva teve como objetivo minimizar riscos cirúrgicos e favorecer a estabilização da lesão. Observou-se melhora clínica progressiva, com cobertura gradativa da área exposta por tecido de granulação.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;CONCLUSÕES:&lt;/b&gt; Nesta experiência isolada, o uso tópico de ácidos graxos essenciais, óleo de copaíba e óleo de melaleuca associou-se ao controle local de infecção e à regeneração tecidual, sem necessidade de intervenção cirúrgica imediata. Embora promissora, esta abordagem requer investigação adicional, com possíveis estudos multicêntricos ou séries de casos para validar segurança, eficácia e desfechos de longo prazo. Ressalta-se a importância da individualização da conduta e do monitoramento rigoroso em neonatos com essa condição rara.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
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            <dc:title>Aspectos relacionados ao uso da mídia eletrônica por crianças atendidas em um ambulatório escola no município do Rio de Janeiro</dc:title>
            <dc:creator>Camila Miguez de Oliveira Ahmed</dc:creator><dc:creator>Eduarda Massad Ruiz Arena</dc:creator><dc:creator>João Gabriel Morgado de Souza</dc:creator><dc:creator>Márcia Cortez Bellotti de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Este estudo tem o objetivo de analisar aspectos do uso de diferentes tipos de tela entre crianças de baixa renda que frequentam um ambulatório escola no Rio de Janeiro.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo transversal descritivo com informações coletadas através de uma entrevista aplicada aos responsáveis da criança. Foram incluídas todas as crianças de 6 meses até 10 anos que frequentam o ambulatório escola, sendo excluídas aquelas que apresentavam transtorno do espectro autista, desordens neurológicas, cegueira e surdez. A análise estatística foi realizada através do uso defrequências,e mediana e intervalo interquartil para as variáveis contínuas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram analisadas 263 entrevistas, sendo 225 (85.6%) respondidas pela mãe. A idade mediana foi de 2 anos, tendo o entrevistado geralmente o ensino fundamental. As famílias pertenciam em 71,1% às classes C2 e DE. Das 39 crianças que possuem seu próprio celular, a família não vigia o conteúdo assistido ou o faz esporadicamente em 16 casos (41%). Em 95,8% dos casos, a televisão é assistida pela família reunida, sendo 52% do conteúdo não adequado. A mediana do número de horas de tela aumenta de 4 no primeiro ano para 8 horas a partir do quinto ano de vida.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A baixa percepção familiar do risco do uso da tela pode ser identificada através da pouca vigilância em relação ao conteúdo, da falta de regras para o seu uso, do número de horas de exposição à tela por faixa etária, e pela exposição a conteúdo adulto ou violento quando assistem televisão em família.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Desafios para o programa de Residência Médica em Pediatria em três anos</dc:title>
            <dc:creator>Silvio da Rocha Carvalho</dc:creator><dc:creator>Susana Maciel Wuillaume</dc:creator><dc:creator>Luciana Rodrigues Silva</dc:creator>
            <dc:description>Em junho de 2018 foi realizado em Brasília, organizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Comissão Nacional de Residência Médica (COREME), um fórum sobre o programa de Residência Médica em Pediatria com duração de três anos, obrigatoriedade exigida pela resolução nº 1 de 2016 da COREME. Buscando ser o mais fidedigno possível, foram colhidos dados entre preceptores de todo o país, sobre as dificuldades esperadas para a implantação deste novo programa, através de formulário eletrônico enviado por e-mail. Observou-se que o quantitativo de respostas por região, foi equivalente à distribuição de médicos pediatras do senso realizado pelo CFM. A maioria dos preceptores (70,1%) previa dificuldade na implantação, tendo 79,6% expectativa de melhoria em relação à formação do pediatra. As áreas apontadas como de maior dificuldade foram: ambulatório de saúde mental (60,9%), genética médica (54,3%), medicina do adolescente (42,1%) e trauma (41,1%). Conclui-se que a necessidade da implantação do novo programa forçará a apresentação de soluções para as áreas de carência assim como apresenta uma SBP mais ativa junto aos preceptores.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>NBCAL: a visão dos pediatras brasileiros</dc:title>
            <dc:creator>Racire Sampaio Silva</dc:creator><dc:creator>Lelia Cardamone Gouveia</dc:creator><dc:creator>Dolores Fernandez Fernandez</dc:creator><dc:creator>Eneida Fardim Perim</dc:creator><dc:creator>Izailza Matos Dantas Lopes</dc:creator><dc:creator>Leandro Meirelles Nunes</dc:creator><dc:creator>Lúcia Mendes de Oliveira Rolim</dc:creator><dc:creator>Simone Silva Ramos</dc:creator><dc:creator>Vanessa Macedo Silveira Fuck</dc:creator><dc:creator>Rossiclei de Souza Pinheiro</dc:creator><dc:creator>Katia Galeão Brandt</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;A Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos de Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) é um arcabouço legal que reúne várias determinações para controle do marketing de alimentos para lactentes de primeira infância e objetos relacionados. É de suma importância que seja conhecida por profissionais que têm por função orientar escolhas saudáveis para pais e responsáveis acerca de alimentação de crianças nessa faixa etária. Este estudo teve como objetivo identificar lacunas no conhecimento de pediatras e outros profissionais de saúde brasileiros que participaram do 41º Congresso Brasileiro de Pediatria sobre a NBCAL. Abordou-se uma amostra de 36 pediatras e outros profissionais de saúde inscritos no 4º Simpósio de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria que responderam a um questionário que abordava características pessoais como idade, tempo de formação, local de trabalho e correlacionava com suas respostas a um teste aplicado antes do treinamento. O questionário foi feito utilizando a plataforma Survey Monkey, garantindo a confidencialidade e segurança dos dados. Estes obtidos foram planilhados e os resultados descritos em gráficos e planilhas. Os resultados obtidos demonstraram que ainda existe um grande desconhecimento sobre a legislação nacional. Conclui-se então que treinamentos devem ser realizados de forma mais sistemática entre a comunidade acadêmica, também durante a formação de graduação ou pós-graduação.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-05-22</dc:date>
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            <dc:title>O Impacto do Treinamento Simulado Continuado em Emergência na confiança do médico residente de pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Fernanda Louise Schmidlin Nascimento</dc:creator><dc:creator>Washington Luiz Bittencourt</dc:creator><dc:creator>André Luis Santos do Carmo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt; &lt;b&gt;OBJETIVO:&lt;/b&gt; Avaliar o impacto do Treinamento Simulado Continuado em Emergência na confiança dos médicos Residentes em Pediatria do Complexo do Hospital de clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR).&lt;br&gt;
  &lt;b&gt;MATERIAL E MÉTODO:&lt;/b&gt; A pesquisa realizada foi de caráter analítico transversal observacional, com coleta de dados prospectiva por meio de questionário estruturado com a escala Likert, desenvolvido especificamente para o presente estudo, no período de setembro a outubro de 2024. O recrutamento de participantes ocorreu por meio de plataforma &lt;i&gt;online&lt;/i&gt; e incluiu cinquenta e quatro Médicos Residentes e Pediatras que participaram do Treinamento Continuado Simulado em Emergência entre 2021 e 2024. A estatística foi realizada com auxílio do &lt;i&gt;software Graph Pad Prism&lt;/i&gt; 9.2.&lt;br&gt;
  
  &lt;b&gt;RESULTADOS:&lt;/b&gt; Os resultados indicaram que, segundo a maioria da população do estudo, a grade curricular obrigatória não favorece de maneira adequada o desenvolvimento de habilidades e autoconfiança e que a realização do Treinamento Simulado Continuado em Emergência aumenta os níveis de confiança perante o reconhecimento e o manejo de situações emergenciais.&lt;br&gt;
  &lt;b&gt;CONCLUSÃO:&lt;/b&gt; A simulação realística se mostrou uma ferramenta valiosa no treinamento de emergência para residentes em pediatria, pois proporciona um ambiente controlado que favorece o aprimoramento de habilidades técnicas e cognitivas, elevando a confiança e a competência dos residentes para lidar com situações críticas.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-05-22</dc:date>
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            <dc:title>Desnutrição grave na infância: diferentes etiologias, um mesmo desafio clínico</dc:title>
            <dc:creator>Iohana Falcão Rebouças Assayag</dc:creator><dc:creator>João Emanuel Farias Siqueira</dc:creator><dc:creator>Ana Teresa Parahyba Asfor</dc:creator><dc:creator>François Loiola Ponte Souza</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;OBJETIVO:&lt;/b&gt; Descrever três casos de pacientes acometidos por desnutrição proteico-calórica grave com etiologias distintas.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;RELATO DE CASO:&lt;/b&gt; Os casos apresentam desnutrição grave, porém com etiologias e tratamentos distintos. A primeira paciente, 1 ano e 8 meses, foi admitida com desnutrição grave, vômitos, desidratação e anemia severa, necessitando UTI, antibioticoterapia, suplementação vitamínica e fórmula de aminoácidos; apesar de colite pseudomembranosa tratada com metronidazol e vancomicina, evoluiu com recuperação nutricional e motora. O segundo paciente, 10 meses, inicialmente internado por gastroenterite com diarreia sanguinolenta, evoluiu com acidemia e hipogamaglobulinemia, sendo diagnosticado com SCID (TREC indetectável); recebeu fórmula de aminoácidos, antibióticos, imunoglobulina intravenosa e suporte nutricional intensivo, com expressiva melhora clínica. O terceiro, 5 anos, hígido prévio, apresentou hematêmese, febre e pancitopenia, necessitando UTI para manejo da síndrome hemofagocítica por CMV; tratado com imunoglobulina, corticoterapia, ganciclovir e suporte nutricional, apresentou melhora progressiva, tolerância alimentar e ganho ponderal.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;DISCUSSÃO:&lt;/b&gt; A desnutrição grave na infância é um problema de saúde pública com impacto significativo no desenvolvimento físico e cognitivo. Diferentes etiologias podem levar a esse quadro clínico, exigindo uma abordagem diagnóstica criteriosa para um manejo adequado. A evolução clínica dos pacientes reforça a necessidade de uma avaliação multidisciplinar e individualizada, abordando não apenas a reposição nutricional, mas também o tratamento da causa subjacente. A diferenciação etiológica da desnutrição é essencial para a adoção de estratégias terapêuticas eficazes para melhores desfechos clínicos.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
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            <dc:title>Síndrome de Miller-Dieker</dc:title>
            <dc:creator>Ana Clara Morett Amorim</dc:creator><dc:creator>Carla Quero Cunha Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Livia Lobo da Silva Costa</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome de Miller-Dieker (SMD) é uma desordem genética rara caracterizada por lisencefalia, anomalias craniofaciais congênitas, malformações cardíacas, retardo do crescimento e deficiência intelectual com convulsões. O objetivo do presente estudo é auxiliar no diagnóstico precoce da síndrome, correlacionando os dados clínicos do paciente com os descritos na literatura. Os autores relatam uma criança com lisencefalia, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor e fenótipo compatível com a SMD. Lactente, 2 meses de idade, hipoativo, hipotonia axial importante e crises convulsivas de repetição desde o 3º dia de vida. Ao exame morfológico, presença de epicanto, base nasal plana, narinas pequenas e antevertidas, fissuras palpebrais com inclinação inferior, estreitamento bitemporal e fronte proeminente. Laudos de tomografia computadorizada e ressonância magnética de crânio evidenciando lisencefalia e agiria. O diagnóstico do paciente estudado, foi considerado pela presença de dismorfias faciais típicas da síndrome e grave atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. O fenótipo e as desordens cerebrais encontradas, tanto em exames de imagem quanto na apresentação clínica, devem ser consideradas visto que, muitas vezes, não é possível nem acessível a realização de testes genéticos mais aprimorados.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/438/sindrome-de-miller-dieker</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n1-73</dc:identifier>
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            <dc:title>Síndrome de Lemierre em paciente com artrite idiopática juvenil forma sistêmica em uso de tocilizumabe</dc:title>
            <dc:creator>Larissa Elias Pinho</dc:creator><dc:creator>Carlos Nobre Rabelo Júnior</dc:creator><dc:creator>Marco Felipe Castro da Silva</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar um caso de síndrome de Lemierre e fazer uma breve revisão da literatura considerando sua raridade e a atual apresentação em paciente com artrite idiopática juvenil forma sistêmica em uso de medicação imunobiológica.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Um menino de 14 anos de idade, previamente diagnosticado com artrite idiopática juvenil sistêmica em uso de tocilizumabe como monoterapia, apresentou infecção orofaríngea com má resposta aos antibióticos de primeira linha. A tomografia computadorizada e a angiotomografia da região cervical evidenciaram melhora do abscesso e trombose completa da veia jugular interna com extensão para seio sigmoide e transverso. Antibiótico de amplo espectro foi iniciado juntamente com anticoagulação total devido à extensão e potencial gravidade da condição. Ele apresentou resolução da trombose intracraniana, mas manteve a trombose da veia jugular, com desenvolvimento de veias colaterais e sem complicações posteriores.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; A síndrome de Lemierre é uma doença rara, caracterizada por trombose da veia jugular interna associada à história recente de infecção de orofaringe e sua hipótese diagnóstica não deve ser negligenciada em pacientes em terapia imunossupressora, permitindo a introdução precoce de antibióticos e anticoagulação adequados.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Fatores de risco para asfixia perinatal em recém-nascidos atendidos em uma maternidade pública terciária</dc:title>
            <dc:creator>Vitória de Lima Fernandes</dc:creator><dc:creator>Marta David Rocha Moura</dc:creator><dc:creator>Alessandra de Cássia Gonçalves Moreira</dc:creator><dc:creator>Tatiane Melo de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Avaliar o perfil dos recém-nascidos (RNs) atendidos em uma maternidade pública terciária de referência do Distrito Federal (DF) e os fatores de risco para a asfixia perinatal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo descritivo quantitativo, retrospectivo, de corte transversal e com dados secundários. A população do estudo foram os RN nascidos no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), no período de janeiro de 2017 a junho de 2018. Os dados foram obtidos por meio do SINASC da Secretaria de Saúde do DF. Definiu-se asfixia como Apgar &amp;lt; 6 no 5° minuto e foram estudadas variáveis relacionadas aos RNs e às mães. A análise estatística foi feita por meio do EpiInfo 2010 e o estudo obteve aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; No período considerado, nasceram 5.358 RNs. A prevalência de asfixia perinatal foi de 2%. As variáveis idade materna &amp;lt; 20 (OR=2), número de consultas de pré-natal &amp;lt; 7 (OR=7,5), parto vaginal (OR=1,7), idade gestacional &amp;lt; 37 semanas (OR=21,4) e peso ao nascer &amp;lt; 2500g (OR=23,8) tiveram associação significativa com a ocorrência de asfixia perinatal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; A prevalência da asfixia perinatal no HMIB é alta comparada à literatura. Sugerem-se ações para capacitação dos profissionais de saúde para o atendimento às gestantes e aos RNs, afim de identificar situações de risco e intervir precocemente, contribuindo para a reversão desse quadro.</dc:description>
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            <dc:title>Distúrbios respiratórios em unidade de terapia intensiva neonatal de referência na Paraíba</dc:title>
