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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Gravidez na adolescência no Espírito Santo: planejando a assistência à saúde materno-infantil

Thayna Toneto Couto

Resid Pediatr. 2024
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O presente estudo corresponde a uma pesquisa epidemiológico-descritiva, transversal, retrospectiva, com abordagem quantitativa. O objetivo geral é descrever o perfil clínico epidemiológico da gravidez na adolescência no estado do Espírito Santo nos anos de 2010 a 2019. A pesquisa foi realizada utilizando dados obtidos na plataforma DATASUS, através do programa SINASC. Este estudo tem relevância ao possibilitar conhecer melhor a população atendida e identificar de forma mais precisa as lacunas das políticas públicas que podem ser aprimoradas ou criadas. Verificou-se que no ano de 2015 foram registrados 56.941 nascidos vivos na população geral, maior índice registrado entre os anos de 2010-2019. Desses, 16,7% (9.543) nasceram de genitora com idade entre 10 e 19 anos. Corroborando a análise, a maior taxa de gravidez na população adolescente foi registrada no ano de 2013, quando 18% (9.764) das gestações no estado do Espírito Santo foram de adolescentes. Também ficou evidenciado que 8,4% (7.485) dos bebês nasceram com 2.499g ou menos e que 0,6% dos RNs foram diagnosticados com alguma anomalia congênita. Pode-se assim concluir que os índices elevados de gravidez na adolescência denotam estratégias falhas, impactando o crescimento de gerações mais saudáveis no presente e futuro em todos os aspectos, inclusive econômica, fazendo imprescindível conhecer os dados levantados para o planejamento da assistência materno-infantil.
Mortalidade perinatal: análise de necropsias médico-legais no período de 2018 a 2022

Bruna Fernandes Olivier Alves; Maria Eduarda Brígido Machado; Jucélia Jeremias Fortunato

Resid Pediatr. 2024
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OBJETIVOS: caracterizar perfil sociodemográfico da população de estudo; analisar a causa mortis descrita no laudo; identificar os eventos que contribuíram para o óbito; avaliar a qualidade do preenchimento da Declaração de Óbito (DO) e verificar o acompanhamento pré-natal dessas crianças.
METODOLOGIA: estudo transversal, utilizando dados secundários de laudos de necropsias realizadas nos Serviços de Verificação de Óbito de Criciúma e Tubarão. Incluíram-se indivíduos com óbito entre 22 semanas de gestação e o 6º dia de vida, excluindo aqueles com mais de 50% do laudo sem preenchimento. Foram avaliadas as informações presentes na DO, nos laudos da necropsia e nos exames complementares.
RESULTADOS: foram avaliados um total de 212 laudos de necropsia. Dentre esses, 51,4% correspondiam ao sexo feminino e 87,7% eram brancos. A maioria (85,5%) dos casos analisados eram óbitos fetais, sendo as complicações da placenta, do cordão umbilical e das membranas (CID P02) a causa principal de morte, com 73,1% dos casos. Observou-se falta de preenchimento das causas intermediárias em 84,4%, e das condições significativas que contribuíram para o óbito em 98,5% dos laudos. Quanto ao pré-natal, 89,6% realizaram o acompanhamento.
CONCLUSÃO: ressalta-se que a mortalidade perinatal é um indicador crucial para avaliação pré-natal e de fatores relacionados à mãe e à gestação. Isso, porque será por meio das informações epidemiológicas relacionadas a ela que os recursos públicos serão distribuídos, visando reduzir os agravos perinatais e melhorar os indicadores de saúde.
Metemoglobinemia secundária à intoxicação exógena intencional por fenazopiridina em adolescente: um relato de caso

Camila Dalle Rocha; Ariadne Becker Quirino; Luana Deon Dulaba; Ângelo Antônio Gonçalves de Quadros; Maria Clara Lopes de Mattos; Paulo Ramos David João

Resid Pediatr. 2024
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A metemoglobinemia é uma causa rara, frequentemente negligenciada e potencialmente grave de cianose na população pediátrica. Pode ocorrer como resultado de defeito congênito ou ad-quirido, por exposição a substâncias que oxidam a hemoglobina. Dentre essas substâncias encontra-se a fenazopiridina, analgésico urinário amplamente disponível. Seu diagnóstico é um desafio clínico, e deve ser aventado em pacientes que apresentem cianose central e baixa satu-ração ao oxímetro de pulso refratários à oxigenoterapia. Em situações com manifestações clíni-cas significativas, o tratamento inclui administração de azul de metileno, além da remoção do agente indutor e administração de oxigênio em alto fluxo. O presente caso demonstra o diag-nóstico clínico de metemoglobinemia secundária à intoxicação intencional por fenazopiridina, com tratamento adequado em tempo hábil e desfecho satisfatório.
Doença rara relatada em paciente pediátrico: síndrome de Pearson

