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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Bronquiolite obliterante tratada com hidroxicloroquina

Rafaela Baroni; Giselle Ribeiro; Cláudia Magela; Mônica de Cássia Firmida

Resid Pediatr. 2015
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INTRODUÇÃO: Bronquiolite obliterante pós-infecciosa (BOPI) é uma sequela de uma infecção do trato respiratório inferior, com alterações estruturais permanentes e síndrome clínica de doença pulmonar obstrutiva crônica. Na infância, em sua maioria, é uma complicação da bronquiolite viral aguda (BVA). Deve-se pensar em BOPI em crianças menores de 3 anos, hígidas, que após um episódio de infecção respiratória aguda, geralmente grave, permanecem com sintomas por mais de dois meses, diariamente, com intensidade variável e períodos de exacerbação.
RELATO DO CASO: 17 meses, sexo feminino, previamente hígida, com quadro de sibilância persistente associada à dependência de oxigênio após pneumonia grave. Iniciado tratamento com corticoterapia sistêmica e inalatória, além de broncodilatadores sem resposta. Submetida à pulsoterapia, com remissão parcial da doença. Só houve melhora após início de hidroxicloroquina, droga na qual o emprego em crianças ainda é pouco relatado na literatura.
CONCLUSÃO: BOPI é uma complicação rara, de uma doença comum da infância, em que o diagnóstico e tratamento precoces podem mudar o curso da doença, diminuindo, assim, o número de reinternações e melhorando a qualidade de vida.
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