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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 8 - Número 1

Artigo Original
Guia prático de atualização - prevenção de doenças alérgicas

Emanuel C.S. Sarinho; Herberto José Chong Neto; Adriana A. Antunes; Antonio Carlos Pastorino; Arnaldo Carlos Porto Neto; Fabio C. Kuschnir; Maria das Graças Nascimento Silva; Marisa Lages Ribeiro; Ana Carla Augusto Moura; Dirceu Solé; Luciana Rodrigues Silva

Resid Pediátr. 2018;8
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Os autores apresentam sob a forma de perguntas e respostas um texto de atualização sobre diversas doenças alérgicas da infância. Palavras-chave: alergia e imunologia, prevenção de doenças, criança, adolescentes.
Esquemas de tratamento da tuberculose na infância e eventos adversos relacionados

Emanuela da Rocha Carvalho; Andrea Maciel de Oliveira Rossoni,; Tony Tannous Tahan,; Marssoni Deconto Rossoni,; Cristina de Oliveira Rodrigues

Resid Pediátr. 2018;8
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A terapêutica inicial da tuberculose em crianças, recomendada pela OMS, é comparável aos regimes dos adultos, com terapia por seis meses com uso de múltiplas drogas em tratamento diretamente observado. A instituição rápida do tratamento em crianças com menor idade é imprescindível, devida à possibilidade de disseminação rápida da doença, sequelas graves e óbito. As crianças e adolescentes de um modo geral, toleram muito bem a utilização de fármacos antituberculose. Este artigo se propõe a revisar os principais esquemas terapêuticos, posologias e eventos adversos associados às drogas que compõem os esquemas de tratamento de primeira linha para tuberculose na infância, além de apresentar recomendações práticas para seguimento de crianças e adolescentes em tratamento. Foram revisadas as diretrizes atuais da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil, como também, artigos referentes aos esquemas terapêuticos utilizados e seus principais eventos adversos. A literatura revisada descreve que, nas dosagens recomendadas, os fármacos antituberculose são bem toleradas na população pediátrica, os eventos adversos graves são raros e a maioria transitórios. A frequência de efeitos tóxicos pode estar relacionada à gravidade da doença tuberculosa. A isoniazida é o fármaco mais extensivamente estudado e utilizado nas crianças, por ser também utilizada no tratamento da tuberculose latente. A hepatotoxicidade é o principal evento adverso descrito. Na sua grande maioria, quando o tratamento é instituído de forma adequada, transcorre sem eventos adversos importantes que necessitem suspender à terapêutica. É necessário alto índice de suspeição para realizar o diagnóstico e consequentemente o tratamento adequado visando contribuir para alterar, em longo prazo, o curso da doença na idade pediátrica. Palavras-chave: tuberculose, tratamento, criança, adolescentes.
Principais dúvidas dos pediatras sobre tuberculose em crianças e adolescentes

Rosana Alves; Sabrina Marini Araujo Saar; Clemax Couto Sant’Anna

Resid Pediátr. 2018;8
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OBJETIVO: A tuberculose (TB) infantil é assunto de grande relevância e, por haver dificuldades por parte dos pediatras sobre vários aspectos da doença e da infecção latente (ILTB), busca-se conhecer quais são estas dificuldades, para promover meios de divulgação da informação.
MÉTODOS: Este trabalho consistiu em agrupar as perguntas mais frequentes dos pediatras sobre TB na criança e no adolescente, realizadas em oito Congressos Brasileiros de Pediatria e de Pneumologia Pediátrica em um período de 12 anos, de 2003 a 2015.
RESULTADOS: Cerca de 200 perguntas foram anotadas pelos autores, referentes a: diagnóstico na criança sintomática ou com ILTB (60%); vacinação BCG (10%); Prova Tuberculínica e outros métodos diagnósticos (10%); tratamento (10%); abordagem do recém-nascido (RN) contato (5%) e cuidados de prevenção do Profissional de Saúde (5%). Foram destacadas 25 perguntas frequentes que abordassem todos estes aspectos, tais como: “Como investigar e tratar TB e ILTB?”; “O que fazer, se não houver cicatriz BCG?”; “O que é Teste Rápido Molecular?”; “O tratamento da TB mudou na criança?”; “O que fazer com o RN coabitante de bacilífero?”; “Como prevenir TB em Profissionais de Saúde?”.
CONCLUSÕES: As mesmas perguntas se mantiveram em anos, mudando quando havia também alterações nas normas para o controle da tuberculose, como um novo teste diagnóstico ou a mudança do tratamento. As respostas foram organizadas em textos de fácil consulta, um material didático que potencialize a atuação do profissional no combate à TB. Palavras-chave: tuberculose, criança, adolescente, conhecimento, pediatria.
Prognóstico de casos de enterocolite necrotizante conduzidos clinicamente e cirurgicamente

