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Síndrome de Emanuel em lactente: relato de caso
João Batista Siqueira de Albuquerque Neto; Marcelo José Duque Pacheco Filho; Ana Alves de Oliveira Melo; Camila Fonseca Leal de Araújo; Gabriela Ferraz Leal
Resid Pediatr. 2025RELATO DE CASO: Este trabalho descreve o caso de uma criança de 11 meses de idade atendida em centro terciário para investigação de hipotonia global e atraso do desenvolvimento neuropsicomotor associados a apêndices pré-auriculares, epicanto e fenda palatina (já corrigida na ocasião da consulta). Foi realizado cariótipo, com resultado 47,XX,+mar e SNP-array, que evidenciou duplicações envolvendo os cromossomos 11 e 22, caracterizando a síndrome de Emanuel. No momento, segue sob cuidados da equipe multidisciplinar, com melhora nos marcos do neurodesenvolvimento. Genitores saudáveis.
CONCLUSÃO: As manifestações clínicas da síndrome de Emanuel são relativamente comuns na pediatria, sendo do interesse do pediatra geral identificar quando esses achados podem se correlacionar com uma síndrome genética. Essa pesquisa foi submetida ao Comitê de Ética do serviço de acompanhamento e aprovada com o número: 76760623.9.0000.5201.
Aplicação e avaliação de um protocolo clínico para epilepsias sem diagnóstico etiológico: série de casos
Marlon Luiz Maders; Simone de Menezes Karam; Diuliana Marina Soares; Kauany Campos Triques; Milene Pinto Costa; João Vitor Cândido Santos
Resid Pediatr. 2025MÉTODO: Estudo do tipo série de casos retrospectivo, com coleta de dados através da revisão de prontuários, sendo incluídas crianças de 0 a 10 anos que estiveram internadas em unidades pediátricas ou atendidas ambulatorialmente e que, obrigatoriamente, realizaram avaliação genética devido às crises convulsivas.
RESULTADOS: Nove pacientes nos quais o protocolo foi aplicado foram selecionados, sendo encontrada uma variante genética patogênica e duas prováveis.
CONCLUSÃO: Foi possível aprofundar a investigação para os casos de epilepsia sem etiologia definida e estabelecer tratamento e aconselhamento genético adequados.
Profilaxia com fluconazol em recém-nascido suscetível: Uma revisão sistemática
Lidiane França Cabral; Ronaldi Gonçalves dos Santos
Resid Pediatr. 2025Olhares que renovam: novas vozes na construção da revista Residência Pediátrica
Bruna Brasil Seixas Bruno; Lorrane de Souza Saluzi Albuquerque; Amanda de Sousa Lima Strafacci; Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Jandrei Rogério Markus
Resid Pediatr. 2025Repercussões biopsicossociais do desmame precoce
Laiana de Jesus Vieira; Mateus Teixeira do Amaral Rocha
Resid Pediatr. 2025OBJETIVO: Em vista disso, a presente pesquisa tem como objetivo estudar os motivos e as consequências do desmame precoce nas crianças em idade inferior a seis meses de vida.
MÉTODO: Foi realizado um trabalho básico, exploratório e com uma abordagem qualitativa, no intuito de agregar e familiarizar os leitores acerca do tema que tem como base um questionário semiestruturado.
RESULTADOS: Após análise dos dados, observou-se que a queixa de pouco leite, problemas nas mamas e dificuldade de ganho de peso da criança foram os principais fatores associados à ablactação. Ao passo que, bronquite asmática, atopia e problemas intestinais foram as principais complicações.
CONCLUSÃO: O presente trabalho ratificou a importância do aleitamento materno exclusivo, com aspectos positivos para a criança e para lactante.
Critérios e orientações para alta segura do recém-nascido sadio internado em Alojamento Conjunto - Revisão narrativa da literatura
Ariene Aciole Lucas; Arnaldo Costa Bueno; Maria Dolores Salgado Quintans
Resid Pediatr. 2025Uso de telas eletrônicas como sinal precoce para autismo: uma revisão integrativa
Gabriel Caetano Almeida; Lahis Werneck Vilagra
Resid Pediatr. 2025Fatores de risco associados à displasia broncopulmonar em prematuros em um hospital da região metropolitana de Curitiba
Suelen dos Santos Henrique; Eduardo Augusto Caldeira Storti; Caroline Cecy Kuenzer Caron Fukushima; Sandra Lange Zaponi Melek
Resid Pediatr. 2025MÉTODO: Estudo transversal analítico e retrospectivo de variáveis clínicas e epidemiológicas de pacientes de idade gestacional = 32 semanas e peso = 1500 gramas. Utilizado teste Qui-quadrado ou teste exato de Fisher para selecionar variáveis. Área abaixo da curva ROC calculada para modelos finais.
RESULTADOS: Foram selecionados 54 pacientes, 53,7% desenvolveu DBP. Comparando-se pacientes com e sem DBP: idade gestacional (OR: 0,35 e IC95%: 0,17-0,60) (p=0,001), idade materna (OR: 0,85 e IC95%: 073-0,96) (p=0,019), sexo masculino (OR: 4,66 e IC95%: 1,12-2,38) (p=0,044), necessidade de intubação orotraquetal (IOT) na sala de parto (OR: 12,32 e IC95%: 2,91-86,01) (<0,001), ventilação mecânica invasiva (VMI) no 14º dia de vida (OR: 9,5 e IC95%: 1,18-202,22) (p=0,05) e receber protocolo DART (OR: 20 e IC95%: 3,54-173,36) (p<0,001) foram considerados fatores de risco para DBP. Comparando-se pacientes com DBP moderada-grave e pacientes sem DBP moderada-grave observou-se que apenas idade gestacional (OR: 0,43 e IC95%: 0,23-6,87) (p=0,001), idade materna (OR: 0,86 e IC95%: 0,76-9,69) (p=0,01) e necessidade de IOT na sala de parto (OR: 11 e IC95%: 2,60-76,58) (p=0,003) foram significativas.
CONCLUSÃO: 53,7% dos pacientes desenvolveram DBP. Idade gestacional e materna, sexo masculino, IOT na sala de parto, VMI no 14º dia e protocolo DART se mostraram fatores de risco, porém, VMI no 14º dia, protocolo DART e sexo masculino deixam de ser considerados fatores de risco quando foram considerados pacientes com DBP moderada-grave.
Lesões anulares em pré-adolescente com leucemia
Letícia Cioni Barbosa; Adriana da Silva Diaz André; Simone Saintive; Tullia Cuzzi; Danielle Quintella; Gabriel Castro Tavares,
Resid Pediatr. 2025Síndrome de Klinefelter: um diagnóstico na adolescência - relato de caso
Yuki Horigome; Mirella dos Santos Monteiro; Mariana Telles de Castro
Resid Pediatr. 2025