            <dc:creator>Lorena Paulino Jácome Pereira</dc:creator><dc:creator>Denise Maria Ramos de Amorim Albuquerque</dc:creator><dc:creator>Constantino Giovanni Braga Cartaxo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Avaliar a prevalência de prematuros que apresentaram distúrbio respiratório em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) de um hospital de referência na Cidade de Campina Grande, no período de dezembro de 2015 a maio de 2016.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foi realizado um estudo descritivo, quantitativo, retrospectivo e coorte transversal de recém-nascidos que foram admitidos na UTIN de um hospital público em Campina Grande/PB, entre dezembro de 2015 e maio de 2016. Os dados foram coletados por meio de questionário, com base nos prontuários, e analisados pelo programa estatístico SPSS versão 21.0.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; No período do estudo nasceram 3.752 crianças na maternidade, destes 5,7% (214) foram admitidos na UTI, e dos que necessitaram de cuidados intensivos aproximadamente 80% eram prematuros. O sexo masculino correspondeu a 55% dos RNPT; quase 90% apresentaram distúrbio respiratório sendo as patologias mais frequentes SDR 41,3%, TTRN 19,3%, apneia 19,3% e pneumonia 12,6%. Necessitaram de suporte ventilatório 89,7% e destes, 56% Hood, 58% CPAP e 51,5% foram intubados. A maioria apresentou evolução favorável, porém a taxa de mortalidade foi alta, correspondendo a 28,5%.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; A presença de distúrbios respiratórios em prematuros é alta e embora grande parte apresente desfecho favorável encontramos uma alta taxa de mortalidade.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Para além do diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista: comorbidades e utilização dos serviços de saúde e escolares</dc:title>
            <dc:creator>Dalia Balassiano Strosberg</dc:creator><dc:creator>Marina Moreira Moura</dc:creator><dc:creator>Juliana da Cunha Ferreira</dc:creator><dc:creator>Márcia Cortez Bellotti de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Eliane Maria Garcez Oliveira da Fonseca</dc:creator><dc:creator>Milena Franklin Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/b&gt; O transtorno do espectro autista (TEA) apresenta alta prevalência, mas existem lacunas na literatura nacional sobre as comorbidades, o uso de serviços de saúde e escolares.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;OBJETIVO:&lt;/b&gt; Descrever as comorbidades e o perfil de utilização dos serviços de saúde e de educação de crianças e adolescentes com TEA, atendidos em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de ensino em pediatria na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;MÉTODOS:&lt;/b&gt; Estudo retrospectivo, descritivo, exploratório, com dados coletados em prontuários de crianças/adolescentes atendidos em uma UBS, de ensino médico do Rio de Janeiro, parceira do Sistema Único de Saúde (SUS), de fevereiro de 2023 a junho de 2024.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;RESULTADOS:&lt;/b&gt; A amostra é composta por prontuários de 291 crianças e adolescentes. A idade média é de 82,5 ± 43,9 meses, 72,2% (210/291) do sexo masculino, 67,1% (204/291) eram pardos/negros; sendo que chegam ao ambulatório pela primeira vez para diagnóstico aos 60,8 ± 35,2 meses; 96,6% das mães cursaram até o fundamental incompleto. As comorbidades eram presentes em 72,9% (212/291), 79,2% (168/291) apresentavam pelo menos 2 comorbidades com maior prevalência das alérgicas; os transtornos mentais perfazem 16,4% (63/385). Em 72,5% apresentavam 1 internação, sendo as mais prevalentes aquelas por doenças respiratórias. Em 13,9% (39/281) não estavam matriculados na escola, 86% (141/164) estavam sem mediador em sala de aula, destes 54,6% (77/141) foram solicitados sem sucesso. Em 68,6% (190/277) estavam sem tratamento. &lt;br&gt;
&lt;b&gt;CONCLUSÃO:&lt;/b&gt; Observamos barreiras de acesso ao tratamento e a uma educação mais inclusiva, em um contexto de um SUS sobrecarregado, e em que o tratamento melhora o prognóstico.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Diagnóstico diferencial de dor abdominal: Neuroblastoma de adrenal em paciente pediátrico: Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Maria Ururahy Póvoa Duarte Villela</dc:creator><dc:creator>Katia Farias e Silva</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;A dor abdominal em crianças é uma queixa comum, com diversas causas possíveis, que vão desde condições benignas até doenças graves. O objetivo deste relato de caso é descrever o quadro de um paciente de oito anos que teve diagnóstico de neuroblastoma de adrenal após diversas idas a emergências, tendo, no início do quadro, apenas queixa de dor abdominal. Para o diagnóstico, obteve-se auxílio de exames complementares de imagem, feito meses após início dos sintomas, e foi descoberto que o paciente já havia metástase para coluna. Atualmente, em acompanhamento com serviço especializado em oncologia pediátrica para quimioterapia e definição de tratamento.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-05-22</dc:date>
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            <dc:title>Pandemia de COVID-19: guia prático para promoção da saúde mental de crianças e adolescentes</dc:title>
            <dc:creator>Roberto Santoro Almeida</dc:creator><dc:creator>Adriana Rocha Brito</dc:creator><dc:creator>Ana Silvia Mendonça Alves</dc:creator><dc:creator>Cecy Dunshee de Abranches</dc:creator><dc:creator>Daniele Wanderley</dc:creator><dc:creator>Gabriela Crenzel</dc:creator><dc:creator>Rossano Cabral Lima</dc:creator><dc:creator>Vera Ferrari Rego Barros</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Fornecer ao pediatra recomendações úteis para ajudar as famílias a minimizar o impacto da pandemia de COVID-19 e do isolamento social na saúde mental de crianças e adolescentes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Este artigo é baseado na revisão de literatura recente publicada sobre o tema e na experiência clínica dos autores.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Os pais estão sendo desafiados pelas mudanças de vida exigidas pela nova situação, e precisam gerenciar favoravelmente o dia a dia de seus filhos, minimizando o impacto das atuais circunstâncias na sua saúde mental.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Todo período de crise gera incertezas e medo, mas também pode se apresentar como oportunidade para o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal. Esta fase difícil pode ser propícia para o aprofundamento da relação dos pais com seus filhos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Trombo atrial em pré-escolar com síndrome nefrótica: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Simone Sodré Latorraca</dc:creator><dc:creator>Nathalie Jeanne Magioli Bravo-Valenzuela</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A síndrome nefrótica envolve proteinúria, hipoalbuminemia, edema e hiperlipidemia, sendo associada a tromboembolismo por perda urinária de anticoagulantes. Trombos intracardíacos são raros, porém graves, e requerem diferenciação de tumores cardíacos via ecocardiograma. O tratamento inclui anticoagulação, trombólise ou cirurgia.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar um caso de trombo atrial em criança pré-escolar com síndrome nefrótica, enfatizando sua relevância para pediatras e especialistas.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Relato de caso baseado na revisão de prontuário de paciente acompanhada em hospital universitário.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Paciente feminina, 3 anos, com síndrome nefrótica descompensada. Tomografia revelou imagem hipodensa na auriculeta/átrio direito, sugerindo trombo. Ecocardiograma evidenciou imagem hiperrefringente de 1,7 x 3,2 cm, móvel, sem obstrução ao fluxo. Paciente assintomática do ponto de vista cardiológico. Foi iniciada anticoagulação com heparina de baixo peso molecular. Ressonância magnética confirmou o diagnóstico. Ecocardiogramas seriados foram realizados para seguimento.&lt;br&gt;
&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; Crianças com síndrome nefrótica apresentam risco elevado de trombose por perda de proteínas anticoagulantes. Trombo atrial, embora raro, pode levar a complicações graves. O manejo exige monitoramento contínuo da função renal e cardíaca, além de ajuste criterioso da anticoagulação para evitar hemorragias. A abordagem multidisciplinar é fundamental para otimizar o tratamento e reduzir riscos.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-06-17</dc:date>
            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
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            <dc:title>COVID-19: O flagelo do século 21</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator>
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            <dc:title>Agradecimento aos Editores Convidados</dc:title>
            <dc:creator>Marilene A. Rocha Santos</dc:creator><dc:creator>Marcia A. Galvão</dc:creator><dc:creator>Clemax C Sant´Anna</dc:creator>
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            <dc:title>Obesidade infantil e quarentena: crianças obesas possuem maior risco para a COVID-19?</dc:title>
            <dc:creator>Luciano Rodrigues Costa</dc:creator><dc:creator>Maria Eduarda de Oliveira Mueller</dc:creator><dc:creator>Júlia Porto Frauches</dc:creator><dc:creator>Nicole Braz Campos</dc:creator><dc:creator>Lívia Schmeisser de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Karla Faria Gentilin</dc:creator><dc:creator>Ana Luísa Freitas e Pena Mello</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Dissertar sobre a correlação entre a infecção pelo vírus SARS-CoV-2 e a obesidade no grupo pediátrico e suas possíveis consequências e fatores de gravidades, possibilitando, assim, maior abrangência em relação ao tema para construção de novas propostas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo de análise qualitativa descritiva, de abordagem revisional com levantamento bibliográfico em PubMed, SciELO, MEDLINE, LILACS e sites contendo informações governamentais. Como critérios de inclusão foram utilizados artigos publicados no período de 2010 a 2020, na língua inglesa e portuguesa. Dentre os artigos publicados com os descritores determinados foram encontrados 12.999, contudo, nesse trabalho foram utilizados 26 artigos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A obesidade é definida pelo aumento do tecido adiposo no organismo de forma crônica, sendo provocada por causas multifatoriais. Na infecção pelo SARS-CoV-2 a faixa pediátrica é associada a um melhor prognóstico e a uma baixa taxa de mortalidade. A presença de comorbidades, como a obesidade infantil, podem estar relacionados a uma evolução grave dos casos e/ou complicações devido ao excesso de peso e ao carácter inflamatório crônico generalizado e acentuado causado pela adiposidade.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Embora a literatura seja limitada, é possível determinar a existência de uma conexão entre a relação da infecção pelo SARS-CoV-2 e a obesidade, podendo ser estabelecida pelo risco aumentado de desenvolvimento da forma grave da doença, uma vez que a obesidade torna um agravante do quadro infeccioso sistêmico. Com isso, cabe ao profissional de saúde orientações a respeito da prevenção da obesidade em vista do risco aumentado de complicações em crianças e adolescentes, diante de quadro de infecções virais.</dc:description>
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            <dc:title>Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (MIS-C) temporariamente associada ao SARS-CoV-2</dc:title>
            <dc:creator>Leonardo Rodrigues Campos</dc:creator><dc:creator>Tainá Maia Cardoso</dc:creator><dc:creator>Julia Carvalho de Freitas França Martinez</dc:creator><dc:creator>Rozana Gasparello de Almeida</dc:creator><dc:creator>Rodrigo Moulin Silva</dc:creator><dc:creator>Adriana Rodrigues Fonseca</dc:creator><dc:creator>Flavio Roberto Sztajnbok</dc:creator>
            <dc:description>O primeiro relato de caso de uma criança de 6 meses de idade com doença de Kawasaki (DK) e COVID-19 foi publicado nos Estados Unidos em 7 de abril de 2020. Desde esse primeiro relato, os países com surtos de SARS-CoV-2 têm relatado mais casos dessa síndrome, denominada de síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica temporariamente associada ao SARS-CoV-2 (MIS-C), a qual compartilha características clínicas e laboratoriais da doença de Kawasaki (típica ou incompleta), síndrome de choque tóxico estafilocócico e estreptocócico, sepse bacteriana e síndrome de ativação macrofágica. A MIS-C costuma acometer crianças maiores de 5 anos de idade, predominantemente afrodescendentes na maioria dos estudos, e tem maior incidência de alterações cardíacas. A hipótese de uma possível associação temporal com a infecção pelo SARS-COV-2 foi aventada, porque algumas das crianças eram positivas para SARS-CoV-2 por reação em cadeia da polimerase (RT-PCR) ou sorologia. Essas crianças apresentam febre alta prolongada, erupção cutânea e sintomas gastrointestinais proeminentes em 50-60% dos casos (dor abdominal, diarreia não sanguinolenta, ascite e ileíte), conjuntivite, linfadenopatia, irritabilidade e cefaleia. Alguns casos graves apresentam choque decorrente de disfunção cardíaca, com ou sem miocardite ou aneurisma de artérias coronárias. Sintomas respiratórios podem estar presentes, geralmente ocasionados pelo choque concomitante. Neste artigo descrevemos definições e dados clínicos e laboratoriais desta intrigante síndrome para alertar os pediatras e orientar quanto ao diagnóstico e manejo destes pacientes.</dc:description>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/514/sindrome-inflamatoria-multissistemica-pediatrica-mis-c-temporariamente-associada-ao-sars-cov-2</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n2-348</dc:identifier>
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            <dc:title>Foco no sinal de alarme: dor abdominal crônica na pediatria - Relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Larissa Trevisan Carvalho</dc:creator><dc:creator>Elizete Aparecida Lomazi</dc:creator><dc:creator>Daniel Lahan Martins</dc:creator><dc:creator>Denise Barbieri Marmo</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; a dor abdominal crônica (DAC) tem alta prevalência na população pediátrica e apresenta desafio na prática clínica devido à variedade de diagnósticos relacionados, sendo, em sua maioria, distúrbios funcionais. O objetivo na descrição deste caso é atentar para a importância de observar os sinais de alarme durante a investigação do quadro, a fim de não atrasar o diagnóstico de doenças orgânicas. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; menino escolar com queixa de DAC em que o diagnóstico definitivo foi retardado em 2 anos devido à interpretação da dor como decorrente de constipação intestinal funcional. O diagnóstico foi considerado apesar da presença de desnutrição e anemia. Após a correção cirúrgica com procedimento de Ladd, apresentou melhora dos sintomas. O caso descrito serve de alerta para que os sinais de alarme sejam sempre levados em consideração durante a investigação de DAC.&lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;COMENTÁRIOS:&lt;/strong&gt; os autores abordam a fisiopatologia da dor abdominal que acompanha a constipação intestinal funcional e sugerem um algoritmo de investigação da dor abdominal crônica em pediatria.&lt;/p&gt;</dc:description>
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            <dc:date>2026-08-11</dc:date>
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            <dc:title>Doença inflamatória intestinal e COVID-19: revisão</dc:title>
            <dc:creator>Silvio da Rocha Carvalho</dc:creator><dc:creator>Mariana Tschoepke Aires</dc:creator><dc:creator>José César da Fonseca Junqueira</dc:creator><dc:creator>Marcia Angélica Valladares</dc:creator><dc:creator>Mariana Troccoli Souza</dc:creator><dc:creator>Cristiane Ribeiro Fernandes</dc:creator>
