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Apresentação da Síndrome de Pseudo-Bartter em pré-escolar com Fibrose Cística
Raquel Andresa Duarte Gomes Machado; Lilian Helena Polak Massabki; Natascha Silva Sandy; Antônio Fernando Ribeiro; Elizete Aparecida Lomazi
Resid Pediatr. 2021Redução numérica das células de Cajal em pacientes com doença de Hirschsprung não se relaciona com sintomas encontrados no pós-operatório
Juliana Oliveira Ribeiro; Lucas Rocha Alvarenga; Rita Barbosa de Carvalho; Rita De Cássia Perina Martins; Elizete Aparecida Lomazi
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: No período de 2001 a 2014, 48 pacientes foram operados por doença de Hirschsprung num hospital universitário, os prontuários de 24 pacientes que mantiveram seguimento ambulatorial no serviço foram revisados para registro de queixas clínicas referidas no pós-operatório. Amostras histológicas correspondentes ao coto cirúrgico proximal ganglionar foram processadas por imunohistoquímica em que CIC foram contadas em 10 campos de maior aumento (CMA), os valores encontrados foram classificados segundo Hagger et al. (2000)1, em esparsa: = 1 célula/CMA, pouca: 2 a 3 células/CMA, moderada: 4 a 8: células/CMA e muita >8 células/CMA.
RESULTADOS: Nos 24 pacientes os principais sintomas referidos e a sua prevalência foram: constipação (50%), vômitos (37,5%), incontinência fecal retentiva (29,1%), dor abdominal recorrente (25%), distensão abdominal (25%), diarreia (16,6%) e enterocolite (4,1%). Nos pacientes sintomáticos, foram registradas as seguintes contagens de CIC: 12 pacientes no grupo esparsa, três no grupo pouca e quatro no grupo moderada. Não houve diferença significante na distribuição dos pacientes com sintomas e assintomáticos de acordo com os grupos, p=0,721.
CONCLUSÃO: Número de CIC inferior ao de adultos saudáveis foi identificado no coto ganglionar de 80% das crianças investigadas, baixa contagem dessas células não se associou à ocorrência de sintomas no pós-operatório, essa contagem não teve valor como indicador preditivo de má evolução pós-operatória.
Atresia de vias biliares em paciente com síndrome do olho do gato - relato de caso
Bruna Caseri Marino; Sabrina Sayuri Suzuki; Lucas Rocha Alvarenga; Gabriel Hessel; Antonio Fernando Ribeiro; Elizete Aparecida Lomazi; Adriana Maria Alves de Tommaso; Roberta Vacari de Alcântara; Maria Angela Bellomo Brandão
Resid Pediatr. 2023AVC isquêmico na infância associado à COVID - 19
Victor Hugo Alves Diniz; Guilherme Barros de Mattos; Lucas Roncoletta Vicentino; Vinicius Camargo Achermann; Maria Clara Pimenta Figueiredo; Gustavo Manginelli Lamas; Flavia Faganello Colombo; Katia Maria Ribeiro Silva Schmutzler; Elizete Aparecida Lomazi
Resid Pediatr. 2024Foco no sinal de alarme: dor abdominal crônica na pediatria - Relato de caso
Larissa Trevisan Carvalho; Elizete Aparecida Lomazi; Daniel Lahan Martins; Denise Barbieri Marmo
Resid Pediatr. 2026OBJETIVO: a dor abdominal crônica (DAC) tem alta prevalência na população pediátrica e apresenta desafio na prática clínica devido à variedade de diagnósticos relacionados, sendo, em sua maioria, distúrbios funcionais. O objetivo na descrição deste caso é atentar para a importância de observar os sinais de alarme durante a investigação do quadro, a fim de não atrasar o diagnóstico de doenças orgânicas.
RELATO DE CASO: menino escolar com queixa de DAC em que o diagnóstico definitivo foi retardado em 2 anos devido à interpretação da dor como decorrente de constipação intestinal funcional. O diagnóstico foi considerado apesar da presença de desnutrição e anemia. Após a correção cirúrgica com procedimento de Ladd, apresentou melhora dos sintomas. O caso descrito serve de alerta para que os sinais de alarme sejam sempre levados em consideração durante a investigação de DAC.
COMENTÁRIOS: os autores abordam a fisiopatologia da dor abdominal que acompanha a constipação intestinal funcional e sugerem um algoritmo de investigação da dor abdominal crônica em pediatria.