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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Cisto de duplicação intestinal associado com má rotação

Ignez Cristina Santos Netto; Ronald de Melo Costa; Marilene Silveira Duarte; Cristiano de Pinho Tavares; Daniela Silva Pais Lourenço; Tatiana Aquino Lopes

Resid Pediatr. 2013
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OBJETIVO: Relatar um caso de cisto de duplicação intestinal com má rotação.
DESCRIÇÃO: Relatamos um caso de cisto de duplicação intestinal em criança do sexo feminino, 2 meses de idade, previamente hígida, com sintomas de vômitos biliosos há 2 dias. A criança foi internada para propedêutica, sendo realizado ultrassonografia, tomografia computadorizada de abdome e pelve, enema opaco, laparotomia exploradora com apendicectomia e ressecção do segmento do intestino delgado com cisto aderente ao mesmo.
DISCUSSÃO: O cisto de duplicação intestinal é uma anomalia benigna congênita rara do trato gastrointestinal que pode surgir em qualquer localização, a maioria estão localizados em esôfago distal e íleo terminal. Mais de 60% das duplicações gastrointestinais são diagnosticados no pré-natal ou nos primeiros 2 anos de vida. Existem relatos que duplicações do intestino ocorrem aproximadamente em 1 de cada 5000 nascidos vivos, não há relação familiar ou racial. O diagnóstico diferencial deve ser feito com constipação psicogênica e megacólon congênito, volvo intestinal, nos casos de sangramento intestinal, deve-se pesquisar pólipos ou divertículo com mucosa gástrica. Quanto ao tratamento, é sempre cirúrgico.
Pneumonia comunitária grave em filho de uma funcionária do hospital - Pensar em multirresistência?

Ignez Cristina Santos Netto; Daniela Silva Pais Lourenço; Denise Caldas Marques; Elaine Rosa Arruda de Paula; Luana Silva Pais; Júnea Garcia de Oliveira Ferrari

Resid Pediatr. 2014
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INTRODUÇÃO:Staphylococcus aureus resistente à oxacilina (MRSA) tem aumentado em pacientes da comunidade.
DESCRIÇÃO DO CASO: S.C.A., 11 meses, masculino, com febre/tosse havia 2 dias. RX mostrou hipotransparência em hemitórax direito, hemograma com sinais de bacteremia; colhidas culturas e swab nasal devido à história da mãe (enfermeira com swab de vigilância colonizado por MRSA). Iniciou-se oxacilina e ceftriaxona, após 2 dias realizou-se toracocentese e o swab nasal do paciente evidenciou MRSA. Optou-se, então, por mudar oxacilina para vancomicina. O quadro evoluiu de forma arrastada, com 28 dias de uso de vancomicina.
COMENTÁRIOS: É importante salientar a necessidade de vigilância nos colaboradores de hospitais e as orientações do uso das precauções adequadas.
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