Lorena Vilela Rezende; Mara Lúcia Schmitz Ferreira Santos; Michelle Silva Zeny; Marian Pereira de Andrade Vallim; Rui Carlos Silva Junior; Giulia Vilela Silva

Resid Pediatr. 2024
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A Síndrome de Pearson (SP) é um distúrbio multissistêmico congênito causado por deleções do DNA mitocondrial. As principais manifestações clínicas são: Anemia sideroblástica, neutropenia, trombocitopenia e insuficiência pancreática exócrina. Órgãos como o coração, rins, olhos, ouvidos e cérebro são os mais afetados devido à maior demanda energética que necessitam. O diagnóstico é muitas vezes desafiador devido à heterogeneidade fenotípica e deve ser sempre suspeitado nas manifestações multissistêmicas. Sendo confirmado por testagem genética através do sequenciamento do DNA mitocondrial. É uma doença que não possui cura; no entanto, há tratamento com cofatores que reduzem os sinais e sintomas, além de pesquisas em terapia gênica em andamento. As medidas de suporte visam evitar estressores fisiológicos. É uma síndrome geralmente fatal na infância, e aqueles que sobrevivem desenvolvem sinais e sintomas de Síndrome de Kearns-Sayre. Este relato de caso tem por objetivo direcionar e favorecer o diagnóstico de quadros clínicos semelhantes, uma vez que a SP é provavelmente subdiagnosticada, pois poucos médicos sabem da existência da doença, muito menos de seus sinais e sintomas.
A pediatria além dos muros de um hospital

Nicole Nogueira Ribeiro de Lima; Mariana Sciannelli Natel

Resid Pediatr. 2024
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Xingu + Catu é uma organização não governamental (ONG) que promove expedições para a região do Parque Nacional do Xingu com o objetivo de proporcionar atendimento em saúde para a população indígena. A terceira expedição da ONG ocorreu entre junho e julho de 2023, em parceria com o Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e com a participação de duas médicas residentes do terceiro ano do curso de pediatria geral durante seus estágios eletivos. Essa expedição realizou 225 atendimentos, sendo 75 desses na faixa etária pediátrica (idade entre 0 e 14 anos incompletos). O enfoque das consultas pediátricas foi o desenvolvimento pôndero-estatural, o desenvolvimento neuropsicomotor, a avaliação da saúde global, além de avaliar demandas e queixas específicas. A experiência de realizar atendimentos em uma região remota, de pouco acesso ao sistema de saúde, que geralmente não é incluída na formação tradicional de um pediatra, é enriquecedora. Permite que o residente seja exposto a diferentes realidades de cuidados à saúde e a diferentes culturas, ampliando sua visão de mundo e seu posicionamento como médico e ser humano.
Vasculite restrita aos rins em criança de 8 anos: Causa rara de glomerulonefrite rapidamente progressiva evoluindo para doença renal crônica terminal

Caio César Otôni Espíndola Rocha; Kathia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini; Bárbara Carvalho Dantas

Resid Pediatr. 2024
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Glomerulonefrite é um dos principais acometimentos renais na faixa etária pediátrica, geralmente secundária à infecção por Streptococcus beta-hemolítico do grupo A. Entretanto, apesar de rara, a vasculite ANCA relacionada pode também ser causa de glomerulonefrite. O objetivo deste relato de caso é descrever um quadro de glomerulonefrite secundária à vasculite ANCA relacionada, dado sua baixa incidência na infância e à rápida evolução para nefropatia crônica neste caso. L.E.F, 8 anos, sexo feminino, parda, buscou atendimento devido à hematúria macroscópica, anasarca, cefaleia e artralgia. Na admissão apresentava crise hipertensiva e, em exames laboratoriais, importante elevação de Ureia e Creatinina; P-ANCA e anti-MPO positivos. Iniciada hemodiálise, anti-hipertensivos e pulso com Metilprednisolona (30mg/kg/dia), seguidos de prednisolona na dose de 2mg/kg/dia. Além disto, a biópsia renal demonstrou esclerose glomerular e imunofluorescência negativa. Realizado diagnóstico de Vasculite Restrita aos Rins. Evoluiu estável, porém sem melhora de função renal, necessitando manter-se em hemodiálise e sendo encaminhada para ambulatório de transplante renal. As vasculites ANCA relacionadas são divididas em Granulomatose com Poliangeíte, Granulomatose Eosinofílica com Poliangeíte, Poliangeíte Microscópica e Vasculite Restrita aos rins. São raras na faixa etária pediátrica, porém é importante o conhecimento acerca dessas, tanto em relação a seu acometimento de vias aéreas superiores e inferiores como seu acometimento renal, para que assim seja realizado diagnóstico de forma mais precoce, tornando o tratamento e prognóstico favoráveis.
Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade na adolescência

