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Periodontite causada por Actinomyces spp. em criança com Ascaris lumbricoides e Trichocephalus trichiurus: um relato de caso
Nathália Rayane Silva Wanderley; Maria Antonia Ferreira Gomes; Lana Lira Cantidio de Medeiros; Fernanda Paula Dantas Lobo; Luiz Guilherme dos Santos Pinheiro; Tácito do Nascimento Jácome; Maria Goretti Lins Monteiro; Kleber Giovanni Luz
Resid Pediatr. 2019Pneumonias comunitárias não complicadas em crianças imunocompetentes
Stephanie Schafer; Valentina Chakr; Gabriela Petitot
Resid Pediatr. 2019Perfil de crianças falcêmicas internadas em crise
Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes Neta; Claudia Maria de Carvalho Cardozo Cendon
Resid Pediatr. 2019MÉTODOS: Estudo descritivo, retrospectivo, com análise e coleta de dados de prontuários. Critérios de inclusão: CID na admissão de anemia falciforme COM crise (D57.0) e de exclusão: CID de anemia falciforme SEM crise (D57.1).
RESULTADOS: Houve 99 internações de 42 pacientes, 42,9% do sexo feminino e 57,1% do sexo masculino; idade entre 1 e 17 anos, sendo 45,2% entre 6 e 12 anos; em 47,6% dos casos, o diagnóstico foi no período neonatal; 91% das internações foram por crises álgicas; em 55,5% dos casos, a crise envolveu mais de um sítio de dor simultaneamente e em 44,5%, dor em sítio único: 14% dor abdominal, 15% em membros inferiores, 5% em membros superiores, 4,5% cefaleia, 3% dor torácica, 1% dorsalgia, 1% lombalgia e 1% cervicalgia; 85,7% dos pacientes apresentaram internações prévias, por crises álgicas e infecções; 59,5% fez uso de opioide (morfina); 31% fazia uso de hidroxiureia.
CONCLUSÕES: Leve predomínio do sexo masculino, maioria dos pacientes em idade escolar e com diagnóstico no período neonatal. Crise álgica foi a principal causa de internação e dor em mais de uma localização simultânea a mais prevalente.
Fluidoterapia de manutenção em crianças doentes: estado da arte
Emannuely Juliani Souza Izidoro; Adriana Koliski
Resid Pediatr. 2019 28Dermatoses na infância: perfil dos pacientes atendidos no mutirão de Dermatologia Pediátrica 2016
Renata Rolim Sakiyama da Silva; Kerstin Taniguchi Abagge
Resid Pediatr. 2019 29MÉTODOS: Trata-se de um estudo retrospectivo, transversal, observacional e analítico. Os dados foram coletados a partir das fichas dos pacientes atendidos, sendo incluídas as crianças e adolescentes de zero a 16 anos atendidas no mutirão. Os dados avaliados foram: idade, sexo, tempo de evolução da doença, tratamentos prévios, comorbidades, hipóteses diagnósticas, condutas e desfechos.
RESULTADOS: Dos 261 pacientes, 59% eram do sexo feminino, 13,8% lactentes, 31,4% pré-escolares, 31,8% escolares e 22,9% adolescentes. 62,5% não apresentava comorbidades e, entre as que apresentavam, observou-se um predomínio de doenças atópicas: rinite em 22,6% dos casos e asma em 15%. A maioria, 63,2%, já havia recebido algum tipo de tratamento. O grupo das doenças eczematosas foi o mais prevalente (37,2%), seguido pelas infecciosas (21%) e hiperplasias e neoplasmas benignos (15,7%). Dermatite atópica ocorreu em 19,9% dos pacientes. Entre as infecções, as virais ocorreram em maior número (11,8%), principalmente nos grupos pré-escolar e escolar. Dentro das desordens glandulares, a acne foi a mais frequente (11,5%), tendo maior prevalência no grupo de adolescentes. Mais da metade dos pacientes recebeu alta, 32,6% foram encaminhados para a Dermatologia Pediátrica e 9,6% orientados a manter o acompanhamento na Unidade de Saúde.
