O aleitamento materno é uma das primeiras intervenções nutricionais infantis, sendo considerado um exercício crucial do ponto de vista biológico, social e econômico, uma vez que permite o sustento da criança, fornecendo substâncias que auxiliam na promoção da saúde, na criação do vínculo mãe-filho, além de evitar gastos com fórmulas infantis. Por isso, é garantido por lei o direito da mãe de amamentar. Conforme o artigo 9º do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990)1 e tanto as autoridades governamentais como os patrões devem fornecer circunstâncias satisfatórias ao aleitamento materno devido à sua relevância1.
A amamentação é de fundamental importância, em particular nos primeiros anos de vida, pois é determinante para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da saúde da criança. No entanto, mesmo com os benefícios e os direitos relacionados à amamentação, a duração do aleitamento é inferior à sugerida, dado que duas em cada três crianças com menos de seis meses de vida consomem outros alimentos2 e 52,4% das mães não praticam o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)3.
Nesse contexto, o desmame é um fato frequente na sociedade brasileira, sendo influenciado por inúmeros fatores histórico-culturais, biológicos e emocionais que podem comprometer a manutenção da nutrição adequada da criança e aumentar a predisposição a alergias alimentares, diarreias, além de comprometer o aprimoramento motor-oral da mesma4. Esse fato está relacionado ao crescimento da morbimortalidade infantil.
Sobre esse prisma, a amamentação é uma considerável estratégia preventiva de saúde, em função dos benefícios oferecidos ao lactente, evitando o surgimento de doenças5. Aliado a isso, as políticas públicas que recomendam diretrizes sobre alimentação e nutrição têm função fundamental nessa estratégia de promoção à saúde. Diante disso, ainda se faz necessário compreender a dimensão biopsicossocial da ablactação. Dessa forma, esse trabalho tem como objetivo estudar os motivos e consequências do desmame precoce.
MÉTODO
Esta pesquisa é de natureza básica, já que "objetiva gerar conhecimentos novos, úteis para o avanço da ciência, sem aplicação prática prevista. Envolve verdades e interesses universais"6, dado que o desmame precoce é bastante frequente, sendo considerado um problema de saúde pública7.
Quanto aos objetivos, trata-se de uma pesquisa exploratória, pois visa "proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a constituir hipóteses''8 e descritiva, uma vez que tem como propósito "a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis"8. Além disso, haverá uma abordagem qualitativa, dado que será uma pesquisa detalhada sobre a realidade social acerca do desmame precoce, buscando seus significados.
O procedimento técnico foi uma pesquisa de campo e o instrumento de produção de dados, um questionário semiestruturado com 25 perguntas que permitam caracterizar a amostra, compreender sobre o entendimento da mesma a respeito do aleitamento materno e entender os motivos e consequências do desmame precoce.
A seleção dos sujeitos da pesquisa atendeu aos seguintes critérios: ser mãe de criança de até seis meses de idade, aceitar participar do estudo, ter realizado a introdução alimentar mista no lactente antes do mesmo completar seis meses de vida; residir na área de abrangência da pesquisa. Foram excluídas da pesquisa as mães que amamentaram exclusivamente por um período maior que seis meses e lactantes que não tiverem interesse de participar da pesquisa. Ademais, o universo temporal da produção dos dados compreendeu o período de agosto a outubro de 2023.
Por se tratar de uma pesquisa de campo a realização da entrevista ocorreu após a aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e assinatura dos integrantes no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), obedecendo à Resolução n° 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde, que visa o respeito e proteção dos indivíduos que participam de pesquisas científicas. Ainda, as informações adquiridas serão de uso restrito a este estudo, sem a intenção de prejudicar a privacidade dos membros.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Após aprovação do CEP e de elencar os aspectos de eleição e ausência de rejeição, foram eleitas pelo estudo e aplicado o questionário a 14 mulheres durante o mês de agosto a outubro de 2023.
As características pessoais das mães estão expostas na Tabela 1. Com isso, podemos perceber que a maioria das mulheres que participaram do estudo são adultas (idade mediana 28 anos), com ensino médio completo (57,14%) e dona de casa (50%). Porém, em relação ao estado civil houve uma equivalência, sendo 50% solteira e 50% casada.
A análise das respostas do questionário permitiu a organização da discussão do tema em quatro tópicos, que estão expostos a seguir.
Contexto socioeconômico
O aleitamento materno está associado a diversos fatores sociais que podem contribuir para a sua interrupção. No que diz respeito à idade, alguns autores afirmam que "a pouca idade materna afeta diretamente a manutenção do aleitamento materno, apresentando uma tendência a desmamar precocemente seus bebês"9. No entanto, neste estudo, a maioria das mães são adultas, demonstrando que a suspensão do aleitamento materno é uma realidade que permeia todas as faixas etárias.
