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Compreensão da prescrição de medicação líquida por acompanhantes na emergência pediátrica
Bianca Carareto Alves Verardino; Maria Amelia Coutinho Sayeg Campos Porto
Resid Pediatr. 2013
INTRODUÇÃO: Erros no seguimento da receita médica podem gerar consequências negativas para o paciente. No contexto da prescrição pediátrica esse fator se agrava, dado que o cuidador é o responsável pela compreensão e administração da medicação.
OBJETIVOS: Nosso estudo objetivou descrever a frequência de erros no entendimento da prescrição de medicação líquida por acompanhantes de crianças atendidas em uma emergência pediátrica.
MÉTODOS: Um questionário padronizado foi utilizado para avaliar a compreensão da prescrição de medicação líquida por pais atendidos na emergência pediátrica do IPPMG/UFRJ.
RESULTADOS: A amostra foi composta de 20 acompanhantes de crianças atendidas na emergência pediátrica do IPPMG, com idade média de 28,6 anos, maioria do sexo feminino, nível fundamental de escolaridade e com renda de 2 a 4 salários mínimos. Observou-se que nenhum entrevistado optou pelo uso da colher, 45% dos entrevistados optaram pelo uso de copo medidor e 55% dos acompanhantes optaram pelo uso da seringa, sendo evidenciada maior tendência a erros na administração quando o copo medidor foi utilizado. O contato prévio com serviço de saúde por internação esteve relacionado com menor número de erros de administração.
CONCLUSÃO: O estudo sugere que ainda existe uma grande quantidade de cuidadores que erram a dose líquida prescrita. Tal situação pode ser considerada preocupante e a compreensão clara das falhas existentes pode evitar futuros e custosos erros, reforçando a importância de uma orientação adequada e de uma solução de dúvidas no atendimento médico.
OBJETIVOS: Nosso estudo objetivou descrever a frequência de erros no entendimento da prescrição de medicação líquida por acompanhantes de crianças atendidas em uma emergência pediátrica.
MÉTODOS: Um questionário padronizado foi utilizado para avaliar a compreensão da prescrição de medicação líquida por pais atendidos na emergência pediátrica do IPPMG/UFRJ.
RESULTADOS: A amostra foi composta de 20 acompanhantes de crianças atendidas na emergência pediátrica do IPPMG, com idade média de 28,6 anos, maioria do sexo feminino, nível fundamental de escolaridade e com renda de 2 a 4 salários mínimos. Observou-se que nenhum entrevistado optou pelo uso da colher, 45% dos entrevistados optaram pelo uso de copo medidor e 55% dos acompanhantes optaram pelo uso da seringa, sendo evidenciada maior tendência a erros na administração quando o copo medidor foi utilizado. O contato prévio com serviço de saúde por internação esteve relacionado com menor número de erros de administração.
CONCLUSÃO: O estudo sugere que ainda existe uma grande quantidade de cuidadores que erram a dose líquida prescrita. Tal situação pode ser considerada preocupante e a compreensão clara das falhas existentes pode evitar futuros e custosos erros, reforçando a importância de uma orientação adequada e de uma solução de dúvidas no atendimento médico.