Renata Joviano Alvim; Hugo de Oliveira Olimpio; Mônica Barthelson Carvalho de Moura; Julia Valeriana Almeida

Resid Pediátr. 2018;8
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A enterocolite necrotizante (ECN) é uma síndrome clínico-patológica que corresponde à emergência intestinal mais comum nas unidades de tratamento intensivo neonatal, com alta taxa de mortalidade. Apresenta etiopatogenia multifatorial, não bem elucidada, que compreende diversos fatores de risco como prematuridade, baixo peso ao nascer, isquemia intestinal, osmolalidade da fórmula enteral e velocidade de progressão da dieta. O quadro clínico clássico constitui-se de distensão abdominal, enterorragia, vômitos biliosos ou sanguinolentos. Pode estar incompleto e os exames de imagem inconclusivos. Entre as complicações, estão choque, bacteremia, coagulopatia, neutropenia, trombocitopenia grave e acidose metabólica, sinais clínicos de peritonite e obstrução intestinal, imagem de líquido ou gás na cavidade peritoneal e outros. O objetivo deste trabalho foi avaliar os fatores nutricionais e não nutricionais associados à doença e ao óbito nos recém-nascidos com ECN, assim como avaliar a necessidade e o tipo de intervenção cirúrgica no tratamento. O tratamento clínico deve ser iniciado assim que se estabelece a suspeita da afecção. O acompanhamento clínico-radiológico intensivo é essencial e determinante da indicação cirúrgica. Palavras-chave: enterocolite necrosante, pediatria, neonatologia.
Comunicação Breve
Tromboembolismo venoso pediátrico intra-hospitalar

Leonardo Rodrigues Campos

Resid Pediátr. 2018;8
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O tromboembolismo venoso (TEV) no contexto intra-hospitalar é considerado o segundo fator contribuinte para dano nos pacientes internados, só perdendo para as infecções relacionadas ao cateter. Na população pediátrica, diversos estudos mostram o aumento da incidência de TEV intra-hospitalar atribuído ao aumento da sobrevida dos pacientes críticos e ao uso de cateteres intravenosos. Estes, por sua vez, são considerados os principais fatores de risco para TEV nas crianças, enquanto que, na população adulta, o câncer recebe maior destaque. Palavras-chave: tromboembolia venosa, embolia pulmonar, instituições associadas de saúde.
Editorial
“Crescimento constante” - esse é o lema da revista Residência Pediátrica

Marilene Crispino Santos

Resid Pediátr. 2018;8
Palavras-chave:
Ética Médica
O pediatra e as mídias sociais

Carlindo Machado Filho

Resid Pediátr. 2018;8
Palavras-chave:
Relato de Caso
Transposição de grandes vasos em criança de 1 ano de idade

Cristiane Nogueira Binotto; Sarah Cascaes Alves; Mariana Luísa Mafra Turra; Rhuanna Margareth Malanche