            <dc:description>Em 11 de março de 2020, a OMS declarou pandêmica a doença causada pelo SARS-CoV-2 (COVID-19), um RNA vírus, detectado inicialmente em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na China. É uma doença respiratória, transmitida principalmente por aerossóis e gotículas, causando a síndrome respiratória aguda grave entre outras manifestações. A doença de Crohn, a retocolite ulcerativa e a doença inflamatória intestinal não-classificada, são agrupadas sob a designação genérica de doença inflamatória intestinal (DII). São doenças autoimunes, crônicas, recidivantes, com aparente aumento de incidência em todo o mundo. Devido às características das duas doenças, houve preocupações sobre a repercussão da COVID-19 em pacientes portadores de DII. Esta revisão relata tais preocupações.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Asma e COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Andréa Lebreiro Guimarães Venerabile</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Destacar a situação da asma nesta pandemia. Descrever aspectos de segurança dos pacientes e dos profissionais de saúde. Discutir sua gravidade, controle, fatores de risco, manejo da doença e suas exacerbações.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Coletados dados da literatura científica sobre o tema asma no contexto da pandemia de COVID-19. Busca nas bases de dados PubMed, utilizando os descritores: asma, tratamento farmacológico, infecções por coronavírus, pandemias, fatores de risco e espirometria.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A asma não foi identificada como um fator de risco significativo para a doença grave COVID-19, talvez pela menor expressão de receptores da enzima de conversão da angiotensina na asma atópica. Foram identificados grupos, dentre asmáticos graves, com maior expressão desses receptores.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Nebulizadores devem ser evitados, os espaçadores não devem ser compartilhados e não se recomenda a realização de espirometria ou da aferição do pico de fluxo expiratório. Todos os asmáticos devem ser mantidos com corticoide inalatório. O uso isolado de beta2-agonista de curta duração não é recomendado a partir dos 12 anos e baixa dose de corticoide inalatório associado ao formoterol, por demanda, é a opção preferencial, podendo ser aplicado em dispositivo único. Dos 6 aos 11 anos, os medicamentos de alívio devem ser preferencialmente beta2-agonistas de curta duração, associados à baixa dose de corticoide inalatório e aplicados em dispositivos separados. Na asma grave, o tiotrópio deve preceder a indicação do imunobiológico e este, quando em uso, não deve ser interrompido.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Atuação fisioterapêutica em pacientes pediátricos sob oxigenação por membrana extracorpórea</dc:title>
            <dc:creator>Joyce Liberali Pekelman Rusu</dc:creator><dc:creator>Mariana Pardini Morais</dc:creator><dc:creator>Mariana Mazzuca Reimberg</dc:creator><dc:creator>Anahid Feres Chahine</dc:creator><dc:creator>Juliana Honorio Lopes</dc:creator><dc:creator>Beatriz Brohem Moscatello</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;Oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) é uma terapia invasiva que garante oferta de oxigênio adequada em quadros específicos. Esta pesquisa teve como objetivo identificar a atuação fisioterapêutica em pacientes neonatais e pediátricos durante a ECMO em unidade de terapia intensiva. Realizada revisão sistemática nas bases de dados SciELO, LILACS, PEDro e PubMed, com descritores “ECMO”, “Neonatal”, “Pediatric”, “Neonatology”, “Extracorporeal membrane oxygenation”, “Physical Therapy” e “Rehabilitation” individualmente e cruzados com operador booleano “AND”. Incluídos ensaios clínicos randomizados, estudos de coorte, caso controle, transversais, diretrizes clínicas e relatos de caso publicados nos últimos quatorze anos, em português, inglês e espanhol, em pacientes pediátricos e excluídos aqueles que não se relacionam ao objetivo, revisões sistemáticas, de literatura e estudos duplicados. Encontraram-se 610 artigos no total, estando 12 de acordo com os critérios de seleção. Três estudos abordaram mobilização precoce, com duração de 10 a 60 minutos, observando acessos e canulações e metas de mobilidades específicas relacionadas à faixa etária e evolução do paciente, dentre os procedimentos respiratórios, aspiração foi a única técnica descrita, 9 artigos abordaram suporte ventilatório, sendo o modo pressão controlada mais utilizado, com PIP de 15 a 21cmH2O, PEEP de 5 a 14cmH2O, a FiO2 de 21 a 90%, em 3 artigos, frequência respiratória de 10 a 20rpm e volume corrente = 6mL/kg. A atuação fisioterapêutica consistiu em auxiliar no suporte ventilatório, prevenir complicações respiratórias e motoras, através de estratégias de mobilização precoce, ajuste dos parâmetros da ventilação mecânica e aspiração. Não houve conflito de interesse ou financiamento relacionado à pesquisa.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
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            <dc:title>Arco aórtico direito com divertículo de Kommerell e artéria subclávia esquerda aberrante: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Maria Luiza de Andrade Correia</dc:creator><dc:creator>Ana Paula Santos</dc:creator><dc:creator>Silvia Meyer Cardoso</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;As malformações do arco aórtico são anomalias congênitas que ocorrem principalmente entre a terceira e a sexta semana de gestação. O Arco Aórtico Direito (AAD) e o Divertículo de Kommerell (DK) são malformações raras, sendo o AAD geralmente associado à Artéria Subclávia Esquerda Aberrante (ASEA). Essas alterações possuem grande relevância clínica devido ao risco de complicações graves e potencialmente fatais, como dissecção ou ruptura do divertículo, formação de anel vascular, entre outras, exigindo, em muitos casos, manejo cirúrgico com transposição arterial ou &lt;em&gt;bypass&lt;/em&gt;. O reconhecimento precoce e a adequada classificação dessas anomalias são fundamentais para o acompanhamento clínico apropriado, a prevenção de desfechos adversos e o planejamento terapêutico. Este estudo tem como objetivo relatar o caso de um paciente neonatal no qual o ecocardiograma fetal foi fundamental para o diagnóstico de AAD associado a DK e ASEA, permitindo o seguimento precoce e individualizado do caso.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-08-11</dc:date>
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            <dc:title>Ética em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator>
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            <dc:title>A relação entre os médicos e os demais profissionais de saúde</dc:title>
            <dc:creator>Carlindo Machado Filho</dc:creator>
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            <dc:title>Resenha do artigo - O que todo pediatra precisa saber a respeito de ventilação mecânica</dc:title>
            <dc:creator>Ligia Febraro</dc:creator><dc:creator>Vanessa Soares Lanziotti</dc:creator>
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            <dc:title>Cuidados paliativos pediátricos e reflexões bioéticas na COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Esther Angelica Luiz Ferreira</dc:creator><dc:creator>Simone Brasil de Oliveira Iglesias</dc:creator><dc:creator>Luciana Dadalto</dc:creator><dc:creator>Amanda Thiebaut Bayer</dc:creator><dc:creator>Débora de Wylson Fernandes Gomes de-Mattos</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A COVID-19 gerou mudanças drásticas na vida social das crianças, e também modificações extremas de hábitos e cuidados, especialmente em pacientes em cuidados paliativos pediátricos, que possuem doenças crônicas graves e ameaçadoras da vida. Nesse contexto, torna-se imperioso o olhar bioético, que visa defender o melhor interesse do paciente, a manutenção de sua autonomia, assim como o desejo de sua família e cuidadores, além da justiça na distribuição de recursos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; Embasamento ético na saúde é essencial na conjuntura atual. São necessárias reflexões acerca de decisões emergenciais e suporte em cuidados paliativos pediátricos, além de autonomia e aspectos psicológicos do isolamento em pediatria, para que a assistência e medidas protetivas possam ser, no mínimo, suficientemente adequadas às crianças e suas famílias neste momento de pandemia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Reflexões bioéticas entre a equipe interdisciplinar que atua em cuidados paliativos pediátricos sempre foram importantes, tendo a pandemia da COVID-19 trazido novas questões e exacerbado outras já existentes.</dc:description>
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            <dc:title>Polipose adenomatosa familiar: Relato de caso em duas irmãs em hospital universitário no Rio de Janeiro</dc:title>
            <dc:creator>Carlos Enrique Crismatt Rodríguez</dc:creator><dc:creator>Mariana Tschoepke Aires</dc:creator><dc:creator>Silvio da Rocha Carvalho</dc:creator><dc:creator>Marcia Angelica Bonilha Valladares</dc:creator><dc:creator>Mariana Troccoli de Souza</dc:creator><dc:creator>Cássia Freire Vaz</dc:creator>
            <dc:description>A Polipose Adenomatosa Familiar (PAF) é uma doença autossômica dominante causada por uma mutação no gene Adenomatous Polyposis Coli (APC). Seus principais sintomas são hematoquezia, alteração do hábito intestinal e dor abdominal. O diagnóstico é baseado na presença de múltiplos adenomas colônicos (geralmente &gt;100 na forma clássica), história familiar sugestiva e confirmação genética. A proctocolectomia é o tratamento de eleição em pacientes com grande acometimento para reduzir o risco de câncer colorretal, mas o tempo para sua realização deve ser individualizado. Relatamos o caso de duas irmãs, de 8 e 11 anos, com queixa de dor epigástrica, sem sangramento. História familiar materna positiva para PAF, com múltiplos casos ao longo de três gerações (bisavó, avó e mãe). Foi efetuado painel de câncer colorretal hereditário e identificada a variante em heterozigose do gene APC. Foi realizada colonoscopia com resultado macroscópico de pólipos sésseis colônicos (0-Is) e efetuada polipectomia. O exame histopatológico revelou adenoma tubular com displasia de baixo grau, com exceção de um pólipo hiperplásico no cólon transverso na irmã 2. A PAF é uma doença familiar que se apresenta com sintomas específicos, sendo que a história familiar é fundamental para o rastreio diagnóstico. A colonoscopia é obrigatória, com múltiplas biópsias após a polipectomia. Para diagnóstico também deve ser efetuado teste genético. A maioria dos pacientes com PAF requer colectomia profilática para prevenir a progressão para câncer colorretal.</dc:description>
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            <dc:title>A pandemia do COVID-19, desvios do estado nutricional e pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Ieda Regina Lopes Del-Ciampo</dc:creator><dc:creator>Luiz Antonio Del-Ciampo</dc:creator>
            <dc:description>A maior probabilidade de morrer em decorrência da infecção pelo coronavírus está entre os idosos com comorbidades. O artigo descreve a elevada frequência dos desvios nutricionais ainda na infância e suas associações com alterações imunológicas, diabetes, hipertensão arterial e demais alterações, as quais comprometem a saúde e a resposta a este e a outros agentes agressores, de forma aguda ou crônica, em qualquer fase da vida. Conclui-se que o investimento em cuidados ainda na infância pode contribuir para um melhor cenário da saúde pública, também em momentos de pandemia.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Coronavirus: a pandemia da dor e do despertar da Medicina!</dc:title>
            <dc:creator>Maria de Fátima Bazhuni Pombo Sant´Anna</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Covid e seus impactos ao olhar de duas residentes</dc:title>
            <dc:creator>Ana Carolina dos Santos de Carvalho</dc:creator><dc:creator>Renata Mota Vieira Guerreiro</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Preparo operacional de uma unidade de emergência em pediatria para o atendimento da COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Michelle Marchi Medeiros</dc:creator><dc:creator>Andressa Oliveira Peixoto</dc:creator><dc:creator>Naomi Andreia Takesaki</dc:creator><dc:creator>Sérgio Tani</dc:creator><dc:creator>Fernando Augusto Lima Marson</dc:creator><dc:creator>Fernando Belluomini</dc:creator><dc:creator>Andréa de Melo Alexandre Fraga</dc:creator>
            <dc:description>A COVID-19 causada pelo vírus SARS-CoV-2 foi declarada pela Organização Mundial da Saúde como Emergência de Saúde Pública de importância internacional, sendo considerada uma pandemia em 11 de março de 2020. Para proporcionar o melhor atendimento aos pacientes no cenário de uma pandemia, os hospitais necessitam de estratégias para organizar e otimizar seu espaço, equipe e materiais. Nesse contexto, é imperativo o uso de medidas de contenção, visando reduzir o risco de transmissão viral a outros pacientes ou profissionais de saúde que compõem a equipe multidisciplinar. No setor de urgência e emergência o planejamento é um desafio devido ao envolvimento de diferentes profissionais nas várias etapas do atendimento. Dessa forma, no presente estudo, está descrito as medidas de resposta à pandemia implementadas no setor de urgência e emergência pediátrica de um hospital universitário de nível terciário em Campinas/SP.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Inovação e Progresso: novidades na revista Residência Pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino</dc:creator><dc:creator>Clemax Sant’Anna</dc:creator><dc:creator>Edson Liberal</dc:creator>
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            <dc:title>Como ler e escrever artigos científicos</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator><dc:creator>Marcia Alves Galvão</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Crianças e COVID-19, devemos nos preocupar?</dc:title>
            <dc:creator>Jandrei Markus</dc:creator>
            <dc:description>Crianças com doenças virais são, em geral, consideradas disseminadores destas infecções. Com o surgimento da COVID-19 pensou-se nas crianças como um dos principais agentes de disseminação da doença. Além disso, considerou-se inicialmente que a faixa etária pediátrica seria uma população de alto risco de complicações e mesmo mortalidade, quando o vírus infectasse um maior número de pessoas pelo mundo. Porém, a disseminação do vírus pelo mundo demonstrou que as crianças são um grupo privilegiado, com menor número de infecções graves e, além disso, uma menor taxa de internações e, principalmente, de mortalidade. Ao mesmo tempo, trabalhos epidemiológicos observaram que a soroprevalência em crianças é mais baixa do que na população adulta e que a transmissão de crianças para outras pessoas na COVID-19 parece apresentar uma taxa muito baixa. Considerando esses dados, a volta às aulas seria importante para a população infantil, que muitas vezes precisa da escola não só para o ensino, como também para alimentação pela merenda escolar.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O Pediatra como protagonista no enfrentamento à COVID-19 em 2021</dc:title>
            <dc:creator>Carlos Alberto Nogueira de Almeida</dc:creator><dc:creator>Joel Alves Lamounier</dc:creator>
            <dc:description></dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Qualidade de vida da criança hospitalizada na pandemia de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Esther Angelica Luiz Ferreira</dc:creator><dc:creator>Juliana Morais Menegussi</dc:creator><dc:creator>Tatiana Barbieri Bombarda</dc:creator><dc:creator>Valeska Cristina Torcia</dc:creator><dc:creator>Ingrid Daiane Silva</dc:creator><dc:creator>Stefhanie Piovezan</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; A pandemia de COVID-19 provocou mudanças repentinas e desafiadoras. Além das internações pelo novo coronavírus, as crianças continuam sendo hospitalizadas por outras causas, o que demanda enorme prudência para conciliar medidas preventivas à propagação do SARS-CoV-2 com escolhas que garantam qualidade de vida durante a hospitalização.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Tendo como objetivo oferecer qualidade de vida para a criança hospitalizada na atual pandemia, foi feita uma revisão da literatura, com posterior análise crítica, usando bases de dados e descritores pertinentes, como “qualidade de vida”, “criança hospitalizada” e “infecções por coronavírus”.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; As temáticas encontradas foram comunicação, acolhimento, atenção às necessidades das famílias, brincar no hospital e estimulação lúdica e manutenção do processo de escolarização. A comunicação é uma habilidade essencial para assegurar práticas de cuidado humanizadas e qualificadas, sendo importante para uma boa adesão e resposta ao tratamento. Quanto ao acolhimento, as esferas emocional, social, espiritual e física devem ser consideradas. Para fornecer cuidado integral, é essencial conhecer o contexto familiar em que a criança está inserida. O brincar se configura como uma das principais ocupações do contexto infantil, sendo via para o desenvolvimento de várias capacidades de adaptação, interação, fonte de estabilidade física e emocional das crianças. Manter o processo de escolarização pode amenizar as perdas significativas que o isolamento hospitalar traz.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Conclui-se que, para oferecer qualidade de vida no contexto hospitalar pediátrico atualmente, deve-se ter uma visão holística e interdisciplinar.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/492/qualidade-de-vida-da-crianca-hospitalizada-na-pandemia-de-covid-19</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n3-401</dc:identifier>
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            <dc:title>Impacto da pandemia de COVID-19 em um programa de residência médica em pediatria no município do Rio de Janeiro</dc:title>
