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Alimentação complementar: o que sabemos?
Verônica Indicatti Fiamenghi; Elza Daniel de Mello; Carlos Alberto Nogueira de Almeida
Resid Pediatr. 2020
INTRODUÇÃO: Alimentação complementar (AC) é definida como o conjunto de alimentos que são oferecidos ao lactente, a partir do 6º mês de vida, em complemento ao aleitamento materno ou às fórmulas infantis. Um dos papéis do pediatra é orientar sobre a introdução da AC.
MÉTODOS: Estudo transversal descritivo, através da autoaplicação de questionário não validado com pediatras e residentes de pediatria, sobre informações demográficas, conhecimentos de práticas alimentares, nutrição e suplementação nos primeiros dois anos de vida. Foram verificadas associações entre o tempo de formado e grau de formação com as variáveis suplementação de ferro e vitamina D.
RESULTADOS: A amostra final foi composta por 109 questionários; 63% dos participantes consideraram a presença de tópicos sobre alimentação infantil pouco suficiente ou insuficiente em sua formação. Dos participantes, 66,9% e 38,53% seguem as recomendações vigentes quanto à idade de suplementação de ferro e vitamina D, respectivamente.
DISCUSSÃO: Observou-se orientações divergentes das evidências científicas atuais por parte dos pediatras e residentes em pediatria. Houve relação entre o tempo de formado e maior proporção de orientações inadequadas quanto à suplementação de ferro.
CONCLUSÃO: Deve-se considerar uma abordagem mais enfática do tópico alimentação infantil tanto na formação pediátrica quanto no contexto de atualização profissional.
MÉTODOS: Estudo transversal descritivo, através da autoaplicação de questionário não validado com pediatras e residentes de pediatria, sobre informações demográficas, conhecimentos de práticas alimentares, nutrição e suplementação nos primeiros dois anos de vida. Foram verificadas associações entre o tempo de formado e grau de formação com as variáveis suplementação de ferro e vitamina D.
RESULTADOS: A amostra final foi composta por 109 questionários; 63% dos participantes consideraram a presença de tópicos sobre alimentação infantil pouco suficiente ou insuficiente em sua formação. Dos participantes, 66,9% e 38,53% seguem as recomendações vigentes quanto à idade de suplementação de ferro e vitamina D, respectivamente.
DISCUSSÃO: Observou-se orientações divergentes das evidências científicas atuais por parte dos pediatras e residentes em pediatria. Houve relação entre o tempo de formado e maior proporção de orientações inadequadas quanto à suplementação de ferro.
CONCLUSÃO: Deve-se considerar uma abordagem mais enfática do tópico alimentação infantil tanto na formação pediátrica quanto no contexto de atualização profissional.