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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Resultados da Busca

Prontuário médico

Carlindo Machado Filho

Resid Pediatr. 2015
Diabetes mellitus tipo 1 e 2 - diagnóstico e manejo

Sylvia Esch; Lia Aguiar Cordeiro

Resid Pediatr. 2015
Doença cardiovascular aterosclerótica

Ana Luíza Velten Mendes

Resid Pediatr. 2015
A SBP e as novas gerações

Eduardo da Silva Vaz

Resid Pediatr. 2016
Uma criança com quadro súbito de anemia e trombocitopenia - Qual é o diagnóstico?

João Gabriel Policeno Campos; Bárbara Cunto Sobrinho; Graziela Toledo Costa Mayrink; Ana Lúcia de Lima Guedes; Sabrine Teixeira Ferraz Grunewald

Resid Pediatr. 2016
Evidências de transmissão vertical de arbovírus

Monica Olimpia Dall'Oglio Poletti; Carolina Fernandes dos Santos Simões de Sousa; Márcia Galdino Sampaio

Resid Pediatr. 2016
Perfil clínico, laboratorial e histológico de lactentes com hepatite por citomegalovírus

Mateus Teixeira do Amaral Rocha; Luciana Rodrigues Silva; Cibele Dantas Marques; Marcia Santos da Silva

Resid Pediatr. 2016
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OBJETIVO: A infecção por CMV pode se manifestar com hepatite ou ser assintomática, porém pode ser acompanhada de hepatoesplenomegalia, aumento das aminotransferases, colestase, acometimento multissistêmico, hipertensão portal e progressão para cirrose. Este estudo objetiva descrever o perfil clínico, laboratorial, histológico de recém-nascidos e lactentes diagnosticados com hepatite por citomegalovírus (CMV).
MÉTODOS: É um estudo descritivo de série de casos com crianças com hepatite por CMV. Houve revisão de prontuários de pacientes atendidos entre janeiro de 2008 e março de 2014, sendo incluídos pacientes com menos de 1 ano de vida e hepatite por CMV. O diagnóstico da infecção foi estabelecido por meio de sorológica antiCMV IgM ou do PCR urinário/sérico.
RESULTADOS: Onze pacientes com hepatite preencheram os critérios de inclusão. Oito apresentaram hepatomegalia e nove esplenomegalia. Todos manifestaram icterícia. O tratamento com ganciclovir por 42 dias ocorreu em oito pacientes com hepatite por CMV. Houve redução em 79,7% nos níveis de AST e em 72,4% de ALT. Bilirrubinas totais caíram em 89%, e em 91,3% houve queda da bilirrubina direta. Dois pacientes mantiveram hepatite crônica, sendo um encaminhado para transplante. O tamanho amostral, heterogeneidade da população e falta de grupo controle representam limitações.
CONCLUSÃO: O tratamento para CMV visa melhorar a hepatite e também o prognóstico hepático, ao impedir mecanismos lesivos que propiciem degeneração hepática, fibrose e cirrose. Apesar dos resultados animadores com o antiviral, é necessária a realização de estudos pareados, duplo cegos, com coletas laboratoriais seriadas e sistematizadas.
Síndrome de mononucleose infecciosa com sorologia positiva para citomegalovírus e Epstein-Barr vírus

Emilio Eduardo Silva Brito; Luiza Amelia Cabus Moreira

Resid Pediatr. 2016
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OBJETIVOS: Relatar um caso de mononucleose infecciosa em paciente pediátrico com sorologias positivas tanto para citomegalovírus quanto para Epstein-Barr vírus, e realizar uma revisão da literatura sobre as implicações que esta coinfecção pode trazer.
MÉTODOS: Descrever, a partir de dados registrados em prontuário, a evolução do caso de uma paciente pediátrica com mononucleose infecciosa e a partir de revisão de artigos disponíveis na plataforma PubMed informar possíveis implicações que a coinfecção por citomegalovírus e Epstein-Barr vírus pode trazer para a evolução do quadro.
RESULTADOS: A coinfecção por citomegalovírus e Epstein-Barr vírus, além de prolongar o curso agudo da síndrome de mononucleose infecciosa, possui diversas implicações para o paciente por meio da modulação da resposta imune, modificando futuramente o padrão de resposta a doenças infecciosas, doenças autoimunes e resposta a alérgenos mediadas por IgE.
CONCLUSÕES: A coinfecção por citomegalovírus e Epstein-Barr vírus tem seu papel subestimado, já que evidências da literatura apontam que as infecções causadas por estes vírus podem ter implicações no desenvolvimento da criança pela alteração do perfil de sua resposta imune, sendo ainda necessários estudos para esclarecer os desfechos possíveis.
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