No que se refere à escolaridade, é sabido que o conhecimento sobre os benefícios do aleitamento materno é proporcional ao nível escolar e que este fator pode ser determinante para a manutenção da amamentação. A literatura demonstra que mães alfabetizadas têm maior acesso às informações sobre a relevância da lactação, sendo um bom preditivo de sucesso no aleitamento materno exclusivo (AME)11. Todavia, o presente estudo trouxe que a maioria das mães concluíram o segundo grau e que, apesar do conhecimento acerca da superioridade do leite materno em relação aos outros alimentos no início da vida, elas ainda optaram pelo desmame precoce. Assim, apesar de ser estabelecido que a escolaridade pode ser importante na continuação da amamentação, pode não ser fator forte o suficiente para garantir a amamentação exclusiva no primeiro semestre para todas as realidades sociais.
A convivência paterna também pode influenciar no tipo de alimentação que será fornecida à criança, uma vez que o seu apoio e o seu nível de escolaridade podem ter impacto na manutenção de uma dieta saudável. Nesse trabalho, observou-se que 50% das mães que participaram da pesquisa são solteiras e 50% casadas/vivem juntos e, dessas, apenas 57,14% concluíram o primeiro grau. Diante disso, podemos afirmar que metade das mulheres provavelmente não tiveram o pleno apoio paterno e, das que estão comprometidas, existem parceiros de baixa escolaridade. Logo, isso reforça a ideia de que a família disfuncional, em que a ausência da figura paterna ou de cônjuge e/ou o menor nível de escolaridade podem ser um real predisponente para o desmame precoce.
Quanto à ocupação/profissão, constatou-se que a maioria das mães (50%) ficaram afastadas das atividades laborais por menos de seis meses, 14,28% ficaram afastadas por mais de seis meses e 35,71% "não se aplicam". Aquelas com vínculo empregatício tiveram predominância de menos de 6 meses afastadas de suas atividades, corroborando com os dados da literatura12, que refere o impacto na amamentação devido retorno laboral dentro do prazo de seis meses do parto. Ademais, apesar da maioria das mulheres se declararem donas de casa, os aspectos sociais de não terem emprego e/ou seguridade social e precisarem cumprir atividades da casa podem ter impacto negativo com o desmame precoce nesta amostra.
Gestação
Sob essa ótica, é importante ressaltar que o histórico de gestações anteriores é descrito nas bibliografias como uma condição que pode influenciar na decisão materna em manter ou não o AME, visto que mães sem experiência prévia e que nunca tiveram filhos antes acabam desmamando precocemente10. Nesse estudo, constatou-se que a maioria das mães são multíparas, não tiveram dificuldade para engravidar e a gravidez foi desejada. Assim, as respostas assinaladas permitem dizer que o desmame precoce acomete não somente os filhos de mães consideradas inexperientes, pois já ter praticado a amamentação em experiência anterior não foi um fator preponderante para manter o leite materno.
Percepção da mãe sobre aleitamento materno
Em relação à percepção das mães sobre o aleitamento materno, todas responderam que já tiveram informações acerca do assunto. A maioria sinalizou que o posto de saúde (grupo de gestante, pré-natal, agente comunitário) tem sido o local em que se orientaram. Quando questionadas sobre os motivos que levaram a amamentar, todas marcaram que15 "o leite materno é melhor para o filho", também anunciaram que "é bom para a saúde da mãe"; "pela economia financeira"; "porque fico próxima do meu filho"; "porque não aderiu à mamadeira". Entretanto, no presente estudo, nenhuma mãe marcou a opção "por obrigação social/do pai", sendo esse um dos motivos descritos na literatura, no qual a contribuição paterna tem sido de grande valia para o suporte e manutenção da amamentação13.
Apesar das mães responderem que têm conhecimento sobre o tema, quando questionadas sobre o que significa aleitamento materno exclusivo, metade delas respondeu errado. Segundo a literatura estudada, AME é aquele que ocorre até 6 meses de idade, sem adição de outros alimentos5. Concomitantemente, quando questionadas sobre quem se beneficia do aleitamento materno, uma parte considerável respondeu ser apenas o bebê. Em vista disso, podemos dizer que a percepção materna sobre o tema não é absoluta, já que ambos podem tirar proveito14.
Desmame precoce
No presente estudo, a maioria das mães responderam corretamente o significado de desmame precoce - quando retira o leite de forma exclusiva da criança com menos de 6 meses. Além disso, demonstraram conhecer as possíveis complicações associadas à ablactação.
Quando perguntado a elas os motivos que levaram ao desmame precoce, as respostas sinalizadas foram: problemas nas mamas, queixa de pouco leite, pedido do parceiro, dificuldade de ganho de peso da criança e internamento após o parto. Porém, nenhuma delas respondeu que foi por causa de doença materna, doenças do filho e uso de medicação que contraindique a amamentação ou produção de leite como referido em outros estudos14. Ademais, algumas mães disseram que "[...] ‘tava' na hora de tirar", pois "[...] precisava trabalhar" / "voltei ao trabalho com 02 meses" e a "[...] perturbação na amamentação" tinham sido empecilhos.
