Volume 10 - Número 3
Qualidade de vida da criança hospitalizada na pandemia de COVID-19
Esther Angelica Luiz Ferreira; Juliana Morais Menegussi; Tatiana Barbieri Bombarda; Valeska Cristina Torcia; Ingrid Daiane Silva; Stefhanie Piovezan
MÉTODOS: Tendo como objetivo oferecer qualidade de vida para a criança hospitalizada na atual pandemia, foi feita uma revisão da literatura, com posterior análise crítica, usando bases de dados e descritores pertinentes, como “qualidade de vida”, “criança hospitalizada” e “infecções por coronavírus”.
RESULTADOS: As temáticas encontradas foram comunicação, acolhimento, atenção às necessidades das famílias, brincar no hospital e estimulação lúdica e manutenção do processo de escolarização. A comunicação é uma habilidade essencial para assegurar práticas de cuidado humanizadas e qualificadas, sendo importante para uma boa adesão e resposta ao tratamento. Quanto ao acolhimento, as esferas emocional, social, espiritual e física devem ser consideradas. Para fornecer cuidado integral, é essencial conhecer o contexto familiar em que a criança está inserida. O brincar se configura como uma das principais ocupações do contexto infantil, sendo via para o desenvolvimento de várias capacidades de adaptação, interação, fonte de estabilidade física e emocional das crianças. Manter o processo de escolarização pode amenizar as perdas significativas que o isolamento hospitalar traz.
CONCLUSÃO: Conclui-se que, para oferecer qualidade de vida no contexto hospitalar pediátrico atualmente, deve-se ter uma visão holística e interdisciplinar. Palavras-chave: Criança, Qualidade de Vida, Criança Hospitalizada, Infecções por Coronavírus, Pandemias.
Manifestações dermatológicas em crianças com COVID-19: revisão de literatura
Poliana Wada Poyanco; Edmara Laura Campiolo; Maria Barone Gasparini; Luiza Hartleben Melani; Jordana Libos Pereira; Aline Pinto Samulewski
MÉTODOS: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura, selecionando artigos envolvendo à COVID-19 e manifestações dermatológicas em pacientes pediátricos, nas bases de dados PubMed, The New England Journal of Medicine, The British Medical Journal e The Lancet.
RESULTADOS: Estudos apontam que o vírus SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2) pode ocasionar manifestações dermatológicas como máculas, pápulas, rash, urticárias, eritemas e mucosite oral. O acometimento da pele pela COVID-19 em crianças pode estar associado à síndrome inflamatória multissistêmica, na qual ocorre uma resposta imunológica anormal associada à liberação de citocinas e ativação de macrófagos, podendo justificar as alterações dermatológicas.
CONCLUSÃO: As manifestações cutâneas, apesar de inespecíficas, são importantes para a identificação da doença em pacientes pediátricos e melhor controle da propagação da infecção para a população. Palavras-chave: <strong>Palavras-chave:</strong> Infecções por Coronavírus, Manifestações Cutâneas, Pediatria.
Manifestações cutâneas e infecção por COVID-19 em crianças e adolescentes: revisão integrativa
Alessandra Ribeiro Ventura Oliveira; Kamilla Martins Duarte de Pádua; Maria Carolina Guimarães Santos Alves; Karine Viveiros Cardoso; Alexia Ventura Oliveira
Manifestações gastrointestinais como apresentação inicial da COVID 19 em pediatria
Ana Leticia Souza; Flavia Alves de Matos; Rosana Andrade Flintz; Roberta Conde Cruz Marliere; Mariana Beck Lo Presti; Claudia Lopes Falconiere;
Atendimento ao trauma pediátrico por vítimas de queimadura ocorridos na cidade de São Paulo
Cintia Leci Rodrigues; Vitória de Alencar Gaspar Westarp; Adriana Natucci Hette; Tatiana Ikeda Condo; Lorena Dellagnesi Depieri; Carlos Górios; Rodrigo Guilherme Varotti Pereira; Jane de Eston Armond
OBJETIVO: Caracterizar os acidentes por queimaduras, ocorridos entre crianças e adolescentes residentes da cidade de São Paulo, e identificar o perfil dos pacientes pediátricos atendidos por acidentes por queimadura.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal, de abordagem quantitativa, descritivo e retrospectivo. Foi realizado um levantamento utilizando-se dados do Sistema Informação para a Vigilância de Violência e Acidentes (SIVVA) da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo, onde são registradas as notificações de acidentes contra crianças e adolescentes (0 a 19 anos de idade).
RESULTADOS: Durante o período estudado ocorreram 416 acidentes por queimaduras entre crianças e adolescentes residentes na cidade de São Paulo. Os principais diagnósticos de lesão foram: queimadura de grau II (41,6%), sendo a região corpórea mais acometida punho e mão.
