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ISSN (On-line) 2236-6814

doi.org/10.25060/residpediatr

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Impacto da atividade física na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos: revisão narrativa

Gabrielli Garcia Pereira; Mariane Bezerra Santos Silva; Mariana Mazzuca Reimberg

Resid Pediatr. 2025
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INTRODUÇÃO: A asma é uma doença respiratória crônica comum na infância, marcada por inflamação brônquica. A prática de atividade física é importante para controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida. O Pediatric Asthma Quality of Life Questionnaire (PAQLQ) avalia a qualidade de vida em crianças e adolescentes com asma.
OBJETIVO: Verificar a influência da reabilitação pulmonar na qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos.
MÉTODO: Revisão bibliográfica de literatura através das bases de dados: LILACS, PEDro, PubMed e SciELO. Foram utilizados os descritores “Asthma”, “Quality of Life”, “Exercises” e “Children”, com o operador booleano “AND”. Os critérios de inclusão foram ensaios clínicos randomizados em inglês e português dos últimos dez anos que utilizaram o PAQLQ em população de 6 a 18 anos. Foram excluídos artigos de revisão sistemática e artigos não disponíveis na íntegra.
Resultados: Foram encontrados nove artigos, sendo seis incluídos. Um estudo realizou treinamento aeróbio, observando aumento nos escores do PAQLQ, com diminuição dos sintomas e melhora da função pulmonar. Outro estudo utilizou o treinamento aeróbio e demonstrou diminuição dos marcadores inflamatórios, com aumento nos escores do PAQLQ. Um ensaio com treinamento indoor melhorou a qualidade de vida, função pulmonar e capacidade física. Em contrapartida, três artigos utilizaram intervenções como exercícios combinados, programa multifatorial e treinamento intervalado de alta intensidade, não apresentaram alterações significativas.
CONCLUSÃO: A reabilitação pulmonar, através do treinamento físico, demonstrou ser capaz de melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes asmáticos, com resultados positivos no PAQLQ.
Atuação fisioterapêutica em pacientes pediátricos sob oxigenação por membrana extracorpórea

Joyce Liberali Pekelman Rusu; Mariana Pardini Morais; Mariana Mazzuca Reimberg; Anahid Feres Chahine; Juliana Honorio Lopes; Beatriz Brohem Moscatello

Resid Pediatr. 2026
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Oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) é uma terapia invasiva que garante oferta de oxigênio adequada em quadros específicos. Esta pesquisa teve como objetivo identificar a atuação fisioterapêutica em pacientes neonatais e pediátricos durante a ECMO em unidade de terapia intensiva. Realizada revisão sistemática nas bases de dados SciELO, LILACS, PEDro e PubMed, com descritores “ECMO”, “Neonatal”, “Pediatric”, “Neonatology”, “Extracorporeal membrane oxygenation”, “Physical Therapy” e “Rehabilitation” individualmente e cruzados com operador booleano “AND”. Incluídos ensaios clínicos randomizados, estudos de coorte, caso controle, transversais, diretrizes clínicas e relatos de caso publicados nos últimos quatorze anos, em português, inglês e espanhol, em pacientes pediátricos e excluídos aqueles que não se relacionam ao objetivo, revisões sistemáticas, de literatura e estudos duplicados. Encontraram-se 610 artigos no total, estando 12 de acordo com os critérios de seleção. Três estudos abordaram mobilização precoce, com duração de 10 a 60 minutos, observando acessos e canulações e metas de mobilidades específicas relacionadas à faixa etária e evolução do paciente, dentre os procedimentos respiratórios, aspiração foi a única técnica descrita, 9 artigos abordaram suporte ventilatório, sendo o modo pressão controlada mais utilizado, com PIP de 15 a 21cmH2O, PEEP de 5 a 14cmH2O, a FiO2 de 21 a 90%, em 3 artigos, frequência respiratória de 10 a 20rpm e volume corrente = 6mL/kg. A atuação fisioterapêutica consistiu em auxiliar no suporte ventilatório, prevenir complicações respiratórias e motoras, através de estratégias de mobilização precoce, ajuste dos parâmetros da ventilação mecânica e aspiração. Não houve conflito de interesse ou financiamento relacionado à pesquisa.

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