Uma observação inesperada deste trabalho foi no que tange a quem recomendou a alimentação complementar, na qual a maioria das mães respondeu que foi um profissional de saúde. Esse, que deveria incentivar o aleitamento materno, foi pouco efetivo na sua manutenção, ao simplesmente não se dedicar à educação e apoio às lactantes. Ainda, as mães enunciaram que receberam orientação do pai da criança e parentes (mãe, tia, avó) para introdução alimentar.
Nesse contexto, as mães relataram que nutriram os seus filhos principalmente com fórmula infantil de partida, mas também com leite de vaca, frutas, legumes e/ou verduras, assim como em outros estudos voltados para o tema15.
Em relação às complicações, é fato que o desmame precoce pode contribuir para o aparecimento de diversas enfermidades16. No presente estudo, as genitoras relataram que seus filhos desenvolveram "coceira na pele", "bronquite asmática", que "fica doente com frequência" e que tem "dificuldade de fazer cocô", porém, quando perguntado se o problema desenvolvido atrapalhou a amamentação, elas disseram que não, porque expressou-se depois. Entretanto, essa afirmação não impede que os problemas de saúde citados tenham sido consequência do desmame, já que essas enfermidades podem não ocorrer de imediato.
Um fato interessante é que a maioria das genitoras não se sentem culpadas por ter desmamado seu filho precocemente, algumas anunciaram que "[...] a saúde mental da mãe é em primeiro lugar!" e que foi o "[...] leite que secou". Por outro lado, algumas delas se sentem culpadas, afirmando que "[...] escutava os outros e me arrependi, não acho que ele tinha dificuldade de ganhar peso como o médico disse" e que se sente culpada "[...] porque minha filha tem bronquite e constipação". Dessa forma, podemos afirmar que o sentimento materno desencadeado pelo desmame é singular, sendo despertado pelo contexto vivenciado por ela, muitas vezes em um cenário de exaustão psicossocial no qual o arrependimento não está presente ou em um cenário de consequências biológicas que faz a culpa surgir.
Este estudo tem alguns aspectos limitantes. Desde a sua metodologia qualitativa, que dificulta a extrapolação de seus resultados às diversas comunidades, até o viés amostral. Lactantes que têm maior fragilidade social por baixa idade, menor escolaridade podem ter se sentido inibidas a participar do estudo alegando estar ocupadas ou simplesmente não quererem ou nem ter comparecido ao Posto de Saúde para receber suporte.
CONCLUSÃO
O presente trabalho veio ratificar a importância do aleitamento materno exclusivo, revisando aspectos positivos para a criança e para lactante. Além disso, tentou levantar aspectos que podem interferir negativamente na amamentação ao entrevistar lactantes que desmamaram precocemente e os seus impactos na saúde da criança.
Nesse sentido, o estudo descreveu argumentos levantados pelas lactantes, como a dificuldade na pega por problemas mamários, a queixa de baixa produção láctea, a pedido do parceiro, a dificuldade de ganho de peso da criança e o internamento hospitalar, sendo fatores que atrapalharam o seguimento da amamentação.
No entanto, alguns aspectos levantados pelas entrevistadas parecem ter grande ou maior relevância, como a escolaridade e a idade materna, que podem não ser suficientes para garantir a amamentação no primeiro semestre de vida do lactente. Já a baixa participação paterna e sua menor escolaridade, bem como a atividade laboral materna precária, podem ser fatores que contribuem para a descontinuação do aleitamento.
Ademais, os profissionais de saúde devem estar mais sensíveis às lactantes a fim de fornecer maior suporte à amamentação. Isso exige aspectos básicos na Estratégia de Saúde da Família, como tempo dedicado e construção de vínculo.
Quanto às consequências para o lactente, aspectos encontrados como problemas respiratórios, dermatológicos, gastrointestinais e redução do vínculo mãe-filho podem ter grande impacto na saúde pública.
Assim, este estudo levantou aspectos citados por usuárias de Atenção Básica e ao fornecer dados sociais e demográficos permitiu algumas associações. Para maiores conclusões, novas metodologias de estudo com maior representatividade devem ser executadas.
REFERÊNCIAS
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20da%20discuss%C3%A3o/Pinto%20et%20al.pdf
1. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Departamento de ciências da saúde - Vitória da Conquista - Bahia - Brasil
2. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Docente do curso de medicina - Vitória da Conquista - Bahia - Brasil
Endereço para correspondência:
Laiana de Jesus Vieira
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Departamento de ciências da saúde. Pavilhão Josélia Navarro de Brito
Avenida José Moreira Sobrinho, s/n
Jequié, BA, Brasil
E-mail: laianavieiraa@gmail.com
Data de Submissão: 13/04/2024
Data de Aprovação: 27/05/2024
Recebido em: 13/04/2024
Aceito em: 27/05/2024
