Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 5 - Número 2

Artigo Original
Recidiva de cuadros febriles en menores de cinco años atendidos en un hospital de primer nivel

Andres Zorrilla Vaca; Carolina Zorrilla Vaca; Paola Andrea Vaca-Gonzalez; Adolfo Leon Vaca

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUCCIÓN: La fiebre es una de las presentaciones clínicas más frecuentes en la consulta pediátrica y su frecuencia esta relacionada con el elevado nivel de recidiva en los hospitales. En Colombia se desconocen los factores de riesgo de la persistencia de la fiebre y su recidiva a los servicios de urgencias en países en vía de desarrollo.
OBJETIVO: Determinar la tasa de recidiva en menores de cinco años que asisten al servicio de urgencias de un hospital de primer nivel del suroeste colombiano y analizar los factores de riesgo asociados.
MÉTODOS: Cohorte retrospectiva en la cual se analizaron episodios febriles de pacientes menores de cinco años que consultaron a un servicio de urgencias de un hospital de primer nivel del municipio ubicado al suroeste de Colombia durante el periodo 1 de Enero de 2011 y 1 de Enero de 2012.
RESULTADOS: De 253 niños que presentaron fiebre durante el periodo de estudio, 59 consultaron por segunda vez al servicio de Urgencias, obteniendo una tasa de recidiva del 23.3%. El análisis multivariado mostró que la hiporexia y la rinofaringitis son factores de riesgo en la recidiva de la fiebre, mientras que la prescripción de dipirona demostró ser un factor protector evitando recidivas.
CONCLUSIÓN: Este es el primer estudio realizado en Colombia que reporta la tasa de recidiva de episodios febriles en menores de cinco años. Se requiere mayor investigación en el tema relacionado con la disminución de las tasas de recidiva. Palavras-chave:
Perfil epidemiológico da dor abdominal crônica em crianças e adolescentes

Sarah Cascaes Alves; Elisa F. F. Cenci; Karen Y. Watanabe; Lonize W. Silveira; Aristides S. Cruz

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Dor abdominal crônica (DAC) é definida como dor abdominal intermitente ou constante, de etiologia funcional ou orgânica, que está presente há pelo menos dois meses. O objetivo desta pesquisa foi avaliar os diagnósticos de crianças e adolescentes com dor abdominal crônica atendidos em um ambulatório de gastroenterologia pediátrica em Curitiba.
MÉTODOS: O estudo foi retrospectivo, com avaliação dos prontuários de crianças e adolescentes atendidos de janeiro de 2009 a outubro de 2014 no Ambulatório de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba. Para diagnóstico dos quatro tipos de DAC funcional, foram adotados os critérios de Roma III.
RESULTADOS: Foram atendidos 552 pacientes com diagnóstico de DAC, os quais corresponderam a 27% de todos os pacientes. Os diagnósticos encontrados foram agrupados da seguinte maneira: DAC funcional (381 casos em 552 - 70%), dor abdominal de causa orgânica (44 casos - 8%) e dor abdominal de causa indefinida (127 casos - 22%). Os 381 pacientes com DAC funcional tiveram distribuição de causas da seguinte maneira: dor abdominal funcional (DAF) (188 casos em 381 - 49%), enxaqueca abdominal (EA) (90 casos - 24%), dispepsia funcional (DF) (89 casos - 23%) e síndrome do intestino irritável (SII) (31 casos - 8%).
CONCLUSÃO: Dor abdominal crônica funcional correspondeu a 70% dos casos de dor abdominal crônica atendidos no ambulatório de gastroenterologia pediátrica em questão, enquanto a dor abdominal orgânica correspondeu a 8% dos casos. A causa da DAC ficou indefinida nos 22% restantes. Palavras-chave: adolescente, criança, dor abdominal, dor crônica, epidemiologia.
Caso Clínico Interativo
Um paciente com dermatite eczematoide e infecções recorrentes. Qual o seu diagnóstico?

