Resultados da Busca
Tuberculose cutânea na infância: uma revisão integrativa
Bernardo Lofiego Caffaro; Paula Fernandes Caffaro; Rafaela Baroni Aurilio; Luciana Maria Borges da Matta Souza
Resid Pediatr. 2025Alterações ecocardiográficas em pacientes portadores de sopro cardíaco encaminhados ao ambulatório de cardiologia pediátrica da 7ª Regional de Saúde paranaense
Otavio Augusto Spolti Baldissera; Rafael Gheller; Maria Eduarda Scotti Alérico; Raquel Tomassoni Masiero
Resid Pediatr. 2025Intussuscepção e pólipo duodenal gigante em paciente pediátrico com Síndrome de Peutz-Jeghers: relato de caso
Carlos Enrique Crismatt Rodríguez; Mariana Tschoepke Aires; Silvio da Rocha Carvalho; Marcia Angelica Bonilha Valladares; Mariana Troccoli de Souza; Cássia Freire Vaz; Carlos Roberto Carvalho Cordeiro
Resid Pediatr. 2025Gangrena de Fournier com tromboembolismo pulmonar maciço em lactente: relato de caso
Jéssica Aparecida Souza Cuba; Kevin Gustavo dos Santos Silva; José Guilherme Machado Gomes; Yasmim Cury Di Fazio,
Resid Pediatr. 2025Impacto da atividade física na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos: revisão narrativa
Gabrielli Garcia Pereira; Mariane Bezerra Santos Silva; Mariana Mazzuca Reimberg
Resid Pediatr. 2025OBJETIVO: Verificar a influência da reabilitação pulmonar na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos.
MÉTODO: Revisão bibliográfica de literatura através das bases de dados: LILACS, PEDro, PubMed e SciELO. Foram utilizados os descritores “Asthma”, “Quality of Life”, “Exercises” e “Children”, com o operador booleano “AND”. Os critérios de inclusão foram ensaios clínicos randomizados em inglês e português dos últimos dez anos que utilizaram o PAQLQ em população de 6 a 18 anos. Foram excluídos artigos de revisão sistemática e artigos não disponíveis na íntegra.
Resultados: Foram encontrados nove artigos, sendo seis incluídos. Um estudo realizou treinamento aeróbio, observando aumento nos escores do PAQLQ, com diminuição dos sintomas e melhora da função pulmonar. Outro estudo utilizou o treinamento aeróbio e demonstrou diminuição dos marcadores inflamatórios, com aumento nos escores do PAQLQ. Um ensaio com treinamento indoor melhorou a qualidade de vida, função pulmonar e capacidade física. Em contrapartida, três artigos utilizaram intervenções como exercícios combinados, programa multifatorial e treinamento intervalado de alta intensidade, não apresentaram alterações significativas.
CONCLUSÃO: A reabilitação pulmonar, através do treinamento físico, demonstrou ser capaz de melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos, com resultados positivos no PAQLQ.
Sopro cardíaco na infância: estudo descritivo de um ambulatório de hospital de referência do Sul do Brasil
Mariá Lessa Silva; Giulia Cardoso Masotti; Emanuela da Rocha Carvalho,
Resid Pediatr. 2025OBJETIVO: Descrever o perfil dos casos referenciados por sopro cardíaco ao serviço de cardiologia de um hospital pediátrico.
MÉTODOS: Estudo observacional, descritivo e retrospectivo realizado em um hospital terciário pediátrico de Florianópolis, Santa Catarina. Foram incluídos pacientes com idade entre 0 e 15 anos incompletos referenciados para avaliação de sopro cardíaco no período entre 2018 e 2022. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética de Pesquisa em Seres Humanos da instituição.
RESULTADOS: Dos 142 incluídos, o perfil predominante foi de sexo masculino (n = 77; 54,2%) e lactentes (n = 51; 35,9%). Cerca de 44 (31,0%) casos foram inicialmente identificados na Atenção Primária à Saúde e 96 (67,6%) foram descritos em outros contextos de assistência. No geral, 94 (66,2%) registros apontam que a identificação foi realizada por pediatras. Em consulta cardiológica, sopro foi identificado em 97 (68,3%) casos, sendo descrito, principalmente, como sistólico (n = 91; 93,8%), em borda esternal esquerda (n = 78; 80,4%) e de timbre suave (n = 47; 48,4%). As principais análises diagnósticas foram sopro cardíaco inocente (n = 72; 50,7%) e sopro a esclarecer (n = 17; 11,9%), sendo que, das patologias encontradas, as mais prevalentes foram comunicação interatrial (n = 11; 7,7%) e forame oval patente (n = 11; 7,7%).
CONCLUSÕES: O perfil dos pacientes referenciados foi masculino e lactente com sopro não patológico inicialmente rastreado por pediatra.
Hiperparatireoidismo primário por adenoma de paratireoide em paciente pediátrico: um relato de caso
Paola R. F. Suhet,; Claudia A. Polloni,; Leandro A. Barros; Antônio Bertelli; Paula B. Cunha; Matheus A. Alvares
Resid Pediatr. 2025Nós estamos ouvindo as famílias? Estamos conseguindo ser parceiros destas famílias com crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista?
Marina Moreira de Moura; Márcia Cortez Bellotti de Oliveira; Eliane Maria Garcez Oliveira da Fonseca; Juliana da Cunha Ferreira; Dália Balassiano Strosberg; Milena Franklin Felipe de Oliveira
Resid Pediatr. 2025OBJETIVO: Caracterizar aspectos relacionados ao diagnóstico de TEA em crianças e adolescentes atendidos no ambulatório de Pediatria de uma unidade básica de saúde.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo, descritivo de caráter exploratório, com dados coletados em prontuários de crianças/adolescentes atendidos em uma instituição de ensino médico do Rio de Janeiro, parceira do Sistema Único de Saúde no período de 01 de fevereiro de 2023 a 30 de junho de 2024.
RESULTADOS: A amostra é composta por prontuários de 291 crianças e adolescentes. A idade média foi de 82,5 ± 43,9 meses (21-206). Os cuidadores/família suspeitaram de TEA em 84% (199/237) e a creche/escola em 28,5% (83/128). O motivo mais frequente da primeira consulta foram queixas clínicas/rotina em 32,5% (94/289), seguido de suspeita de TEA/Autismo em 15,6% (45/289). Os sintomas mais frequentemente relatados foram aqueles relacionadas ao comportamento em 10,4% (30/289). A idade do início dos sintomas foi de 29,5 ± 21,9 meses. A idade do diagnóstico foi de 63,2 ± 39,7 meses. Em 33,7% (97/288) não havia um diagnóstico prévio.
CONCLUSÃO: A lacuna existente entre a percepção dos primeiros sintomas pelos cuidadores e a idade do diagnóstico sublinham a importância da triagem para TEA. Além disso, como muitos cuidadores suspeitam de TEA e não expressam suas preocupações, é essencial melhorar a educação profissional sobre empatia e construção de confiança entre as famílias e os pediatras.
Do pulmão ao sistema nervoso: uma apresentação atípica - relato de caso
Júlia Moura Nader; Ana Carolina Neller Finta; Patrícia Marques Fortes; Paulo Sérgio Sucasas da Costa; Ricardo Vieira Teles Filho
Resid Pediatr. 2025Resenha do artigo - Limitações do Exame POCUS: Atenção ao Sobrediagnóstico e Subtratamento
Ligia Febraro; Vanessa Soares Lanziotti
Resid Pediatr. 2025