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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Síndrome de Prune Belly

Natália Dutra Sousa Carvalho; Cricia Cavachini; Marta Maciel Dudus

Resid Pediatr. 2018
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A síndrome de Prune-Belly é uma doença congênita rara, caracterizada por uma tríade de anormalidades, como deficiência ou ausência de musculatura da parede abdominal, criptorquidismo bilateral e malformação do trato urinário. Este é um relato de caso de um paciente, recém-nascido do sexo masculino, nascido de parto vaginal, a termo, peso ao nascer 3335g, Apgar 9 no 1o minuto e 10 no 5º minuto. Ao exame físico, observou-se criptorquidismo bilateral, redução do tônus da parede abdominal e aparência enrugada da pele abdominal, apresentando aparência de “ameixa seca”. Ele realizou ultrassom do trato urinário, evidenciando rins tópicos, com hidronefrose bilateral. O recém-nascido evoluiu com retenção urinária e aumento das escórias renais. Permaneceu durante 5 dias com cateter vesical e, após a retirada, apresentou diurese espontânea. Antes da alta, realizou outra ultrassonografia do trato urinário, na qual se observou leve hidronefrose bilateral. No paciente do caso, apenas as alterações inerentes à tríade foram observadas. Portanto, o objetivo do tratamento se tornou a prevenção da infecção do trato urinário com antibioticoterapia profilática, já que não havia mais obstrução do trato urinário. O recém-nascido foi encaminhado para cirurgia pediátrica, a fim de avaliar o tempo adequado para a correção do criptorquidismo e abdominoplastia. O objetivo deste relato foi divulgar a síndrome para que o diagnóstico possa ser feito precocemente, preferencialmente intraútero, e o tratamento, principalmente das anormalidades do sistema urinário, não seja retardado.
Disostose espondilocostal associada a defeito do tubo neural

Debora Luiza da Silva Amaral; Jussara Silva Lima

Resid Pediatr. 2018
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Relato de caso de um recém-nascido apresentando desconforto respiratório nas primeiras horas de vida devido a uma malformação do arcabouço costal. O presente caso torna-se relevante por levantar uma causa inusitada de desconforto respiratório precoce em recém-nascidos e, ainda, por haver um defeito do tubo neural associado.
Hemopneumotórax por acidente com arraia de água doce na região amazônica

Lucas Santiago Santos do Carmo; Alline Oliveira das Neves Mota; Cecilia Adrião Ferreira Manoel

Resid Pediatr. 2018
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Traumas torácicos na infância são ocorrências graves e potencialmente fatais. Assim, este artigo tem como objetivo relatar um caso de hemopneumotórax causado por ferroada de arraia de água doce na região amazônica e fazer uma breve revisão da literatura. Concluiu-se que ferroadas de arraias são comuns na região amazônica, porém raramente são associadas a traumas torácicos.
Principais dúvidas dos pediatras sobre tuberculose em crianças e adolescentes

Rosana Alves; Sabrina Marini Araujo Saar; Clemax Couto Sant’Anna

Resid Pediatr. 2018
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OBJETIVO: A tuberculose (TB) infantil é assunto de grande relevância e, por haver dificuldades por parte dos pediatras sobre vários aspectos da doença e da infecção latente (ILTB), busca-se conhecer quais são estas dificuldades, para promover meios de divulgação da informação.
MÉTODOS: Este trabalho consistiu em agrupar as perguntas mais frequentes dos pediatras sobre TB na criança e no adolescente, realizadas em oito Congressos Brasileiros de Pediatria e de Pneumologia Pediátrica em um período de 12 anos, de 2003 a 2015.
RESULTADOS: Cerca de 200 perguntas foram anotadas pelos autores, referentes a: diagnóstico na criança sintomática ou com ILTB (60%); vacinação BCG (10%); Prova Tuberculínica e outros métodos diagnósticos (10%); tratamento (10%); abordagem do recém-nascido (RN) contato (5%) e cuidados de prevenção do Profissional de Saúde (5%). Foram destacadas 25 perguntas frequentes que abordassem todos estes aspectos, tais como: “Como investigar e tratar TB e ILTB?”; “O que fazer, se não houver cicatriz BCG?”; “O que é Teste Rápido Molecular?”; “O tratamento da TB mudou na criança?”; “O que fazer com o RN coabitante de bacilífero?”; “Como prevenir TB em Profissionais de Saúde?”.
CONCLUSÕES: As mesmas perguntas se mantiveram em anos, mudando quando havia também alterações nas normas para o controle da tuberculose, como um novo teste diagnóstico ou a mudança do tratamento. As respostas foram organizadas em textos de fácil consulta, um material didático que potencialize a atuação do profissional no combate à TB.
Prognóstico de casos de enterocolite necrotizante conduzidos clinicamente e cirurgicamente