Sandra Mara Amaral; Patrícia Barreto Costa

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Editorial
A pesquisa que gera publicações na área de saúde infantil

Clemax Couto Sant'Anna

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Ética Médica
Transporte de pacientes: aspectos éticos

Carlindo Machado Filho

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Relato de Caso
Bronquiolite obliterante tratada com hidroxicloroquina

Rafaela Baroni; Giselle Ribeiro; Cláudia Magela; Mônica de Cássia Firmida

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Bronquiolite obliterante pós-infecciosa (BOPI) é uma sequela de uma infecção do trato respiratório inferior, com alterações estruturais permanentes e síndrome clínica de doença pulmonar obstrutiva crônica. Na infância, em sua maioria, é uma complicação da bronquiolite viral aguda (BVA). Deve-se pensar em BOPI em crianças menores de 3 anos, hígidas, que após um episódio de infecção respiratória aguda, geralmente grave, permanecem com sintomas por mais de dois meses, diariamente, com intensidade variável e períodos de exacerbação.
RELATO DO CASO: 17 meses, sexo feminino, previamente hígida, com quadro de sibilância persistente associada à dependência de oxigênio após pneumonia grave. Iniciado tratamento com corticoterapia sistêmica e inalatória, além de broncodilatadores sem resposta. Submetida à pulsoterapia, com remissão parcial da doença. Só houve melhora após início de hidroxicloroquina, droga na qual o emprego em crianças ainda é pouco relatado na literatura.
CONCLUSÃO: BOPI é uma complicação rara, de uma doença comum da infância, em que o diagnóstico e tratamento precoces podem mudar o curso da doença, diminuindo, assim, o número de reinternações e melhorando a qualidade de vida. Palavras-chave: Bronquiolite Obliterante, Bronquiolite Viral, Hidroxicloroquina.
Esclerose tuberosa: relato de caso e revisão de literatura

Ana Carla Souza Maciel; Valéria Cardoso Alves Cunali

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
Relato de caso de esclerose tuberosa em uma paciente de 8 anos. O caso é particularmente interessante, pois a escolar apresenta a tríade clássica: epilepsia, deficiência mental e adenoma sebáceo. Foram descritos os critérios diagnósticos da paciente segundo o Comitê Nacional da Associação de Esclerose Tuberosa dos Estados Unidos, comparando os achados com a literatura médica atual. Palavras-chave: epilepsia, esclerose tuberosa, manifestações neurocomportamentais.
Histiocitose de células de Langerhans em lactente - Relato de caso e revisão da literatura

Murillo Afonso de Brito Tripode; Natalia Vieira Inacio dos Santos; Sandro Penna Correa

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
A histiocitose de células de Langerhans é caracterizada por um distúrbio do sistema reticuloendotelial com proliferação de um tipo específico de células apresentadoras de antígenos, imaturas, as células dendríticas, associadas ou não à reação inflamatória de eosinófilos, neutrófilos e células mononucleares, que envolvem tegumento, ossos e vísceras. O presente trabalho relata um caso de um lactente, 1 ano e 10 meses, que apresentava tumoração em região de ângulo de mandíbula, bilateralmente, com alteração de partes moles da cavidade oral e dentes evoluindo com limitação da função mastigatória. No estudo tomográfico, sugere-se a hipótese de histiocitose de células de Langerhans. O mesmo é confirmado por biópsia e imunohistoquímica. Este estudo mostra achados clínicos, radiológicos e citológicos do caso e apresenta uma revisão da literatura com o objetivo de divulgar as características clínicas da doença, suscitar a mesma como uma provável hipótese diagnóstica para que seja descoberta e tratada precocemente. Palavras-chave: células de Langerhans, histiocitose, histiocitose de células de Langerhans.
Abscesso hepático causado por Ascaris lumbricoides em uma criança de 3 anos

Juliana Fionda Goes; Marcio Fernandes Nehab

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Ascaridíase é uma infecção helmíntica de distribuição global com mais de 1 bilhão de pessoas infectadas no mundo, que pode causar desnutrição e comprometer o crescimento e desenvolvimento das crianças afetadas. Usualmente, os helmintos se instalam na luz intestinal, porém, eles podem migrar para os ductos pancreáticos e biliares, causando colangite, pancreatite, e até abscessos hepáticos.
OBJETIVO: Este artigo tem o objetivo de relatar o caso de uma criança de 3 anos com abscesso hepático causado por Ascaris lumbricoides.
CONCLUSÃO: A ascaridíase é responsável por 77% das biliopancreatopatias em Pediatria, sendo o abscesso hepático uma complicação em 1% dos casos. Apesar de ser uma complicação rara da ascaridíase, a invasão biliar e a formação do abscesso podem ter consequências graves e irreversíveis, como no caso relatado, devendo sempre ser lembrada no diagnóstico diferencial de crianças com abscesso hepático, principalmente nas áreas endêmicas para ascaridíase. Palavras-chave: abscesso hepático, ascaris lumbricoides, icterícia obstrutiva.
Dengue na infância: Relato de caso com derrame pleural e pericárdico

