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Relato de caso: derrame pericárdico com “swimming heart” após cateterismo venoso umbilical
Sara dos Santos Jorge; Mariana Colodetti; Lara Nicoli Passamani; Caio Nicoli Passamani; Adriana Amaral Dias; Consuêlo Maria Caiafa Freire Junqueira; Jovanna Couto Caser Anechini; Andrea Lube Antunes de S Thiago Pereira
Resid Pediátr. 2021
Cateterismo umbilical venoso (CUV) em recém-nascidos (RN) é um acesso vascular utilizado com frequência. Devido à sua característica invasiva, complicações podem ocorrer, tal como o tamponamento cardíaco. O objetivo deste artigo é relatar um caso de derrame pericárdico com “swimming heart” decorrente de um CUV em RN e propor abordagens preventivas, a fim de se evitar complicações relacionadas ao CUV.
Relato de caso: erupções pustulosas na doença mieloproliferativa do neonato com síndrome de Down
Igor Daniel Loureiro; Rayana Costa Binda; Jackeline Faria Meira; Rodolfo Barcellos Crevelin; Andrea Lube Antunes de S Thiago Pereira; Adriana Amaral Dias; Eduarda Teixeira Lorenzoni; Catherine Klein Colombiano
Resid Pediátr. 2024
Neonatos com síndrome de Down (SD) têm maior predisposição para Doença Mieloproliferativa Transitória (DMT), um distúrbio hematológico com proliferação transitória de células imaturas no sangue periférico e medula óssea. Alguns neonatos com DMT apresentam manifestações cutâneas caracterizadas por pápulas eritematosas difusas, com crostas, vesículas e pústulas, geralmente com envolvimento facial inicial e proeminente. Apesar da remissão espontânea da DTM ao longo de vários meses, cuidados de suporte podem ser exigidos em alguns casos e, ocasionalmente, quimioterapia. Descreve-se o caso de um recém-nascido, fenótipo de síndrome de Down, sexo masculino, que manifestou tais características no 5º dia de vida e propedêutica instituída em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. O diagnóstico é clínico-laboratorial, portanto, foi definido pelas características típicas. O tratamento instituído envolveu medidas conservadoras objetivando cuidados com a pele e mucosas evitando traumas. Observou-se melhora de todas as lesões com um mês de vida. Logo, demonstra-se a importância do diagnóstico diferencial devido à necessidade de acompanhamento clínico regular e quimioterapia em alguns casos.