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Fatores de risco relacionados à falha de extubação em unidade de terapia intensiva pediátrica
Haroldo Teófilo de Carvalho,; José Roberto Fioretto; Lívia Thomazi; Mário Ferreira Carpi; Rossano Cesar Bonatto; Beatriz Aveiro Santos; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos
Resid Pediátr. 2022OBJETIVO: Apresentamos os resultados de um estudo observacional realizado em unidade de terapia intensiva pediátrica durante um ano, que teve como objetivo identificar os fatores de risco relacionados à falha de extubação em crianças e adolescentes ventilados mecanicamente por pelo menos 48 horas.
MÉTODOS: Foram incluídas 85 crianças entre 29 dias e 15 anos de idade, das quais 11 (12,9%) necessitaram reintubação.
RESULTADOS: Em nossa amostra, os fatores de risco encontrados foram idade inferior a 3 meses [OR: 2,71], ventilação mecânica por mais de 15 dias [OR: 7,30], vítimas de choque [OR: 2,45], vítimas de parada cardiorrespiratória [OR: 8,0] e aqueles que foram submetidos a trocas de cânulas de intubação [1,97].
CONCLUSÃO: Essas condições aumentaram o risco de falha de extubação em nossa amostra.
Acidentes por submersão em pediatria: Revisão de literatura
Lorena Luana Batista; Stefanie Yaemi Takita; Carolina Matos da Silva Oliveira; Joelma Gonçalves Martin; José Roberto Fioretto; Rossano Cesar Bonatto; Fábio Joly Campos
Resid Pediátr. 2023MÉTODOS: Revisão sistemática da literatura nas bases de dados PubMed, Embase e Cochrane Library usando os descritores drowning, pediatrics, emergency treatment e acident prevention com inclusão de artigos publicados nos últimos 5 anos que abrangem os objetivos do presente estudo.
RESULTADOS: Piores desfechos em afogamentos estão associados a idade < 5 anos, tempo de submersão > 5 minutos, maior pontuação de Szpilman e admissão com menor escala de coma de Glasgow, hipotermia < 30°C, acidose, hiperglicemia, hipernatremia, hipercalemia, elevação de lactato e enzimas hepáticas e radiografia de tórax anormal.
CONCLUSÕES: A análise de fatores prognósticos através de revisão da literatura atual proporcionou a elaboração de um algoritmo para manejo de pacientes vítimas de afogamento nos prontos-socorros pediátricos e reforçou a importância de trabalhar medidas preventivas coletivamente.
Arritmia cardíaca - análise do perfil epidemiológico dos pacientes atendidos em ambulatório de cardiologia pediátrica
Haroldo Silvio Reis Mundim; Ana Beatriz Ribeiro Cardoso; Rossano Cesar Bonatto; Carlos Roberto Padovani; José Roberto Fioretto; Juliana Silva Rodrigues Ortiz; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos; Haroldo Teófilo de Carvalho; Leonardo Tonello Romero
Resid Pediátr. 2023Conhecimento dos médicos residentes de Pediatria quanto aos conceitos e ensino dos cuidados paliativos durante a pós-graduação
Haroldo Teófilo de Carvalho; Ana Lia Lopes Massola; José Roberto Fioretto; Rossano Cesar Bonatto; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos
Resid Pediátr. 2024MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo e fenomenológico. Resultados: Participaram 12 residentes do último ano do programa de Residência Médica, que, ao manifestarem suas concepções sobre a temática, apresentaram peculiaridades de um cuidado que vem sendo aperfeiçoado ao longo do tempo, quebrando paradigmas, como a busca pela cura e manutenção da vida a qualquer preço, sem propiciar espaço para uma abordagem voltada para o ser humano em sua integralidade. Para eles, esse nó górdio pode ser solucionado com a aquisição de habilidades técnicas, de comunicação, de reabilitação e o conhecimento do processo de morrer e da morte.
DISCUSSÃO: De forma muito inata, os seres humanos são resistentes em encarar a morte de forma natural, como parte da vida; isso decorre de aspectos sociais, culturais, espirituais, emocionais e do próprio ensino na área da saúde, evidenciado pelo desconhecimento dos entrevistados quanto à dimensão dos cuidados paliativos, sem, contudo, ignorarem sua importância.
CONCLUSÃO: Tais personagens não se sentem capacitados para interagir com pacientes e familiares com o intuito de discutir a terminalidade. Esses resultados mostram um posicionamento tímido e a necessidade peremptória dessa temática na formação profissional.
Prevalência das cardiopatias congênitas em crianças e adolescentes com síndrome de Down acompanhados em serviço de referência de cardiologia pediátrica
Yuri Castropil; Rossano Cesar Bonatto; Leticia Scaffi Oliveira; Luiza Gun; Natália Tonon Domingues; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos; Haroldo Teófilo de Carvalho; Evelynne Maria Gomes Galvão da Trindade; Tatiana de Campos Melo
Resid Pediátr. 2025MÉTODO: Trata-se de estudo clínico observacional de corte transversal retrospectivo com o objetivo de identificar a prevalência das CC na população SD atendida em ambulatório de cardiologia pediátrica e analisar fatores relacionados ao prognóstico. Não houve critérios de exclusão, considerando que foram incluídos apenas pacientes com diagnóstico de SD com cardiopatias congênitas.
RESULTADOS: Analisamos 154 pacientes, 75 do sexo masculino e 79 feminino, com diferença estatística quanto à idade, peso e comprimento na admissão sendo menores no sexo feminino. O peso no momento cirúrgico apresentou associação com a mortalidade, sendo menor nos pacientes que foram a óbito. O defeito do septo atrioventricular (DSAV) total foi a cardiopatia mais prevalente e a única que apresentou associação com mortalidade.
CONCLUSÃO: A CC mais frequente é o DSAV, em acordo com os principais dados de literatura. O DSAV total e o peso cirúrgico possuem associação com a mortalidade.
Síncope neurocardiogênica em pediatria: avaliação da resposta ao Teste de Inclinação
Letícia Bergo Veronesi; Rossano Cesar Bonatto; Nathália Rocha da Silva; Carlos Roberto Padovani
Resid Pediátr. 2026