CONCLUSÃO: As doenças eczematosas foram as mais frequentes, seguidas pelas infecciosas e pelo grupo das hiperplasias e neoplasmas benignos. A dermatite atópica foi a doença mais prevalente entre os pacientes atendidos.
Sífilis congênita precoce e falsonegativo por Fenômeno Prozona
Luciane Silva de Moraes; Mara Valéria Matulonis d’Almeida; Mayra Ribeiro Conde
Resid Pediatr. 2019RELATO: Lactente, masculino, 46 dias, admitido com quadro de exantema maculo-papular e lesões erosivas circunscritas difusas há 24 horas, cuja mãe apresentou VDRL no pré-natal e parto negativos. Lactente foi admitido para investigação e tratamento, sendo realizado VDRL da puérpera e lactente, ambos positivos, sendo aventada a hipótese de um falso-negativo no momento do parto devido ao fenômeno Prozona.
COMENTÁRIOS: Dadas às elevadas taxas de sífilis congênita no Brasil, apesar dos programas de controle, é possível questionar a qualidade da assistência ao pré-natal e parto, o conhecimento técnico dos profissionais de saúde acerca de qual método de exame diagnóstico é adequado, mas também quanto à interpretação do resultado, e questionar a existência de uma deficiência da técnica laboratorial, pois o fenômeno prozona pode ser evitado se o VDRL for executado de acordo com os protocolos operacionais.
O Código de Ética Médica, conectado à bioética, acompanha os avanços sociais e da medicina
Sidnei Ferreira
Resid Pediatr. 2019Indicação de cuidados paliativos neonatais: necessidade de uma diretriz?
Vivian Taciana Simioni Santana; Cibele Regina Laureano Gonçalves; Estéfanie Santana Teixeira Santos; Priscila Endo Takahashi Kawano; Pamela Helena Leme S Costa; Cibele Wolf Lebrão; Mônica Carneiro; Sílvia Maria de Macedo Barbosa,
Resid Pediatr. 2019MÉTODOS: Realizou-se um estudo retrospectivo, analisando prontuários dos pacientes para coleta de dados e análise estatística descritiva.
RESULTADOS: No período de estudo foram avaliados 262 prontuários de pacientes que internaram na unidade de terapia intensiva neonatal. Destes, 196 evoluíram bem, sem agravos e sequelas, sem nenhuma afecção limitante, sendo excluídos da indicação de paliativos. 42 pacientes foram a óbito e 24 tinham hipótese diagnóstica de alguma doença limitante de vida, mas que evoluíram estáveis e receberam alta da unidade. Os que foram a óbito, mesmo em processo de morte, já com bomba de infusão contínua de drogas de reanimação, sofreram manobras de ressuscitação. Nenhum dos recém-nascidos estudado foi acompanhado pela equipe de cuidados paliativos, pois não houve solicitação dos neonatologistas para a especialidade.
CONCLUSÕES: Observou-se neste estudo uma população com indicação de cuidados paliativos que não recebeu este cuidado, pela falta de solicitação da equipe, tanto no grupo de finitude para qualificar o processo de morte e luto quanto para os que receberam alta da unidade com limitações de vida. Após a análise dos dados, foi realizado um fluxograma norteador com critérios de elegibilidade para cuidados paliativos, visando auxiliar na decisão e acionamento da equipe.
Um paciente com massa abdominal de consistência pétrea. Qual o seu diagnóstico?
Adriana Paiva de Mesquita; Verônica Oliveira; Bruno Ribeiro da Rocha; Bernarda Silva Ferreira; Julia Leite; Bruna de Brito Silva Fernandes; Gabriela Freitas Milagres; Gabriela de Albuquerque e Albuquerque
Resid Pediatr. 2019