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Prevalência de malformações congênitas em UTI neonatal no Sul do Rio Grande do Sul
Fernando Moraes de Moura; Simone de Menezes Karam; Marilice Magroski Gomes-da-Costa; Milene Pinto Costa; Thiago Rodrigues Cavole; Eduarda Cecília Pinguello; Kevin Francisco Durigon Meneghini
Resid Pediatr. 2021Deficiência intelectual e dismorfias em criança com deleção 14q32.31-q32.33: relato de caso
Simone de Menezes Karam,; Roberto Giugliani,; Sharbel W. Maluf; Kevin Francisco Durigon Meneghini; Mariluce Riegel,
Resid Pediatr. 2021OBJETIVO: O teste para micro-arranjos cromossômicos é considerado o teste diagnóstico padrão para pacientes que apresentem deficiência intelectual ou atraso global no desenvolvimento inexplicados, desordens do espectro autista e anomalias congênitas múltiplas sem diagnóstico clínico, pois o referido teste é bastante sensível, aumentando a chance de diagnóstico e mostrando a região envolvida e seu tamanho.
DESCRIÇÃO DO CASO: Este é o relato sobre uma menina com deficiência intelectual, hipotonia, retardo de crescimento pós-natal e dismorfias com uma deleção terminal em 14q cujo diagnóstico foi elucidado somente após seis anos através do teste para micro-arranjos cromossômicos.
Diagnóstico precoce de Síndrome de Klinefelter: um relato de caso
Guilherme Marcondes Ferreira Santos; Tarcísio Lopes; Othon Bergantini Waldemarin; Lucas Chaves de Medeiros; Rita de Cássia Barroso Veríssimo dos Reis; Luádria Alves dos Santos; Simone de Menezes Karam; Linjie Zhang
Resid Pediatr. 2025Aplicação e avaliação de um protocolo clínico para epilepsias sem diagnóstico etiológico: série de casos
Marlon Luiz Maders; Simone de Menezes Karam; Diuliana Marina Soares; Kauany Campos Triques; Milene Pinto Costa; João Vitor Cândido Santos
Resid Pediatr. 2025MÉTODO: Estudo do tipo série de casos retrospectivo, com coleta de dados através da revisão de prontuários, sendo incluídas crianças de 0 a 10 anos que estiveram internadas em unidades pediátricas ou atendidas ambulatorialmente e que, obrigatoriamente, realizaram avaliação genética devido às crises convulsivas.
RESULTADOS: Nove pacientes nos quais o protocolo foi aplicado foram selecionados, sendo encontrada uma variante genética patogênica e duas prováveis.
CONCLUSÃO: Foi possível aprofundar a investigação para os casos de epilepsia sem etiologia definida e estabelecer tratamento e aconselhamento genético adequados.
Leucodistrofia metacromática e a importância do diagnóstico precoce
Ana Letícia Souza Rezende; Débora Aline Grasel; Ester Passos Ratti; Isabel Cristina Schwarzer Spies; Simone de Menezes Karam; Carolina Fischinger Moura de Souza
Resid Pediatr. 2025Tumor edematoso de Pott na pediatria, uma rara complicação de rinossinusite: um relato de caso e revisão da literatura
Emanuela Conte; Raquel Kunzler; João Vitor Cândido Santos; Arthur de Oliveira Witiuk; Natalia da Costa Nunes; Simone de Menezes Karam,; Thiago Amaral Medeiros
Resid Pediatr. 2026 e1364O Tumor de Pott é uma entidade clínica caracterizada por osteomielite do osso frontal e abscessos subperiosteais. Essa patologia é uma complicação potencial da rinossinusite, mas também pode ser causada por traumatismo cranioencefálico, abuso de drogas intranasais e doenças dentárias. Em um hospital público do extremo sul do Brasil, foi diagnosticado um caso dessa condição rara em uma criança de 10 anos de idade. Apesar do quadro complicado, que incluía empiema subdural e paquimeningite, o tratamento escolhido baseou-se na antibioticoterapia, com duração de 22 dias, e punção única para redução do abscesso frontal. A conduta escolhida neste caso pode ser utilizada para analisar a necessidade de procedimentos cirúrgicos, uma vez que pode indicar que a antibioticoterapia pode ser suficiente, mesmo em casos complexos. Este artigo é um relato de caso que tem como objetivo descrever as medidas adotadas, analisando diferentes tratamentos e suas indicações. Também é realizada uma revisão da literatura sobre o tema, o que pode contribuir com as informações existentes sobre a patologia.