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Impacto da variabilidade climática nas visitas hospitalares por dermatite atópica em crianças e adolescentes em Brasília, Brasil
Marianna Corrêa da Costa Moraes Barbosa; Layla Barbosa Jorge; Maria Cláudia Almeida Issa; Selma Maria Azevedo Sias; Adauto Dutra Moraes Barbosa
Resid Pediatr. 2025
OBJETIVO: Investigar se há correlação entre a variação dos elementos climáticos e o número de exacerbações de dermatite atópica em crianças e adolescentes.
MÉTODO: estudo retrospectivo, realizado entre janeiro de 2014 e dezembro de 2020, quando crianças e adolescentes com diagnóstico de dermatite atópica foram aceitos no estudo e divididos em grupo 1 (apenas 1 exacerbação durante o período do estudo) e grupo 2 (2 ou mais exacerbações no mesmo período). Após análise estatística básica dos dados do estudo, foi realizada regressão logística para avaliar qual fator climático estava associado à variação do número de atendimentos por exacerbação de dermatite atópica e uma curva ROC foi criada para determinar o melhor valor desse fator discriminante para a ocorrência de exacerbação.
RESULTADOS: A amostra foi composta por 220 pacientes, 55,5% no grupo 1 e 44,5% no grupo 2, que apresentaram um total de 298 atendimentos por exacerbação de dermatite atópica. A maior frequência de consultas ocorreu no inverno, entre junho e agosto (106/298 - 53,5%).
CONCLUSÃO: A umidade relativa do ar, quando inferior a 44,18%, foi o fator que mais contribuiu para a ocorrência de crise da dermatite, em comparação aos demais fatores climáticos.
MÉTODO: estudo retrospectivo, realizado entre janeiro de 2014 e dezembro de 2020, quando crianças e adolescentes com diagnóstico de dermatite atópica foram aceitos no estudo e divididos em grupo 1 (apenas 1 exacerbação durante o período do estudo) e grupo 2 (2 ou mais exacerbações no mesmo período). Após análise estatística básica dos dados do estudo, foi realizada regressão logística para avaliar qual fator climático estava associado à variação do número de atendimentos por exacerbação de dermatite atópica e uma curva ROC foi criada para determinar o melhor valor desse fator discriminante para a ocorrência de exacerbação.
RESULTADOS: A amostra foi composta por 220 pacientes, 55,5% no grupo 1 e 44,5% no grupo 2, que apresentaram um total de 298 atendimentos por exacerbação de dermatite atópica. A maior frequência de consultas ocorreu no inverno, entre junho e agosto (106/298 - 53,5%).
CONCLUSÃO: A umidade relativa do ar, quando inferior a 44,18%, foi o fator que mais contribuiu para a ocorrência de crise da dermatite, em comparação aos demais fatores climáticos.