Renata Joviano Alvim; Hugo de Oliveira Olimpio; Mônica Barthelson Carvalho de Moura; Julia Valeriana Almeida

Resid Pediatr. 2018
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A enterocolite necrotizante (ECN) é uma síndrome clínico-patológica que corresponde à emergência intestinal mais comum nas unidades de tratamento intensivo neonatal, com alta taxa de mortalidade. Apresenta etiopatogenia multifatorial, não bem elucidada, que compreende diversos fatores de risco como prematuridade, baixo peso ao nascer, isquemia intestinal, osmolalidade da fórmula enteral e velocidade de progressão da dieta. O quadro clínico clássico constitui-se de distensão abdominal, enterorragia, vômitos biliosos ou sanguinolentos. Pode estar incompleto e os exames de imagem inconclusivos. Entre as complicações, estão choque, bacteremia, coagulopatia, neutropenia, trombocitopenia grave e acidose metabólica, sinais clínicos de peritonite e obstrução intestinal, imagem de líquido ou gás na cavidade peritoneal e outros. O objetivo deste trabalho foi avaliar os fatores nutricionais e não nutricionais associados à doença e ao óbito nos recém-nascidos com ECN, assim como avaliar a necessidade e o tipo de intervenção cirúrgica no tratamento. O tratamento clínico deve ser iniciado assim que se estabelece a suspeita da afecção. O acompanhamento clínico-radiológico intensivo é essencial e determinante da indicação cirúrgica.
Tromboembolismo venoso pediátrico intra-hospitalar

Leonardo Rodrigues Campos

Resid Pediatr. 2018
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O tromboembolismo venoso (TEV) no contexto intra-hospitalar é considerado o segundo fator contribuinte para dano nos pacientes internados, só perdendo para as infecções relacionadas ao cateter. Na população pediátrica, diversos estudos mostram o aumento da incidência de TEV intra-hospitalar atribuído ao aumento da sobrevida dos pacientes críticos e ao uso de cateteres intravenosos. Estes, por sua vez, são considerados os principais fatores de risco para TEV nas crianças, enquanto que, na população adulta, o câncer recebe maior destaque.
O pediatra e as mídias sociais

Carlindo Machado Filho

Resid Pediatr. 2018
Armazenamento de sangue de cordão: recomedações da Academia Americana de Pediatria

Gil Simões Batista; Ana Paula Neves Alferes; Larissa Beatriz do Carmo Moreira; Susana Villela Moreira; Tamara Freitas Pinho de Souza

Resid Pediatr. 2018
Perfil das infecções de origem tardia em uma unidade de terapia intensiva neonatal

Patricia Fabiane Monteiro Laranjeira; Ana Clara Monteiro Laranjeira; Renata Perches; Mércia Lisieux da Costa Mascarenhas; Patricia Fabiane Monteiro Laranjeira

Resid Pediatr. 2018
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Trata-se de um estudo retrospectivo onde foram analisados os prontuários de 93 recém- nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Maternidade Escola Santa Mônica, entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2010, com o objetivo de definir o perfil etiológico, priorizar medidas de controle dos casos, avaliar as estratégias implementadas e reduzir as taxas de mortalidade no serviço. As variáveis estudadas foram Idade gestacional, peso ao nascimento, cateteres vasculares, ventilação mecânica; hospitalização prolongada e uso de antibióticos. Os critérios de exclusão foram as infecções neonatais que ocorreram até 48 horas de vida ou 48 horas de hospitalização. O resultado da análise estatística realizada com o teste qui-quadrado foi de 35%, com precisão de 10 e nível de significância de 5%. A incidência média de infecção relacionada à assistência a saúde, de origem tardia, na UTI neonatal ano de 2010 foi de 36% na amostra estudada. Conclusão: o melhor método para o controle das infecções neonatais consiste na identificação do perfil etiológico e na intensificação da vigilância para o desenvolvimento de estratégias específicas para a redução da sua incidência, das taxas de mortalidade e dos custos hospitalares.
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