            <dc:creator>Mara Morelo Rocha Felix</dc:creator><dc:creator>Patrícia de Sá Made</dc:creator><dc:creator>Juliana Souza de Seixas</dc:creator><dc:creator>Carolina Soares de Azeredo Moreira</dc:creator><dc:creator>Luciana Figueiredo Sampaio</dc:creator><dc:creator>Márcia Galdino Sampaio</dc:creator><dc:creator>Monica Soares de Souza</dc:creator><dc:creator>Ana Cristina Carneiro Menezes Guedes</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Em março de 2020, foi decretada a pandemia de COVID-19 - doença causada pelo SARS-CoV-2 (coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave). Desde então, houve necessidade de adaptações em um programa de residência médica (PRM) de pediatria de um hospital federal no município do Rio de Janeiro. &lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo observacional retrospectivo cujo objetivo foi descrever as mudanças no PRM em pediatria de um hospital federal decorrentes da pandemia de COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS&lt;/strong&gt;: O PRM em pediatria do hospital implementou adaptações como: adiamento de consultas ambulatoriais; redução do número de residentes alocados nas enfermarias; suspensão temporária dos rodízios externos, exceto pelo rodízio em maternidade; treinamento para adequada paramentação e desparamentação; afastamento dos residentes com doenças crônicas, gravidez e daqueles com suspeita de COVID-19; implementação da teleconsulta e de atividades didáticas em ambiente virtual. Foram analisados dados de março, abril, maio e junho de 2020. Nesse período, foram afastados 4 residentes da pediatria por doenças crônicas ou gravidez. Dos 37 residentes do PRM em pediatria restantes, 27 (73%) foram afastados por questões relacionadas à COVID-19 (suspeita de COVID-19 ou estresse psicológico). Desses, houve confirmação da infecção pelo coronavírus em 15 residentes (40,5%).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A pandemia provocou o afastamento de um número significativo de residentes por suspeita de COVID-19 e alteração das rotinas do serviço. Houve redução significativa das consultas ambulatoriais e suspensão das atividades teóricas presenciais. De todo modo, a adoção de plataformas digitais para o teleatendimento e atividades didáticas permitiu manter o cuidado dos pacientes e a educação médica continuada.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>O impacto do vegetarianismo frente ao crescimento e desenvolvimento das crianças durante o período de 0 a 2 anos de idade</dc:title>
            <dc:creator>Nathalye Emanuelle Souza de Sá Lemos</dc:creator><dc:creator>Lucas Mendes Linard Arrais</dc:creator>
            <dc:description>Este trabalho é uma revisão integrativa da literatura que busca investigar seus impactos em crianças desde o nascimento até dois anos de idade completos de uma dieta vegetariana. O vegetarianismo está crescendo a cada dia que passa, e os profissionais de saúde não estão preparados para atender às necessidades e demandas dessa população pediátrica, haja visto a escassez de pesquisas feitas sobre o assunto. Nos últimos 10 anos, o vegetarianismo tem crescido nas sociedades ocidentais, estima-se que o número de veganos cresceu 350% na última década. Porém, os trabalhos científicos e o conhecimento médico quanto à nutrição da população pediátrica com esse hábito alimentar ainda são escassos, e é preciso estudar as peculiaridades dessa dieta para que possamos dar uma melhor assistência aos nossos pacientes. A pesquisa, realizada em novembro de 2023,  foi baseada nos resultados encontrados que evidenciaram que a adoção de um padrão alimentar vegetariano consegue suprir as necessidades calóricas e de macronutrientes mesmo nos períodos de grande importância para o crescimento e desenvolvimento na infância, ainda que a dieta vegetariana, no geral, ofereça nutrientes em menor quantidade e biodisponibilidade e recomenda-&amp;not;se atenção contínua no planejamento da alimentação para evitar tais déficits nutricionais.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>O cotidiano de um consultório durante os 3 primeiros meses da pandemia pelo SARS-CoV-2</dc:title>
            <dc:creator>Tania Maria Sih</dc:creator>
            <dc:description>Atendimento no consultório durante o período da pandemia do SARS-CoV-2. Três meses aguardando pacientes. Envolvimento em ação solidária. Pacientes com menos doenças respiratórias.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Manifestações dermatológicas em crianças com COVID-19: revisão de literatura</dc:title>
            <dc:creator>Poliana Wada Poyanco</dc:creator><dc:creator>Edmara Laura Campiolo</dc:creator><dc:creator>Maria Barone Gasparini</dc:creator><dc:creator>Luiza Hartleben Melani</dc:creator><dc:creator>Jordana Libos Pereira</dc:creator><dc:creator>Aline Pinto Samulewski</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Realizar uma revisão de literatura para correlacionar dados sobre manifestações dermatológicas em pacientes pediátricos portadores do &lt;em&gt;coronavirus disease 2019&lt;/em&gt; (COVID-19).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foi realizada uma revisão sistemática da literatura, selecionando artigos envolvendo à COVID-19 e manifestações dermatológicas em pacientes pediátricos, nas bases de dados PubMed, &lt;em&gt;The New England Journal of Medicine, The British Medical Journal&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The Lancet&lt;/em&gt;.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Estudos apontam que o vírus SARS-CoV-2 (&lt;em&gt;severe acute respiratory syndrome coronavirus 2&lt;/em&gt;) pode ocasionar manifestações dermatológicas como máculas, pápulas, &lt;em&gt;rash&lt;/em&gt;, urticárias, eritemas e mucosite oral. O acometimento da pele pela COVID-19 em crianças pode estar associado à síndrome inflamatória multissistêmica, na qual ocorre uma resposta imunológica anormal associada à liberação de citocinas e ativação de macrófagos, podendo justificar as alterações dermatológicas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt; CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; As manifestações cutâneas, apesar de inespecíficas, são importantes para a identificação da doença em pacientes pediátricos e melhor controle da propagação da infecção para a população.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Manifestações cutâneas e infecção por COVID-19 em crianças e adolescentes: revisão integrativa</dc:title>
            <dc:creator>Alessandra Ribeiro Ventura Oliveira</dc:creator><dc:creator>Kamilla Martins Duarte de Pádua</dc:creator><dc:creator>Maria Carolina Guimarães Santos Alves</dc:creator><dc:creator>Karine Viveiros Cardoso</dc:creator><dc:creator>Alexia Ventura Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>O estudo tem como objetivo analisar as manifestações cutâneas descritas na literatura até o momento, em crianças e adolescentes, relacionadas à COVID-19. Realizou-se uma revisão integrativa utilizando-se os descritores e combinações, na língua inglesa: &lt;em&gt;“skin abnormalities”, “coronavirus infections”, “child”&lt;/em&gt; e “&lt;em&gt;adolescente”&lt;/em&gt;. Os critérios de inclusão foram artigos que relacionassem manifestações cutâneas em crianças e adolescentes com a COVID-19. A análise e síntese dos dados obtidos foram realizadas de forma descritiva, caracterizando as manifestações cutâneas analisadas. O estudo foi finalizado com 5 artigos e observou-se que pacientes na faixa etária pediátrica com COVID-19 podem apresentar lesões cutâneas diversas, como manifestação única ou acompanhadas de sintomas leves, e que estas podem ser semelhantes às de outras doenças frequentes na infância e na adolescência.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Potenciais danos silenciosos da pandemia COVID-19 em crianças com transtorno do neurodesenvolvimento e paralisia cerebral</dc:title>
            <dc:creator>Ricardo Lira Araujo</dc:creator><dc:creator>Giuliano da Paz Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>A literatura aponta que a COVID-19 acomete preferencialmente a população adulta e idosa, com pouca repercussão no público pediátrico. Apresentamos nossa preocupação quanto aos danos silenciosos da pandemia COVID-19 entre os pacientes com transtorno do neurodesenvolvimento e paralisia cerebral. A interrupção do tratamento de reabilitação, a mudança de rotina e o maior uso de telas tem contribuído para uma maior incidência de transtornos psiquiátricos e do sono nos pacientes com transtorno do neurodesenvolvimento e paralisia cerebral. Esses fatores muito provavelmente levarão a uma maior ocorrência de pseudorregressão entre os pacientes com paralisia cerebral. É necessário lançar um olhar especial quanto ao cuidado integral da saúde dessas crianças, com estímulo ao uso das ferramentas de telemedicina e telereabilitação.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Aspectos clínicos e epidemiológicos da meningite pneumocócica: um estudo de duas décadas em crianças brasileiras</dc:title>
            <dc:creator>Daniela Caldas Teixeira</dc:creator><dc:creator>Kelvin Oliveira Rocha</dc:creator><dc:creator>Cristiane dos Santos Dias</dc:creator><dc:creator>Aline Almeida Bentes</dc:creator><dc:creator>Lilian Martins Oliveira Diniz</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Streptococcus pneumoniae é a principal causa bacteriana de meningite pediátrica globalmente, uma condição grave de rápida evolução, alta morbidade e mortalidade. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Este estudo de coorte transversal analisou crianças de 0 a 18 anos diagnosticadas com meningite pneumocócica no Brasil entre janeiro de 2005 e dezembro de 2024. Avaliou-se o impacto da vacina pneumocócica e da pandemia de COVID-19 na incidência e desfechos da doença, além de fatores de risco para complicações e mortalidade. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram diagnosticados 81 pacientes, 48,1% do sexo masculino. A mediana de idade foi 43 meses, com 46,9% menores de 2 anos. Complicações ocorreram em 39,5% (abscessos, convulsões, hidrocefalia aguda, empiema e hipertensão intracraniana). A mortalidade foi 17,3%. Houve aumento de complicações no período pandêmico (p=0,002). Na análise logística, glicose baixa no liquor e idade jovem aumentaram o risco de complicações, enquanto baixa celularidade do liquor foi associada a maior risco de óbito. Cada mês adicional de idade reduziu o risco de complicações em 1,5 vezes e de óbito em 2,8 vezes. &lt;br&gt;
  &lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Idade jovem e parâmetros do liquor são marcadores prognósticos importantes. O aumento da doença no período pandêmico reforça a relevância da vigilância e controle da doença pneumocócica, mesmo após a introdução das vacinas.&lt;/p&gt;</dc:description>
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            <dc:date>2026-08-11</dc:date>
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            <dc:title>Complementando informações do artigo &quot;Prevalência de outras doenças autoimunes em crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo 1&quot; para ampliação da abordagem imunológica dos pacientes</dc:title>
            <dc:creator>Ricardo Laudares Silva Zordan</dc:creator><dc:creator>Isabella Guidini Benacchio</dc:creator><dc:creator>Marillia Haelvoet Dibbern</dc:creator><dc:creator>Ieda Francischetti</dc:creator><dc:creator>Marina Mayumi Vendrame Takao</dc:creator><dc:creator>Adriana Gut Lopes Riccetto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;Esta Carta ao Editor complementa um artigo previamente publicado sobre doenças autoimunes associadas a diabetes mellitus tipo 1, enfatizando a necessidade - especialmente para jovens médicos - de suspeitar de erros inatos da imunidade em suas formas mais comuns (defeitos de anticorpos/deficiência seletiva de IgA) em pacientes com autoimunidade e realizar a triagem adequada por meio de exames amplamente disponíveis na prática clínica.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-08-11</dc:date>
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            <dc:title>Emoções: Um movimento propulsor em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Damaris Bueno Venâncio</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever a experiência de uma residente de pediatria durante a pandemia do COVID-19.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Relato de experiência.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Reconhecer as emoções e o processo de luto durante a pandemia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Saber usar as emoções como um movimento propulsor na formação pessoal e profissional.</dc:description>
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            <dc:title>Quem está olhando pela saúde mental das crianças brasileiras durante a pandemia?</dc:title>
            <dc:creator>Juliana Gomes Loyola Presa</dc:creator><dc:creator>Ana Paula Matzenbacher Ville</dc:creator><dc:creator>Leticia Staszczak</dc:creator>
            <dc:description>Um novo coronavírus surgiu e em pouco tempo alterou totalmente a dinâmica social no mundo inteiro. O sofrimento decorrente do isolamento social impôs a todos a necessidade de adaptação. Mas, e as crianças, como estão inseridas nesse cenário? Afastadas da escola, confinadas dentro de casa sem a convivência com outras crianças, elas estão sofrendo as consequências tanto quanto os adultos. No entanto, na maioria dos casos, crianças não manifestam os sintomas graves da doença COVID-19. Por esta razão os olhares da saúde estão voltados aos grupos de risco, o que faz com que as crianças estejam esquecidas. Contudo, o impacto do isolamento sobre a saúde mental pode ser devastador na infância, e pouco, ou quase nada, se fala sobre isso. A rotina das famílias mudou, as aulas agora são online, não há lazer, atividades físicas como antes, nem contato com amigos, impactando diretamente no estado emocional das crianças. É certo que o isolamento causará reflexos tanto físicos quanto mentais em nossas futuras gerações, mas quem está olhando por elas agora? Como poderemos evitar consequências maiores? É urgente a necessidade de pensarmos sobre isso e de buscarmos respostas a essas perguntas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Atendimento ao trauma pediátrico por vítimas de queimadura ocorridos na cidade de São Paulo</dc:title>
            <dc:creator>Cintia Leci Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Vitória de Alencar Gaspar Westarp</dc:creator><dc:creator>Adriana Natucci Hette</dc:creator><dc:creator>Tatiana Ikeda Condo</dc:creator><dc:creator>Lorena Dellagnesi Depieri</dc:creator><dc:creator>Carlos Górios</dc:creator><dc:creator>Rodrigo Guilherme Varotti Pereira</dc:creator><dc:creator>Jane de Eston Armond</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; As queimaduras são um problema de saúde significativo, por provocarem sequelas permanentes ou de longa duração.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Caracterizar os acidentes por queimaduras, ocorridos entre crianças e adolescentes residentes da cidade de São Paulo, e identificar o perfil dos pacientes pediátricos atendidos por acidentes por queimadura.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Trata-se de um estudo transversal, de abordagem quantitativa, descritivo e retrospectivo. Foi realizado um levantamento utilizando-se dados do Sistema Informação para a Vigilância de Violência e Acidentes (SIVVA) da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo, onde são registradas as notificações de acidentes contra crianças e adolescentes (0 a 19 anos de idade).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Durante o período estudado ocorreram 416 acidentes por queimaduras entre crianças e adolescentes residentes na cidade de São Paulo. Os principais diagnósticos de lesão foram: queimadura de grau II (41,6%), sendo a região corpórea mais acometida punho e mão.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os resultados desta pesquisa mostraram que houve maior frequência de queimaduras entre os meninos, em idade pré-escolar, no ambiente doméstico. Ressalta-se a importância de pesquisas epidemiológicas na temática por poderem respaldar estratégias preventivas, em especial no período da infância e adolescência.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date></dc:date>
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            <dc:title>Manifestações gastrointestinais como apresentação inicial da COVID 19 em pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Ana Leticia Souza</dc:creator><dc:creator>Flavia Alves de Matos</dc:creator><dc:creator>Rosana Andrade Flintz</dc:creator><dc:creator>Roberta Conde Cruz Marliere</dc:creator><dc:creator>Mariana Beck Lo Presti</dc:creator><dc:creator>Claudia Lopes Falconiere</dc:creator>