Beatriz Elizabeth Bagatin Veleda Bermudez; Charles da Silva Gomes; Iolanda Maria Novadzki

Resid Pediatr. 2024
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OBJETIVO: Conhecer a evolução do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) na adolescência.
MÉTODOS: Estudo longitudinal com dados de 50 prontuários de pacientes em acompanhamento há pelo menos dois anos. Para a análise estatística, calculamos usando os testes exato de Fischer, qui-quadrado e Kruskall-Walis, pelo software R Core Team 2018.
RESULTADOS: Dos 50 pacientes, 80% eram do sexo masculino, com idade média de 14,0 anos (variando de 10 a 17 anos), 26 (52%) estavam em acompanhamento inicial com neurologista para TDAH, os demais com queixas compatível com TDAH. A idade média de início dos sintomas foi de 8,0 anos (variando de 5 a 13 anos) e a idade de diagnóstico de 8,5 anos (variando de 5 a 13 anos). O uso de metilfenidato ocorreu em 30 (60%), 48% mantiveram a adesão ao tratamento e 18% não relataram melhora com o metilfenidato, sem intenção de uso de outro medicamento. Houve melhora no grupo (p < 0,05), e os fatores contribuintes foram: aquisição de uma rotina de estudos, melhora do comportamento na escola, escola mais assertiva, família mais assertiva, menos horas diárias em telas.
CONCLUSÕES: o TDAH envolve família, escola e saúde. O controle dos sintomas e melhores resultados na escola precisam de rotina de estudos, melhoria de comportamento, escola inclusiva (que vê as dificuldades de seus alunos como um desafio), apoio familiar e menos horas nas telas. Ressaltamos a importância dos profissionais de saúde no diagnóstico e acompanhamento clínico.
Osteomielite de Garrè em Pediatria: relato de um caso raro

Aldo Roberto Ferrini Filho; Ana Laura Stahlhoefe; Camila Pereira Rosa Lara; Isabella Juliana Manfredo Rodrigues; Jose de Mendonça Costa Neto; Bruno Vaz da Costa; Flavia de Assis Silva

Resid Pediatr. 2024
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INTRODUÇÃO: A Osteomielite de Garrè (OG) é uma doença rara, de origem inflamatória, crônica, caracterizada por reação periosteal com
neoformação óssea secundária a infecções bacterianas de origem odontogênica. A mandíbula é a estrutura óssea mais acometida. A OG é mais prevalente na primeira e segunda décadas de vida, com discreta predominância no sexo masculino.
OBJETIVO: Descrever caso clínico em paciente pediátrico com quadro de OG, evidenciando pontos do diagnóstico para o pediatra e sua evolução clínica.
RELATO DE CASO: Paciente masculino, 12 anos, previamente hígido, iniciou quadro de dor em arcada dentária inferior, associada à extensa lesão cariosa em primeiro molar inferior direito, evoluiu com surgimento de tumoração em topografia mandibular homolateral, indolor e endurecida. Realizada tomografia computadorizada (TC) de face que evidenciou comprometimento lítico periapical junto ao primeiro e segundo pré-molares inferiores à direita, com comprometimento da cortical óssea externa em adjacência, associado à reação periosteal. Aventada a hipótese de OG, foi realizada a exodontia do dente acometido com biópsia de tecido ósseo, estudo histológico apresentou presença de tecido fibroso, vasos sanguíneos dilatados e infiltrado inflamatório intertrabecular. Realizada antibioticoterapia com clindamicina venosa por sete dias. Evoluiu com regressão progressiva da lesão, sendo mantido por via oral por seis semanas, suspenso após regressão completa do quadro.
CONCLUSÃO: Este caso reforça a importância dessa condição para pediatras. Deve sempre ser suspeitada quando há existência de doença dentária associada. A evolução tende a ser favorável, quando instituído tratamento adequado, sendo a retirada do foco infeccioso e a antibioticoterapia adjuvante.
Tuberculose pulmonar e estado nutricional: estudo seccional com crianças e adolescentes