Adrianne Rahde Bischoff; Gabriela Marchisio Giordani; Daniele Konzen; Paula Fantinelli Seelig; Philippe Visintainer Melo; Boaventura Antonio dos Santos

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
Descrição de um caso de dengue na infância que evoluiu para quadro de serosite.
RELATO DE CASO: Paciente feminino, 10 anos iniciou com febre (39,5 ºC), cefaleia, dor torácica e abdominal, náuseas e vômitos. Na chegada, com desidratação leve, sem outros achados relevantes ao exame físico. A prova do laço foi negativa em duas ocasiões. TC de abdômen revelou derrame pericárdico, derrame pleural à direita e ascite moderada. Laboratoriais: hematócrito 48,8%, hemoglobina 16,8, leucócitos 2090, linfócitos 51%, com presença linfócitos atípicos, 17 mil plaquetas. Recebeu hidratação parenteral com soro fisiológico, com melhora do hematócrito no dia seguinte (39,5%). Durante a internação, evoluiu com melhora clínica e laboratorial (plaquetas 350 mil na alta). Investigação laboratorial confirmou o diagnóstico.
COMENTÁRIOS: A dengue é uma doença febril transmitida pelo mosquito Aedes. O quadro clínico clássico tem a presença de febre alta súbita, cefaleia, mialgia, artralgia e dor retro-orbitária. Pode haver sinais de extravasamento plasmático (ex.: dor abdominal intensa, hepatomegalia dolorosa e desconforto respiratório). Sangramentos espontâneos e plaquetopenia podem estar presentes. A síndrome de extravasamento vascular, manifestada por hemoconcentração e derrames cavitários, foi evidenciada na paciente com um hematócrito 48,8%, derrame pleural e pericárdico e ascite moderada. A prova do laço é obrigatória em todos os pacientes com suspeita de dengue, mas tem baixa sensibilidade e alta especificidade. O diagnóstico definitivo é por antígeno viral ou sorologia. O manejo adequado depende do reconhecimento precoce dos casos mais graves e dos sinais de alerta, do continuo monitoramento, do restadiamento e da pronta reposição hídrica. Palavras-chave: dengue, derrame pleural, derrame pericárdico, vacinas contra dengue, vírus da dengue.
Tétano neonatal

Alessandra Karolina Borges Pereira; Fabiana Galdino Barsam; Valéria Cardoso Alves Cunali; Valquíria Cardoso Alves Chagas; Frederico Gomides Dumont

Resid Pediátr. 2015;5
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: O tétano neonatal é uma doença subnotificada que continua existindo como uma grande causa de mortalidade neonatal e infantil em muitos países em desenvolvimento.
OBJETIVOS: Relatar um caso de tétano neonatal relembrando os sintomas da doença e alertar sobre a possibilidade de novos casos no futuro.
MÉTODOS: Os dados contidos no trabalho foram obtidos por meio da anamnese, exame físico do paciente, exames complementares, revisão do prontuário, verificação do perfil epidemiológico do tétano neonatal no Brasil e no mundo, consulta por meio de periódicos e pesquisa nas bases de dados PubMed e Scielo.
RELATO DO CASO: Recém-nascido de 10 dias de vida com história de choro intenso, irritabilidade, dificuldade de sucção e desconforto respiratório. Deu entrada à Unidade Hospitalar apresentando abalos musculares, hipertonia de membros a diferentes estímulos. Após 37 dias de ventilação mecânica e 2 meses de internação hospitalar, paciente recebeu alta em boas condições e encaminhado para acompanhamento ambulatorial multidisciplinar.
CONCLUSÃO: No passado, o tétano foi uma afecção de grande prevalência em todo o mundo. Com o surgimento da vacina antitetânica e com os cuidados de assepsia durante o parto, houve diminuição de sua incidência, porém, continua existindo como uma grande causa de mortalidade neonatal e infantil em muitos países subdesenvolvidos. Palavras-chave: Fatores de Risco, Mortalidade Infantil, Tétano.
TOP: Tópicos Obrigatórios em Pediatria
Doenças sexualmente transmissíveis

Gil Simões Batista; Marcia Galdino

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Logo

Todos os artigos publicados pela https://residenciapediatrica.com.br/ utilizam a Licença Creative Commons