CONCLUSÃO: Os resultados desta pesquisa mostraram que houve maior frequência de queimaduras entre os meninos, em idade pré-escolar, no ambiente doméstico. Ressalta-se a importância de pesquisas epidemiológicas na temática por poderem respaldar estratégias preventivas, em especial no período da infância e adolescência. Palavras-chave: Queimaduras, Acidentes Domésticos, Prevenção de Acidentes.
Estridor em lactente causado por hemangioma subglótico: relato de caso
Raquel Gomes Lot; Caroline Ramalho Rosa; Camila Trevisol de Freitas; Gracinda da Conceição Adnet; Luisa Araujo Costa; Julianna Medeiros de Almeida; Márcio Fernandes Nehab; Paulo Pires de-Mello
Infecção por SARS-CoV-2 em pacientes pediátricos portadores de doenças renais hospitalizados
Flávia Dias Silveira; Káthia Liliane da Cunha Ribeiro Zuntini; Márcia Dias Silveira; Lohanna Valeska de Sousa Tavares; Juliana Barros Mendes; Camilla Gomes da Cruz; Lia Cordeiro Bastos Aguiar; Danielle Carvalho Pedrosa
MÉTODOS: Estudo observacional descritivo e retrospectivo com todas as crianças internadas entre março e junho de 2020 que apresentavam, concomitantemente, infecção por SARS-CoV-2 e patologias renais. Desse total de pacientes, excluiu-se os que tinham outra doença de base além da renal.
RESULTADOS: No período, foram internados, no hospital, nove crianças portadoras de doenças renais e que tiveram infecção confirmada pelo novo coronavírus através de RT-PCR positivo. Em relação à doença de base, sete tinham apenas a doença renal, sendo três dessas portadoras de doença renal crônica terminal estágio 5; uma, portadora de doença renal crônica estágio 1; uma, portadora de síndrome nefrótica córtico-sensível; e duas, portadoras de lesão renal aguda. Dois pacientes desse estudo já tinham sido submetidos a transplante renal, faziam uso de imunossupressores e tiveram suas doses reduzidas em vigência do quadro infeccioso. Apenas um, devido a quadro de bacteremia associado, necessitou de oxigenoterapia e transferência para unidade de terapia intensiva, porém não foi intubado e retornou à enfermaria em 24 horas.
CONCLUSÕES: De acordo com os casos descritos, a população pediátrica portadora de doença renal, inclusive a em uso de imunossupressores por rejeição aguda de transplantes, parece evoluir sem quadros graves de COVID-19, não havendo, portanto, grande divergência em relação à população da mesma faixa etária saudável. Palavras-chave: Infecções por Coronavirus, Pediatria, Nefropatias, Insuficiência Renal.
Aspiração de corpo estranho em crianças: avaliação do conhecimento de pais e cuidadores
Blenda Avelino Soares; Nader Alziro Kassem Fares; Raquel de Oliveira Peluso; Karen Amanda Soares de Oliveira; Arlindo Rodrigues Galvão Filho; Melissa Amelotti Gomes Avelino
MÉTODOS: Estudo transversal quantitativo descritivo realizado com 417 questionários, cada um contendo 9 perguntas objetivas sobre ACE e dados de identificação socioeconômica. Os participantes da pesquisa foram pais e cuidadores de crianças em atendimento ambulatorial. A correlação entre a variáveis demográficas e socioeconômicas, e o conhecimento sobre a ACE foi realizada através do coeficiente de Spearman, com nível de significância <0,05.
RESULTADOS: Evidenciou-se um desconhecimento sobre aspiração de corpo estranho em pais e cuidadores de crianças: 16,31% não reconheceram os principais corpos estranhos causadores de aspiração de corpo estranho (feijão, milho e amendoim). Em relação à suspeição dos sinais da aspiração de corpo estranho, 19,9% e 55,1% não reconheceram o sufocamento e tosse repentina, respectivamente. Não houve associação significativa entre as variáveis demográficas e socioeconômicas e o nível de conhecimento.
CONCLUSÃO: Constatou-se um desconhecimento de 33,8% em relação às questões. Os pais e cuidadores não reconhecem principalmente as medidas de prevenção e os sinais de ocorrência da ACE. Não foi observada associação entre fatores demográficos e socioeconômicos e o nível de conhecimento sobre a ACE. Palavras-chave: Corpos Estranhos, Aspiração Respiratória, Prevenção de Acidentes, Criança, Conhecimento.
Miosite aguda benigna da infância: Resultados de um estudo prospectivo realizado em um pronto-atendimento pediátrico
Vanuza Maria Rosa; Gabriela de Sio Puetter Kuzma; Luana Alves Miranda Hornung; Márcia Bandeira
MÉTODOS: Estudo prospectivo em pacientes com sinais clínicos e laboratoriais de miosite viral no período de agosto de 2017 a agosto de 2018.