            <dc:description>As pesquisas iniciais sobre o SARS-CoV-2 (&lt;em&gt;severe acute respiratory syndrome coronavirus 2&lt;/em&gt;) pareciam demonstrar que as crianças infectadas pelo vírus permaneciam assintomáticas ou apresentavam apenas quadros leves a moderados. Os sintomas mais comuns eram febre e tosse. Entretanto, em uma fase posterior da pandemia foram observadas inúmeras outras facetas de apresentação clínica no público pediátrico, destacando-se os quadros gastrointestinais. No presente estudo foram relacionados os pacientes acompanhados na unidade de cuidados intensivos pediátrico do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, do dia 17 de abril de 2020 até 17 de junho de 2020, que tiveram PCR-RT (reação em cadeia de polimerase - transcriptase reversa) detectável ou sorologia positiva para a COVID-19 (doença do coronavírus 19). Trata-se de uma unidade hospitalar não referência para a COVID-19, sendo seu público alvo pacientes vítimas de trauma. A sintomatologia inicial da maior parte dos pacientes internados com suspeita clínica foi febre e sintomas gastrointestinais, destacando-se dor abdominal importante, mimetizando abdome agudo. Sinais e sintomas que diferem dos adultos, os quais possuem como marco inicial manifestações respiratórias. A partir do reconhecimento das diferentes apresentações clínicas da SARS-CoV-2 na população pediátrica, se torna possível o diagnóstico precoce, com uma melhor condução e desfecho.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Displasia septo-óptica: relato de caso de lactente com diagnóstico precoce</dc:title>
            <dc:creator>Anna Jamylle Dias Borges Leal</dc:creator><dc:creator>Rebeca Mont’Alverne Barreto de Paula Pessoa</dc:creator><dc:creator>Lorenna Costa Leal</dc:creator><dc:creator>Carlos Henrique Paiva Grangeiro</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/b&gt; A displasia septo-óptica (DSO) é uma doença rara com incidência estimada em 1 a cada 10.000 nascidos vivos, caracterizada por defeitos da linha média, como agenesia do corpo caloso e/ou septo pelúcido, hipoplasia do nervo óptico e anormalidades hormonais pituitárias. Sua etiologia ainda não é completamente compreendida, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais desempenhem um papel crucial no desenvolvimento da condição. Apesar dos avanços na compreensão dessa patologia, muitas questões sobre sua patogênese e manejo clínico permanecem desconhecidas.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;OBJETIVO:&lt;/b&gt; Relatar um caso de DSO diagnosticada no período neonatal em Hospital Universitário de Fortaleza (Ceará).&lt;br&gt;
&lt;b&gt;RELATO DE CASO:&lt;/b&gt; Este relato de caso descreve um lactente diagnosticado com displasia septo-óptica no período neonatal, destacando aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;DISCUSSÃO:&lt;/b&gt; A DSO pode se apresentar ao nascimento com manifestações clínicas variáveis. Este caso ilustra a complexidade do diagnóstico e manejo da DSO, uma condição que requer abordagem multidisciplinar e acompanhamento contínuo.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
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            <dc:title>A importância das injúrias por acidentes domésticos em tempos de COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Danilo Blank</dc:creator><dc:creator>Renata Dejtiar Waksman</dc:creator>
            <dc:description>Os acidentes domésticos e as injúrias deles decorrentes têm aumentado em número e gravidade durante a quarentena, com uma percepção de especialistas de que representam uma ameaça maior à saúde e bem-estar das crianças do que a própria COVID-19. Os princípios gerais e dicas específicas para que os pediatras orientem os pais para reduzir a probabilidade e ocorrência de traumas estão na Tabela 1. Todo pediatra tem que estar atento às publicações que tratam do aumento de eventos traumáticos não intencionais durante o período de distanciamento social. Em vários países está ocorrendo que crianças que precisam de atendimento por situações graves não estão sendo levadas aos serviços de emergência ou com muito atraso em relação à ocorrência do trauma. Todo pediatra, além da orientação sobre as medidas de proteção aos traumatismos, tem a responsabilidade de orientar as famílias e os tomadores de decisões políticas acerca dos debates atuais sobre o planejamento da reabertura das escolas, nos quais os especialistas tendem à percepção de que os prejuízos da manutenção das crianças em isolamento domiciliar sobrepujam os riscos da COVID-19.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Infecção por SARS-CoV-2 em pacientes pediátricos portadores de doenças renais hospitalizados</dc:title>
            <dc:creator>Flávia Dias Silveira</dc:creator><dc:creator>Káthia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini</dc:creator><dc:creator>Márcia Dias Silveira</dc:creator><dc:creator>Lohanna Valeska de Sousa Tavares</dc:creator><dc:creator>Juliana Barros Mendes</dc:creator><dc:creator>Camilla Gomes da Cruz</dc:creator><dc:creator>Lia Cordeiro Bastos Aguiar</dc:creator><dc:creator>Danielle Carvalho Pedrosa</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Este estudo visa apresentar os casos confirmados de infecção por SARS-CoV-2 em pacientes pediátricos portadores de doenças renais crônicas e agudas internados em um hospital pediátrico terciário.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo observacional descritivo e retrospectivo com todas as crianças internadas entre março e junho de 2020 que apresentavam, concomitantemente, infecção por SARS-CoV-2 e patologias renais. Desse total de pacientes, excluiu-se os que tinham outra doença de base além da renal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; No período, foram internados, no hospital, nove crianças portadoras de doenças renais e que tiveram infecção confirmada pelo novo coronavírus através de RT-PCR positivo. Em relação à doença de base, sete tinham apenas a doença renal, sendo três dessas portadoras de doença renal crônica terminal estágio 5; uma, portadora de doença renal crônica estágio 1; uma, portadora de síndrome nefrótica córtico-sensível; e duas, portadoras de lesão renal aguda. Dois pacientes desse estudo já tinham sido submetidos a transplante renal, faziam uso de imunossupressores e tiveram suas doses reduzidas em vigência do quadro infeccioso. Apenas um, devido a quadro de bacteremia associado, necessitou de oxigenoterapia e transferência para unidade de terapia intensiva, porém não foi intubado e retornou à enfermaria em 24 horas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; De acordo com os casos descritos, a população pediátrica portadora de doença renal, inclusive a em uso de imunossupressores por rejeição aguda de transplantes, parece evoluir sem quadros graves de COVID-19, não havendo, portanto, grande divergência em relação à população da mesma faixa etária saudável.</dc:description>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/634/infeccao-por-sars-cov-2-em-pacientes-pediatricos-portadores-de-doencas-renais-hospitalizados</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n3-362</dc:identifier>
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            <dc:title>COVID-19 em binômio mãe-bebê: um relato de caso do Hospital Universitário do Maranhão</dc:title>
            <dc:creator>Raíssa Alves Bringel</dc:creator><dc:creator>Julieth Ferreira Sousa</dc:creator><dc:creator>Lorena Mariana de Araújo Martins Chidiak Reisi</dc:creator><dc:creator>Marynea Silva do-Vale</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome respiratória aguda grave do novo coronavírus (SARS-CoV-2) surgiu na China no início de dezembro de 2019 e o vírus se espalhou rapidamente, causando uma pandemia global. O conhecimento adquirido com surtos anteriores de coronavírus humano sugere que as mulheres grávidas e seus fetos são particularmente susceptíveis a maus resultados. Até o momento, o conhecimento atual sobre a infecção por coronavírus (SARS-CoV-2) na síndrome respiratória aguda grave neonatal é limitado. Ainda não está estabelecido se a COVID-19 pode apresentar transmissão transplacentária ou vertical. Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de um binômio mãe-bebê positivos para COVID-19, a fim discutir sobre a influência da infecção por SARS-CoV-2 na gravidez e nos desfechos neonatais, assim como analisar a provável existência de transmissão vertical.</dc:description>
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            <dc:title>A influência da hipertrofia de tonsilas no crescimento e desenvolvimento infantil</dc:title>
            <dc:creator>Monique Frank de Vasconcelos</dc:creator><dc:creator>Luisa Barbosa Soares</dc:creator><dc:creator>Pedo Pereira Bissoli</dc:creator><dc:creator>João Daniel Caliman e Gurgel</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Comparar o desenvolvimento pôndero-estatural de crianças com hipertrofia adenoamigdaliana em relação à curva de crescimento normal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo prospectivo, com população-alvo de crianças com hipertrofia de tonsilas submetidas à adenoidectomia e/ou amigdalectomia. As informações foram adquiridas antes do procedimento cirúrgico através de questionário destinado aos responsáveis, que avaliaram sexo, idade, peso, altura, índice de massa corpórea e queixa principal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADO:&lt;/strong&gt; Foram analisados 52 pacientes com indicação de tonsilectomia entre três e onze anos. As crianças, em sua maioria, encontravam-se eutróficas, 30,8% das crianças estavam acima do peso ideal e 3,8% estavam abaixo do peso ideal. Quanto à relação estatura por idade, 96,15% das crianças apresentavam estatura adequada e 3,85% apresentavam baixa estatura para a idade. As principais queixas que levaram as crianças ao atendimento médico foram roncos, amigdalite crônica, respiração bucal e infecções de vias aéreas superiores de repetição. O principal exame complementar solicitado foi a radiografia de cavum.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Não houve relação direta da hipertrofia de tonsilas com o déficit de crescimento pôndero-estatural nas crianças estudadas. Foi observado apenas um pequeno aumento da taxa de sobrepeso e obesidade, em crianças maiores, porém sem significância estatística.</dc:description>
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            <dc:title>Investigação clínica de osteomielite crônica em região proximal de clavícula esquerda em escolar de 8 anos do sexo feminino: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Letízia Aurilio Matos</dc:creator><dc:creator>Julia Maria Gomes Vitor</dc:creator>
            <dc:description>A osteomielite é uma infecção óssea caracterizada pela destruição progressiva do osso cortical e cavidade medular provocado por micro-organismos patogênicos. O agente infeccioso varia levando-se em consideração fatores como idade, meio de infecção, estado do doente e forma de contato. Atualmente, cerca de 85% dos casos de osteomielite acometem pacientes com menos de 17 anos de idade e sua incidência é quase três vezes maior entre os menores de 3 anos, sendo a população masculina a mais acometida. Essa infecção óssea pode ser classificada como aguda, subaguda ou crônica. O presente trabalho tem como objetivo apresentar um caso de osteomielite crônica em escolar de 8 anos, com foco na investigação clínica e na importância diagnóstica. A investigação clínica, associada à realização e análise dos exames complementares permitiu o diagnóstico de osteomielite crônica, sendo realizado tratamento com antibiótico venoso, e acompanhamento ambulatorial com especialistas, favorecendo o bom prognóstico da paciente.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/519/investigacao-clinica-de-osteomielite-cronica-em-regiao-proximal-de-clavicula-esquerda-em-escolar-de-8-anos-do-sexo-feminino-relato-de-caso</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n2-68</dc:identifier>
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            <dc:title>Deficiência seletiva de IgA: série de casos</dc:title>
            <dc:creator>Bruna Piassi Guaitolini</dc:creator><dc:creator>Priscilla Filippo Alvim de Minas Santos</dc:creator><dc:creator>Davisson do Sacramento de Lucena Tavares</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A deficiência seletiva de IgA é a imunodeficiência primária mais comum, com uma prevalência de 1/600 em caucasianos. Embora, a maioria dos indivíduos afetados sejam assintomáticos, pacientes sintomáticos podem apresentar infecções recorrentes, doenças alérgicas, autoimunes e neoplasias.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar série de casos de pacientes com deficiência de IgA.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Revisão de prontuários de crianças e adolescentes com diagnóstico confirmado de deficiência seletiva de IgA, atendidas em centro de referência em asma, em hospital pediátrico no Rio de Janeiro, nos últimos 3 anos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram avaliados quatro pacientes com deficiência seletiva de IgA. A idade média foi de 12 anos, sendo dois do gênero masculino. Todos apresentavam rinite/asma. Além de história familiar positiva para atopia, IgE total alta, eosinofilia no sangue periférico, com níveis séricos de IgA &amp;lt; 7 mg/dL, IgG e IgM normais e EPF negativo. Nenhum paciente apresentava doenças autoimunes, neoplasias, história de imunodeficiência familiar nem consanguinidade entre os pais. Dois pacientes relataram história de doenças autoimunes, um de neoplasia na família. Infecções recorrentes foram encontradas em dois pacientes. No momento, todos estão em uso de corticosteroide nasal, um paciente em uso de corticoestedóide inalatório oral e um, usando broncodilatador associado com corticosteroide inalatório oral com controle dos sintomas respiratórios e infecciosos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Apesar da evolução da deficiência de IgA ser geralmente benigna, os pacientes devem ser acompanhados regularmente, pois podem apresentar quadros infecciosos recorrentes e alérgicos graves como foram observados nos pacientes estudados.</dc:description>
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            <dc:title>Granulomatose com poliangiite mimetizando infecção fúngica: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Alice Leite Mesquita</dc:creator><dc:creator>Marne Rodrigues Pereira Almeida</dc:creator><dc:creator>Caroline Graça de Paiva</dc:creator><dc:creator>Sarah Polyane Silva Veloso</dc:creator><dc:creator>Alanna Ferreira Alves</dc:creator><dc:creator>Silvana Augusta Jacarandá de Faria</dc:creator>
            <dc:description>&lt;p&gt;A granulomatose com poliangiite (GPA) é a principal vasculite associada ao anticorpo anticitoplasma de neutrófilos (ANCA), em que 12,4% dos pacientes manifestam a doença antes dos 18 anos. Este trabalho descreve o caso de uma adolescente do sexo feminino com nódulos pulmonares e subcutâneo inicialmente atribuídos à infecção por fungo &lt;i&gt;Fusarium&lt;/i&gt; spp. isolado em cultura de lavado brônquico. Após ampla investigação, foram identificadas outras lesões orgânicas (vias áreas superiores, renais, brônquicas), bem como anticorpo ANCA que corroboraram o diagnóstico de vasculite sistêmica pelos critérios EULAR/PRINTO/PRES 2010. Este relato de caso destaca a importância da suspeição do diagnóstico de vasculites em pacientes pediátricos que se manifestem com inflamação sistêmica e comprometimento multiorgânico de causa indeterminada.&lt;/p&gt;</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
            <dc:date>2026-07-01</dc:date>
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            <dc:title>Conhecimento das necessidades e da satisfação dos familiares de pacientes admitidos na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica de um hospital do Sul do Brasil</dc:title>
            <dc:creator>Lidia Guarezi Marcon</dc:creator><dc:creator>Karla Dal Bó Michels</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A UTI Neonatal e Pediátrica é um ambiente reservado para cuidados de alta complexidade. As necessidades familiares de seus pacientes internados, quando não supridas satisfatoriamente, podem intensificar o seu sofrimento. O objetivo do estudo foi conhecer as necessidades em relação a conforto, segurança, proximidade, informação e suporte dos familiares de pacientes admitidos na UTI Neonatal e Pediátrica e a sua satisfação em relação a tais serviços prestados por ela.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; estudo observacional com delineamento descritivo. A população foi composta por familiares dos pacientes internados na unidade nos meses de março a agosto de 2020 e investigaram-se as suas necessidades por meio da aplicação do Inventário das Necessidades e Estressores de Familiares em Terapia Intensiva (INEFTI).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Dos 71 familiares participantes da pesquisa, 59,1% não possuíam conhecimento sobre o diagnóstico clínico dos seus parentes. As necessidades consideradas mais importantes estão relacionadas à Segurança e à Informação. As menos importantes ao Suporte e ao Conforto. As necessidades de maior satisfação estão relacionadas à Segurança e Proximidade com o paciente. As menos satisfeitas, ao Suporte e Conforto.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O presente estudo sugere que a equipe médica seja acessível e compreensiva e que dê informações completas aos familiares sobre o diagnóstico de admissão dos pacientes, bem como as causas e consequências da doença.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Fatores relacionados ao internamento na primeira infância em um Hospital Terciário de Fortaleza, Ceará</dc:title>
