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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

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Prevalência das cardiopatias congênitas em crianças e adolescentes com síndrome de Down acompanhados em serviço de referência de cardiologia pediátrica

Yuri Castropil; Rossano Cesar Bonatto; Leticia Scaffi Oliveira; Luiza Gun; Natália Tonon Domingues; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin; Fábio Joly Campos; Haroldo Teófilo de Carvalho; Evelynne Maria Gomes Galvão da Trindade; Tatiana de Campos Melo

Resid Pediátr. 2025
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INTRODUÇÃO: A síndrome de Down (SD) é uma síndrome genética com alta prevalência mundial e associada com inúmeras comorbidades que requerem maior atenção na assistência médica. Dentre elas, as cardiopatias congênitas (CC) destacam-se na população com SD, tanto pela alta prevalência (40-65%), quanto pela influência na qualidade e expectativa de vida desta população.
MÉTODO: Trata-se de estudo clínico observacional de corte transversal retrospectivo com o objetivo de identificar a prevalência das CC na população SD atendida em ambulatório de cardiologia pediátrica e analisar fatores relacionados ao prognóstico. Não houve critérios de exclusão, considerando que foram incluídos apenas pacientes com diagnóstico de SD com cardiopatias congênitas.
RESULTADOS: Analisamos 154 pacientes, 75 do sexo masculino e 79 feminino, com diferença estatística quanto à idade, peso e comprimento na admissão sendo menores no sexo feminino. O peso no momento cirúrgico apresentou associação com a mortalidade, sendo menor nos pacientes que foram a óbito. O defeito do septo atrioventricular (DSAV) total foi a cardiopatia mais prevalente e a única que apresentou associação com mortalidade.
CONCLUSÃO: A CC mais frequente é o DSAV, em acordo com os principais dados de literatura. O DSAV total e o peso cirúrgico possuem associação com a mortalidade.
Efetividade do ensino de Suporte Básico de Vida Pediátrico para leigos e profissionais da saúde em uma comunidade

Nathália Moretti Bonilha; Lays Da Silva Sales; Cristiano Martins Beserra; Geovani Ozorio Fernandes; Daniely Santos Silva; Aline Yukari Takeuchi; Jade Moraes de Oliveira; Sergio Yoshio Yamamoto; Julia Roberta Constantino; Paulo Gonçalves Martin; Mateus Boteon Della Coletta; Tatiana de Campos Melo; Haroldo Teófilo de Carvalho; José Roberto Fioretto; Joelma Gonçalves Martin

Resid Pediátr. 2025
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Acidentes como engasgos e afogamentos são importantes causas de óbito na faixa pediátrica, por levarem rapidamente à parada cardiorrespiratória (PCR) em ambiente extra-hospitalar. A aplicação dos procedimentos de Suporte Básico de Vida (SBV) nesse cenário é imprescindível para melhorar a sobrevida desses pacientes, sendo fundamental que a população esteja capacitada para realizar tais medidas; porém, há um déficit no conhecimento da população quanto às medidas que devem ser adotadas em situações de emergência pediátrica. Nesse contexto, este estudo observacional prospectivo do tipo ensaio comunitário teve como objetivo analisar a efetividade do ensino das técnicas de SBV pediátrico para adultos que têm contato frequente com crianças. Antes e após as atividades teóricas e práticas, foram aplicados questionários aos participantes, após assinatura de TCLE, que posteriormente foram analisados para esclarecer os impactos dessas medidas. Como resultado, obtivemos 172 respostas aos questionários pré-treinamento e 122 pós-treinamento. Após análise comparativa, observado aumento do percentual de participantes que se sentiam seguros para aplicar as manobras de SBV diante de situações de emergências pediátricas e para treinar alguém após as atividades realizadas. Conclui-se que o ensino das principais medidas básicas a serem tomadas em situações de emergência são de simples execução e reprodução, sendo ideal a difusão desse conhecimento nos locais com maior circulação de leigos que possuem contato frequente com crianças, visando reconhecimento e início rápido das manobras necessárias e, consequentemente, aumento de sobrevida e redução de sequelas neurológicas.
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