RESULTADOS: Foram analisados 20 pacientes no período de 12 meses. A média de idade foi 8,25 anos. Destes, 83% apresentaram sintomas infecciosos na semana anterior ao quadro álgico. Ao diagnóstico, os sintomas foram dor nas panturrilhas, limitação na deambulação, anormalidade da marcha, mialgia difusa e fraqueza em panturrilhas. A alteração laboratorial mais significativa foi a elevação da CPK (média 3359,556U/L), seguida de TGO (média 131U/L) e TGP (média 64,66U/L). O tempo médio de resolução dos sintomas clínicos foi de 3 dias e em 7 dias todos os exames estavam normais.
CONCLUSÃO: Apesar de não se conhecer a real incidência da doença, o quadro doloroso e de limitação de deambulação gera preocupação para a família e médicos assistentes. Ressaltamos a importância do conhecimento desta condição para evitar-se exames desnecessários e para que condições mais graves não tenham seu diagnóstico atrasado. Palavras-chave: Miosite, Mialgia, Criança, Pediatria.
Alimentação complementar: o que sabemos?
Verônica Indicatti Fiamenghi; Elza Daniel de Mello; Carlos Alberto Nogueira de Almeida
MÉTODOS: Estudo transversal descritivo, através da autoaplicação de questionário não validado com pediatras e residentes de pediatria, sobre informações demográficas, conhecimentos de práticas alimentares, nutrição e suplementação nos primeiros dois anos de vida. Foram verificadas associações entre o tempo de formado e grau de formação com as variáveis suplementação de ferro e vitamina D.
RESULTADOS: A amostra final foi composta por 109 questionários; 63% dos participantes consideraram a presença de tópicos sobre alimentação infantil pouco suficiente ou insuficiente em sua formação. Dos participantes, 66,9% e 38,53% seguem as recomendações vigentes quanto à idade de suplementação de ferro e vitamina D, respectivamente.
DISCUSSÃO: Observou-se orientações divergentes das evidências científicas atuais por parte dos pediatras e residentes em pediatria. Houve relação entre o tempo de formado e maior proporção de orientações inadequadas quanto à suplementação de ferro.
CONCLUSÃO: Deve-se considerar uma abordagem mais enfática do tópico alimentação infantil tanto na formação pediátrica quanto no contexto de atualização profissional. Palavras-chave: Pediatria,Sulfato Ferroso, Alimentação, Vitamina D.
Ceftriaxona: uso racional pelo departamento de Pediatria do Hospital Santa Casa de Belo Horizonte/MG
Mariana Gomes da Costa Souza; Sidnei Delailson Silva; Cláudia Murta de Oliveira; Áquila Serbate Borges Portela
RESULTADOS: Do total de antibióticos prescritos, apenas 0,12% corresponderam ao uso desta cefalosporina, evidenciando a baixa taxa de utilização e a importância de um uso consciente e direcionado desta droga.
CONCLUSÃO: O estudo mostra o uso racional da ceftriaxona pelo departamento de Pediatria do Hospital Santa Casa de Belo Horizonte/MG quando comparado a outros antimicrobianos, evidenciando sua importância na prática clínica pediátrica, principalmente em relação à redução da resistência bacteriana. Palavras-chave: Ceftriaxona,Resistência a Medicamentos, Pediatria.
Opções de tratamento para COVID-19
Claudia Stella Pereira; Lenita de Melo Lima; Ana Alice Amaral Ibiapina Parente; Maria de Fatima Pombo Sant´Anna
As implicações da pandemia da COVID-19 na saúde mental e no comportamento das crianças
Ingrid Ribeiro Soares da Mata; Letícia Silva Carvalho Dias; Celso Taques Saldanha; Marilucia Rocha de Almeida Picanço
MÉTODOS: É estudo de revisão bibliográfica de caráter descritivo, pela qual executou-se uma revisão sistematizada nos bancos de dados: SciELO, PubMed e Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) no período de cinco anos, entre 2015 a 2020, em línguas portuguesa e inglesa. Foram captados 122 artigos, dos quais 113 foram excluídos por não cumprirem os critérios de inclusão propostos, de modo que 9 estudos foram analisados. Além disso, foram analisados 1 edição produzida pelo Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância e a carta de Recomendações do CONANDA para a Proteção Integral a Crianças e Adolescentes do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Assim, ao final, foram analisadas 11 referências bibliográficas.
RESULTADOS: Ficou evidenciado o quanto as crianças estão expostas diretas ou indiretamente pelas repercussões da pandemia. Elas estão sujeitas às modificações estruturais na vida, tais como: isolamento social, restrição do convívio social com familiares e amigos; mudanças na rotina escolar com redução da socialização, o que pode gerar, conforme destacado pelos autores, modificações de humor, sintomas de estresse pós-traumático, depressão ou ansiedade, destacando-se ainda as crianças em luto pelos familiares.