            <dc:creator>Rebeca Holanda Nunes</dc:creator><dc:creator>Virna da Costa e Silva</dc:creator><dc:creator>Francisco Helder Félix Cavalcante</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O perfil de morbidade na primeira infância é um considerado um indicador dequalidadede assistência básica de saúde. Acredita-se que pacientes com falha de acompanhamento pediátrico sejam mais vulneráveis, com maior risco para internações de repetição e por condições preveníveis.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; estudar os fatores de risco associados ao internamento na primeira infância no Hospital Infantil Albert Sabin, Fortaleza,Ceará,Brasil.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; estudo transversal observacional com dados colhidos por formulário aplicado a crianças de 1 mês a 5 anos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A amostra foi de 100 crianças, das quais 38% referiram alguma doença crônica. 10% foram classificados com internação intermediária e 59% como internação prolongada. Houve correlação estatisticamente significativa com relação do tempo de internamento e às seguintes variáveis: sexo masculino, primeiro filho, contato com animais, tabagismo passivo, dificuldade com aleitamento materno, comorbidades prévias, procedimento cirúrgico e suplementação.O principal sistema orgânico acometido foi o respiratório (54%), sendo pneumonia o diagnóstico mais prevalente.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; A maioria dos pacientes estava na sua primeira internação. Realização de procedimento cirúrgico durante a internação pode corresponder à maior gravidade do quadro. A taxa devacinação encontrada foi baixa, quando comparada ao esperado. Mais da metade dos pacientes não fazia consulta de rotina com um profissional de saúde capacitado.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Neste estudo conseguimos levantar a suspeita de que pacientes que passam por procedimento cirúrgico em uma enfermaria clínica pediátrica tendem a ter internação prolongada. Além disso,uso devitamina D econtato com animais domésticos foramrelacionados a fatores protetores para internações intermediárias.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Enteropatia como manifestação de alergia alimentar</dc:title>
            <dc:creator>Aline Lima Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Ana Luiza Moura Ceia</dc:creator><dc:creator>Silvio da Rocha Carvalho</dc:creator><dc:creator>Raquel Priscila Cardoso Sudré</dc:creator><dc:creator>Alessandra Martins Secco</dc:creator><dc:creator>Mariana Brandão Grecco</dc:creator><dc:creator>José César da Fonseca Junqueira</dc:creator>
            <dc:description>A alergia alimentar vem aumentando a incidência, principalmente entre crianças. Considera-se o leite de vaca como o alimento mais frequentemente relacionado a esta entidade nos lactentes de baixa idade. Tipos distintos de mecanismos fisiopatológicos estão envolvidos nessas reações, ocorrendo ou não a mediação por IgE. O caso relatado tem apresentação precoce, com características clínicas de enteropatia - diarreia protraída e importante influência no estado nutricional - e marcante recuperação com a dieta de exclusão.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Eritema pérnio-like por COVID-19 em paciente com lúpus</dc:title>
            <dc:creator>Aline Santin Giordani</dc:creator><dc:creator>Gina Bressan Schiavon</dc:creator><dc:creator>Jandrei Rogério Markus</dc:creator><dc:creator>Marice El Achkar Mello</dc:creator><dc:creator>Vânia Oliveira Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>Durante a pandemia da COVID-19 têm sido descritos sintomas cutâneos que podem ser concomitantes, precederem ou sucederem os demais sintomas da infecção viral. Entre os mais observados nos pacientes pediátricos estão as lesões semelhantes ao eritema pérnio. Caracteriza-se por manchas e placas de coloração eritematosa à purpúrica, localizadas nas mãos e pés, semanas depois de sintomas leves respiratórios ou sem qualquer sintoma prévio. Apresentamos um menino de 11 anos, portador de lúpus eritematoso sistêmico, controlado, em uso de micofenolato mofetil e hidroxicloroquina e sem lesões cutâneas há 6 meses. Iniciou com lesões eritêmato-purpúricas nos pés e mãos, assintomáticas até o oitavo dia, quando apresentou febre, dor nas lesões e piora com presença de bolhas e crostas. No nono dia o RT-PCR para COVID-19 (SARS-CoV-2) foi positivo. Este foi o primeiro relato de um paciente pediátrico com lúpus que desenvolveu quadro semelhante ao eritema pérnio associado à infecção pela COVID-19. Não podemos descartar que tenha sido manifestação da doença reumatológica, no entanto, a relação temporal com a COVID-19 e a duração das lesões são fatores favoráveis ao diagnóstico de perniose-like, também não é conhecido se os pacientes com lúpus teriam maior probabilidade de desenvolver as lesões perniose-like. Mais relatos semelhantes poderão confirmar esta possibilidade.</dc:description>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/527/eritema-pernio-like-por-covid-19-em-paciente-com-lupus</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2020.v10n2-357</dc:identifier>
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            <dc:title>Relato de caso: doença celíaca associada a tricobezoar gástrico - síndrome de Rapunzel</dc:title>
            <dc:creator>Ana Clara Aragão Fernandes</dc:creator><dc:creator>Lídia Maria Oliveira Barisic</dc:creator><dc:creator>Lucas Costa Feitosa Alves</dc:creator><dc:creator>Marina Albuquerque Almeida</dc:creator><dc:creator>Laura Janne Lima Aragão</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Relatar um caso de uma paciente com doença celíaca e distúrbio psicológico associado à tricobezoar gástrico - síndrome de Rapunzel.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; E.N.F., sexo feminino, 7 anos, comparece ao ambulatório com a genitora referindo história de dor abdominal, episódios diarreicos e perda de peso associados à astenia e desânimo. Ao exame físico, encontrava-se com estado geral regular, apresentava abdome globoso, com ruídos hidroaéreos diminuídos e doloroso à palpação superficial. Endoscopia digestiva revelou a presença de tricobezoar gástrico. Biópsia de fragmentos de esôfago, estômago e duodeno demostraram padrão para doença celíaca. Foi submetida à laparoscopia para retirada do bezoar. A paciente obteve boa evolução pós-cirúrgica, seguindo o tratamento com dieta isenta de glúten e acompanhamento psicológico/psiquiátrico.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Acredita-se que doença celíaca tem relação com as desordens psicológicas, tricotilomania e tricotilofagia, que levaram ao desenvolvimento da síndrome de Rapunzel.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Impacto da pandemia de COVID-19 na epidemiologia pediátrica</dc:title>
            <dc:creator>Juliana Carvalho Tavares Alves</dc:creator><dc:creator>Claudia Regina Cachulo Lopes</dc:creator><dc:creator>Gustavo Passafaro Guzzi</dc:creator><dc:creator>Marcelo Vaidotas Pinto</dc:creator><dc:creator>Leonardo Marques Moura Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Samir Bernardo Ile Mcauchar e Silva</dc:creator><dc:creator>Raissa Paulino da Costa Figueiredo</dc:creator><dc:creator>Lucas de Brito Costa</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Avaliar o impacto da pandemia de coronavírus na epidemiologia pediátrica de pronto-socorro infantil.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Realizado estudo observacional retrospectivo descritivo. Foram avaliados: o número de atendimentos, a taxa de internação hospitalar nos meses de março, abril e maio do ano de 2019, assim como os CID-10 mais frequentes. Estes, foram comparados com os dados do mesmo período no ano de 2020.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Denota-se redução de 70% na procura por atendimento pediátrico durante o período de pandemia do coronavírus. As patologias mais comuns encontradas foram as doenças respiratórias, tais como bronquiolite aguda viral e bronquite aguda. Notou-se queda das hospitalizações por casos de bronquiolite aguda viral por vírus sincicial respiratório em 2020. Ainda, no mesmo ano houve aumento de internações por bronquite aguda, sugerindo mudanças epidemiológicas geradas pelo isolamento social. O número de hospitalizações por trauma cranioencefálico também sofreu aumento em 2020.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A pandemia do COVID-19 parece ter impactado na epidemiologia pediátrica, reduzindo o número de atendimentos e internações.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Ambiguidade genital em indivíduo 46,XY: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Jadi Colaço</dc:creator><dc:creator>Andressa Peche Tochetto</dc:creator><dc:creator>Amanda Milman Magdaleno</dc:creator><dc:creator>Carolina Perez Moreira</dc:creator><dc:creator>Tadiela Lodéa Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Lionel Leitzke</dc:creator><dc:creator>Paulo de Jesus Hartmann Nader</dc:creator><dc:creator>Guilherme Guaragna Filho</dc:creator>
            <dc:description>A ambiguidade genital faz parte dos distúrbios da diferenciação do sexo. Seu pronto reconhecimento e sua investigação etiológica precoce e precisa são fundamentais para seu manejo adequado. Descrevemos um paciente com genitália ambígua, nascido de parto cesariano devido à pré-eclâmpsia grave e oligodrâmnio com 34 semanas e 2 dias, 1505g, considerado pequeno para idade gestacional (PIG). Ao exame apresentava falus de 1.9cm, meato uretral penoescrotal e gônadas palpáveis bilateralmente. Na investigação, apresentou testosterona (T), androstenediona (A) e di-hidrotestosterona (DHT) normais; relações T/DHT de 9.7 (&amp;lt;10) e T/A de 7.4 (&amp;gt;0.8) e cariótipo 46,XY. Decidido pelo registro no sexo masculino. Realizado teste de estímulo com testosterona, apresentando aumento peniano de 1.5cm. A restrição do crescimento intrauterino é fator de risco considerável para ambiguidade genital em indivíduos 46,XY. Esta parece ser a etiologia nesse caso, visto sua avaliação hormonal e citogenética normais e a resposta ao estímulo com testosterona.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Impacto social e importância da tuberculose na infância e adolescência</dc:title>
            <dc:creator>Magnólia Arango Loboguerrero</dc:creator>
            <dc:description>O controle da TB requer uma melhoria real nas condições de vida das crianças e suas famílias, a solução é responsabilidade de todos: do Estado, dos sistemas de saúde e da sociedade em geral. Este artigo discute a situação da tuberculose em crianças e adolescentes no mundo e faz reflexões sobre perspectivas de controle da doença.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Coinfecção por SARS-CoV-2 e &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; em pacientes internados em UTI pediátrica de hospital federal no Rio de Janeiro: relato de dois casos clínicos</dc:title>
            <dc:creator>Victor Rocha Ribeiro de Souza</dc:creator><dc:creator>Susana Villela Moreira</dc:creator><dc:creator>Luise Leal Fernandes de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Lilia Maria da Serra Costa</dc:creator><dc:creator>Renata Cardoso Nascimento</dc:creator><dc:creator>Nathalia da Fonseca Gonçalves</dc:creator><dc:creator>Dayane Souza dos Santos</dc:creator><dc:creator>Patricia Lopes Miranda de Oliveira</dc:creator>
            <dc:description>A pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2 no ano de 2020 assolou o mundo desde quadros leves a fatais. Em nossa unidade de terapia intensiva pediátrica recebemos dois pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e coinfecção por &lt;i&gt;Staphylococcus aureus&lt;/i&gt; sensível à meticilina (MSSA). O objetivo deste artigo é discutir sobre a associação do vírus SARS-CoV-2 com o &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; sensível à meticilina. Estes pacientes evoluíram para SRAG, acompanhados de trombose venosa profunda (TVP) e dependência de cuidados intensivos. Foram testados para SARS-CoV-2 por PCR viral e hemocultura de sangue periférico para &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; (MSSA), necessitaram de ventilação mecânica invasiva, uso de aminas vasoativas, antibioticoterapia de amplo espectro e anticoagulação terapêutica. O coronavírus é um RNA vírus responsável por quadros respiratórios e gastrointestinais, pode ser transmitido por gotículas, via fecal oral, fômites e superfícies contaminadas. O &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; é uma bactéria responsável pelas infeções piogênicas de pele e tecidos moles, podendo evoluir com disseminação hematogênica. A incidência de trombose venosa profunda é maior em pacientes graves, imóveis e/ou restritos no leito, mesmo que em uso de anticoagulante profilático. Concluímos que a infecção estafilocócica contribuiu para a piora destes pacientes, já que na população pediátrica a COVID-19 evolui de forma branda na maioria dos quadros clínicos. Esses agentes infecciosos estão relacionados a sintomas respiratórios graves com síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS), sepse, SRAG, choque e disfunções orgânicas.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Infecção por SARS-CoV-2 em portador de rara glomerulopatia crônica: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Flávia Dias Silveira</dc:creator><dc:creator>Káthia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini</dc:creator><dc:creator>Márcia Dias Silveira</dc:creator><dc:creator>Kátia Virgínia Rocha</dc:creator><dc:creator>Adrianna Barros Leal Dantas</dc:creator><dc:creator>Bárbara Carvalho Dantas</dc:creator><dc:creator>Camila Cavalcante de Queiroz Santos</dc:creator>
            <dc:description>A pandemia pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 desencadeou, no final de 2019, grande mobilização científica com o intuito de conhecer melhor a doença e desvendar possibilidades terapêuticas. Este relato tem por objetivo descrever um caso de COVID-19 em um adolescente portador de rara glomerulopatia crônica. Paciente de 15 anos, diagnosticado com glomerulopatia por C3, em 2018. Em 15 maio de 2020, após 2 meses de abandono ao tratamento de manutenção da glomerulopatia, internou com quadro de edema, oligúria, hipertensão e piora da função renal. Em 18 de maio de 2020, ainda internado e em terapia hemodialítica, apresentou febre baixa sem foco bem esclarecido. No dia seguinte, evoluiu com quadro súbito de queda da saturação de oxigênio, em torno de 79% em ar ambiente, febre alta, dispneia leve e hipotensão. Coletados exames para sepse e PCR para COVID-19, confirmaram-se os diagnósticos de estafilococcia e COVID-19. Tomografia de tórax revelou imagem nodular em vidro fosco com derrame pleural bilateral. Após retirada do cateter de diálise e instituição da antibioticoterapia, paciente evoluiu bem clinicamente, sem novas repercussões após 5 semanas do início do quadro. É sabido que a doença renal crônica é fator de risco independente para o desenvolvimento de pneumonia e, embora existam evidências de que ela esteja associada ao risco aumentado de desenvolvimento da forma grave da COVID-19 em adultos, estudos em populações pediátricas mostram, até o momento, que crianças portadoras de doenças renais não tiveram evolução desfavorável em relação às crianças saudáveis da mesma faixa etária.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Isolamento social devido à COVID-19 - epidemiologia dos acidentes na infância e adolescência</dc:title>
