Resultados da Busca
10 Anos: a Residência Pediátrica é dez!
Clemax Couto Sant’Anna; Marilene A. R. Santos; Marcia Alves Galvão
Resid Pediatr. 2021Teratoma maduro de ovário em uma adolescente
Mattielli Dias do Carmo; Isabela Oliveira Fiorio; Rafael Silva Sampaio; Juliana Marques Coelho Bastos; Patrícia Leal Pinheiro; Gustavo Carreiro Pinasco; Kelly Cristina Varanda; Katia Valéria Manhabusque
Resid Pediatr. 2021Anamnese pediátrica: revisão de um tópico consagrado
Flavia Nardes; Giuseppe Mário Carmine Pastura
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: Revisão não-sistemática da literatura científica, abrangendo 280 bases de dados da área das ciências da saúde vinculadas ao portal do Periódico CAPES.
RESULTADOS: São apresentados os principais pontos encontrados na literatura referentes à periodicidade das consultas e sobre elementos mais importantes da história clínica.
CONCLUSÕES: A despeito da mudança na epidemiologia das condições que afetam a saúde da criança no Brasil, a adequada realização da anamnese pediátrica se mantém como elemento cardinal no cuidado à criança.
Sedação intranasal para coleta de líquor em pediatria: relato de caso
Cinthia Bernardo Queiroz Borges; Bárbara Pimenta Novais Máximo; Daniel Raylander da Silva Rodrigues; Patrícia Marques Fortes; Paulo Sucasas Costa
Resid Pediatr. 2021Prevalência de malformações congênitas em UTI neonatal no Sul do Rio Grande do Sul
Fernando Moraes de Moura; Simone de Menezes Karam; Marilice Magroski Gomes-da-Costa; Milene Pinto Costa; Thiago Rodrigues Cavole; Eduarda Cecília Pinguello; Kevin Francisco Durigon Meneghini
Resid Pediatr. 2021Letalidade por COVID-19 em crianças: uma revisão integrativa
Márcia Reimol de Andrade; Joel Alves Lamounier; Taynara Gabriele Aparecida de-Paiva; Priscila da Silva Azevedo Leite; Emylle Guimarães Silva
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura com artigos selecionados nas bases de dados SciELO, PubMed, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, Embase e ScienceDirect. Os descritores utilizados foram “children”, “COVID-19” e “death”, interligados pelo identificador booleano “AND”. Filtrou-se os artigos pela data de publicação (1º de janeiro a 30 de junho de 2020) e pelo idioma (português, inglês e espanhol). A seleção dos artigos foi feita a partir da leitura dos títulos e resumos. Os critérios de inclusão foram: trabalhos com casos confirmados ou suspeitos de COVID-19 na população pediátrica e disponibilidade do texto completo em português, inglês e espanhol. Foram excluídos os artigos que não abrangiam a população pediátrica, que não possuíam texto completo nos idiomas supramencionados e os editoriais. Para a avaliação dos dados do Brasil realizou-se a análise dos óbitos pediátricos por meio dos boletins epidemiológicos de cada estado do país dos dias 5 e 6 de julho de 2019.
RESULTADOS: Foram analisados 24 artigos, totalizando 17 óbitos na faixa etária pediátrica. 9 pacientes não tiveram suas idades especificadas e 14 não possuíam dados sobre comorbidades. No Brasil foram identificadas 357 mortes, sendo que 182 correspondiam a faixa etária 0-9 anos. As comorbidades mais frequentes foram cardiopatia e diabetes.
CONCLUSÕES: Apesar da baixa frequência de óbitos na população pediátrica é importante salientar que estes indivíduos também atuam como transmissores da doença.
Resposta ao artigo: “Infecção por SARS-CoV-2 em pacientes pediátricos portadores de doenças renais hospitalizados”
Flávia Dias Silveira
Resid Pediatr. 2021Análise comparativa entre a saúde mental de responsáveis por pessoas com TEA e por crianças sem TEA na pandemia de COVID-19
Clarisse Pereira Dias Drumond Fortes; Fernanda Vieira; Laís de Carvalho Machado
Resid Pediatr. 2021MÉTODOS: Tratou-se de um estudo transversal, observacional e quantitativo, que analisou um formulário on-line com a escala DASS-21 e com perguntas referentes à caracterização psicossocial e econômica de residentes dos municípios do Sul do Estado do Rio de Janeiro durante a pandemia de COVID-19. A divulgação realizou-se por meio de redes sociais e os dados obtidos foram tabulados com o software Microsoft Excel 2016.
RESULTADOS: Participaram do estudo 77 pessoas, divididas em 2 grupos: o grupo A, dos responsáveis por pessoas com TEA, totalizou 30 pessoas e o grupo B, dos responsáveis por crianças sem TEA de até 12 anos, 47 pessoas. Do grupo A 60% estavam com sintomas de depressão, 76,67% com sintomas de ansiedade e 80% com sintomas de estresse. Do grupo B, 44,68% estavam com sintomas de depressão, 46,81% com sintomas de ansiedade e 70,21% com sintomas de estresse.
CONCLUSÕES: Os resultados desta pesquisa direcionam à necessidade de intervenções para prevenção desses distúrbios e ao suporte psicológico dessa população, com a inclusão do núcleo familiar no planejamento terapêutico de pessoas com autismo e auxílio no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento de crises, a exemplo do cenário atual.
Desafio diagnóstico de lesões dermatológicas em pediatria
Tainá Maia Cardoso; Gustavo de Brito Paulon Silva
Resid Pediatr. 2021Manifestação pulmonar de uma doença comum, mas frequentemente negligenciada: qual é o seu diagnóstico?
Adriana Paiva de Mesquita; Alexandre Aredo Castiglione; Silvia Montesanto; Marcela Rocha; Solange David; Daniela Rabelo; Patricia Torre; Adriane Cruz; Juliana Riscado; Miriam Capetti; Tatiana Fazecas
Resid Pediatr. 2021