CONCLUSÃO: Foi constatada pela revisão literária a incidência de prejuízos à saúde mental assim como desordens no comportamento infantil. Dessa forma, ressalta-se os possíveis impactos ao desenvolvimento infantil e a importância do cuidado das demandas infantis emergidas pela pandemia. Palavras-chave: Saúde Mental, Criança, Isolamento Social, Psicologia da Criança, Comportamento Infantil, Quarentena.
Impacto da pandemia de COVID-19 na epidemiologia pediátrica
Juliana Carvalho Tavares Alves; Claudia Regina Cachulo Lopes; Gustavo Passafaro Guzzi; Marcelo Vaidotas Pinto; Leonardo Marques Moura Ribeiro; Samir Bernardo Ile Mcauchar e Silva; Raissa Paulino da Costa Figueiredo; Lucas de Brito Costa
MÉTODOS: Realizado estudo observacional retrospectivo descritivo. Foram avaliados: o número de atendimentos, a taxa de internação hospitalar nos meses de março, abril e maio do ano de 2019, assim como os CID-10 mais frequentes. Estes, foram comparados com os dados do mesmo período no ano de 2020.
RESULTADOS: Denota-se redução de 70% na procura por atendimento pediátrico durante o período de pandemia do coronavírus. As patologias mais comuns encontradas foram as doenças respiratórias, tais como bronquiolite aguda viral e bronquite aguda. Notou-se queda das hospitalizações por casos de bronquiolite aguda viral por vírus sincicial respiratório em 2020. Ainda, no mesmo ano houve aumento de internações por bronquite aguda, sugerindo mudanças epidemiológicas geradas pelo isolamento social. O número de hospitalizações por trauma cranioencefálico também sofreu aumento em 2020.
CONCLUSÃO: A pandemia do COVID-19 parece ter impactado na epidemiologia pediátrica, reduzindo o número de atendimentos e internações. Palavras-chave: Infecções por Coronavírus, Epidemiologia Descritiva, Pediatria, Emergências.
COVID-19 em pediatria: um panorama entre incidência e mortalidade
João Ricardo Azevedo Silva; Ana Cláudia de Araujo Argentino; Luana Deon Dulaba; Rafaela Rodrigues Bernardelli; Edmara Laura Campiolo
MÉTODOS: Estudo transversal realizado com dados da literatura mundial e brasileira obtidos em artigos selecionados através da plataforma UpToDate, que se adequaram aos critérios de inclusão do estudo, sobre o acometimento de crianças pelo novo coronavírus (COVID-19), no período de 31 de janeiro a 31 de maio de 2020. Os dados obtidos foram organizados em frequência absoluta para indicar os resultados obtidos através de gráficos formulados no Microsoft Word Excel.
RESULTADOS: Os países analisados foram: Brasil, Inglaterra, Espanha e Portugal, países que publicaram dados de acordo com a idade. Em relação à Inglaterra, até o dia 20 de maio de 2020, havia 2.365 casos de COVID-19 em pacientes entre 0 e 19 anos, contabilizando 30 mortes nessa faixa etária. Na Espanha, foram confirmados 1.399 casos em crianças até 14 anos e apenas 3 óbitos no período. Em Portugal, até o dia 23 de maio, foram contabilizados 1.552 casos na população pediátrica, sem nenhuma morte reportada. No Brasil, até o dia 23/05/2020, foram registrados 916 casos entre 0 e 18 anos, sendo que apenas 548 tiveram evolução registrada e 99 evoluíram para óbito.
CONCLUSÃO: Este estudo confirma com dados absolutos a equivalência com os demais artigos analisados, quando mostra que a população pediátrica é menos acometida e apresenta melhor evolução em relação à COVID-19. Palavras-chave: Criança, Coronavírus, Síndrome Respiratória Aguda Grave, Infecções por Coronavírus.
Isolamento social devido à COVID-19 - epidemiologia dos acidentes na infância e adolescência
Caio Vinicius da Fonseca Silva; Raphael Muszkat Besborodco; Cintia Leci Rodrigues; Carlos Górios
OBJETIVOS: Descrever os acidentes domésticos na infância e adolescência no período de isolamento social na cidade de São Paulo/SP, quanto às características dos indivíduos, do evento e evolução do caso. Métodos: Estudo transversal, descritivo, elaborado a partir de dados de internações por causas externas, acidentes e violência na cidade de São Paulo. Os dados foram coletados no sistema de informações hospitalares e sistema de informação de violência e acidentes. O período utilizado para o estudo foi de janeiro a maio de 2020.
RESULTADOS: Foram registrados 4.169 acidentes entre crianças e adolescentes residentes na cidade de São Paulo, e, consequentemente, resultando como diagnóstico de lesão, os traumatismos e ferimento de cabeça. Entre as vítimas, predominantemente do sexo masculino e o principal tipo de acidente foram as quedas.