            <dc:creator>Caio Vinicius da Fonseca Silva</dc:creator><dc:creator>Raphael Muszkat Besborodco</dc:creator><dc:creator>Cintia Leci Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Carlos Górios</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Uma questão importante a ser discutida por pesquisadores, gestores e demais membros dos comitês de crise para o enfrentamento da pandemia são as repercussões do distanciamento social, como acidentes domésticos com vítimas crianças e adolescentes.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVOS:&lt;/strong&gt; Descrever os acidentes domésticos na infância e adolescência no período de isolamento social na cidade de São Paulo/SP, quanto às características dos indivíduos, do evento e evolução do caso. Métodos: Estudo transversal, descritivo, elaborado a partir de dados de internações por causas externas, acidentes e violência na cidade de São Paulo. Os dados foram coletados no sistema de informações hospitalares e sistema de informação de violência e acidentes. O período utilizado para o estudo foi de janeiro a maio de 2020.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram registrados 4.169 acidentes entre crianças e adolescentes residentes na cidade de São Paulo, e, consequentemente, resultando como diagnóstico de lesão, os traumatismos e ferimento de cabeça. Entre as vítimas, predominantemente do sexo masculino e o principal tipo de acidente foram as quedas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Diante do exposto, a gravidade da COVID-19 no Brasil, na cidade de São Paulo e no mundo, e a necessidade de esforços para reduzir a velocidade da transmissão do vírus no nível populacional e reduzir a incidência da doença, até o momento, o distanciamento social faz parte do conjunto de medidas necessárias para o alcance desses objetivos, é necessária a educação permanente em saúde para pais, familiares e sociedade na prevenção dos acidentes domésticos.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Síndrome de Sweet na infância: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Paula Brandalise Nunes</dc:creator><dc:creator>Paula Pozzolo Ogeda</dc:creator><dc:creator>Giselly Dostoievski Quezado Leite Alverne</dc:creator><dc:creator>Maiara Raíssa dos Santos</dc:creator><dc:creator>Paulo Ramos David João</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; A síndrome de Sweet (SS) é caracterizada por lesões cutâneas que podem se apresentar como pápulas, placas ou nódulos, difusos, dolorosos e eritematosos, associados à febre, sintomas inespecíficos e manifestações multissistêmicas. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DE CASO:&lt;/strong&gt; Lactente com pápulas que progrediram para placas dolorosas associadas à febre e sintomas sistêmicos com 2 meses de evolução, não responsivo à antibioticoterapia. Realizada biópsia cutânea e iniciado tratamento com corticoide sistêmico com boa resposta. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Dermatose rara na população pediátrica, que faz diagnóstico diferencial com diversas condições infecciosas e inflamatórias. A associação com malignidades ocorre em parte dos casos, sendo necessária a sua exclusão. Apresenta resposta dramática à corticoterapia e necessita seguimento devido ao risco de recorrência.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Infecção por SARS-CoV-2 em uma criança com imunodeficiência primária: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Rodrigo Hideki Matsura</dc:creator><dc:creator>Maíra Freire Cardoso</dc:creator><dc:creator>Karine Vusberg Galleti</dc:creator><dc:creator>Artur Figueiredo Delgado</dc:creator><dc:creator>Werther Brunow de B Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>Comparado aos pacientes adultos, a maioria dos casos da doença pelo coronavírus-19 (COVID-19) em pediatria foi descrita como leve ou assintomática. Porém, nos últimos meses cresceu o número de relatos de crianças que desenvolveram quadros mais graves, com disfunção de múltiplos sistemas e provas inflamatórias elevadas, denominada atualmente de síndrome inflamatória multissistêmica em crianças (MIS-C). Descrevemos o caso de um lactente que tinha como antecedente pessoal uma imunodeficiência primária, que evoluiu com a forma grave de infecção por SARS-CoV-2, associada à disfunção de múltiplos órgãos e provas inflamatórias elevadas. Apesar do quadro clínico compatível com MIS-C, sua doença de base pode ter contribuído pelo seu desfecho desfavorável. Por tratar-se de uma condição recém-documentada na literatura, os relatos dos casos vivenciados de SARS-CoV-2 é condição indispensável para melhor compreender sua evolução e melhorar seu manejo clínico.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Mudança no perfil epidemiológico da síndrome respiratória aguda grave na população pediátrica brasileira: indício de subnotificação da COVID-19</dc:title>
            <dc:creator>Renata Machado Pinto</dc:creator><dc:creator>Isadora Espíndola Leite Borges</dc:creator><dc:creator>Jonas Borges Santos Amorim</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; O impacto da COVID-19 na população pediátrica brasileira pode estar subestimado pela subnotificação. O presente estudo objetiva comparar a incidência de hospitalizações e óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e etiologias na faixa pediátrica até a semana 25, em 2019 e 2020.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo epidemiológico realizado por consulta ao InfoGripe. Foram consultados dados referentes às semanas epidemiológicas 1 a 25, dos anos de 2019 e 2020. Os dados foram analisados por meio do programa SPSS 26.0.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Comparando os anos de 2019 e 2020, observa-se redução da taxa de incidência (por 100.000) de hospitalizações por SRAG na faixa etária de 0-4 anos de 4,023 para 2,980 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,05), e aumento nas outras faixas etárias, nos escolares a incidência passou de 0,353 para 0,618 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,009) e entre os adolescentes de 0,115 para 0,393 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,002). Houve aumento dos óbitos de 0,013 para 0,017 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,05) entre 5-9 anos, e de 0,009 para 0,029 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,001) entre 10 e 19 anos. Em relação à SRAG por “etiologia desconhecida”, a incidência de hospitalizações aumentou 0,294 para 1,454 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,007) e os óbitos de 0,03 para 0,28 (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,004).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A incidência de hospitalizações e óbitos por SRAG em 2020 nas faixas etárias entre 5-9 e 10-19 anos foi superior à de 2019. O aumento de 3,4 vezes no número de casos e de 9,3 vezes nos óbitos por SARG sem etiologia definida em 2020 pode sugerir importante subnotificação da COVID-19 no Brasil. Faz-se necessário que novos estudos avaliem a extensão e impacto do SARS-CoV-2 na população pediátrica.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Efeitos do corticoide antenatal em prematuros de muito baixo peso</dc:title>
            <dc:creator>Gabriela de Carvalho Nunes</dc:creator><dc:creator>Mauricio Obal Colvero</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Os benefícios do corticoide antenatal (CA) para o prematuro são bem estabelecidos. Sua ação em múltiplos tecidos promove a maturidade de estruturas fetais, tendo grande impacto na diminuição da morbimortalidade neonatal.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Avaliar os efeitos do uso do CA nos recém-nascidos prematuros de muito baixo peso (RNPTMBP).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Foram utilizados os dados enviados pela Unidade à Rede Gaúcha de Neonatologia dos RNPTMBP nascidos entre 01/01/2008 e 31/12/2014 no Hospital Fêmina, em Porto Alegre. Analisou-se a exposição ao CA (1 ou 2 doses de 12 mg de betametasona intramuscular) e sua relação com a mortalidade e seguintes comorbidades: doença da membrana hialina (DMH), hemorragia intraventricular (HIC), leucomalácia periventricular (LPV), retinopatia da prematuridade (ROP), enterocolite necrosante (ECN), persistência do canal arterial (PCA) e displasia broncopulmonar (DBP).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Obteve-se um total de 496 pacientes, dos quais 68% receberam pelo menos uma dose de CA e 32% não receberam nenhuma. Observou-se significativa redução na incidência de DMH (OR 0,468, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,001), favorável aos pacientes que receberam CA. Notou-se uma redução em 60% de HIC (OR 0,401, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; &amp;lt; 0,001). Também foi observada redução na incidência de DBP com o uso de CA (OR 0,269-0,903, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,018). Na&amp;amp;#771; foi observada diferença estatística na incidência de LPV (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,3), PCA (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,68), ECN (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,44) ou ROP (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,58). A redução na incidência de óbitos foi de 78% (OR 0,22, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; &amp;lt; 0,001).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; A exposição ao CA, independente do número de doses, confere menor morbidade e menor mortalidade aos RNPTMBP.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Síndrome hemolítico-urêmica por mutação genética DGKE: relato de caso familiar na pediatria</dc:title>
            <dc:creator>Sâmia Marques Lourenço Landim</dc:creator><dc:creator>Káthia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini</dc:creator>
            <dc:description>A síndrome hemolítico-urêmica (SHU) é uma causa importante de injúria renal aguda (IRA) na infância e sua etiologia mais comum é a colite pela Escherichia coli produtora da toxina Shiga. Mutações genéticas no sistema complemento são responsáveis por casos mais raros de SHU e eram as únicas mutações relacionadas a essa síndrome. Novas mutações não relacionadas ao sistema complemento foram descritas em pacientes com SHU, sendo a primeira dessas mutações encontrada no gene que codifica a proteína diacilglicerol quinase épsilon (DGKE). Relatamos dois casos de SHU por mutação no gene DGKE no primeiro ano de vida de duas crianças da mesma família, dada a raridade dessa doença e a evolução para doença renal crônica (DRC), alertando assim para a importância do diagnóstico precoce e tratamento adequado para redução das taxas de morbimortalidade. O primeiro caso, uma menina de 4 meses com febre e tosse evoluiu para convulsão tonicoclônica generalizada, anemia grave, trombocitopenia e IRA. Após permanecer grave, o tratamento com eculizumab foi iniciado. A diálise foi realizada por um ano, após o qual houve melhora parcial da função renal. O eculizumab foi administrado durante um ano e oito meses, sendo suspenso após o resultado de teste genético confirmando a mutação no gene DGKE. O segundo caso, uma menina de 11 meses com história de infecção de vias aéreas superiores, erupção cutânea difusa, edema periorbital, anasarca, oligoanúria, anemia, trombocitopenia e injúria renal aguda. A paciente foi submetida a apenas uma sessão de diálise peritoneal, pois houve melhora parcial da função renal.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A importância da investigação da COVID-19 em gestantes e recém-nascidos</dc:title>
            <dc:creator>Gabriel Trevizani Depolli</dc:creator><dc:creator>Antônio Lucas Ferreira Feitosa</dc:creator><dc:creator>Jôbert Kaiky da Silva Neves</dc:creator><dc:creator>Maria Gabriella Pacheco da Silva</dc:creator>
            <dc:description>O objetivo desse trabalho é destacar a importância da investigação da COVID-19 em gestantes e recém-nascidos. Visou-se também analisar, através de estudos publicados em 2020, se o novo coronavírus pode ser transmitido de forma vertical e se há diferenças das manifestações clínicas da doença entre gestantes e não gestantes.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Transplante alogênico de medula óssea em crianças: experiência inicial do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte</dc:title>
            <dc:creator>Marina Mafra Carvalhais</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Relatar a experiência clínica inicial de um hospital terciário com transplante alogênico de medula em crianças.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Análise de dados de prontuários dos 6 primeiros pacientes pediátricos transplantados desde a abertura do serviço em abril de 2018 até dezembro de 2018.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram realizados 6 transplantes alogênicos de medula óssea, todos em portadores de leucemia (5 LLA e 1 LMC), com mediana de idade de 8 anos, sendo 4 meninos e 2 meninas. As fontes de células-tronco utilizadas foram medula óssea em 4 casos e células-tronco periféricas em 2 casos. Todos os pacientes sobreviveram aos 100 primeiros dias pós-transplante e tiveram seguimento clínico mediano de 168 dias. Após transplante, 1 paciente apresentou DECH aguda e todos apresentaram pelo menos uma complicação infecciosa, com destaque para as infecções de cateter, que ocorreram em 66% dos pacientes. Febre e mucosite foram de ocorrência universal. A média de internação foi de 38 dias e após alta, 83% dos pacientes foram reinternados por infecção ou recidiva de doença.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; Os resultados obtidos no presente estudo são bem coerentes com outras séries de pacientes já relatadas e permitem conhecer melhor os principais fatores que interferem no sucesso dos transplantes realizados em crianças e adolescentes. No entanto, estudos brasileiros ainda são escassos e devem ser encorajados, assim como a ampliação de serviços, visando aumentar a chance de cura de nossas crianças.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Descrição do perfil clínico e epidemiológico do parto prematuro e seus desfechos neonatais</dc:title>
            <dc:creator>Ana Clara Monteiro Laranjeira</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Descrever o perfil clínico e epidemiológico do parto prematuro em uma unidade da rede pública de saúde.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo retrospectivo envolvendo a análise de prontuários de 94 neonatos nascidos antes de 37 semanas completas de gestação e os de suas respectivas mães. Para investigação, foram observados dados referentes às condições socioeconômicas maternas, a presença de doenças intercorrentes da gestação, a ocorrência de eventos perinatais agravantes, as condições de nascimento e as complicações neonatais apresentadas.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; A maioria das gestantes estudadas se encontrava na faixa etária de 15 a 35 anos, tinha entre 4 e 7 anos de escolaridade e residia em áreas urbanas. 95% das gestações foram de feto único, e a prevalência de hipertensão e diabetes foi de 12 e 6%, respectivamente. A ruptura prematura de membrana ocorreu em 25% dos casos, as infecções maternas do trato genitourinário, em 27%, e a corioamnionite, em 5%. A maioria dos neonatos pesava entre 1.000 e 2.499 gramas ao nascer. A complicação mais encontrada foi a infecção neonatal (32%), em especial a sepse precoce, mais observada entre os prematuros de menor idade gestacional e peso, e também naqueles cujas mães apresentaram alguma infecção na gravidez. Outros desfechos neonatais relevantes foram as alterações respiratórias (27%) e a icterícia (26%). Houve 26 óbitos na amostra estudada.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; Prevenir prematuridade e suas consequências demanda conhecimento e monitoramento dos fatores de risco.</dc:description>
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            <dc:title>COVID-19: relato de manifestações cardiovasculares na infância</dc:title>
            <dc:creator>Dakeny da Vitória Souza</dc:creator><dc:creator>Luana Ferreira Martins</dc:creator><dc:creator>Mayra Lucchesi</dc:creator><dc:creator>Thaissa Nogueira Nogueira</dc:creator><dc:creator>Ana Leticia Souza</dc:creator><dc:creator>Cleo Bragança Cardoso Tammela,Albina Luciana da Silva Freitas</dc:creator><dc:creator>Valeria Rodrigues de Sá Figueiredo</dc:creator>
            <dc:description>Acreditava-se que a doença do coronavírus 2019 (COVID-19) pouco afetava a população pediátrica. Contudo, com o passar dos meses, ficou evidente que sua ocorrência ultrapassa a forma oligo ou assintomática na infância, fazendo parte de um vasto acometimento multissistêmico secundário à tempestade de citocinas inflamatórias, chamada síndrome inflamatória multissistêmica (MIS-C). Esta, por sua vez, inclui o envolvimento cardíaco, podendo levar à miocardite, pericardite e, até mesmo, alterações coronarianas. Descreveremos dois casos de crianças diagnosticadas com COVID-19, internadas na unidade de terapia intensiva pediátrica (UTIP), com formas distintas de acometimento cardiovascular. Assim, mediante esta variedade de sinais e sintomas associado ao vírus, nosso objetivo é poder contribuir para o preenchimento das lacunas a respeito de suas manifestações clínicas e possíveis abordagens terapêuticas, visando uma atuação mais homogênea para agregar conhecimento aos futuros estudos.</dc:description>
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            <dc:title>Diagnóstico clínico de síndrome de Goltz pré-natal: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Fernanda Sousa Nascimento Chiang</dc:creator><dc:creator>Graziela Paronetto Machado Antonialli</dc:creator><dc:creator>Cristina Touguinha Neves Medina</dc:creator><dc:creator>Lorena de Melo Gama</dc:creator><dc:creator>David Uchoa Cavalcante</dc:creator><dc:creator>Karolyne Michele Moura Raftopoulos</dc:creator>
