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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Abscesso hepático causado por Ascaris lumbricoides em uma criança de 3 anos

Juliana Fionda Goes; Marcio Fernandes Nehab

Resid Pediátr. 2015
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INTRODUÇÃO: Ascaridíase é uma infecção helmíntica de distribuição global com mais de 1 bilhão de pessoas infectadas no mundo, que pode causar desnutrição e comprometer o crescimento e desenvolvimento das crianças afetadas. Usualmente, os helmintos se instalam na luz intestinal, porém, eles podem migrar para os ductos pancreáticos e biliares, causando colangite, pancreatite, e até abscessos hepáticos.
OBJETIVO: Este artigo tem o objetivo de relatar o caso de uma criança de 3 anos com abscesso hepático causado por Ascaris lumbricoides.
CONCLUSÃO: A ascaridíase é responsável por 77% das biliopancreatopatias em Pediatria, sendo o abscesso hepático uma complicação em 1% dos casos. Apesar de ser uma complicação rara da ascaridíase, a invasão biliar e a formação do abscesso podem ter consequências graves e irreversíveis, como no caso relatado, devendo sempre ser lembrada no diagnóstico diferencial de crianças com abscesso hepático, principalmente nas áreas endêmicas para ascaridíase.
Linfangiectasia renal bilateral: Um caso associado a derrame pleural, ascite e policitemia

Nathalia Gravina Bottino; Marcio Fernandes Nehab

Resid Pediátr. 2018
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A linfangiectasia renal é uma desordem do sistema linfático renal rara e benigna, relatada tanto em adultos como em crianças, podendo ser congênita ou adquirida. O conhecimento desta condição é baseado em relato de casos isolados. A apresentação é variada, podendo ser sintomática ou não. Relatamos o caso de um paciente de 13 anos com linfangiectasia renal bilateral associada a policitemia, derrame pleural e ascite durante sua internação na enfermaria de Pediatria.
Estridor em lactente causado por hemangioma subglótico: relato de caso

Raquel Gomes Lot; Caroline Ramalho Rosa; Camila Trevisol de Freitas; Gracinda da Conceição Adnet; Luisa Araujo Costa; Julianna Medeiros de Almeida; Márcio Fernandes Nehab; Paulo Pires de-Mello

Resid Pediátr. 2020
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O hemagioma subglótico é uma causa rara de estridor, porém é uma das mais comuns neoplasias vasculares das vias aéreas na infância. Caso o tratamento não seja prontamente instituído, torna-se uma condição ameaçadora à vida. Deve-se suspeitar do diagnóstico quando lactentes fora da faixa etária para laringite aguda apresentarem estridor associado a esforço respiratório grave, sem pródromos virais, com quadro não responsivo a medidas terapêuticas iniciais, considerando a principal hipótese diagnóstica. Os hemangiomas infantis começam a proliferar durante o primeiro ano de vida (entre o 1º e 2º mês de vida). A involução geralmente ocorre entre 6 meses e 12 meses de vida (a maioria involui até os 4 anos). O caso trata-se de uma lactente do sexo feminino, 5 meses, com quadro de estridor súbito associado a desconforto respiratório sem pródromos virais ou febre, com pouca resposta a beta agonista de curta duração inalatório, adrenalina inalatória, assim como corticóide inalatório/parenteral. A broncoscopia evidenciou abaulamento de submucosa à direita da subglote com discreta vascularização, sugestivo de hemangioma subglótico. Foi iniciado tratamento com propranolol via oral objetivando a regressão do hemangioma e após estabilidade clínica, a lactente recebeu alta com acompanhamento ambulatorial.
Osteomielite de arco costal no pós-operatório de um lactente com enfisema lobar congênito: relato de caso

Rachel Versiani de Sena; Márcio Fernandes Nehab

Resid Pediátr. 2025
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A osteomielite é uma das infecções invasivas mais prevalentes na pediatria, porém a de arco costal é extremamente rara, correspondendo a somente 1% dos casos. As principais etiologias são consequência de traumas, infecções adjacentes ou via hematogênica. O Staphylococcus aureus é o agente mais comum, sendo necessário o início de antibioticoterapia empírica para todos os pacientes com suspeita de osteomielite. Os sintomas e alterações laboratoriais são inespecíficos e a radiografia pode não detectar alteração de imediato. A ressonância magnética é considerada o exame de imagem padrão-ouro para o diagnóstico, pois consegue detectar alterações mais precocemente. Descrevemos neste estudo um caso clínico de um lactente com diagnóstico de enfisema lobar congênito que evoluiu com osteomielite de arco costal no pós-operatório tardio de uma lobectomia. Este caso ilustra a importância da suspeita e do diagnóstico precoce desta patologia, além de seu tratamento efetivo para diminuir a morbidade e a mortalidade associadas a esta condição.
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