CONCLUSÃO: Diante do exposto, a gravidade da COVID-19 no Brasil, na cidade de São Paulo e no mundo, e a necessidade de esforços para reduzir a velocidade da transmissão do vírus no nível populacional e reduzir a incidência da doença, até o momento, o distanciamento social faz parte do conjunto de medidas necessárias para o alcance desses objetivos, é necessária a educação permanente em saúde para pais, familiares e sociedade na prevenção dos acidentes domésticos. Palavras-chave: Acidentes, Prevenção de Acidentes, Isolamento Social, Infecções por Coronavírus.
Mudança no perfil epidemiológico da síndrome respiratória aguda grave na população pediátrica brasileira: indício de subnotificação da COVID-19
Renata Machado Pinto; Isadora Espíndola Leite Borges; Jonas Borges Santos Amorim
MÉTODOS: Estudo epidemiológico realizado por consulta ao InfoGripe. Foram consultados dados referentes às semanas epidemiológicas 1 a 25, dos anos de 2019 e 2020. Os dados foram analisados por meio do programa SPSS 26.0.
RESULTADOS: Comparando os anos de 2019 e 2020, observa-se redução da taxa de incidência (por 100.000) de hospitalizações por SRAG na faixa etária de 0-4 anos de 4,023 para 2,980 (p = 0,05), e aumento nas outras faixas etárias, nos escolares a incidência passou de 0,353 para 0,618 (p = 0,009) e entre os adolescentes de 0,115 para 0,393 (p = 0,002). Houve aumento dos óbitos de 0,013 para 0,017 (p = 0,05) entre 5-9 anos, e de 0,009 para 0,029 (p = 0,001) entre 10 e 19 anos. Em relação à SRAG por “etiologia desconhecida”, a incidência de hospitalizações aumentou 0,294 para 1,454 (p = 0,007) e os óbitos de 0,03 para 0,28 (p = 0,004).
CONCLUSÃO: A incidência de hospitalizações e óbitos por SRAG em 2020 nas faixas etárias entre 5-9 e 10-19 anos foi superior à de 2019. O aumento de 3,4 vezes no número de casos e de 9,3 vezes nos óbitos por SARG sem etiologia definida em 2020 pode sugerir importante subnotificação da COVID-19 no Brasil. Faz-se necessário que novos estudos avaliem a extensão e impacto do SARS-CoV-2 na população pediátrica. Palavras-chave: Infecções por Coronavírus, Pediatria, Síndrome Respiratória Aguda Grave.
Avaliação cienciométrica das publicações científicas sobre COVID-19 em crianças
Daniel Borges Barbosa; Anne Caroline Lucas Brandelero; Vinícius da Silva Oliveira; Lucas Rodrigues dos Santos; Alexandre Martins Araújo; Emilly Santos Oliveira; Cristiane Simões Bento de-Souza; Renata Machado Pinto
MÉTODOS: Utilizou-se o banco de dados Elseviers Scopus para pesquisa dos descritores Covid* AND child*, no período de 01/01 a 25/06/2020. Os documentos foram classificados segundo área de estudo, tipo de pesquisa, financiamento, país de origem, periódico e afiliação institucional dos pesquisadores.
RESULTADOS: Foram publicados 826 documentos, destes 34,5% receberam algum tipo de fomento. Observa-se predominância de publicações advindas de países que se tornaram epicentro da pandemia de SARS-CoV2, destacando-se China, Estados Unidos, Itália e Reino Unido. O Brasil, aparece em 10º lugar no ranking mundial com 26 publicações, 26,9% destas com financiamento. O predomínio de publicações se concentra na área médica tanto no Brasil como no mundo.
CONCLUSÕES: A grande quantidade de pesquisas publicadas sobre COVID-19 em crianças no curto espaço de tempo compreendido entre a emergência da pandemia e o momento atual demonstra a rapidez na geração de conhecimento e a importância do tema para a saúde pública. A análise das informações referentes ao Brasil revelam que, apesar de ser o segundo com maior número de casos e óbitos, o país representa apenas 3,14% das pesquisas sobre COVID-19 em crianças, e assume uma posição de liderança da publicação científica sobre o tema na América Latina. Palavras-chave: Síndrome Respiratória Aguda Grave, Infecções por Coronavírus, Criança.
Transplante alogênico de medula óssea em crianças: experiência inicial do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte
Marina Mafra Carvalhais
MÉTODOS: Análise de dados de prontuários dos 6 primeiros pacientes pediátricos transplantados desde a abertura do serviço em abril de 2018 até dezembro de 2018.