            <dc:description>Este relato de caso descreve o acompanhamento de uma criança com Síndrome de Goltz, uma rara displasia mesoectodérmica, desde o diagnóstico pré-natal até os cuidados médicos atuais. O diagnóstico da paciente e de sua mãe foram estabelecidos durante a gestação, com base em lesões cutâneas apresentadas pela mãe e ecografias que revelaram deformidades esqueléticas, onfalocele e outras características típicas da síndrome. O acompanhamento médico pós-nascimento incluiu uma série de exames complementares, como radiografias e ressonâncias magnéticas, que forneceram uma avaliação detalhada das anomalias neurológicas associadas à síndrome. Além disso, o relato destaca a importância do acompanhamento genético e da abordagem multidisciplinar para garantir o melhor manejo e qualidade de vida para pacientes com condições raras.</dc:description>
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            <dc:title>Relato de caso de COVID-19 em lactente com síndrome de hipoventilação congênita central</dc:title>
            <dc:creator>Jéssica Neuenfeld Paniz</dc:creator><dc:creator>Valentina Coutinho Baldoto Gava Chakr</dc:creator>
            <dc:description>Relatar um caso de COVID-19 confirmada por PCR em uma lactente de 10 meses com síndrome de hipoventilação congênita central, portanto dependente de ventilação mecânica. O quadro se caracterizou por febre, sibilância, prostração, e episódios de hipoxemia associados a hipercapnia. Recebeu tratamento com oxigênio suplementar, além de antimicrobianos por infecção bacteriana sobreposta. A paciente evoluiu com melhora: suspensa suplementação de oxigênio no décimo terceiro dia de doença e retorno a parâmetros basais de ventilação mecânica. Apesar da doença de base, o desfecho foi favorável, recebendo alta 17 dias após início dos sintomas, com plano de terminar tratamento antimicrobiano a nível ambulatorial.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Treze milhões de acessos!</dc:title>
            <dc:creator>Marilene Crispino Santos</dc:creator><dc:creator>Clemax Sant’Anna</dc:creator>
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            <dc:title>Uma criança com rash e artrite: qual o seu diagnóstico?</dc:title>
            <dc:creator>Marianna Caruso M. Bloise</dc:creator><dc:creator>Thamiris Rosa E. Auad</dc:creator><dc:creator>Verônica Oliveira</dc:creator><dc:creator>Bruno Rocha</dc:creator><dc:creator>Adriana Mesquita</dc:creator><dc:creator>Andrea Valentim Goldenzon</dc:creator><dc:creator>Sandra Mara Amaral</dc:creator><dc:creator>Patricia Fernandes Barreto Costa</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Infecção pelo SARS-CoV-2 em crianças menores de 2 anos: série de casos</dc:title>
            <dc:creator>Claudia Regina Cachulo Lopes</dc:creator><dc:creator>Gustavo Passafaro Guzzi</dc:creator><dc:creator>Samir Bernardo Ile Mcauchar e Silva</dc:creator><dc:creator>Lorena Fernanda Costa de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Juliana Carvalho Alves</dc:creator><dc:creator>Marcelo Vaidotas Pinto</dc:creator><dc:creator>Leonardo Marques Moura Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Elias El-Mafarjeh</dc:creator>
            <dc:description>A atual pandemia do novo coronavírus trouxe novas preocupações de saúde pública, visto a rápida propagação ao redor do mundo e a variedade de manifestações clínicas. Nesse contexto, o quadro clínico do SARS-CoV-2 vem sendo amplamente estudado nas diversas faixas etárias. Em especial na população pediátrica, sabe-se que o quadro clínico tende a ser oligossintomático ou mesmo assintomático, dificultando o diagnóstico. Soma-se a isso o fato de que os sinais e sintomas fazem parte das queixas mais comuns no cenário pediátrico. Visando contribuir para o entendimento do espectro de apresentações clínicas do SARS-CoV-2 em crianças, o presente estudo se propõe a apresentar uma série de relatos de casos em lactentes com presença de quadros clínicos respiratórios e RT-PCR para COVID-19 positivo, destacando os sinais e sintomas predominantes, as alterações radiológicas, o manejo e desfecho clínico, correlacionando com as evidências científicas publicadas até o presente momento.</dc:description>
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            <dc:title>O Código de Ética Médica, conectado à bioética, acompanha os avanços sociais e da medicina</dc:title>
            <dc:creator>Sidnei Ferreira</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>A anamnese e o exame físico</dc:title>
            <dc:creator>Marcia Alves Galvão</dc:creator>
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            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Mutação CDC42 relacionada a quadro de resposta inflamatória sistêmica com repercussão grave em uma paciente de 17 anos: um relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Iassiminy Santos Merhi</dc:creator><dc:creator>Lucas Ryba de Oliveira</dc:creator><dc:creator>Isabela Dantas Oliveira</dc:creator><dc:creator>Gabriela Fávaro Zavan</dc:creator><dc:creator>Paulo Ramos David João</dc:creator>
            <dc:description>O gene CDC42 é um membro da família de pequenas Rho GTPases, que desempenha um amplo espectro de funções fisiológicas na regulação do ciclo celular (adesão, polaridade, proliferação, migração, motilidade e ativação da transcrição celular). Sua mutação pode resultar em um grupo heterogêneo de fenótipos e manifestações. Caso a mutação ocorra na porção C-terminal (determinado pelo exame genético exoma), em conjunto com critérios clínicos (pancitopenia, autoinflamação, erupção cutânea e episódios de linfohistiocitose hemofagocítica), será caracterizada a síndrome NOCARH. O tratamento pode ser realizado com corticoides, imunossupressores, imunomoduladores ou anticorpos monoclonais, sendo o tratamento definitivo o transplante de células-tronco hematopoiéticas. Este relato de caso tem por objetivo acrescentar conhecimento sobre a síndrome NOCARH, síndrome complexa e ainda pouco conhecida na literatura, auxiliando no diagnóstico mais precoce assim como intervenção adequada e em tempo hábil.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Comparação dos desfechos clínicos e tratamentos de pneumonia adquirida na comunidade complicada e não complicada em crianças de um hospital de referência materno infantil</dc:title>
            <dc:creator>Raul José Almeida Albuquerque</dc:creator><dc:creator>Camila Esteves Paredes</dc:creator><dc:creator>Ana Carolina de Souza Vasconcelos</dc:creator><dc:creator>Renê Elias Gonçalves</dc:creator><dc:creator>Ítalo José Sampaio Vieira da Cruz</dc:creator><dc:creator>Vitória Souza Araújo</dc:creator><dc:creator>Ilka Juliana Ferreira Rodrigues</dc:creator><dc:creator>Yuri Francilane Carvalho Dos Santos</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Analisar dados sobre evolução clínica e tratamento para melhorar a compreensão e o manejo da pneumonia adquirida na comunidade complicada. &lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO:&lt;/strong&gt; Estudo prospectivo e transversal, a partir de crianças internadas por pneumonia comunitária em hospital público terciário, referência materno infantil, durante 6 meses.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Foram analisados 130 pacientes durante 6 meses.  Dentre esses, 97 (74,6%) pacientes persistiram apenas com pneumonia não complicada (PAC) e 33 (25,4%) evoluíram com pneumonia complicada (PACC) ou já apresentaram complicações na admissão. Sobre os pacientes com PACC, o derrame pleural foi a complicação mais comum (90,4%), utilizando-se como ferramentas auxiliares para elucidar complicações a radiografia (93,9%), ultrassonografia (57,6%) e tomografia (42,4%). O tratamento predominante foi a antibioticoterapia empírica, especialmente com cefalosporinas de terceira geração. Intervenções cirúrgicas foram frequentemente realizadas em pacientes com complicações (75,8%), como drenagem torácica (92%), com uma média de 11,3 dias de permanência do dreno, prolongando a hospitalização com uma média de 18 dias (&lt;em&gt;p&lt;/em&gt;=0,048). Sobre o desfecho, 93,9% dos pacientes tiveram alta, 3,0% vieram a óbito e 3,0% foram transferidos.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO:&lt;/strong&gt; O estudo conclui que a PACC leva a hospitalizações prolongadas e custos adicionais no sistema de saúde. Esses achados destacam a gravidade da doença e reforçam a necessidade de uma abordagem terapêutica mais abrangente, incluindo o uso de vacinas mais eficazes contra o pneumococo para reduzir complicações.</dc:description>
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            <dc:identifier>https://www.residenciapediatrica.com.br/article/1719/comparacao-dos-desfechos-clinicos-e-tratamentos-de-pneumonia-adquirida-na-comunidade-complicada-e-nao-complicada-em-criancas-de-um-hospital-de-referencia-materno-infantil</dc:identifier><dc:identifier>10.25060/residpediatr-2025.v15n2-1292</dc:identifier>
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            <dc:title>Lactente com histiocitose de células de Langerhans em mastoide</dc:title>
            <dc:creator>Liara Paranaíba Ribeiro</dc:creator><dc:creator>Juliana Mara Silva</dc:creator><dc:creator>Jussara Silva Lima</dc:creator>
            <dc:description>A histiocitose de células de Langerhans é uma doença rara que resulta de proliferação monoclonal das células de Langerhans, possui etiopatogenia desconhecida. O relato é referente a uma lactente de 7 meses com doença em osso mastoide, considerado um sítio especial. O diagnóstico foi suspeitado após tratamento para mastoidite sem resposta. O interesse em relatar o caso é resultante da miscelânea na apresentação da doença, de forma a atentar para o possível diagnóstico.</dc:description>
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            <dc:title>Origem anômala da artéria coronária esquerda a partir da artéria pulmonar - Relato de Caso</dc:title>
            <dc:creator>Angélica Luciana Nau</dc:creator><dc:creator>Alan Fernandes Strapasson</dc:creator><dc:creator>Guilherme da Silva Martins</dc:creator><dc:creator>Cristiane Nogueira Binotto</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;INTRODUÇÃO:&lt;/strong&gt; Origem anômala da artéria coronária esquerda (ALCAPA) é defeito cardíaco raro, que provoca isquemia do miocárdio e cardiomiopatia.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RELATO DO CASO:&lt;/strong&gt; lactente masculino, 7 meses, déficit pôndero-estatural, palidez, sudorese e irritabilidade, além de sopro sistólico em área mitral. Ecocardiograma revelou origem anômala da coronária esquerda a partir da pulmonar, e cateterismo cardíaco corroborou o diagnóstico. Foi submetido a correção cirúrgica, com boa evolução pós-operatória.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;DISCUSSÃO:&lt;/strong&gt; ALCAPA tem difícil diagnóstico. Normalmente, se manifesta até 2 meses de idade, mas os sintomas podem ser mal interpretados e a doença subdiagnosticada. O eletrocardiograma pode mostrar alterações no segmento ST ou onda Q, sugestivos de infarto agudo do miocárdio. Diagnóstico pode ser feito por ecocardiograma bidimensional, com visualização direta da origem anormal da artéria coronária esquerda, associado ao estudo hemodinâmico. Tratamento é cirúrgico, com reimplante da artéria coronária na aorta e, em geral, a evolução é satisfatória.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Pseudo-obstrução intestinal crônica pediátrica - uma revisão de literatura</dc:title>
            <dc:creator>Phabyana Pereira de Araújo</dc:creator><dc:creator>Virgínia Resende Silva Wefford</dc:creator><dc:creator>Denise Maria Santos Fernandes Simão</dc:creator>
            <dc:description>O presente artigo tem como objetivo descrever a doença pseudo-obstrução intestinal crônica (POIC) pediátrica por meio de uma revisão bibliográfica abordando suas características clínicas, o diagnóstico e as opções terapêuticas. A pseudo-obstrução intestinal crônica (POIC) representa a forma mais grave de dismotilidade gastrointestinal, com consequências debilitantes e potencialmente letais. Os sintomas podem não ser específicos e resultar em diagnósticos incorretos ou tardios, tendo como consequência a morbidade e até a mortalidade. Embora a POIC pediátrica apresente recorrentes aspectos clínicos, algumas características específicas podem ser identificadas - o que dificulta às vezes a identificação e, consequentemente, o tratamento da doença. Não há um único teste de diagnóstico ou descoberta patognomônica da POIC, portanto, uma abordagem gradual, incluindo radiologia, endoscopia, laboratório, manometria e histopatologia, deve ser considerada na etapa do diagnóstico. O tratamento dos pacientes com a POIC é desafiador e requer um esforço multidisciplinar com a participação de gastroenterologistas, patologistas, dietistas, cirurgiões, psicólogos e outros subespecialistas devidamente experientes com base na presença de comorbidades. As opções de tratamento atuais envolvem invariavelmente cirurgia e suporte nutricional especializado, especialmente em crianças. Os tratamentos médicos visam principalmente evitar complicações, como sepses ou sobrecrescimento bacteriano intestinal e, sempre que possível, restaurar a propulsão intestinal. Opções terapêuticas mais eficazes são ansiosamente aguardadas para pacientes com complicações.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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            <dc:title>Frequência da Síndrome de Burnout em médicos residentes</dc:title>
            <dc:creator>Paulo Roberto Cruvinel Oliveira</dc:creator><dc:creator>Thayane Guimarães de Melo</dc:creator><dc:creator>Anelise Lopes</dc:creator><dc:creator>Monica Nunes Lima</dc:creator><dc:creator>Dirceu Zorzetto Filho</dc:creator><dc:creator>Vania Oliveira de Carvalho</dc:creator>
            <dc:description>&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; Determinar a frequência e fatores associados à síndrome de Burnout (SB) nos médicos residentes de um hospital universitário de nível terciário.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;MÉTODOS:&lt;/strong&gt; Estudo prospectivo, transversal e analítico, realizado de abril a setembro de 2016. Foram convidados a participar todos os médicos residentes da instituição e aplicados questionários sociodemográficos, avaliada presença de SB pelo Maslach Burnout Inventory.&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;RESULTADOS:&lt;/strong&gt; Do total de 370 médicos residentes, 117 (31,6%) participaram, houve manifestação da SB em 27,3% dos participantes, com 67% apresentando alta exaustão emocional, 47% alta despersonalização e 53% baixos índices de realização profissional. Houve diferença quando comparados, respectivamente, os residentes com e sem SB quando havia: ausência de atividades de lazer (17,8% &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; 37,5%, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,04), ausência de crença religiosa (22,3% &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; 40,6%, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,04) e presença de doença crônica (20,9% &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; 56,2%, &lt;em&gt;p&lt;/em&gt; = 0,04).&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÕES:&lt;/strong&gt; A SB foi frequente nos médicos residentes, com altos índices em cada domínio da síndrome. Houve maior frequência de SB nos participantes que não tinham tempo para o lazer ou crença religiosa e com doença crônica.</dc:description>
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            <dc:title>Febre maculosa: relato de caso</dc:title>
            <dc:creator>Thais Meneses Wyatt</dc:creator><dc:creator>Manoella Garcia Carrera</dc:creator><dc:creator>Thaís Simões Lacerda</dc:creator><dc:creator>Janinne Fachetti Rocha</dc:creator><dc:creator>Bárbara Freitas Pinto</dc:creator><dc:creator>Danielle Andrade Jaretta</dc:creator><dc:creator>Gabriela Franco Fabres</dc:creator><dc:creator>Racire Sampaio Silva</dc:creator>
            <dc:description>A febre maculosa é uma zoonose emergente grave causada pela bactéria &lt;em&gt;Rickettsia&lt;/em&gt; e transmitida por carrapatos, esta pode ser fatal se não for diagnosticada e tratada no início dos sintomas clínicos. Segue o relato de caso de um paciente pediátrico, residente de área rural do interior do Espírito Santo, Brasil, com febre Maculosa que apresentou evolução desfavorável. O diagnóstico foi confirmado através da técnica de imunofluorescência indireta após o óbito. Considerando a alta letalidade e a prevalência da doença nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, deve-se pensar nesse diagnóstico diferencial na presença de sintomatologia e epidemiologia sugestivas desse agravo, visando reduzir a morbimortalidade da população acometida.</dc:description>
            <dc:language>pt</dc:language>
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