Resid Pediátr. 2018;8
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OBJETIVO: Relatar o caso de uma paciente pediátrica do sexo feminino com diagnóstico tardio de transposição de grandes artérias, associada a comunicação interatrial e comunicação interventricular, com 1 ano de idade. E relacionar este relato com base literária enfatizando o diagnóstico clínico e por imagem, além dos tratamentos temporários e o definitivo.
RELATO DE CASO: Relato de caso de uma menina com diagnóstico tardio de transposição de grandes artérias.
CONCLUSÕES: A transposição de grandes artérias é uma cardiopatia cianótica de evolução grave quando não tratada precocemente. Quando vem associada a comunicações interatriais e interventriculares, o quadro clínico pode se apresentar de forma mais branda e a cianose não ser tão evidente, como no caso relatado, o que leva a um diagnóstico tardio. A cirurgia de Jatene geralmente tem boa evolução clínica quando bem executada e proporciona um aumento de sobrevida da doença em até 96%. Palavras-chave: transposição dos grandes vasos, cardiopatias congênitas, pediatria.
Síndrome de Prune Belly

Natália Dutra Sousa Carvalho; Cricia Cavachini; Marta Maciel Dudus

Resid Pediátr. 2018;8
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A síndrome de Prune-Belly é uma doença congênita rara, caracterizada por uma tríade de anormalidades, como deficiência ou ausência de musculatura da parede abdominal, criptorquidismo bilateral e malformação do trato urinário. Este é um relato de caso de um paciente, recém-nascido do sexo masculino, nascido de parto vaginal, a termo, peso ao nascer 3335g, Apgar 9 no 1o minuto e 10 no 5º minuto. Ao exame físico, observou-se criptorquidismo bilateral, redução do tônus da parede abdominal e aparência enrugada da pele abdominal, apresentando aparência de “ameixa seca”. Ele realizou ultrassom do trato urinário, evidenciando rins tópicos, com hidronefrose bilateral. O recém-nascido evoluiu com retenção urinária e aumento das escórias renais. Permaneceu durante 5 dias com cateter vesical e, após a retirada, apresentou diurese espontânea. Antes da alta, realizou outra ultrassonografia do trato urinário, na qual se observou leve hidronefrose bilateral. No paciente do caso, apenas as alterações inerentes à tríade foram observadas. Portanto, o objetivo do tratamento se tornou a prevenção da infecção do trato urinário com antibioticoterapia profilática, já que não havia mais obstrução do trato urinário. O recém-nascido foi encaminhado para cirurgia pediátrica, a fim de avaliar o tempo adequado para a correção do criptorquidismo e abdominoplastia. O objetivo deste relato foi divulgar a síndrome para que o diagnóstico possa ser feito precocemente, preferencialmente intraútero, e o tratamento, principalmente das anormalidades do sistema urinário, não seja retardado. Palavras-chave: sistema urinário, parede abdominal, criptorquidismo, recém-nascido.
Disostose espondilocostal associada a defeito do tubo neural

Debora Luiza da Silva Amaral; Jussara Silva Lima

Resid Pediátr. 2018;8
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Relato de caso de um recém-nascido apresentando desconforto respiratório nas primeiras horas de vida devido a uma malformação do arcabouço costal. O presente caso torna-se relevante por levantar uma causa inusitada de desconforto respiratório precoce em recém-nascidos e, ainda, por haver um defeito do tubo neural associado. Palavras-chave: defeitos do tubo neural, disostoses, coluna vertebral, osteogênese, recém-nascido.
Hemopneumotórax por acidente com arraia de água doce na região amazônica

Lucas Santiago Santos do Carmo; Alline Oliveira das Neves Mota; Cecilia Adrião Ferreira Manoel

Resid Pediátr. 2018;8
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Traumas torácicos na infância são ocorrências graves e potencialmente fatais. Assim, este artigo tem como objetivo relatar um caso de hemopneumotórax causado por ferroada de arraia de água doce na região amazônica e fazer uma breve revisão da literatura. Concluiu-se que ferroadas de arraias são comuns na região amazônica, porém raramente são associadas a traumas torácicos. Palavras-chave: traumatismos torácicos, hemopneumotórax, ecossistema amazônico, elasmobrânquios.
Resenha
TOP: Tópicos Obrigatórios em Pediatria
Armazenamento de sangue de cordão: recomedações da Academia Americana de Pediatria

Gil Simões Batista; Ana Paula Neves Alferes; Larissa Beatriz do Carmo Moreira; Susana Villela Moreira; Tamara Freitas Pinho de Souza

Resid Pediátr. 2018;8
Palavras-chave:
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