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ISSN (On-line) 2236-6814

Publicação Contínua | Acesso Aberto

Volume 5 - Número 3

Artigo de Revisão
Imunoestimulantes na prevenção de infecções respiratórias em idade pediátrica

Marcos Roberto Martins Sanches; Alexandra Beatriz Antunes Coelho; José Manuel Onofre

Resid Pediátr. 2015;5
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OBJETIVOS: Apesar da controvérsia existente acerca da eficácia clínica e desconhecimento sobre a segurança dos imunoestimulantes, estes são frequentemente utilizados na prevenção das infecções respiratórias em crianças. O objetivo dos autores é rever a evidência disponível sobre a eficácia e segurança dos imunoestimulantes na prevenção de infecções respiratórias em crianças.
MÉTODOS DE REVISÃO: Pesquisa de revisões sistemáticas, metanálises e ensaios clínicos aleatorizados e controlados, usando os termos MeSH: respiratory tract infection, prevention e bacterial lysate. Para avaliação dos níveis de evidência e atribuição de forças de recomendação, foi utilizada a escala Strenght of Recommendation Taxonomy (SORT) da American Academy of Family Physicians.
RESULTADOS: Foram encontrados 29 artigos, dos quais quatro cumpriram os critérios de inclusão: duas metanálises e duas revisões sistemáticas. Todos os artigos demonstraram que os imunoestimulantes em geral (nível de evidência 2) e, em particular, o OM-85 BV (Broncho-Vaxom®) (nível de evidência 1) reduzem a incidência de infecções respiratórias em crianças com história de infecções respiratórias recorrentes com segurança.
CONCLUSÕES: A evidência disponível suporta a eficácia dos imunoestimulantes na prevenção secundária de infecções respiratórias em crianças (SORT B) e em particular o OM-85 BV (SORT A). São fármacos seguros em crianças (SORT B). No futuro serão necessários mais ensaios clínicos aleatorizados controlados com maior seguimento e que clarifiquem outras questões como o papel dos imunoestimulantes na prevenção primária de infecções respiratórias ou da sua eficácia de acordo com o tipo de infeção respiratória. Palavras-chave: adjuvantes imunológicos, infecções respiratórias, criança.
Artigo Original
Pneumonia associada à ventilação mecânica em neonatologia: um estudo retrospectivo

Maria Augusta de Macedo Wehbe; Suzana Angelica Silva Lustosa; Ana Paula Ferreira da Rocha; Ilana Vital Dantas de Oliveira

Resid Pediátr. 2015;5
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OBJETIVO: Avaliar a prevalência de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) em unidade de terapia intensiva neonatal do município de Volta Redonda; descrever os principais fatores de risco para PAV e identificar medidas preventivas adotadas para a redução da ocorrência de casos novos.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo por meio da análise de prontuários de neonatos submetidos à ventilação mecânica por mais de 48 horas, que estiveram internados entre os anos de 2011 a 2013, na unidade de terapia intensiva neonatal, do Hospital São João Batista, do município de Volta Redonda, RJ.
RESULTADOS: Foram diagnosticados 18 pacientes com pneumonia associada à ventilação mecânica na UTI neonatal do Hospital São João Batista, entre os anos de 2011 e 2013. Foram dez casos no ano de 2011 (55,55%); quatro casos no ano de 2012 (22,22%) e quatro casos no ano de 2013 (22,22%). Neste estudo foram identificados os fatores de risco para PAV e as medidas preventivas necessárias para a redução do número de casos.
CONCLUSÃO: A prevalência de PAV pode ser reduzida quando identificamos os seus principais fatores de risco e implementamos medidas preventivas nas unidades de terapia intensiva. Palavras-chave: pneumonia associada à ventilação mecânica, neonatologia, serviços de controle de infecção hospitalar.
Hipoxemia como preditor de gravidade em pacientes internados com pneumonia

Maria Anáide Zacchê de Sá Abreu e Lima; Luiza Menezes Vieira de Mello; George Henrique Cordeiro Serra; Débora Ellen Pessoa Lima; Eduardo Jorge da Fonseca Lima

Resid Pediátr. 2015;5
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OBJETIVOS: Analisar a presença de hipoxemia na admissão de pacientes com pneumonia, correlacionando com a evolução clínica insatisfatória e o surgimento de complicações.
MÉTODOS: Série de casos com 120 pacientes, de 1 mês a 5 anos de idade, internados por pneumonia no ano de 2012 em um hospital de referência do Recife. Foram analisadas variáveis demográficas, clínicas e de desfecho final. O diagnóstico de pneumonia foi baseado nos critérios clínicos e radiológicos. Hipoxemia foi considerada quando a saturação de oxigênio foi < 92% e/ou houve uso de oxigênio durante o internamento hospitalar.
RESULTADOS: 58 pacientes (48,3%) internados com pneumonia apresentaram hipóxia. 48 crianças (40%) tinham menos que 1 ano de idade e apenas 33 (27,5%) eram maiores que 2 anos. A frequência de baixo peso ao nascer foi de 16% e a associação desta variável com hipóxia foi significante (p < 0,02). Prematuridade foi encontrada em 10,6%. 105 pacientes (87,5%) foram classificados como pneumonia grave ou muito grave. Derrame pleural ocorreu em 30 pacientes e destes, 18 (60%) apresentaram hipóxia. A forma de oxigênio mais utilizada foi a máscara de Venturi (48%). A duração do internamento foi de até 7 dias em 90,8%. Houve necessidade de transferência de 3 pacientes para a UTI (2,5%) e a taxa de letalidade foi de 2,5%.
CONCLUSÕES: Nosso estudo ressaltou a importância da saturometria na admissão de pacientes com pneumonia e reforça sua realização na rotina, já que consideramos a hipoxemia como um preditor de evolução clínica desfavorável. Palavras-chave: pneumonia, oximetria, evolução clínica, gravidade do paciente.
Caso Clínico Interativo
Uma paciente com pneumonia, otorreia e icterícia. Qual o diagnóstico?