RESULTADOS: Foram realizados 6 transplantes alogênicos de medula óssea, todos em portadores de leucemia (5 LLA e 1 LMC), com mediana de idade de 8 anos, sendo 4 meninos e 2 meninas. As fontes de células-tronco utilizadas foram medula óssea em 4 casos e células-tronco periféricas em 2 casos. Todos os pacientes sobreviveram aos 100 primeiros dias pós-transplante e tiveram seguimento clínico mediano de 168 dias. Após transplante, 1 paciente apresentou DECH aguda e todos apresentaram pelo menos uma complicação infecciosa, com destaque para as infecções de cateter, que ocorreram em 66% dos pacientes. Febre e mucosite foram de ocorrência universal. A média de internação foi de 38 dias e após alta, 83% dos pacientes foram reinternados por infecção ou recidiva de doença.
CONCLUSÃO: Os resultados obtidos no presente estudo são bem coerentes com outras séries de pacientes já relatadas e permitem conhecer melhor os principais fatores que interferem no sucesso dos transplantes realizados em crianças e adolescentes. No entanto, estudos brasileiros ainda são escassos e devem ser encorajados, assim como a ampliação de serviços, visando aumentar a chance de cura de nossas crianças. Palavras-chave: Transplante de Medula Óssea, Leucemia, Criança, Células-Tronco.
Impacto da pandemia de COVID-19 em um programa de residência médica em pediatria no município do Rio de Janeiro
Mara Morelo Rocha Felix; Patrícia de Sá Made; Juliana Souza de Seixas; Carolina Soares de Azeredo Moreira; Luciana Figueiredo Sampaio; Márcia Galdino Sampaio; Monica Soares de Souza; Ana Cristina Carneiro Menezes Guedes
RESULTADOS: O PRM em pediatria do hospital implementou adaptações como: adiamento de consultas ambulatoriais; redução do número de residentes alocados nas enfermarias; suspensão temporária dos rodízios externos, exceto pelo rodízio em maternidade; treinamento para adequada paramentação e desparamentação; afastamento dos residentes com doenças crônicas, gravidez e daqueles com suspeita de COVID-19; implementação da teleconsulta e de atividades didáticas em ambiente virtual. Foram analisados dados de março, abril, maio e junho de 2020. Nesse período, foram afastados 4 residentes da pediatria por doenças crônicas ou gravidez. Dos 37 residentes do PRM em pediatria restantes, 27 (73%) foram afastados por questões relacionadas à COVID-19 (suspeita de COVID-19 ou estresse psicológico). Desses, houve confirmação da infecção pelo coronavírus em 15 residentes (40,5%).
CONCLUSÃO: A pandemia provocou o afastamento de um número significativo de residentes por suspeita de COVID-19 e alteração das rotinas do serviço. Houve redução significativa das consultas ambulatoriais e suspensão das atividades teóricas presenciais. De todo modo, a adoção de plataformas digitais para o teleatendimento e atividades didáticas permitiu manter o cuidado dos pacientes e a educação médica continuada. Palavras-chave: Internato e Residência, Infecções por Coronavírus, Telemedicina, Estratégias de e Saúde, Inclusão Digital.
O Pediatra como protagonista no enfrentamento à COVID-19 em 2021
Carlos Alberto Nogueira de Almeida; Joel Alves Lamounier
Potenciais danos silenciosos da pandemia COVID-19 em crianças com transtorno do neurodesenvolvimento e paralisia cerebral
Ricardo Lira Araujo; Giuliano da Paz Oliveira,,
Acidemia metilmalônica em Pediatria: relato de caso
Catherine Klein Colombiano; Rafael Silva Sampaio; Antonio José de Albuquerque Pereira de Oliveira Filho; Rachel Almeida dos Santos; Gustavo Carreiro Pinasco; Katia Valéria Manhabusque; Vinicius Araújo Santos;
Pericardite aguda secundária à COVID-19 em recém-nascido: relato de caso
Hannah Fernandes Lapa; Carolina Gotardo Alencar; Carlos Tourinho Lapa Filho; Paulo José Melo Menezes,; Alex Santos Santana; André Luís Moura Sotero; Roseane Lima Santos Porto,
MÉTODOS: As informações contidas nessa descrição foram obtidas por meio de revisão de prontuário e entrevista com equipe médica.
DISCUSSÃO: Em neonatos, a infecção pelo SARS-CoV-2 normalmente é assintomática ou se manifesta com sintomas leves. A pericardite aguda é uma patologia benigna e autolimitada quando não associada a derrame e constrição pericárdica. Sua principal etiologia na faixa pediátrica é viral e por ser pouco sintomática, uma das possibilidades é que o achado na COVID-19 seja subdiagnosticado.
CONCLUSÃO: A pericardite aguda isolada associada à infecção pelo novo coronavírus é um distúrbio raro e sem relatos na população pediátrica. São necessários estudos que avaliem melhor a prevalência e desfechos cardiológicos nesse grupo. Palavras-chave: Infecções por Coronavírus, Pericardite, Recém-Nascido.
