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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Dupla saída de ventrículo direito com grandes vasos em transposição gerando compressão traqueal

GIULIA CARDOSO MASOTTI; MAIARA FEDRIZZI; GABRIEL CARMONA FERNANDES; FELIPPE FLAUSINO SOARES; PALOMA SIMÕES FLÓRIO HECK; HELMUTH JAHN NETO; ISABELA BARBOSA MACHADO; MAILI DA SILVA RITTA; GUILHERME GABRIEL MARTINI

Resid Pediátr. 2020
Elegibilidade para cuidados paliativos dos pacientes internados na enfermaria de pediatria de um hospital universitário

Giulia Cardoso Masotti; Antonia Teresinha Tresoldi

Resid Pediátr. 2022
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OBJETIVOS: Quantificar o percentual de pacientes elegíveis para avaliação paliativista dentre os internados na enfermaria pediátrica do Hospital de Clínicas da UNICAMP (HC/UNICAMP) em um período de tempo.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo, descritivo com corte transversal da população de pacientes internados na enfermaria pediátrica do HC/UNICAMP, no período de junho a outubro de 2017. Os pacientes foram considerados elegíveis caso apresentassem como doença de base, no momento da internação, uma entre as seguintes: (I) doenças para as quais o tratamento curativo é possível, mas pode falhar; (II) doenças nas quais a morte prematura pode ser esperada, porém o tratamento integrado pode prolongar a vida com qualidade; (III) doença crônica progressiva, cujo tratamento é exclusivamente paliativo e potencialmente prolongado; (IV) deficiências neurológicas não progressivas que induzam a vulnerabilidades que possam levar à morte prematura. Os pacientes considerados elegíveis foram comparados com os não elegíveis no que diz respeito a gênero, idade, caráter de internação (urgência/eletivo) e frequência de reinternações. Níveis descritivos (p) inferiores a 0,05 foram considerados estatisticamente significantes.
RESULTADOS: 30,9% dos pacientes internados na enfermaria pediátrica do HC/UNICAMP foram considerados elegíveis para uma avaliação paliativista. Não houve diferença estatística no perfil demográfico entre os grupos. O número de reinternações e as internações em caráter de urgência dos pacientes elegíveis foram superiores às dos pacientes não elegíveis no mesmo período, com significância estatística.
CONCLUSÃO: O tema é desafiador, no entanto, a discussão se faz cada vez mais necessária para o aprimoramento da atenção ao paciente pediátrico em todas as esferas de cuidado.
Sopro cardíaco na infância: estudo descritivo de um ambulatório de hospital de referência do Sul do Brasil

Mariá Lessa Silva; Giulia Cardoso Masotti; Emanuela da Rocha Carvalho,

Resid Pediátr. 2025
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INTRODUÇÃO: O sopro cardíaco é a principal condição que demanda encaminhamentos ao serviço de cardiologia pediátrica.
OBJETIVO: Descrever o perfil dos casos referenciados por sopro cardíaco ao serviço de cardiologia de um hospital pediátrico.
MÉTODOS: Estudo observacional, descritivo e retrospectivo realizado em um hospital terciário pediátrico de Florianópolis, Santa Catarina. Foram incluídos pacientes com idade entre 0 e 15 anos incompletos referenciados para avaliação de sopro cardíaco no período entre 2018 e 2022. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética de Pesquisa em Seres Humanos da instituição.
RESULTADOS: Dos 142 incluídos, o perfil predominante foi de sexo masculino (n = 77; 54,2%) e lactentes (n = 51; 35,9%). Cerca de 44 (31,0%) casos foram inicialmente identificados na Atenção Primária à Saúde e 96 (67,6%) foram descritos em outros contextos de assistência. No geral, 94 (66,2%) registros apontam que a identificação foi realizada por pediatras. Em consulta cardiológica, sopro foi identificado em 97 (68,3%) casos, sendo descrito, principalmente, como sistólico (n = 91; 93,8%), em borda esternal esquerda (n = 78; 80,4%) e de timbre suave (n = 47; 48,4%). As principais análises diagnósticas foram sopro cardíaco inocente (n = 72; 50,7%) e sopro a esclarecer (n = 17; 11,9%), sendo que, das patologias encontradas, as mais prevalentes foram comunicação interatrial (n = 11; 7,7%) e forame oval patente (n = 11; 7,7%).
CONCLUSÕES: O perfil dos pacientes referenciados foi masculino e lactente com sopro não patológico inicialmente rastreado por pediatra.
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