Resultados da Busca
COVID-19 e metodologia de busca
Bruna Brasil Seixas Bruno; Marcia Alves Galvão; Marilene Augusta Crispino Santos
Resid Pediatr. 2020Distúrbios respiratórios em unidade de terapia intensiva neonatal de referência na Paraíba
Lorena Paulino Jácome Pereira; Denise Maria Ramos de Amorim Albuquerque; Constantino Giovanni Braga Cartaxo
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Foi realizado um estudo descritivo, quantitativo, retrospectivo e coorte transversal de recém-nascidos que foram admitidos na UTIN de um hospital público em Campina Grande/PB, entre dezembro de 2015 e maio de 2016. Os dados foram coletados por meio de questionário, com base nos prontuários, e analisados pelo programa estatístico SPSS versão 21.0.
RESULTADOS: No período do estudo nasceram 3.752 crianças na maternidade, destes 5,7% (214) foram admitidos na UTI, e dos que necessitaram de cuidados intensivos aproximadamente 80% eram prematuros. O sexo masculino correspondeu a 55% dos RNPT; quase 90% apresentaram distúrbio respiratório sendo as patologias mais frequentes SDR 41,3%, TTRN 19,3%, apneia 19,3% e pneumonia 12,6%. Necessitaram de suporte ventilatório 89,7% e destes, 56% Hood, 58% CPAP e 51,5% foram intubados. A maioria apresentou evolução favorável, porém a taxa de mortalidade foi alta, correspondendo a 28,5%.
CONCLUSÕES: A presença de distúrbios respiratórios em prematuros é alta e embora grande parte apresente desfecho favorável encontramos uma alta taxa de mortalidade.
Infecção por SARS-CoV-2 em uma criança com imunodeficiência primária: relato de caso
Rodrigo Hideki Matsura; Maíra Freire Cardoso; Karine Vusberg Galleti; Artur Figueiredo Delgado; Werther Brunow de B Carvalho
Resid Pediatr. 2020Pericardite aguda secundária à COVID-19 em recém-nascido: relato de caso
Hannah Fernandes Lapa; Carolina Gotardo Alencar; Carlos Tourinho Lapa Filho; Paulo José Melo Menezes,; Alex Santos Santana; André Luís Moura Sotero; Roseane Lima Santos Porto,
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: As informações contidas nessa descrição foram obtidas por meio de revisão de prontuário e entrevista com equipe médica.
DISCUSSÃO: Em neonatos, a infecção pelo SARS-CoV-2 normalmente é assintomática ou se manifesta com sintomas leves. A pericardite aguda é uma patologia benigna e autolimitada quando não associada a derrame e constrição pericárdica. Sua principal etiologia na faixa pediátrica é viral e por ser pouco sintomática, uma das possibilidades é que o achado na COVID-19 seja subdiagnosticado.
CONCLUSÃO: A pericardite aguda isolada associada à infecção pelo novo coronavírus é um distúrbio raro e sem relatos na população pediátrica. São necessários estudos que avaliem melhor a prevalência e desfechos cardiológicos nesse grupo.
Qualidade de vida da criança hospitalizada na pandemia de COVID-19
Esther Angelica Luiz Ferreira; Juliana Morais Menegussi; Tatiana Barbieri Bombarda; Valeska Cristina Torcia; Ingrid Daiane Silva; Stefhanie Piovezan
Resid Pediatr. 2020MÉTODOS: Tendo como objetivo oferecer qualidade de vida para a criança hospitalizada na atual pandemia, foi feita uma revisão da literatura, com posterior análise crítica, usando bases de dados e descritores pertinentes, como “qualidade de vida”, “criança hospitalizada” e “infecções por coronavírus”.
RESULTADOS: As temáticas encontradas foram comunicação, acolhimento, atenção às necessidades das famílias, brincar no hospital e estimulação lúdica e manutenção do processo de escolarização. A comunicação é uma habilidade essencial para assegurar práticas de cuidado humanizadas e qualificadas, sendo importante para uma boa adesão e resposta ao tratamento. Quanto ao acolhimento, as esferas emocional, social, espiritual e física devem ser consideradas. Para fornecer cuidado integral, é essencial conhecer o contexto familiar em que a criança está inserida. O brincar se configura como uma das principais ocupações do contexto infantil, sendo via para o desenvolvimento de várias capacidades de adaptação, interação, fonte de estabilidade física e emocional das crianças. Manter o processo de escolarização pode amenizar as perdas significativas que o isolamento hospitalar traz.
CONCLUSÃO: Conclui-se que, para oferecer qualidade de vida no contexto hospitalar pediátrico atualmente, deve-se ter uma visão holística e interdisciplinar.
Manifestações gastrointestinais como apresentação inicial da COVID 19 em pediatria
Ana Leticia Souza; Flavia Alves de Matos; Rosana Andrade Flintz; Roberta Conde Cruz Marliere; Mariana Beck Lo Presti; Claudia Lopes Falconiere;
Resid Pediatr. 2020COVID-19 em binômio mãe-bebê: um relato de caso do Hospital Universitário do Maranhão
Raíssa Alves Bringel; Julieth Ferreira Sousa; Lorena Mariana de Araújo Martins Chidiak Reisi; Marynea Silva do-Vale
Resid Pediatr. 2020Acidemia metilmalônica em Pediatria: relato de caso
Catherine Klein Colombiano; Rafael Silva Sampaio; Antonio José de Albuquerque Pereira de Oliveira Filho; Rachel Almeida dos Santos; Gustavo Carreiro Pinasco; Katia Valéria Manhabusque; Vinicius Araújo Santos;
Resid Pediatr. 2020Enteropatia como manifestação de alergia alimentar
Aline Lima Ribeiro; Ana Luiza Moura Ceia; Silvio da Rocha Carvalho; Raquel Priscila Cardoso Sudré; Alessandra Martins Secco; Mariana Brandão Grecco; José César da Fonseca Junqueira
Resid Pediatr. 2020Atresia de esôfago e obstrução duodenal: relato de dois casos
Júlio Onofre de Oliveira Tavares; Mauro Roberto Basso; Andrea Morgato Mello Miyasaki; Ricardo Silva Parreira; Heloisa de Carvalho Mota Menezes
Resid Pediatr. 2020