COVID-19 em binômio mãe-bebê: um relato de caso do Hospital Universitário do Maranhão
Raíssa Alves Bringel; Julieth Ferreira Sousa; Lorena Mariana de Araújo Martins Chidiak Reisi; Marynea Silva do-Vale
Enteropatia como manifestação de alergia alimentar
Aline Lima Ribeiro; Ana Luiza Moura Ceia; Silvio da Rocha Carvalho; Raquel Priscila Cardoso Sudré; Alessandra Martins Secco; Mariana Brandão Grecco; José César da Fonseca Junqueira
Atresia de esôfago e obstrução duodenal: relato de dois casos
Júlio Onofre de Oliveira Tavares; Mauro Roberto Basso; Andrea Morgato Mello Miyasaki; Ricardo Silva Parreira; Heloisa de Carvalho Mota Menezes
Ambiguidade genital em indivíduo 46,XY: relato de caso
Jadi Colaço; Andressa Peche Tochetto; Amanda Milman Magdaleno; Carolina Perez Moreira; Tadiela Lodéa Rodrigues; Lionel Leitzke; Paulo de Jesus Hartmann Nader,; Guilherme Guaragna Filho,
Febre maculosa: relato de caso
Thais Meneses Wyatt; Manoella Garcia Carrera; Thaís Simões Lacerda; Janinne Fachetti Rocha; Bárbara Freitas Pinto; Danielle Andrade Jaretta; Gabriela Franco Fabres; Racire Sampaio Silva
Doença de Fahr: relato de caso na adolescência
Karla Souza da Costa; Jamson Barreto Nunes Junior; Guilherme Truppa Giunzioni; Maria de Fatima Valente Rizzo; Gabriela Paladini
Deficiência de vitamina B12 transitória de causa materna: relato de caso
Ludmila Aragão Feitosa; Danilo de Assis Pereira; Marianna Menezes Maia; Maria do Bom Sucesso Lacerda Fernandes Neta; Nahara Lima Jurema; Karine Couto Sarmento Teixeira
COVID-19: relato de manifestações cardiovasculares na infância
Dakeny da Vitória Souza; Luana Ferreira Martins; Mayra Lucchesi; Thaissa Nogueira Nogueira; Ana Leticia Souza; Cleo Bragança Cardoso Tammela,Albina Luciana da Silva Freitas; Valeria Rodrigues de Sá Figueiredo
Relato de caso de COVID-19 em lactente com síndrome de hipoventilação congênita central
Jéssica Neuenfeld Paniz; Valentina Coutinho Baldoto Gava Chakr,
Infecção pelo SARS-CoV-2 em crianças menores de 2 anos: série de casos
Claudia Regina Cachulo Lopes; Gustavo Passafaro Guzzi; Samir Bernardo Ile Mcauchar e Silva; Lorena Fernanda Costa de Oliveira; Juliana Carvalho Alves; Marcelo Vaidotas Pinto; Leonardo Marques Moura Ribeiro; Elias El-Mafarjeh
Relato de caso: síndrome inflamatória multissistêmica associada à infecção pelo SARS-CoV-2 em pediatria
Camilla Almeida Sampaio; Erika Rayane Souza Amorim; Genilda Barbosa de Almeida Sampaio; Wanessa Ferreira Vanderlei dos Anjos Bohrer; Camila Gomes Vasconcelos; Ilma Ferreira Oliveira; Ana Carolina Ruela Pires,
OBJETIVOS: Relatar caso de paciente soropositivo para SARS-CoV-2, que evoluiu com síndrome inflamatória multissistêmica, doença de Kawasaki-like.
RELATO DE CASO: Pré-escolar, 4 anos, sexo masculino, chega à consulta pediátrica com histórico de febre há 12 horas sem outros sintomas associados, tendo sido infectado, previamente, pelo SARS-CoV-2. Ao exame físico, encontrava-se febril 38,3ºC, ativo, eupneico, com discreta hiperemia de orofaringe. Nas 24 horas subsequentes, houve persistência da febre e iniciado queixa de dor abdominal, tendo sido conduzido a um pronto atendimento pediátrico para investigação diagnóstica. Houve agravamento do quadro de dor e redução importante de atividade, com prostração, diminuição da aceitação alimentar e diurese. Após quatro dias do início da febre, evolui com sinais de descompensação cardíaca (choque), rebaixamento de fígado, taquicardia com presença de 3ª bulha, FC 186bpm, sendo conduzido à UTI pediátrica onde foi iniciada investigação laboratorial para síndrome inflamatória multissistêmica pós-COVID-19.
