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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Tétano neonatal

Alessandra Karolina Borges Pereira; Fabiana Galdino Barsam; Valéria Cardoso Alves Cunali; Valquíria Cardoso Alves Chagas; Frederico Gomides Dumont

Resid Pediátr. 2015
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INTRODUÇÃO: O tétano neonatal é uma doença subnotificada que continua existindo como uma grande causa de mortalidade neonatal e infantil em muitos países em desenvolvimento.
OBJETIVOS: Relatar um caso de tétano neonatal relembrando os sintomas da doença e alertar sobre a possibilidade de novos casos no futuro.
MÉTODOS: Os dados contidos no trabalho foram obtidos por meio da anamnese, exame físico do paciente, exames complementares, revisão do prontuário, verificação do perfil epidemiológico do tétano neonatal no Brasil e no mundo, consulta por meio de periódicos e pesquisa nas bases de dados PubMed e Scielo.
RELATO DO CASO: Recém-nascido de 10 dias de vida com história de choro intenso, irritabilidade, dificuldade de sucção e desconforto respiratório. Deu entrada à Unidade Hospitalar apresentando abalos musculares, hipertonia de membros a diferentes estímulos. Após 37 dias de ventilação mecânica e 2 meses de internação hospitalar, paciente recebeu alta em boas condições e encaminhado para acompanhamento ambulatorial multidisciplinar.
CONCLUSÃO: No passado, o tétano foi uma afecção de grande prevalência em todo o mundo. Com o surgimento da vacina antitetânica e com os cuidados de assepsia durante o parto, houve diminuição de sua incidência, porém, continua existindo como uma grande causa de mortalidade neonatal e infantil em muitos países subdesenvolvidos.
Rabdomioma: relato de caso neonatal do HC-UFTM

Thaís Verginio Geraldelli Morais; Thainá Verginio Geraldelli; Giovanna Rossi Ferreira Gonçalves; Fabiana Galdino Barsam; José Geraldo Ferreira Gonçalves

Resid Pediátr. 2020
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Os tumores cardíacos constituem condição rara, com incidência aproximada 0,01% na população geral. Os rabdomiomas são os tumores mais frequentes no recém-nascido e na criança. Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de um RN de 38 semanas e 6 dias, que apresentava tumoração intracardíaca, sem repercussão hemodinâmica, afim de discutir a importância do rastreamento ultrassonográfico morfológico fetal e do ecocardiograma no diagnóstico e acompanhamento de tumores cardíacos.
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