Resultados da Busca
Síndrome alcoólica fetal - Relato de caso clínico
Gean Roberto Faria Mendonça; Valéria Cardoso Alves Cunali; Denise Souza Oliveira Mendonça
Resid Pediátr. 2014Esclerose tuberosa: relato de caso e revisão de literatura
Ana Carla Souza Maciel; Valéria Cardoso Alves Cunali
Resid Pediátr. 2015Tétano neonatal
Alessandra Karolina Borges Pereira; Fabiana Galdino Barsam; Valéria Cardoso Alves Cunali; Valquíria Cardoso Alves Chagas; Frederico Gomides Dumont
Resid Pediátr. 2015OBJETIVOS: Relatar um caso de tétano neonatal relembrando os sintomas da doença e alertar sobre a possibilidade de novos casos no futuro.
MÉTODOS: Os dados contidos no trabalho foram obtidos por meio da anamnese, exame físico do paciente, exames complementares, revisão do prontuário, verificação do perfil epidemiológico do tétano neonatal no Brasil e no mundo, consulta por meio de periódicos e pesquisa nas bases de dados PubMed e Scielo.
RELATO DO CASO: Recém-nascido de 10 dias de vida com história de choro intenso, irritabilidade, dificuldade de sucção e desconforto respiratório. Deu entrada à Unidade Hospitalar apresentando abalos musculares, hipertonia de membros a diferentes estímulos. Após 37 dias de ventilação mecânica e 2 meses de internação hospitalar, paciente recebeu alta em boas condições e encaminhado para acompanhamento ambulatorial multidisciplinar.
CONCLUSÃO: No passado, o tétano foi uma afecção de grande prevalência em todo o mundo. Com o surgimento da vacina antitetânica e com os cuidados de assepsia durante o parto, houve diminuição de sua incidência, porém, continua existindo como uma grande causa de mortalidade neonatal e infantil em muitos países subdesenvolvidos.
Síndrome de diferenciação na leucemia promielocítica aguda: relato de caso pediátrico no HC-UFTM
Vanessa de Paula Tiago; Valéria Cardoso Alves Cunali
Resid Pediátr. 2015Síndrome de Klippel-Trenaunay: Um relato de caso
Andrezza Rodrigues Afonso; Valeria Cardoso Alves Cunali; Valquiria Cardoso Alves Chagas; Pávila Virgínia de Oliveira Nabuco; Fabiana Jorge Bueno Galdino Barsam; Eliene Machado de Freitas Félix
Resid Pediátr. 2016Hemangioendotelioma Kaposiforme associado a Sindrome de Kassabach Merritt - Relato de Caso
Pamella Demeciano Mamede; Kellen Cristina Kamimura Barbosa Silva; Valéria Cardoso Alves Cunali
Resid Pediátr. 2016Necrólise epidérmica tóxica induzida por sulfametoxazol-trimetoprina associado à lesão cerebral
Juliana Mara Silva; Vanessa de Paula Tiago; Cristhiane Borges Juliano; Valéria Cardoso Alves Cunali; Renata Cristina Franzon Bonatti
Resid Pediátr. 2017Cor triatriatum: um caso raro e assintomático
Maina Tavares Zanoni; Valeria Cardoso Alves Cunali; Valquiria Cardoso Alves Chagas; Kellen Cristina Kamimura Barbosa Silva; Fabiane Mendes de Souza; Cynthia Lorena de Moura Araújo
Resid Pediátr. 2020Transmissão vertical da COVID-19: uma revisão integrativa
Virginia Resende Silva Weffort; Barbara Rocha Rodrigues; Eduardo Oliveira Prado; Natalia Vieira Inácio Calapodopulos; Kellen Cristina Barbosa Kamimura Silva; Valeria Cardoso Alves Cunali
Resid Pediátr. 2020OBJETIVO: Apresentar evidências científicas, com base em revisão integrativa da literatura, sobre a possibilidade de transmissão vertical da COVID-19.
MÉTODOS: O levantamento bibliográfico foi realizado através das bases bibliográficas MEDLINE, na interface U.S. National Library of Medicine and the National Institute Health (PubMed); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Cochrane. Os descritores foram selecionados utilizando-se Medical Heading Terms (MeSH): “transmissão vertical”, “neonatologia”, “COVID-19”, “SARS-CoV-2”. A busca limitou-se aos artigos em inglês, espanhol e português, com data de publicação dos últimos 10 anos (2010 a 2020). Selecionou-se 14 estudos dentre relato de caso, revisão de literatura, editorial e série de casos.
CONCLUSÃO: Alguns estudos demonstram a existência de transmissão vertical da COVID-19, enquanto outros consideram que os dados apresentados não sustentam tal afirmativa. Portanto, mais estudos são necessários para uma adequada comprovação.
Encefalocele nasoetmoidal e nasofrontal: relato de caso
Mariana dos Santos Teixeira; Fabiana Jorge Bueno Galdino Barsan; Valéria Cardoso Alves Cunali; Barbara Elias do Carmo Barbosa; Kellen Cristiny Oliveira
Resid Pediátr. 2021RELATO DE CASO: Lactente, sexo feminino, nascida a termo, parto vaginal, 3,570g, natural e procedente de Uberaba. Após nascimento permaneceu internada devido à cardiopatia congênita e síndrome de Down, sendo realizado cirurgia cardíaca. Nesse período, ao ser realizado fisioterapia respiratória percebeu-se dificuldade de introduzir sonda nasal aspirativa, sendo encaminhada ao otorrino, sem achados significativos, foi realizado tomografia craniana aos 4 meses, que diagnosticou a lactente com encefalocele nasoetmoidal e nasofrontal. A encefalocele é uma anomalia rara, com alto índice de morbidade, mortalidade e risco de complicações. Ela está relacionada com outras patologias diagnosticada na paciente e o com os fatores antecedentes ao nascimento, causas genéticas e ambientais.
COMENTÁRIOS: Embora a encefalocele seja rara, com alta mortalidade e morbidade, é de grande importância conhecer sobre os fatores que estão relacionados com essa anomalia, tanto para diagnóstico precoce, quanto para prevenção.