CONCLUSÃO: Aprimorar os conhecimentos acerca das manifestações de infecção por COVID-19 em crianças e suas complicações é necessário, visto que se acredita que haja relação entre a síndrome inflamatória multissistêmica em crianças que foram infectadas pelo SARS-CoV-2. Palavras-chave: Síndrome de Linfonodos Mucocutâneos, Infecções por Coronavírus, Pediatria.
Manifestações graves da doença de Kawasaki em tempos de COVID-19: relato de caso
Haroldo Teófilo de Carvalho; Lívia Thomazi; Regis Cilia; José Roberto Fioretto; Mário Ferreira Carpi
Primodescompensação diabética com cetoacidose em paciente pediátrico com COVID-19: dois relatos de caso
Victoria Hernandez Girnys; Cesar Augusto Becci Silvério; Samanta Vieira Ferreira; Monique Maria Steffen; Andrea Sayuri Murata; Bianca de Oliveira Lima
Relato de caso: neurossífilis congênita
Tuany Martins Nunes,
RELATO DE CASO: Gestante, 26 anos, primigesta, dá luz a um recém-nascido apresentando lesões vesicobolhosas em mãos e pés, condizentes com pênfigo palmoplantar. Realizado rastreio para sífilis congênita observou-se VDRL sanguíneo de 1:512 no recém-nascido e de 1:128 na puérpera. No líquor, por sua vez, o exame veio reagente na proporção de 1:2, sendo então diagnosticado como neurossífilis congênita.
CONCLUSÃO: A importância do exame físico na pediatria é de grande valia, uma vez que pode nos alertar para possíveis diagnósticos. Infelizmente, a sífilis voltou a se fazer presente no nosso dia a dia e não podemos deixar de rastrear e tratá-la, já que seu correto tratamento pode melhorar a qualidade de vida ou ainda curar o recém-nascido. Palavras-chave: Sífilis Congênita, Neurossífilis, Doenças Transmissíveis, Treponema pallidum.
Desafios impostos pelo isolamento social na pandemia de COVID-19 ao acompanhamento de diabéticos e expostos ou infectados por HIV em um hospital universitário pediátrico
Ana Lúcia Ferreira; Angela Rodrigues; Amanda Venturino Estorque; Isabela Hacar V M Julião; Sofia Luz C B Lobo; Marcia Gonçalves Ribeiro; Luiza Maria Calvano
MÉTODOS: Estudo descritivo e transversal; foram entrevistados responsáveis pelos pacientes dos ambulatórios de diabetes e doenças infectoparasitárias-imuno (DPI-imuno) com consultas agendadas durante o período de isolamento social no município do Rio de Janeiro. Questionário com perguntas diretas.
RESULTADOS: Foram entrevistados 88 responsáveis (59 diabetes e 29 DIP-Imuno), na maioria mães (79,7% e 44,8%, respectivamente). Discreta predominância do sexo feminino, maior parte adolescentes. Maioria dos responsáveis compareceu ao agendamento (95% e 72,4%, respectivamente), cerca de metade utilizando dois ou mais transportes públicos. Pacientes compareceram em função de consulta marcada (53,6% e 95,2%, respectivamente). Os motivos para o responsável não ter levado o paciente ao ambulatório de diabetes foram para evitar a exposição à COVID-19 e orientação médica prévia para ir sozinho. No ambulatório de DIP-imuno, o motivo foi por ser somente a verificação de resultado de exame. A pandemia interferiu na doença em 59,3% e 41,4%, respectivamente. Foram apontados: medo de adoecer, da aglomeração, alterações comportamentais nos pacientes, mudanças na rotina da família e problemas financeiros.
CONCLUSÃO: Fatores relacionados à pandemia influenciaram o acompanhamento dos pacientes, com destaque para a insegurança de sua exposição. Apesar das dificuldades, o cuidado foi mantido, pois a maioria dos responsáveis e a equipe de saúde do hospital encontraram uma forma intermediária de atuação sem exposição direta do paciente com doença crônica. Palavras-chave: Infecções por Coronavírus, Criança, Adolescente, Doença Crônica, Diabetes Mellitus Tipo 1, HIV.
Oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) instalada durante parada cardiorrespiratória em pulmão com síndrome da angústia respiratória aguda: um relato de caso
Camille Lopes Donnabella; Guilherme Mantelato Garcia; Monica Teruko Sato
Associação de COVID-19 e tumor cerebral
Regina Melittio Gasparetti; João Carlos Patto
Manifestações radiológicas em escolar e adolescente com COVID-19: relatos de caso
Luiz Felipe Queiroz Bichara Chicri; Bruna Mello Modugno Nunes; Maria de Fatima Pombo Sant’Anna
Palavras-chave: Radiografia Torácica, Pré-Escolar, Infecções por Coronavírus, Tomografia.
Carcinoma adrenal em crianças: estudo longitudinal em Minas Gerais, Brasil
Renata Mota Vieira Guerreiro; Isabel Rey Madeira