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Doença inflamatória intestinal e COVID-19: revisão
Silvio da Rocha Carvalho; Mariana Tschoepke Aires; José César da Fonseca Junqueira; Marcia Angélica Valladares; Mariana Troccoli Souza; Cristiane Ribeiro Fernandes
Resid Pediátr. 2020
Em 11 de março de 2020, a OMS declarou pandêmica a doença causada pelo SARS-CoV-2 (COVID-19), um RNA vírus, detectado inicialmente em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na China. É uma doença respiratória, transmitida principalmente por aerossóis e gotículas, causando a síndrome respiratória aguda grave entre outras manifestações. A doença de Crohn, a retocolite ulcerativa e a doença inflamatória intestinal não-classificada, são agrupadas sob a designação genérica de doença inflamatória intestinal (DII). São doenças autoimunes, crônicas, recidivantes, com aparente aumento de incidência em todo o mundo. Devido às características das duas doenças, houve preocupações sobre a repercussão da COVID-19 em pacientes portadores de DII. Esta revisão relata tais preocupações.
Enteropatia como manifestação de alergia alimentar
Aline Lima Ribeiro; Ana Luiza Moura Ceia; Silvio da Rocha Carvalho; Raquel Priscila Cardoso Sudré; Alessandra Martins Secco; Mariana Brandão Grecco; José César da Fonseca Junqueira
Resid Pediátr. 2020
A alergia alimentar vem aumentando a incidência, principalmente entre crianças. Considera-se o leite de vaca como o alimento mais frequentemente relacionado a esta entidade nos lactentes de baixa idade. Tipos distintos de mecanismos fisiopatológicos estão envolvidos nessas reações, ocorrendo ou não a mediação por IgE. O caso relatado tem apresentação precoce, com características clínicas de enteropatia - diarreia protraída e importante influência no estado nutricional - e marcante recuperação com a dieta de exclusão.