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Relato de caso: doença celíaca associada a tricobezoar gástrico - síndrome de Rapunzel
Ana Clara Aragão Fernandes; Lídia Maria Oliveira Barisic; Lucas Costa Feitosa Alves; Marina Albuquerque Almeida; Laura Janne Lima Aragão
Resid Pediatr. 2020RELATO DE CASO: E.N.F., sexo feminino, 7 anos, comparece ao ambulatório com a genitora referindo história de dor abdominal, episódios diarreicos e perda de peso associados à astenia e desânimo. Ao exame físico, encontrava-se com estado geral regular, apresentava abdome globoso, com ruídos hidroaéreos diminuídos e doloroso à palpação superficial. Endoscopia digestiva revelou a presença de tricobezoar gástrico. Biópsia de fragmentos de esôfago, estômago e duodeno demostraram padrão para doença celíaca. Foi submetida à laparoscopia para retirada do bezoar. A paciente obteve boa evolução pós-cirúrgica, seguindo o tratamento com dieta isenta de glúten e acompanhamento psicológico/psiquiátrico.
CONCLUSÕES: Acredita-se que doença celíaca tem relação com as desordens psicológicas, tricotilomania e tricotilofagia, que levaram ao desenvolvimento da síndrome de Rapunzel.
A pandemia do COVID-19, desvios do estado nutricional e pediatria
Ieda Regina Lopes Del-Ciampo; Luiz Antonio Del-Ciampo
Resid Pediatr. 2020Terceiroventriculostomia e biópsia endoscópica em glioma de baixo grau:relato de caso
Maina Tavares Zanoni; Vírgina Resende Silva Weffort; Roberto Alexandre Dezena; Daniel Fonseca Oliveira; Raphael Guerra David Reis; Rafaela D’Angelo dos Reis
Resid Pediatr. 2020Dermatite factícia na infância: estudo retrospectivo de uma série de casos
Claudia Santos Oliveira; Vânia Oliveira de Carvalho; Renata Robl Imoto
Resid Pediatr. 2020MÉTODO: Trata-se de um estudo retrospectivo e descritivo com coleta de dados dos prontuários de pacientes com DF, menores de 16 anos, atendidos em um serviço de Dermatologia Pediátrica no período de 2007 a 2017. Para análise estatística utilizou-se teste-t independente e teste Qui-quadrado de Pearson, considerado nível de significância de 5%.
RESULTADOS: A amostra constituiu-se de 50 pacientes e 35 (70%) eram do sexo feminino. A média de idade de início dos sintomas foi de 9,8 ± 3,0 anos e a mediana de tempo até a procura de atendimento foi de 6,5 meses (3 dias a 8 anos). Vinte e um (42%) pacientes apresentavam algum tipo de dificuldade de aprendizagem. Treze (26%) pacientes com história pessoal de doenças psiquiátricas. Todos os pacientes tinham mais de um tipo de lesão cutânea e em 33 (66%) havia placa eritemato-descamativa. Os membros superiores foram a região mais acometida. Treze (26%) pacientes apresentavam doenças psiquiátricas. Entre os pacientes que apresentaram melhora clínica, 13 (65%) estavam em acompanhamento psicológico e recidiva da doença ocorreu em 14 (28%) pacientes.
CONCLUSÃO: A DF acomete mais frequentemente o sexo feminino e apresenta-se com lesões variadas e em áreas de fácil alcance. O diagnóstico deve ser suspeitado frente a uma história evolutiva vaga associada a lesões polimórficas e simétricas. Acompanhamento psicológico e psiquiátrico são fundamentais, além do dermatológico, pois há risco de evolução com comorbidades psiquiátricas.
A relação entre os médicos e os demais profissionais de saúde
Carlindo Machado Filho
Resid Pediatr. 2020Fatores de risco para asfixia perinatal em recém-nascidos atendidos em uma maternidade pública terciária
Vitória de Lima Fernandes; Marta David Rocha Moura; Alessandra de Cássia Gonçalves Moreira; Tatiane Melo de Oliveira
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Estudo descritivo quantitativo, retrospectivo, de corte transversal e com dados secundários. A população do estudo foram os RN nascidos no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), no período de janeiro de 2017 a junho de 2018. Os dados foram obtidos por meio do SINASC da Secretaria de Saúde do DF. Definiu-se asfixia como Apgar < 6 no 5° minuto e foram estudadas variáveis relacionadas aos RNs e às mães. A análise estatística foi feita por meio do EpiInfo 2010 e o estudo obteve aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa.
RESULTADOS: No período considerado, nasceram 5.358 RNs. A prevalência de asfixia perinatal foi de 2%. As variáveis idade materna < 20 (OR=2), número de consultas de pré-natal < 7 (OR=7,5), parto vaginal (OR=1,7), idade gestacional < 37 semanas (OR=21,4) e peso ao nascer < 2500g (OR=23,8) tiveram associação significativa com a ocorrência de asfixia perinatal.
CONCLUSÕES: A prevalência da asfixia perinatal no HMIB é alta comparada à literatura. Sugerem-se ações para capacitação dos profissionais de saúde para o atendimento às gestantes e aos RNs, afim de identificar situações de risco e intervir precocemente, contribuindo para a reversão desse quadro.
Rabdomioma: relato de caso neonatal do HC-UFTM
Thaís Verginio Geraldelli Morais; Thainá Verginio Geraldelli; Giovanna Rossi Ferreira Gonçalves; Fabiana Galdino Barsam; José Geraldo Ferreira Gonçalves
Resid Pediatr. 2020Aleitamento materno e terapêutica para a doença coronavírus 2019 (COVID-19)
Roberto Gomes Chaves; Joel Alves Lamounier; Luciano Borges Santiago
Resid Pediatr. 2020Desafios para o programa de Residência Médica em Pediatria em três anos
Silvio da Rocha Carvalho; Susana Maciel Wuillaume; Luciana Rodrigues Silva
Resid Pediatr. 2020Vacinas para COVID-19: perspectivas e desafios
Eduardo Jorge da Fonseca Lima; Amalia Mapurunga Almeida; Renato de Ávila Kfouri
Resid Pediatr. 2020