Logo

ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Resultados da Busca

Prevalência do Excesso de Peso e Fatores de Risco Associados à Obesidade e Síndrome Metabólica entre Adolescentes em um Hospital Terciário do Distrito Federal

Ana Carolina Sales Jreige; Marilucia Rocha de Almeida Picanço; Wesley Soares Pires; Tiago da Rocha Araújo

Resid Pediátr. 2020
As implicações da pandemia da COVID-19 na saúde mental e no comportamento das crianças

Ingrid Ribeiro Soares da Mata; Letícia Silva Carvalho Dias; Celso Taques Saldanha; Marilucia Rocha de Almeida Picanço

Resid Pediátr. 2020
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVOS: Analisar qual a influência que a pandemia da COVID-19 trouxe para a saúde mental das crianças, além das modificações comportamentais no âmbito psicossocial do desenvolvimento infantil.
MÉTODOS: É estudo de revisão bibliográfica de caráter descritivo, pela qual executou-se uma revisão sistematizada nos bancos de dados: SciELO, PubMed e Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) no período de cinco anos, entre 2015 a 2020, em línguas portuguesa e inglesa. Foram captados 122 artigos, dos quais 113 foram excluídos por não cumprirem os critérios de inclusão propostos, de modo que 9 estudos foram analisados. Além disso, foram analisados 1 edição produzida pelo Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância e a carta de Recomendações do CONANDA para a Proteção Integral a Crianças e Adolescentes do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Assim, ao final, foram analisadas 11 referências bibliográficas.
RESULTADOS: Ficou evidenciado o quanto as crianças estão expostas diretas ou indiretamente pelas repercussões da pandemia. Elas estão sujeitas às modificações estruturais na vida, tais como: isolamento social, restrição do convívio social com familiares e amigos; mudanças na rotina escolar com redução da socialização, o que pode gerar, conforme destacado pelos autores, modificações de humor, sintomas de estresse pós-traumático, depressão ou ansiedade, destacando-se ainda as crianças em luto pelos familiares.
CONCLUSÃO: Foi constatada pela revisão literária a incidência de prejuízos à saúde mental assim como desordens no comportamento infantil. Dessa forma, ressalta-se os possíveis impactos ao desenvolvimento infantil e a importância do cuidado das demandas infantis emergidas pela pandemia.
Instrumentos de identificação precoce dos sinais de risco para o transtorno do espectro autista: Revisão integrativa da literatura

Leticia Silva Carvalho Dias; Catarina Marcos Moldão; Maria Eva Araújo Carvalho Bertoldo; Thayane Rodrigues de Santana; Yandra Giovanna de Oliveira Cunha; Ingrid Ribeiro Soares da-Mata; Marilucia Rocha de Almeida Picanço

Resid Pediátr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Para a intervenção precoce do Transtorno do Espectro Autista, é essencial o rastreamento de sinais de risco, de forma a reduzir o comprometimento das habilidades comunicativas e comportamentais da criança.
OBJETIVOS: Identificar e analisar os instrumentos de rastreamento disponíveis na literatura brasileira e internacional indexada, em crianças dos 12 aos 24 meses de idade.
MÉTODOS: Assim, foi realizada uma revisão da literatura publicada no intervalo de 2010 a 2020 nas plataformas: Google Scholar, Medline, PubMed, CAPES, LILACS e SciELO.
RESULTADOS: Foram selecionados 15 artigos nos quais se identificaram 15 instrumentos, tendo sido destes 3 traduzidos para a língua portuguesa (MCHAT, PREAUT e IRDI).
CONCLUSÕES: Nesta avaliação, conclui-se que em nível nacional existe a necessidade da realização de estudos sobre os instrumentos de rastreamento de sinais de risco, dada a relevância de uma intervenção o mais precocemente possível no desenvolvimento da criança. Mundialmente, verifica-se uma necessidade da padronização de métodos com maior especificidade e sensibilidade para análise dos Transtornos do Espectro do Autismo.
Risco de desenvolvimento de transtorno do espectro autista em recém-nascidos pequenos para idade gestacional: Revisão integrativa da literatura

Catarina Marcos Moldão; Sebastião Mota Tavares; Alice Reis Villa-Verde; Élis Mariângela Brito; Ingrid Ribeiro Soares da-Mata; Marilucia Rocha de Almeida Picanço