Guilherme Homem de Carvalho Zonis; Mariara Lopes da Costa Marques; Catharina Matos de Oliveira; André Maruo Palis; Pedro Silvestre de Andrade; Ana Alice Amaral Ibiapina Parente; Rafaela Baroni Aurilio; Clemax Couto Sant Anna

Resid Pediatr. 2024
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INTRODUÇÃO: A tuberculose (TB) pode levar à desnutrição, bem como esta pode predispor a TB. Este trabalho visa analisar o estado nutricional, achados clínico-radiológicos e testes realizados por crianças e adolescentes com TB pulmonar (TP).
METODOLOGIA: estudo seccional, envolvendo três hospitais do Rio de Janeiro, de outubro de 2014 a outubro de 2019. Foram incluídos: crianças e adolescentes com TP. As variáveis estudadas foram: idade, sexo, febre, emagrecimento, estado nutricional, BAAR, cultura para Mycobacterium tuberculosis, teste Gene Xpert TB-RIF. Para a comparação entre crianças e adolescentes e eutróficos e desnutridos, foi utilizado o teste Qui-quadrado (significância estatística o p-valor<0,05)
RESULTADOS: Quarenta e nove pacientes foram incluídos no estudo. Das crianças eutróficas, 88,9% apresentaram febre, 38,9% emagrecimento e 27,8% Xpert detectável. Das desnutridas, 100% manifestaram febre, 50% emagrecimento e 50% Xpert detectável. Nos eutróficos e desnutridos, o padrão radiológico miliar ocorreu em 5,6% e 75% (p<0,01); a cultura foi positiva em 35,3% e em 50%, respectivamente. Adolescentes eutróficos apresentaram febre em 58,8% casos e Xpert detectável em 41,2%. Dos desnutridos, havia febre em 90% e Xpert detectável em 70%. A cultura foi positiva em 31,2% eutróficos e, 70% desnutridos (p=0,05). O padrão radiológico miliar ocorreu em 17,6% eutróficos e 10% desnutridos. O emagrecimento ocorreu em 35,3% eutróficos e 100% desnutridos (p<0,01).
CONCLUSÃO: Em crianças e adolescentes desnutridos, supostamente mais graves, há maior positividade do GeneXpert e da cultura, sendo o padrão miliar mais frequente em crianças desnutridas e adolescentes eutróficos.
Avaliação do Eletroencefalograma de Amplitude Integrada em recém-nascidos maiores que 35 semanas de idade gestacional expostos ao crack e/ou cocaína no pré-natal

Mariana Menezes Azevedo Ginez; Nathalie Sales Laguno; Daniela Pereira Rodrigues; Marcelo Jenné Mimica; Rafaela Fabri Rodrigues Pietrobom; Alexandre Netto; Gabriel Fernando Todeschi Variane; Mauricio Magalhães

Resid Pediatr. 2024
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OBJETIVO: Avaliar os achados da monitorização cerebral com vídeo aEEG/EEG em recém-nascidos de mães que usaram cocaína e/ou crack durante a gestação e descrever o perfil epidemiológico dessas mães e bebês.
MÉTODOS: Estudo prospectivo descritivo realizado entre agosto de 2019 e fevereiro de 2020. Foram incluídos recém-nascidos com idade gestacional = 35 semanas e com histórico de uso materno de crack e/ou cocaína durante a gestação. Os recém-nascidos foram submetidos à videomonitorização de aEEG/EEG por 24 horas nas primeiras 48 horas de vida. A avaliação da síndrome de abstinência neonatal foi realizada por meio do Finnegan Score. ??Dados demográficos e clínicos foram analisados. A curva Intergrowth-21 foi utilizada para classificar as medidas antropométricas descritas. Os métodos de Capurro e New-Ballard foram padronizados para a determinação da idade gestacional em recém-nascidos.
RESULTADOS: 12 recém-nascidos foram incluídos de acordo com os critérios, todos tiveram pontuação de 0 a 7 segundo o score de Finnigan nas primeiras 6h de vida. Na 30ª hora de vida, 10 (91%) tiveram pontuação entre 0 e 7 e 1 neonato entre 8 e 11, considerados alterados com necessidade de tratamento. Às 72 horas de vida, os 12 recém-nascidos avaliados apresentaram pontuação entre 0 e 7. O padrão de atividade eletroencefalográfica de base nas primeiras 48 horas de vida foi contínuo com a presença de ciclo sono-vigília em todos os casos.
CONCLUSÕES: Recém-nascidos de mães usuárias de drogas podem ter padrão de maturação precoce na avaliação eletroencefalográfica. Mais estudos são necessários para melhor avaliar essa relação.
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