Patricia Fernandes Barreto Machado Costa; Adriana Paiva Mesquita; Giuseppe Maria Santalucia; Stella Alonso Coto Dominguez

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Linha de Beau

Leonardo Rodrigues Campos; Lucas Berbert Pulcheri; Raquel de Seixas Zeitel

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Editorial
Revista Residência Pediátrica: o que há de novo?

Marilene Crispino Santos

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Ética Médica
Prontuário médico

Carlindo Machado Filho

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
Fique Alerta!
Relato de Caso
Baixa estatura como apresentação inicial da síndrome de Bartter

Glaura Nísya de Oliveira Cruz; Mayra Pimenta Fernandes; Suellen da Silva Santos

Resid Pediátr. 2015;5
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A síndrome de Bartter (SB) é uma desordem crônica herdada, conhecida como uma tubulopatia perdedora de sal. É caracterizada por distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos significativos, evidenciados por hipocalemia e alcalose metabólica. As crianças acometidas apresentam acentuado retardo no crescimento, além de sintomas inespecíficos como desnutrição, poliúria, vômitos e episódios frequentes de desidratação. Os autores descrevem um caso de um paciente de 3 anos em investigação de baixa estatura, que apresentava em exames laboratoriais quadro de hipocalemia associada a alcalose metabólica. Após a introdução de tratamento específico para SB, houve resolução do distúrbio hidroeletrolítico, e ganho pondero-estatural satisfatório. O objetivo dos autores é relatar um caso clínico de SB e mostrar o impacto desta síndrome no crescimento e desenvolvimento infantil. Palavras-chave: síndrome de Bartter, hipopotassemia, transtornos do crescimento, alcalose.
Síndrome de diferenciação na leucemia promielocítica aguda: relato de caso pediátrico no HC-UFTM

Vanessa de Paula Tiago; Valéria Cardoso Alves Cunali

Resid Pediátr. 2015;5
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O uso do ácido all-trans-retinoico (ATRA) no tratamento de leucemia promielocítica aguda está associado, em 5% a 20% dos pacientes, a uma condição conhecida como síndrome de diferenciação. A apresentação clínica inclui sintomas respiratórios decorrente de lesão pulmonar associados a outros sintomas sistêmicos. Este caso chama a atenção para a necessidade do diagnóstico precoce, devendo o tratamento adequado ser imediatamente introduzido. Palavras-chave: insuficiência respiratória, neoplasias, pediatria, leucemia promielocítica aguda.
Estenose subglótica adquirida em recém-nascido sem fatores de risco tratados por laringoplastia: relato de caso

Germana Jardim Marquez; Andre Rezek Rodrigues; Mikhael Romanholo El Cheikh; Paula Pires Souza; Marcus Cavalcante Oliveira Araújo; Melissa Ameloti Gomes Avelino

Resid Pediátr. 2015;5
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A estenose subglótica (ESG) adquirida é um estreitamento da endolaringe e uma das causas mais comuns de estridor e desconforto respiratório em crianças. Em crianças, a subglote representa o ponto mais estreito da via aérea, o que torna essa região mais propensa a estenoses.
OBJETIVO: Relatar dois casos de estenose subglótica adquirida aguda em recém-nascidos sem fatores de riscos importantes que justificassem o desenvolvimento da mesma e que evoluíram bem após laringoplastia com balão.
CONCLUSÃO: A laringoplastia com balão deve ser considerada como primeira linha de tratamento nas estenoses subglóticas tanto agudas como crônicas, sendo que nos casos agudos o sucesso chega a 100%, evitando-se a realização de traqueostomias. Palavras-chave: laringoestenose, laringoplastia, dilatação, criança.
Lupus Neonatal: Relato de caso

Ana Luíza dos Santos; Maile Vidigal Prates; Gil Simões Batista; Márcia Galdino Sampaio

Resid Pediátr. 2015;5
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Palavras-chave:
Resenha
Doença cardiovascular aterosclerótica

Ana Luíza Velten Mendes

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
TOP: Tópicos Obrigatórios em Pediatria
Diabetes mellitus tipo 1 e 2 - diagnóstico e manejo

Sylvia Esch; Lia Aguiar Cordeiro

Resid Pediátr. 2015;5
Palavras-chave:
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