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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Resultados da Busca

O papel do pediatra no reconhecimento precoce dos sinais e sintomas do transtorno do espectro autista: revisão de literatura

Nathalye Emanuelle Souza; Ivana Rocha Raslan; Amaro Ronaldo Inácio Filho; Beatriz Cristina Rodegheri C. L. Oliveira

Resid Pediatr. 2021
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INTRODUÇÃO: O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno de neurodesenvolvimento, diagnosticado pela ruptura no processo de socialização, comportamento e comunicação. Se encontra entre os transtornos de desenvolvimento mais comuns, afetando 1 entre 100 crianças. Seu perfil sutil, sintomático e crônico, tem o envolvimento de mecanismos biológicos essenciais relacionados ao desenvolvimento.
OBJETIVOS: Devido à baixa abrangência do tema na grade curricular do curso de medicina e especialização em pediatria, que dificulta o diagnóstico precoce, esta revisão busca elaborar conhecimentos sobre: histórico, características clínicas e ferramentas diagnósticas associadas ao TEA.
MÉTODOS: Revisão sistematizada utilizou as bases de dados: MEDLINE (PubMed), SciELO, LILACS e Google Acadêmico, usando como estratégia de busca “autismo e o pediatra” e “autism and the pediatrician”, “autism”.
RESULTADO E DISCUSSÃO: Através do CHAT (checklist para o autismo em crianças), profissionais da saúde podem fazer suspeição diagnóstica, por meio de relato dos pais sobre o comportamento da criança, assim como no momento da consulta.
CONCLUSÃO: A introdução precoce das terapias para reabilitar a criança com TEA, através de intervenção interdisciplinar, é importante para a melhora do comportamento e qualidade de vida dos pacientes com espectro autista.
Lúpus Eritematoso neonatal e suas manifestações clínicas

Maria Regina Bentlin; Nathalye Emanuelle Souza

Resid Pediatr. 2022
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Apesar de ser uma patologia relativamente rara, o Lúpus eritematoso neonatal pode afetar o organismo de diferentes formas, com risco de óbito principalmente nos três primeiros três meses de vida. Estudos demonstram que em gestantes assintomáticas ou com doença autoimune com anticorpos Ro/SSA, La/SSB e RNP positivos, a passagem transplacentária destes anticorpos após a 16ª semana pode causar lesões em órgãos-alvo. Grande parte das lesões, em especial a cutânea, diminuem e desaparecem gradualmente, à medida que estes anticorpos são eliminados da circulação, contudo no coração, a fibrose pode induzir lesões permanentes. Apesar do conhecimento da importância desses anticorpos na fisiopatologia do lúpus neonatal, se faz necessário maior entendimento em relação aos fatores genéticos e ambientais da doença. Lesões provocadas pelo lúpus são, em geral, benignas e autolimitadas. Entretanto, o bloqueio atrioventricular é uma exceção, trazendo morbimortalidade significativa. Este trabalho busca focar na investigação do lúpus eritematoso neonatal, no entendimento das manifestações sistêmicas da doença, afim de compreender o envolvimento de órgãos fetais.
O papel da cultura brasileira frente à obesidade infantil durante as últimas três décadas

Nathalye Emanuelle Souza

Resid Pediatr. 2024
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A obesidade infantil pode afetar a saúde na vida adulta de diversas maneiras. Em primeiro lugar, os estudos mostraram que crianças obesas têm maior probabilidade de se tornarem adultos obesos. Isso aumenta significativamente o risco de desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, câncer e outras condições que podem ter impacto negativo na qualidade de vida. Este trabalho busca trazer reflexões sobre as mudanças ambientais e culturais, quanto aos hábitos, que podem ter contribuído com o aumento da obesidade da população brasileira, através da publicidade, assim como comidas típicas e rotina das crianças antes da pandemia de COVID-19.
O impacto do vegetarianismo frente ao crescimento e desenvolvimento das crianças durante o período de 0 a 2 anos de idade

Nathalye Emanuelle Souza de Sá Lemos; Lucas Mendes Linard Arrais

Resid Pediatr. 2025
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Este trabalho é uma revisão integrativa da literatura que busca investigar seus impactos em crianças desde o nascimento até dois anos de idade completos de uma dieta vegetariana. O vegetarianismo está crescendo a cada dia que passa, e os profissionais de saúde não estão preparados para atender às necessidades e demandas dessa população pediátrica, haja visto a escassez de pesquisas feitas sobre o assunto. Nos últimos 10 anos, o vegetarianismo tem crescido nas sociedades ocidentais, estima-se que o número de veganos cresceu 350% na última década. Porém, os trabalhos científicos e o conhecimento médico quanto à nutrição da população pediátrica com esse hábito alimentar ainda são escassos, e é preciso estudar as peculiaridades dessa dieta para que possamos dar uma melhor assistência aos nossos pacientes. A pesquisa, realizada em novembro de 2023, foi baseada nos resultados encontrados que evidenciaram que a adoção de um padrão alimentar vegetariano consegue suprir as necessidades calóricas e de macronutrientes mesmo nos períodos de grande importância para o crescimento e desenvolvimento na infância, ainda que a dieta vegetariana, no geral, ofereça nutrientes em menor quantidade e biodisponibilidade e recomenda-¬se atenção contínua no planejamento da alimentação para evitar tais déficits nutricionais.
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