Resid Pediátr. 2022
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Os Transtornos do Espectro Autista (TEAs) são transtornos do neurodesenvolvimento caracterizados por déficits persistentes na comunicação e interação social, associados com padrões repetitivos e restritos de comportamento, atividades e interesses. A etiologia dos TEAs permanece indeterminada, estabelecendo-se uma patogênese multifatorial que pode se encontrar associada a fatores genéticos, alterações durante o desenvolvimento cerebral intrauterino e nascimento, e fatores ambientais. Dentro desse contexto, dois fatores são considerados preditores consistentes do TEA: peso ao nascer e idade gestacional.
OBJETIVO: Assim, o presente estudo teve como objetivo a realização de uma revisão bibliográfica para verificar se existiam relatos de relação significativa do TEA com peso ao nascer e baixa idade gestacional.
MÉTODOS: Foi realizada uma pesquisa no intervalo de 2010 a 2020 utilizando os bancos de dados: (SciELO, PubMed, PsycINFO, LILACS, Medline, Google Scholar, BVS e CAPES).
RESULTADOS: Foram selecionados 14 artigos para leitura na íntegra e, destes, 35,71% (n=5) com associação significativa entre baixo peso ao nascer e TEA.
CONCLUSÃO: A revisão concluiu que o aparecimento dos transtornos do espectro do autismo tem influência multifatorial.
Dependência de jogos eletrônicos em adolescentes na unidadepediátrica de um Hospital Universitário no Distrito Federal

Isadora de Oliveira Cavalcante; Marilúcia Rocha de Almeida Picanço; Alice Gomes Duart; Bruna Dellatorre Diniz; Ian Carvalho Bezerra; Luana Fernandes de Matos; Marina de Freitas Ferreira; Eduardo Freitas da Silva

Resid Pediátr. 2023
|
| TEXTO COMPLETO
INTRODUÇÃO: Este estudo objetivou identificar a prevalência do vício e o risco de adição a jogos eletrônicos em adolescentes monitorados no Serviço de Pediatria de um hospital universitário do Distrito Federal.
MÉTODOS: Estudo observacional transversal, conduzido com adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, usando um questionário com 10 questões de múltipla escolha, usado para avaliar a dependência em 5 dimensões, em relação à compulsão para com jogos eletrônicos. Também avaliamos: dados sociodemográficos (idade, sexo, educação e repetência escolar) e parâmetros de uso de jogos eletrônicos (frequência de jogos por semana e tempo diário gasto em jogos eletrônicos). O questionário foi aplicado durante 4 meses, e as análises estatísticas foram feitas usando o SAS 9.4. Um valor p <0.05 foi considerado significativo.
RESULTADOS: entrevistamos 114 adolescentes com idade média de 15 anos. A maioria (71%) relatou usar algum tipo de jogo eletrônico como meio de recreação, dos quais 62,1% eram meninos. A prevalência da dependência foi de 3,51% e o risco de dependência foi de 9.65%, com o item “restrição de tempo” sendo o mais frequente, com 42,9%. Somente o item escolaridade apresentou associação significativa com a ocorrência de risco de dependência (RD = 6,16, IC 95%: 1,48; 25,65; p = 0,0125).
DISCUSSÃO: Mesmo com algumas limitações, este estudo se destaca por ter sido capaz de demonstrar a prevalência de dependência de jogos eletrônicos em uma amostra semelhante àquela encontrada na literatura, assim como a elaboração de um perfil epidemiológico de fatores de risco associados à dependência dos pacientes entrevistados.
Prevalência do excesso de peso e fatores de risco associados à obesidade e síndrome metabólica entre adolescentes em um hospital terciário do Distrito Federal

Ana Carolina Sales Jreige; Marilucia Rocha de Almeida Picanço; Wesley Soares Pires; Tiago da Rocha Araújo

Resid Pediátr. 2026
|
| TEXTO COMPLETO
OBJETIVO: Verificar a prevalência da obesidade e síndrome metabólica e seus respectivos fatores de risco em adolescentes de um serviçode referência noDistritoFederal. MÉTODO:A amostra constitui-se de 47 adolescentes de 10 a 17 anos de idade.A classificação do estado nutricional foi realizada por meio do índice demassa corporal,por idade estabelecida pela Organização Mundialde Saúde. RESULTADOS: O espaço amostral foi de 47 adolescentes, sendo 23 (48,94%) eutróficos, 12 (25,53%) com sobrepeso, 8 (17,02%) obesos e 4 (8,51%) magreza. Dentre esses, 21,28% apresentaram obesidade abdominal e 38,30% hipertensão arterial. Dentre os 32 adolescentes que realizaram os exames laboratoriais, destacam-se as seguintes médias obtidas: glicemia de 87,27 mg/dL, colesterol total de154,09 mg/dL,HDL de47,87 mg/dL etriglicerídeos de71,52mg/dL. Asíndromemetabólica não foi diagnosticada em nenhum dos analisados, mas a obesidade e outros fatores de risco foram identificados, como o aumento da cintura abdominal e hipertensão arterial. Todos os adolescentes obesos tinham pelo menos um fator de risco presente. CONCLUSÃO: Não se encontrou paciente com síndrome metabólica na população estudada dado os critérios estabelecidos. Porém, destaca-se que o tamanho amostral pode ter sido fator importante para os resultados. Portanto, faz-se necessários outros estudos com a ampliação da amostra.
Logo

Todos os artigos publicados pela https://residenciapediatrica.com.br/ utilizam a Licença Creative Commons