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Distrofia Muscular Congênita Tipo Megaconial: um relato de caso
Maria Luiza de Andrade Correia; Eugenio Grillo; Raphaela Maintinguer
Resid Pediatr. 2025RELATO DE CASO: Paciente do sexo masculino, 1 ano e 6 meses de idade, com atraso no desenvolvimento motor, hipotonia generalizada, arreflexia e lesões cutâneas. A análise genética revelou miopatia de herança autossômica recessiva com mutação nonsense em homozigose no gene CHKB, cuja variante está ausente em aproximadamente 140 mil indivíduos da população mundial e nunca foi previamente descrita na literatura médica.
CONCLUSÃO: Este relato de caso reforça a necessidade de ampliar o conhecimento sobre as distrofias musculares congênitas como diagnóstico diferencial na pediatria, especialmente em pacientes com atraso no desenvolvimento motor. Além disso, destaca a importância da realização de painel genético para a identificação de possíveis novas variantes.
Resposta ao artigo: “Telemedicina em um Ambulatório de Síndrome de Down no Brasil durante a Pandemia do COVID-19”
Veronica A. O. Kawakatsu; Camila M. V. Lanzarin; Maria Luiza de Andrade Correia; Fernanda S Nascimento; Thais C. R. Heim; João C. Xikota; Aldo von-Wangenheim
Resid Pediatr. 2026Cisto de colédoco congênito e síndrome de Noonan: relato de caso
Marina Julia Luvison; Camila Maques de Valois Lanzarin; Janaina Cruciani Soldateli; Maria Luiza de Andrade Correia
Resid Pediatr. 2026Arco aórtico direito com divertículo de Kommerell e artéria subclávia esquerda aberrante: relato de caso
Maria Luiza de Andrade Correia; Ana Paula Santos; Silvia Meyer Cardoso
Resid Pediatr. 2026As malformações do arco aórtico são anomalias congênitas que ocorrem principalmente entre a terceira e a sexta semana de gestação. O Arco Aórtico Direito (AAD) e o Divertículo de Kommerell (DK) são malformações raras, sendo o AAD geralmente associado à Artéria Subclávia Esquerda Aberrante (ASEA). Essas alterações possuem grande relevância clínica devido ao risco de complicações graves e potencialmente fatais, como dissecção ou ruptura do divertículo, formação de anel vascular, entre outras, exigindo, em muitos casos, manejo cirúrgico com transposição arterial ou bypass. O reconhecimento precoce e a adequada classificação dessas anomalias são fundamentais para o acompanhamento clínico apropriado, a prevenção de desfechos adversos e o planejamento terapêutico. Este estudo tem como objetivo relatar o caso de um paciente neonatal no qual o ecocardiograma fetal foi fundamental para o diagnóstico de AAD associado a DK e ASEA, permitindo o seguimento precoce e individualizado do caso.